[Dentro de Sinopse de Ponta]       [Notas da Histria de Verso e Scanner]       [Lista de Srie e Notas em Numerar] Copyright  2004        ISBN 0-399-15154-0
      
Dividido na Morte
Nora Roberts - J. D.Robb
Srie Mortal 21
       
      
      

No suspire no mais, senhoras, no suspire no mais,
Os homens eram enganadores sempre.
WILLIAM SHAKESPEARE

O casamento  uma coisa desesperada.
JOHN SELDEN
      
      




 






    PRLOGO
            Matar era muito bom para ele.
      A morte era um fim, at um lanar. Ele iria para inferno, existia nehuma dvida que em sua mente, e l ele sofreria tormento eterno. Ela quis aquele para eleeventualmente. Mas por enquanto, ela quis que ele sofresse onde ela podia assistir.
      Mentira, enganando filho de uma cadela! Ela o quis snivel e implorou e pleiteou e escorregou em sua barriga gosta do rato de canal que ele era. Ela quis que ele sangrasse das orelhas, gritar gostam de uma menina. Ela quis torcer seu adltero dick em laos enquanto ele gritou para a clemncia que ela nunca daria.
      Ela quis bater seus punhos em rosto do seu mentiroso bonito at que era um pulpy, pustulated massa de sangue e osso.
      Ento e s ento, o dickless, sem cara bastardo podia morrer. Um lento, murchando, agonizando morte.
      Ningum, ningum enganado em Reva Ewing.
      Ela teve que puxar acima de e parar o carro na pista de desarranjo da Ponte de Queensboro at que ela acalmou-se suficiente para confiar se para continuar. Porque algum enganou em Reva Ewing. O homem ela amou, o homem ela casou, o homem ela acreditou em totalmente era, at agora, fazendo amor para outra mulher.
      Comovedora outra mulher, saboreando ela, usando aquela boca do enganador qualificado, aqueles inteligentes enganando mos para dirigir outra mulher selvagem.
      E no s qualquer outra mulher. Um amigo. Outra pessoa que ela amou e confiou, acreditou em, contou com.
      No era s exasperante. No era s doloroso para conhecer seu marido e seu amigo estavam tendo uns afazeres, e direito debaixo de seu nariz inconsciente. Estava envergonhando se descobrir um clich. A esposa enganada, o clueless tolo que aceitou e acreditou que o adltero toda vez que ele disse que ele teve que trabalhar tarde, ou teve um jantar que encontra com um cliente, ou estava fechando com fecho em viagem por alguns dias pregar abaixo, ou entrega da mo, uma comisso.
      Pior, Reva pensou agora como trfico zumbido por seu carro, que ela de todas as pessoas tinham sido muito facilmente enganadas. Ela era um goddamn segurana perito. Ela gastou cinco anos no Servio Secreto e guardou um presidente antes de entrar no setor privado. Onde eram seus instintos, seus olhos, suas orelhas?
      Como Blair podia ter estado voltando para casa para ela, noite aps a noite, fresca de outra mulher e ela no sabem?
      Porque ela o amou, Reva admitiu. Porque ela tem muito prazer em, deliriously feliz para acreditar que um homem gostar de Blaircom sua sofisticao e olhares surpreendentesamaram e a quiseram.
      Ele era to bonito, to talentoso, to esperto. O bomio de elegante com seu escuro silky cabelo e olhos de esmeralda verde. Ela foi afundada, ela pensou agora, o minuto ele girou aqueles olhos nela, o momento ele mandou a ela que aquele assassino sorri. E seis meses mais tarde, eles foram casados e vivendo na casa grande, retiradas em Queens.
      Dois anos, ela pensou, dois anos ela deu a ele tudo que ela teve, compartilhado todo pedao dela mesma com ele, e o amou com toda cela de seu corpo. E o tempo todo ele tem a tocado para um bobo.
      Bem, agora ele pagaria. Ela dashed as lgrimas de suas bochechas, cavada funda novamente para sua raiva. Agora, Blair Bissel iria descobrir s o que ela era feita.
      Ela puxou de volta em trfico, e insinuou um clipe rpido para o Lado do Leste Superior de Manhattan.
      ***
      O marido-roubando cadela, como Reva agora pensamento de seu antigo amigo, Felicidade Kade, viveu em um adorvel convertido brownstone prximo ao canto norte de Parque Central. Em vez de lembrar a se do tempo todo que ela gastou do lado de dentro, em festas, noites casuais, em cafs-da-manh e almoos de afamado domingo da Felicidade, Reva se concentrou na segurana.
      Era bom. A felicidade colecionou arte e defendida aquela coleo gostarem de um cachorro defendido seu osso carnoso. O fato era, Reva encontrou seus trs anos na frente de quando ela ajudou projeto e instalou sistema de segurana da Felicidade.
      Levaria um perito para ganhar entrada, e at ento, existiam auxlios e falha-safes que anulariam tudo menos o crme de La crme de assaltantes.
      Mas quando uma mulher fez ela vivendo, seu muito bom vivo, procurando por rachas em segurana, ela podia sempre achar um. Ela veio para armado, com dois jammers, um beefed-em cima computador da palma pessoal, uma polcia ilegal domina cdigo, e um stunner ela com inteno de direito de bofeto contra Blair est enganando bolas.
      Depois disto, bem, ela no estava bastante certa o que ela faria. Ela s tocaria o resto por orelha.
      Ela hefted sua bolsa de ferramentas, empurrou o stunner em seu bolso de costas, e marchadas pelo setembro balsmico  noite em direo  entrada dianteira.
      Ela keyed no primeiro jammer  medida que ela caminhou, sabendo que ela teria trinta segundos s uma vez que ela tem bloqueado ele no painel de exterior. Os nmeros comearam a relampejar em seu handheld, e seu corao comeou a fazer correr como ela enumerou o tempo.
      Trs segundos antes do alarme ser fixado para tropear, o primeiro cdigo esquadrinhado sobre seu jammer. Ela alarga a respirao que ela segurou, olhou de relance nas janelas escuras.
      "S continue fazendo o que voc est fazendo l em cima, voc forma par de limo," ela murmurou como ela fixa o segundo jammer. "Eu s preciso de alguns mais minutos aqui. Ento ns legamos realmente festa."
      Ela ouviu o zumbir de um carro na rua atrs dela, e amaldioou suavemente  medida que freou. Um olhar rpido atrs e ela manchadas um txi no meio-fio, e o rir par em roupas da noite que subiu fora. Reva afiou mais ntimo para a porta, mais fundas nas sombras. Com um minidrill ela removeu o lado do prato da palma, notando aquele casa droid da Felicidade manteve at os parafusos imaculados.
      Interfacing seu PPC com um arame de cabelo magro, ela keyed em um cdigo de estrada de contorno, esperou os segundos suados para ele claro. Meticulosamente, ela substituiu o painel, ento usou o segundo jammer na caixa de voz.
      Levou mais longa para clonar, uns cheios dois minutos, mas ela sentiu um frisson de excitao trabalha por sua fria quando a ltima entrada de voz tocada atrs.
      Agosto Rembrandt.
      O lips tranado da Reva em um zombar como voz do seu amigo falsa murmurou a contra-senha. Reva teve s para chave nos nmeros de segurana clonada, ento usem suas ferramentas para erguer o ltimo, fechadura manual.
      Ela deslizou do lado de dentro, fechou a porta, e fora de hbito reajusta a segurana.
      Se preparou para a casa droid aparecer, solicitar seus negcios, ela segurou seu stunner no pronto. Ele a reconheceria, claro, e isso daria seu s suficiente tempo para fritar seus circuitos e claro seu modo.
      Mas a casa ficou mudo, e nenhum droid andado no foyer. Ento, eles o fecharam pela noite, ela severamente pensou. Ento eles podiam ter um pouco mais de isolamento.
      Ela podia cheirar a Felicidade de rosas sempre continuou a mesa nas rosas de foyer rosa, substitudo semanal. Existia uma luz baixa queimando ao lado do vaso, mas Reva no precisou disto. Ela soube seu modo, e caminhado diretamente para os degraus para subir para o segundo andar. Para o quarto.
      Quando ela alcanou a aterrissagem que ela viu tudo que ela precisou devolver sua ira por completo fora. Lanada negligentemente acima da ferrovia era jaqueta de couro de luz do Blair. Era o que ela deu a ele para seu aniversrio a fonte prvia. O que ele enganchou negligentemente com seus dedos acima de seu ombro s aquela manh quando ele beijou sua esposa amorosa adeus, e disse a ela quanto ele a faltaria, dita ela como ele aninhou seu pescoo quanto ele odiou ter que tomar at esta rpida em viagem viagem.
      Reva ergueu a jaqueta, trouxe isto para seu rosto. Ela podia o cheirar nisto, e o odor dele quase rasgou seu pesar por sua raiva.
      Para aduela ele fora de, ela levou uma de suas ferramentas fora de sua bolsa e cortou quietamente em tiras o couro para tiras. Ento, lanando isto no cho, ela moeu seu salto de sapato nele antes de andar longe.
      Rosto quente com temperamento, ela anotar sua bolsa, tirou o stunner de volta de seu bolso. Como ela abordou o quarto que ela viu o chamejar de luz. Velas, ela podia at cheirar eles agora, alguma perfume picante. E ela podia ouvir as notas baixas de msicaalgo clssico, como as rosas, como o odor das velas.
      Era todas to Felicidade, ela furiosamente pensou. Todo to fmea e frgil e perfeito. Ela teria preferido algo moderno, algo hoje e bravo para esta altercao.
      D a seu Mavis Freestone chutando algum asno musical srio, ela pensou.
      Entretanto era fcil afinar fora a msica com o zumbido de temperamento e o anel de traio em sua cabea. Ela toed a porta mais largo com seu p, aliviado em.
      Ela podia ver as duas figuras amontoadas junto debaixo da seda e de renda do coverlet. Eles adormeceram, ela amargamente pensou. Todo confortvel e morno e solta de sexo.
      Suas roupas eram viradas uma cadeira, messily, como se eles esto com pressa comear. Vendo eles, o enredo de roupas, quebrou seu corao em centenas de pedaos.
      Tonificante contra isto, ela andou a passos largos para a cama, agarrou o stunner em sua mo. "Acorde telefonema, voc urinar-baldes."
      E chicoteou a seda e cobertura de renda longe.
      O sangue. Oh meu Deus, o sangue. A viso de isso tudo acima de carne, por toda parte das folhas fizeram seu giro de cabea. O cheiro sbito disto, da morte, misturados com os odores de flores e velas, feita sua mordaa e tropeam de volta.
      "Blair? Blair?"
      Ela gritou uma vez, chocando se em ao. Chupando em ar para gritar novamente, ela lunged adiante.
      Algo, algum, escapadas das sombras. Ela pegou o movimento, e outro cheirosevero, medicinal. Encheu sua garganta, seus pulmes.
      Ela girou, fugir ou defender ela no estava certa, e lutou nadar por ar que foi regar ao redor ela. Mas o poder drenou fora de seus membros, entorpecendo eles segundos antes de seus olhos forados o recuo de em sua cabea.
      E ela desmoronou em um monto ao lado do morto que a traiu.
      
      
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      Tenente Eve Dallas, um de topo Polis de Nova York, espreguiada desnuda com a batida de sangue em suas orelhas e seu corao batendo como um airjack. Ela conseguiu ofegar em uma respirao, ento desistiu.
      Quem precisou de ar quando o sistema estava acelerando do resultado de sexo verdadeiramente espetacular?
      Em baixo dela, seu marido deita morno e duro e ainda. O nico movimento era o golpe de seu corao contra sua. At que ele ergueu uma daquelas mos surpreendentes e cruzou isto junto sua espinha, de nuca at alvo.
      "Voc quer que eu mova," ela murmurou, "voc est sem sorte."
      "Eu diria que minha sorte est em."
      Ela sorriu na escurido. Ela amou ouvir sua voz, o modo como a Irlanda vislumbrou por isto. "Satisfatria bem-vinda casa, especialmente desde que voc se foi menos que quarenta e oito horas."
      "Certamente pe um bon bom em uma viagem pequena para Florena."
      "Eu no perguntei, fez voc parar pelo caminho na Irlanda ver seu" Ela hesitou s uma batida. Era ainda to estranho para pensar sobre Roarke com famlia. "Sua famlia?"
      "Eu fiz, sim. Teve umas boas poucas horas." Ele continuou a golpe que mo, de cima abaixo, de cima abaixo suas costas de forma que sua batida do corao diminuiu a velocidade e seus olhos comearam a inclinar. " muito estranho, no ?"
      "Eu acho que isto ser, durante algum tempo ainda."
      "E como seja o novo detetive?"
      Eve aconchegada em, pensando sobre seu antigo ajudante e como ela era manipulao sua promoo recente. "Bom do Peabody. Ainda achando seu ritmo. Ns tivemos uma disputa de famlia ido azeda. Dois irmos misturando isto acima de propriedade herdada. Bateu o cagar fora de um ao outro antes de um deles toma uns passos abaixo de cabealho e quebra seu pescoo estpido. Ento o outro irmo tenta zombar isto em cima gostar de um roubo estragado. Os lances tudo isso material eles estavam lutando acima de em um cobertor, arrasta isto fora para seu carro, empurres ele no tronco. Como ns no vamos olhar l."
      A derriso em seu tom teve ele rindo. Eve rolada fora de e estirada.
      "De qualquer maneira, era quase conectava o grande, pulsando pontos vermelhos, ento eu ponho Peabody to primrio. Depois que ela comeou a respirar novamente, ela multa. Os varredores j estavam absorvendo evidncia, mas ela toma este puxo na cozinha, se senta com ele que todos simpatizantesusados tudo aqueles negcios de famlia ela sabe to bem. Teve ele murmrio fora uma confisso em aproximadamente dez minutos. Conseguiu ele em Homem Dois."
      "Boa para ela."
      "Ajudar construo sua confiana." Ela estirou novamente. "Ns podamos usar alguns mais entram o prado assim um depois do vero ns pr em."
      "Voc poderia tomar alguns dias. Ns podamos entrar um prado real."
      "D-me umas semanas com ela. Eu quero ter certeza que ela acha seus ps antes de eu deixar seu solo."
      "Isto  uma data, ento. Oh, sua . . . entusistico bem-vinda, enquanto muito apreciou, dirigiu isto diretamente de minha mente." Ele saiu da cama, pedindo as luzes em dez por cento.
      Em seu brilho sutil, ela podia assistir ele passo fora da plataforma larga onde a cama permanecida, mova em direo  bolsa pequena que ele tomou com ele. Assistindo ele movimento, gracioso como algum magro, gato de elegante, deu seu tal prazer.
      Isso era tipo de graa inata, ela perguntou-se, ou ele aprendeu evitando Polis e escolhendo bolsos como uma criana nas ruas de Dublin? Porm ele veio para ele, o serviu bem, como aquele menino inteligente, e como o homem inteligente que construiu um imprio fora de intestinos e malcia e um tipo manhoso de gnio.
      Quando ele girou, e ela viu seu rosto naquele sombreou luz, soprou direto ela. O amor cambaleante, a maravilha ofegante que ele devia ser suaque qualquer coisa to bonito devia ser sua.
      Ele pareceu com uma obra de arte, um esculpido por algum brilhante feiticeiro. Os ossos agudos de seu rosto, a boca generosa que era magia sensual. Aqueles olhos, aqueles selvagens Clticos azuis, isso podiam ainda fazer sua dor de garganta quando eles olharam para ela. E aquela tela milagrosa era emoldurada por seda preta que varridos quase para seus ombros, e continuamente fizeram seus dedos coarem tocar isto.
      Eles foram casados mais que um ano, e existiam tempos, tempos inesperados, quando s olhando para ele podia parar seu corao.
      Ele voltou para se sentar ao lado dela, em forma de xcara seu queixo em sua mo, escovado seu dedo polegar acima do pequeno entalhe em seu centro. "Querida Eve, to quieta e quieta na escurido." Ele tocou em seus lbios para sua sobrancelha. "Eu trouxe voc um presente."
      Ela piscou, e imediatamente afiou de volta. O fez sorriso, esta reao habitual de suas para presentes. Da mesma maneira que o olhar intranqilo ela deu a caixa longa, estreita em sua mo o fez sorriso.
      "No morder voc," ele prometeu.
      "Voc no era nem ido dois dias. L tem que ser um pouco de tipo de requisito de tempo para devolver presentes." 
      "Eu faltei voc depois de dois minutos."
      "Voc est dizendo que me enfraquecer."
      "No faz isto menos verdade. Abra a caixa, Eve, ento diga: 'Obrigado, Roarke.'"
      Ela rolou seus olhos, mas ela abriu a caixa.
      Era uma pulseira, uma espcie de punho de manga com um padro de diamante minucioso forma cauterizado no ouro para dar isto claro. No centro era uma pedrae como era bloodred, ela assumiu era um rubigrande como seu dedo polegar e liso para o toque.
      Pareceu velho, e importante, naquele modo antigo inestimvel que fez seu estmago se agitar.
      "Roarke"
      "Voc esqueceu a parte de agradecimenta."
      "Roarke," ela disse novamente. "Voc vai dizer a mim este uma vez pertenci a um pouco de condessa de Italiano ou"
      "Princesa," ele forneceu, e tomou a pulseira dela deslizar isto sobre seu pulso. "Sculo XVI. Agora ele pertence a uma rainha."
      "Oh, por favor."
      "Certo, isso estava deitando isto em um pouco espesso. Bem de olhares em voc, entretanto."
      "Pareceria bom em um toco de rvore." Ela no era muitos em resplendores, apesar do fato que o homem heaped eles nela em toda oportunidade. Mas este aqui teve . . . algo, ela pensou como ela ergueu seu brao e acendeu seu pulso muito a pedra e gravura pegaram e luz dispersa. "E se eu perco isto, ou quebra isto?"
      "Isso seria uma vergonha. Mas at que voc faa, eu aprecio ver isto em voc. Se ele fizer que voc sente qualquer melhor, minha tia Sinead pareceu igualmente agitou pelo colar que eu a comprei."
      "Ela me atingiu como uma mulher sensata."
      Ele arrastou uma fechadura de cabelo da Eve. "As mulheres em minha vida so sensatas, suficiente para me favorecer como dando a eles presentes me traz tal prazer."
      "Isto  um caminho liso para encaixotar isto.  bonito." E ela teve que admitir, pelo menos reservadamente, que ela gostou do modo que deslizou fluidly acima de sua pele. "Eu no posso vestir este para trabalho."
      "Eu no suponho. Ento novamente, eu gosto do modo que assiste voc agora. Quando voc estiver no vestindo nada mais."
      "No consiga alguma idia, s. Eu estou em turno emseis horas," ela calculou depois de um olhar no momento.
      Porque ela reconheceu o cintilar em seu olho, ela estreitou sua prprio. Mas a ficha protesta que ela com inteno de dar era interrompida pelo vnculo de lado da cama.
      "Isto  seu sinal." Ela movimentou a cabea em direo ao 'vnculo, ento rolada fora da cama. "Pelo menos quando algum chamar voc s dois de manh, ningum est morto."
      Ela vagou fora no banheiro como ela o ouviu vdeo de quarteiro, e resposta.
      Ela tomou seu tempo, ento como uma reflexo tardia impediu a bata fora da parte de trs da porta no caso de que ele reabilitou o vdeo no 'vnculo.
      Ela era belting ele como ela voltou em, e viu que ele estava em cima e em seu armrio. "Quem era?"
      "Caro."
      "Voc precisa ir agora? s dois de manh?" Seu tom, apenas do modo que ele disse que nome do seu admin, teve a pele em seu pescoo picando. "O que  isto?"
      "Eve." Ele retirou-se uma camisa para ir com a cala comprida que ele colocaria apressadamente. "Eu preciso de um favor. Um favor muito grande."
      No de sua esposa, ela pensou. Mas de seu policial. "O que  isto?"
      "Um de meus empregados." Ele prolongou a camisa, mas seus olhos ficados em Eve. "Ela est em apuros. Dificuldade considervel. Algum est morto, afinal."
      "Um de seus empregados matam algum, Roarke?"
      "No." Desde que ela continuou a permanecer onde ela estava, ele moveu para seu armrio, tirou roupas. "Ela  confusa e apavorou, e Caro diz um pouco incoerente. Estas no so caractersticas um associados com Reva. Ela trabalha em Segurana. Projeto e instalao, principalmente. Ela  slida como pedra. Ela era com o Servio Secreto para vrios anos, e no  uma mulher que agita facilmente."
      "Voc no est dizendo a mim o que aconteceu."
      "Ela achou seu marido e seu amigo na cama no apartamento do amigo. Morto. J morto, Eve."
      "E achando dois corpos mortos, ela contactou seu assistente administrativo em vez da polcia."
      "No." Ele empurrou as roupas que ele escolheu nas mos da Eve. "Ela contactou sua me."
      Eve olhada fixamente para ele, amaldioou suavemente, ento comeou a vestir. "Eu tenho que chamar este."
      "Eu estou perguntando a voc para esperar, at que voc veja por voc mesmo, at que voc converse com Reva." Ele deitou suas mos em sua, segurou eles l at que ela olhou de volta nele novamente. "Eve, eu estou perguntando a voc, por favor, espere to longo. Voc no tem que chamar em que voc no viu com seus prprios olhos. Eu conheo esta mulher. Eu conheci sua me mais que anos de uma dzia de, e a confiem para o nvel que eu confio muito poucos. Eles precisam de sua ajuda. Eu preciso disto."
      Ela levantou seu equipamento de arma, amarrou com correia isto. "Ento vamos chegar l. Rpido."
      ***
      Era uma noite clara com o peso que teve obstinado o vero de 2059 iluminando em direo  crespido da vinda cai. O trfico era luz, e o passeio pequeno exigido pouca habilidade ou concentrao em parte do Roarke. Ele julgou por silncio da sua esposa que ela aproximou-se de. Ela no perguntou a nenhuma pergunta como ela no quis no mais informaes, nada que a influenciaria de suas prprias impresses do que ela veria e ouviria e sente.
      Seu rosto estreito, angular era fixado, o apartamento de policial de olhos marrons dourados longos. Ilegvel at para ele. A boca larga que tinha sido quente e suave contra sua s pouco tempo antes de era firma e apertada-labiada.
      Ele estacionou na rua, em um lugar ilegal, e sacudiu a TRABALHO luz em seu veculo antes dela poder fazer muito se.
      Ela no disse nada, mas andada sobre a calada e permanecida, alta e desengonada, seu cabelo marrons felpudos quieto mussed de amor-fazendo.
      Ele cruzou para ela, suavemente penteados seus prprios dedos por seu cabelo para ordenar isto, como tambm ele podia. "Obrigado por este."
      "Voc no quer me agradecer ainda. Escavaes principais," ela comentou com um aceno com a cabea em direo ao brownstone. Antes dela poder montar os passos, a porta aberta.
      Existia Caro, seu cabelo branco brilhante gosta de um halo prateado ao redor sua cabea. Sem isto, Eve poderia no ter digno e eficiente admin do Roarke reconhecido na mulher plida vestindo uma jaqueta vermelha esperto acima de pijama de algodo azul.
      "Agradea Deus. Agradea Deus. Obrigado por vir muito depressa." Ela alcanou com uma visivelmente mo trmula e agarrou do Roarke. "Eu no soube bastante o que fazer."
      "Voc fez direito justo," Roarke disse a ela, e a desenhou em.
      A Eve ouviu ela abafar um soluo, deixe vai com um suspiro. "Revaela no est bem, no bem mesmo. Eu a tenho na rea viva. Eu no fui de cima."
      Caro aliviou longe de Roarke, endireitados seus ombros. "Eu no pensei que eu devia. Eu no toquei em nada, Tenente, exceto um vidro fora da cozinha. Eu consegui Reva um copo de gua, mas eu s toquei o vidro, e a garrafa. Oh, e a manivela do friggie. Eu"
      "Est tudo bem. Por que voc no vai se sentar com sua filha? Roarke, fique com eles."
      "Voc estar certo com Reva por alguns minutos, no ?" Ele pediu a Caro. "Eu irei com o tenente." Ignorando o flash de irritao acima de rosto da Eve, ele deu ombro do Caro um confortante esfrega. "Eu no serei longo."
      "Ela disse queReva disse que era horrvel. E agora ela s se senta l, e no diz nada mesmo."
      "Mantenha sua quieta," Eve aconselhada. "Mantenha ela abaixo aqui." Ela comeou de cima. Ela olhou de relance na jaqueta de couro, rasgados para fragmentos e lanados em um monto no cho. "Ela disse a voc que quarto?"
      "No. S que Reva achou eles na cama."
      Eve olhou de relance no quarto  direita, outra na esquerda. Ento ela perfumou o sangue. Ela continuou corredor abaixo, parada na entrada.
      Os dois corpos eram ligados seus lados, enfrentando um ao outro. Como se eles estivessem dizendo segredos. O sangue manchou as folhas, os travesseiros, a cobertura rendilhada que era tangled no cho.
      Manchou o cabo e lmina da faca picou violentamente no colcho.
      Ela viu uma bolsa preta prxima  porta, um alto-fim stunner no cho prximo ao lado deixado da cama, um disordered pilha de roupas heaped em uma cadeira. Velas, ainda iluminadas e flutuando fragrncia. A msica ainda tocando em notas suaves, sensual.
      "Isto no  no entrar o prado," ela murmurou. "Homicdio duplo. Eu tenho que chamar isto."
      "Voc permanecer to primrio?"
      "Eu permanecerei," ela concordou. "Mas se seu amigo fez isto, isso no vai ser um favor."
      "Ela no fez."
      Ele andou de volta enquanto Eve tirou seu Comunicador.
      "Eu preciso de voc para tomar Caro em outro quarto," ela disse a ele quando ela estava acabada. "No a cozinha," ela adicionou com outro olhar na faca. "Deve haver uma guarida ou uma biblioteca ou algo assim abaixo l. Tente para no tocar qualquer coisa. Eu preciso questionaro que era? Reva?"
      "Reva Ewing, sim."
      "Eu preciso a questionar, e eu no quero voc ou ela me ao redor quando eu fizer. Voc quer a ajudar," ela disse antes dele poder falar, "vamos manter este tanto pelo livro como ns podemos deste ponto. Voc disse que ela  segurana."
      "Sim."
      "Desde que ela  um seu que eu no tenho que perguntar se ela for boa."
      "Ela . Muito bom."
      "E ele era seu marido?"
      Roarke olhou de volta na cama. "Ele era. Blair Bissel, um artista de algum talento discutvel. Trabalhostrabalhados em metal. Isto  um seu, eu acredito." Ele gesticulou em direo a uma srie alta, aparentemente confundidos de tubos de metal e quarteires que permanecido no canto do quarto.
      "E as pessoas pagam por isto?" Ela agitou sua cabea. "Tome todos os tipos. Eu vou perguntar a voc mais sobre seu mais tarde, mas eu quero chegar a seu primeiro, ento tome um mais ntimo olhar para a cena aqui. Quanto tempo eles tiveram problemas matrimoniais?" A Eve perguntou como ela comeou corredor abaixo novamente.
      "Eu no estava ciente que eles tiveram algum."
      "Bem, eles so ao longo de agora. Mantenha Caro guardou," ela ordenou, ento caminhada para a rea viva para conseguir seu primeiro olhar para Reva Ewing.
      Caro se sentou com seu brao ao redor uma mulher em seus primeiros anos trinta. Ela teve cabelo escuro, encurte em um estilo quase to descuidado quanto da Eve. Ela olhou ter um corpo pequeno, compacto, o atltico tipo que exibiu-se bem na Camiseta e cala jeans preta ela vestiu.
      Sua pele era branco glacial, seus olhos uns um tanto quanto fuliginosos cinzas que era quase preto com choque. Seus lbios era incolor, um pouco no lado magro. Como Eve andou mais ntimo, aqueles olhos sacudidos em cima, olharam fixamente cegamente. Eles estavam vermelhos-que tem bordos e inchados, e mostrou a nenhuma da Eve de inteligncia afiada assumiu que ela possuiu.
      "Sra. Ewing, eu sou Tenente Dallas."
      Ela continuou a olhar fixamente, mas existia um movimento de lnguido de sua cabea, tanto tremor como movimenta a cabea.
      "Eu preciso perguntar a voc algumas perguntas. Sua me vai ir com Roarke enquanto ns conversamos."
      "Oh, eu no podia ficar com ela?" Brao apertado do Caro em ombros da Reva. "Eu no interferirei, eu prometo, mas"
      "Caro." Roarke moveu para permanecer ao lado dela, passada e tomou sua mo. " melhor deste modo." Suavemente, ele desenhou Caro para seus ps. "Melhor para Reva. Voc pode confiar Eve."
      "Sim, eu sei. Somente  . . ." Ela pareceu de volta como Roarke a levou do quarto. "Eu estarei aqui mesmo. Reva, eu estou aqui mesmo."
      "Sra. Ewing." A Eve se sentou em frente a ela, deixe seu registrador na mesa entre eles. E viu Reva  olhar conserta nisto. "Eu vou registrar este. Eu vou ler voc seu direitos, ento pergunta a voc algumas perguntas. Voc entende?"
      "Morto do Blair. Eu vi. Eles esto mortos. Blair e Felicidade."
      "Sra. Ewing, voc tem o direito de permanecer mudo." Eve caminhada pelo Miranda revisado, e Reva fechou seus olhos.
      "Oh Deus, oh Deus.  real. No  algum sonho horrvel.  real."
      "Diga a mim o que aconteceu aqui hoje  noite."
      "Eu no sei." Uma lgrima pingada abaixo sua bochecha. "Eu no sei o que aconteceu."
      "Seu marido era sexualmente envolvido com Felicidade?"
      "Eu no entendo isto. Eu no entendo. Eu pensei que ele me amou." Seus olhos bloqueados em da Eve. "Eu no acreditei nisto a princpio. Como podia eu? Blair e Felicidade. Meu marido e meu amigo. Entretanto eu podia ver isto, podia ver todos os sinais que eu senti falta, todas as pistas, todos os enganosaqueles pequenos enganos eles dois feitos."
      "Quanto tempo voc soube?"
      "S hoje  noite. S hoje  noite." Sua respirao estremeceu dentro e fora como ela usou um balled punho para enxugar nas lgrimas em suas bochechas. "Ele deveria estar em viagem at amanh. Um cliente, uma nova comisso. Mas ele estava aqui, com ela. Eu vim, e eu vi . . ."
      "Voc veio aqui hoje  noite para confrontar eles?"
      "Eu estava to bravo. Eles fizeram um bobo fora de mim, e eu estava to bravo. Eles quebraram meu corao, e eu era to triste. Ento eles estavam mortos. Tudo aquele sangue. Todo o sangue."
      "Voc matou eles, Reva?"
      "No!" Seu corpo inteiro empurrado na pergunta. "No, no, no! Eu quis machucar eles. Eu quis que eles pagassem. Mas eu eu no no podia ter. Eu no sei o que aconteceu."
      "Diga a mim o que voc sabe."
      "Eu dirigi acima de. Ns temos uma casa em Queens. Blair quis uma casa, e ele no quis viver em Manhattan onde ns dois trabalhados. Em algum lugar privados e longe,  disso que ele disse. Em algum lugar s nosso."
      Sua voz quebrou nas palavras de forma que ela coberta seu rosto com suas mos. "Eu sinto muito. Isso tudo parece impossvel. Parece que eu acordarei qualquer minuto e nenhum deste ter acontecido."
      Existia algum sangue em sua camisa. Nenhuma em suas mos, em seus braos, seu rosto. A Eve notou isto abaixo entre suas observaes e esperadas por Reva se compor e continuar.
      "Eu estava furioso, e eu soube s o que eu quis fazer. Eu projetei a segurana aqui, ento eu soube como entrar. Eu quebrei em."
      Ela dashed uma lgrima fora de sua bochecha. "Eu no quis dar a eles tempo para preparar, ento eu quebrei em, e eu fui de cima, para seu quarto."
      "Voc teve uma arma?"
      "Nenhum . . . Bem, eu tive um stunner. Meu SS emite, configurou de novo. No examinar cuidadosamente poder mnimo, ento eu posso levar isto com um civil licencia. Eu era . . ." Ela levantou uma respirao. "Eu iria dar a ele um sacudir com isto. Nas bolas."
      "E fez voc?"
      "No." Ela coberta seu rosto com suas mos. "Eu no posso claramente lembrar.  como esta sujeira acima de meu crebro."
      "Voc despedaar a jaqueta de couro?"
      "Sim." Ela suspirou agora. "Eu vi isto enforcamento acima da ferrovia. Eu dei a ele aquela goddamn jaqueta, e vendo acabou me de fazer louco. Eu tirei meu minidrill e fui trabalhar nisto. Insignificante, eu sei que era insignificante, mas eu estava to bravo."
      "No parece insignificante para mim," Eve disse, mantendo seu tom aprazvel e s um pouco simpatizante. "O marido est enganando em voc com seu camarada, voc quereria ter um pouco de seu tirar a desforra."
      "Isto  o modo que eu senti. Ento eu vi eles na cama, junta. E eu vi elesmortos. O sangue. Eu nunca vi tanto sangue. Ela gritouno, no, eu gritei. Eu devo ter gritado."
      Ela esfregou um dar sua garganta, como se ela podia ainda sentir o som que rasga por isto. "Ento eu desmaiei por queeu penso. Eu cheirei algo. O sangue, mas algo. Qualquer outra coisa, e eu desmaiei. Eu no sei quanto tempo."
      Ela agarrou o copo de gua, bebeu profundamente. "Eu acordei, e eu me senti penugento e doente e estranho. Ento eu vi eles, na cama. Eu vi eles novamente e eu rastejei fora. Eu no podia parecer levantar-se, ento eu rastejei fora, para o banheiro e fiquei doente. Eu chamei minha me. Eu no sei por que exatamente. Eu devia ter chamado a polcia, mas eu chamei Me. Eu no estava diretamente pensando."
      "Voc veio aqui hoje  noite com a inteno de mortal seu marido e seu amigo?"
      "No. Eu vim aqui com a inteno de lanar um ajuste real. Tenente, eu vou estar doente novamente. Eu preciso para"
      Ela embreou seu estmago, ento surgiu e correu. A Eve estava em seus saltos de sapatos quando Reva Lanou abre uma porta e mergulhada em um quarto de p. Soltando para seus joelhos, ela era hideously mal.
      "Queimaduras," ela administrou, e gratefully tomou a Eve de pano mido oferecido. "Queime minha garganta."
      "Voc toma algum ilegais hoje  noite, Reva?"
      "Eu no fao ilegais." Ela esfregou o pano acima de seu rosto. "Acredite em-me, voc  levantado por Caro, screened pelo Servio Secreto, ento Roarke, voc no atarraxa ao redor." Esgotamento em toda linha de seu corpo, ela se debruou de volta contra a parede. "Tenente, eu nunca matei ningum. Eu portei uma arma quando eu suportei o Presidente, e uma vez tomou um golpe para ela. Eu tenho um temperamento, e quando eu estiver montando nisto, eu posso ser precipitado. Quem fizeram aquele para Blair, para Felicidade, no era precipitado. Eles tiveram que ser loucos. Fucking fora de suas mentes. Eu no podia ter feito isto. Eu no podia ter."
      A Eve abaixada abaixo assim eles eram olho-para-olho. "Por que voc soa como voc est tentando convencer voc mesmo disto, Reva, tanto como eu?"
      Seus lbios tremido, seus olhos nadados com lgrimas frescas. "Porque eu no posso lembrar. Eu s no posso lembrar." Ela coberta seu rosto com suas mos, e lamentou.
      A Eve deixou seu longo suficiente para conseguir Caro. "Eu quero que voc se sente com ela," Eve instruda. "Eu vou pr um guarda com voc momentaneamente. Isto  procedimento."
      "Voc  interessante ela?"
      "Eu no fiz aquela determinao. Ela est cooperando, e isso vai ajudar. Seria melhor se voc a trouxer aqui, mantenha ela neste quarto at que eu volte."
      "Certo. Obrigado."
      "Eu preciso conseguir meu kit de campo fora do carro."
      "Eu pegarei isto." Roarke saiu com ela. "O que voc pensa?"
      "Eu no estou pensando qualquer coisa at que eu assegure e examinar a cena."
      "Tenente, voc est sempre pensando."
      "Deixe-me fazer meu trabalho. Voc quer ajudar? Dirija meu companheiro e o CSU de cima quando eles chegarem. At ento, voc precisa para atrs fora de ou voc lega sujeira justa em cima os trabalhos."
      "Diga a mim uma coisa. Eu devia aconselhar a Reva contactar um advogado?"
      "Voc me pe em um inferno de uma dificuldade." Ela pegou o kit de campo dele. "Eu sou um policial. Deixe-me ir ser um policial. Voc compreender o resto. Goddamn ele para inferno e atrs novamente."
      Ela pisou de cima. Quebrar abra o kit, ela arrancou fora uma lata de Selo-Ele e cobriu suas mos e botas. Ento, consertando um registrador em sua lapela, ela r-entrada a cena de crime e precisa trabalhar.
      Ela progrediu para os corpos eles mesmos quando ela ouviu o rangido de um floorboard. Ela girou, pronta estalar no intruso, e mordeu de volta o juramento quando ela Peabody manchada.
      Ela iria ter que se acostumar a falta do seu antiga ajudante de clomping. O novo detetive no mais vestiu o duros-soled policial sapatos de uniforme, mas cushy airsneaks que era tudo menos sem som. E somente, em opinio da Eve, um pouco fantasmagrico.
      Ela teve eles, aparentemente, em toda cor dos arco-ris, inclusive o amarelo de mostarda ela vestiu agora para combinar sua jaqueta. Apesar deles, e as calas diretamente-providas de pernas pretas e concha-necked topo, ela conseguiu olhar apertou e polida e coplike.
      Seu rosto de praa era sbrio e preocupado, e emoldurado por seu padro 'faz, a tigela direta corta que pareceu adaptar seu cabelo escuro.
      " insulto em dano para comprar isto desnudo," Peabody disse.
      "E embaraoso em cima dele comprar isto desnudo com outro marido da mulher, ou uma mulher no sua esposa."
      " disso que ns temos? O despacho no era grande em detalhes."
      "Eu no dei a eles detalhes. O sujeito morto  genro do admin do Roarke, e direito no momento, principal suspeito da sua filha."
      Peabody olhou para a cama. "Parea com uma situao suja acabou de ficar mais sujo."
      "Tome a cena primeira, ento eu preencherei voc nos jogadores. Stunner." Ela ergueu a arma fechado hermeticamente. "Suspeite reivindicaes"
      "Santo uau!"
      "O que? O que?" Mo livre slammed da Eve sobre o alvo de sua arma.
      "Isto." Alcanando, Peabody danou seus dedos delicadamente acima da pulseira em pulso da Eve. " mag. Eu quero dizer mondo mag, Dallas."
      Mortificou, Eve empurrou o punho de manga debaixo da manga de sua jaqueta. Ela esqueceu que ela estava vestindo a pulseira. "Talvez ns podamos nos concentrar na cena do crime em lugar de meus acessrios."
      "Certo, mas isto  algum ltimo acessrio. Isto  grande pedra de gordura vermelha um rubi?"
      "Peabody."
      "Certa, certa." Mas ela iria conseguir um olhar mais ntimo, quando Dallas no estava prestando ateno. "Onde estava voc?"
      "S tocando ao redor com evidncia, divertindo eu mesmo em uma cena de crime."
      Peabody rolou seus olhos. "Jeez, batida mim com uma vara."
      "Primeira chance," Eve concordou. "Para continuar. O suspeito reivindica que ela trouxe um stunner com ela, uma configurada de novo umaque encontra requisitos de licenciado de civil. Isto no est um configurado de novo stunner, mas um assunto militar com capacidades cheias."
      "Uh-huh."
      "Sucinto, como sempre."
      "Isto  detetive inescrutvel-fala."
      "Disse arma, que eu j testei para impresses, tem suspeitar , e s suspeitam  impresses, por toda parte isto. Como faa a arma de assassinato." A Eve gesticulou outra bolsa para fechado hermeticamente, e a faca sangrenta dentro. "O levar bolsa ali segura eletrnico jammers e ferramentas de assaltante, tambm carregadas com impresses do Reva Ewing."
      "Ela  compreenso de segurana?"
      "Trabalhos naquela capacidade para Empreendimentos de Roarke, e  um antigo membro do Servio Secreto."
      "Da instalao, aparece que o suspeito quebrou em, achado seu marido noodling estranho, e cortou longe."
      Mas ela moveu mais ntimo para a cama, os corpos. "Nenhum ferimento defensivo em um ou outro vic, nenhum sinal de luta. Algum comea a cortar longe, a maioria das pessoas tendem a objeto, pelo menos um pouco."
      "Duro de quando voc for atordoado primeiro."
      Com uma ponta do dedo, Eve indicou os pontos vermelhos pequenos entre omoplatas do Blair, os uns de comparao entre peitos da Felicidade.
      "Ele atrs, ela na frente," Peabody notou.
      "Sim. Eu diria que eles estavam no meio de noodling estranho. O assassino entra para trs, atira ele primeiro, empurres ele de lado e a atira antes dela poder mais que espia. Eles eram inconscientes, ou pelo menos incapacitado quando o cortar comeou."
      "Srio overkill," Peabody comentou. "Deve haver ferimentos de uma dzia de em cada um delas."
      "Dezoito para ele, quatorze para ela."
      "Ai."
      "Eu direi. Nenhum ferimentos de corao, que est interessando. Faa mais sangue se voc no bater o corao."
      Ela estudou o modo que estende acima das folhas, o borrifadela leve na sombra da luminria ao lado da cama. Trabalho srdido, ela pensou. Muito srdido, muito sujo.
      "Tambm interessantes que nenhum dos buracos neles atingiram os pontos onde o stunner deixou as marcas de queimadura. O suspeito tem algum sangue em suas roupasno muito, considerando, mas algum. As mos e braos so limpos."
      "Ela teria que lavar-se depois de algo como este."
      "Voc pensaria. Voc pensaria se ela fez, ela livraria-se da camisa, tambm. Mas as pessoas mudas abaixo muitos tempos depois deles cortar umas pessoas do par para a morte."
      "Sua me est aqui," Peabody assinalou.
      "Sim. Ento talvez sua me a lavou em cima algum, mas Caro me atinge como mais cuidadoso que isto. Tempo da morte faz um e doze DA MANH que Ns teremos EDD verificar a segurana, veja se ns podemos determinar quando ela ultrapassou e entrou. Eu preciso de voc para verificar a cozinha, veja se a arma de assassinato veio das premissas, ou se fosse cena causada."
      Ela pausou um momento. "Voc v o que  remanescente da jaqueta de bombardeiro de couro no cho abaixo l?"
      "Sim. Parecido com material bom."
      "Eu quero isto tagged, tambm. Ewing diz que ela despedaou isto com seu minidrill. Vamos ver se aquelas partidas."
      "Huh. Por que iria ela usar uma broca se ela tivesse uma faca. Rasgando longe com uma faca  precisa estar mais satisfazendo e eficiente."
      "Sim, existe uma pergunta. Ns tambm correremos ambos os vics, veja se ns podemos achar qualquer um que quereria eles mortos alm da esposa trada."
      Silvando uma respirao fora entre seus dentes, Peabody olhou de volta nos corpos. "Se ele for o que parece que, ela far diminuiu capacidade em um passeio."
      "Vamos descobrir o que , no o que parece que."
      
      
      2
      
      "No. No, eu no lavei suas mos ou rosto." Caro se sentou, nvel de olhos, enfrente composto. Mas suas mos eram nodosas juntas em seu colo, como se ela usasse eles como uma corda para ancorar seu corpo para a cadeira.
      "Eu tentei tocar to pequeno quanto possvel, e s mantenha seu tranqilo at que voc chegou aqui."
      "Caro." A Eve manteve ela olhar enfocado no rosto da mulher, e tentou ignorar o fatoe o ncleo pequeno de ressentimento em sua barrigaque Roarke permaneceu no quarto. Em pedido do Caro. "Existe um banho de mestre de cima, fora do quarto principal. Existem indicaes, entretanto a pia era enxuta, que algum lavou sangue longe."
      "Eu no fui de cima. Eu dou a voc minha palavra."
      Porque ela fez, porque Eve acreditou a em, ela percebeu Caro no entendeu as implicaes de sua declarao. Mas da mudana em postura do Roarke, o alerta inconstante sutil, Eve soube que ele fez.
      Porque ele permaneceu mudo, aquele ncleo de ressentimento encolheu um pouco.
      "Existe sangue em roupas da Reva," Eve disse.
      "Sim, eu sei. Eu vi . . ." E a compreenso amanhecida em seus olhos, seguido imediatamente por um pnico apenas controlado. "Tenente, se Reva se ela usasse o banheiro, teria sido enquanto ela estava em choque. No tentar cobrir qualquer coisa. Voc tem que acreditar nisto. Ela estava em choque."
      Doente, certamente, Pensou Eve. Suas impresses estavam na tigela e beira do banheiro. Da mesma maneira que eles seriam se ela esperasse enquanto sendo violentamente mal. Mas no no banho de mestre. A evidncia de sua enfermidade estava no corredor abaixo de banho do quarto.
      Enquanto os rastros de sangue estavam no banho de mestre.
      "Como voc entrou nas premissas, Caro?"
      "Como fiz eu . . . oh." Ela escovou um dar seu rosto gostar de uma mulher escovando distraidamente em uma teia de aranha. "A porta, a porta da frente era destrancada. Estava aberto um pouco."
      "Aberto?"
      "Sim. Sim, a luz de fechadura era verde, ento eu vi no estava bastante fechado, ento eu acabei de empurrar abrir e entrou."
      "E qual era a situao quando voc entrou?"
      "Reva estava sentando no cho, no foyer. Sentando l, em uma bola, agitando. Ela era apenas coerente."
      "Mas ela tem sido coerente suficiente quando ela contactou voc para voc entender Blair e Felicidade estavam mortos, e elasua filhaestava em apuros."
      "Sim. Isto , eu entendi que ela me precisou, e que BlairBlair e Felicidadeestavam mortos. Ela disse: 'Me. Me, eles esto mortos. Algum  morto eles.' Ela estava chorando, e sua voz era oca e estranha. Ela disse que ela no soube o que fazer, o que devia ela fazer. Eu perguntei onde ela estava, e ela disse a mim. Eu no posso lembrar exatamente o que ela disse, ou eu disse. Mas est em meu 'vnculo em casa. Voc ouvir por voc mesmo." Sua voz apertou um pouco.
      "Sim, ns iremos."
      "Eu percebo que Reva, ento eu, devia ter contactado a polcia imediatamente."
      Caro alisou um dar os joelhos de seu pajama calas, ento simplesmente olhados fixamente para eles como se ela s perceberia o que ela estava vestindo.
      Suas bochechas foram um pouco cor-de-rosa, ento ela suspirou. "Eu posso s dizer a voc que ns dois, ns dois ramos que . . . ns no estvamos claramente pensando, e s pensamos contactar a pessoa ns cada confiados mais."
      "Voc estava ciente que seu genro era infiel?"
      "No. No, eu no era." As palavras estaladas fora, com raiva s atrs deles. "E antes de voc perguntar, eu soube Felicidade bastante bem, ou pensou que eu fiz," Caro emendou. "Eu considerei seus um de amigos mais ntimos da Reva, quase uma irm. Ela estava freqentemente em minha casa, como eu estava freqentemente em sua."
      "No , Felicidade, envolvidos com outros homens?"
      "Ela teve uma vida muito ativa social, e debruada em direo a artistas." Sua boca foi horrenda como seus pensamentos mudaram de direo, obviamente, para seu genro. "Ela costumava brincar que ela no estava pronta para concordar com qualquer um estilo ou eraem homens ou em sua coleo de arte. Ela era, eu pensei, uma mulher inteligente, com muito estilo e humor. Reva  freqentemente to sria e enfocada nela trabalham. Eu pensei que . . . eu acreditei que Felicidade era um bom amigo para ela, algum que destacou seu lado mais frvolo."
      "Quem era Felicidade vendo agora?"
      "Eu no estou certo. Existia um homem algumas semanas atrs. que Ns ramos todos aqui por um de seus cafs-da-manh e almoos do domingo. Ele era um pintor, eu penso." Ela fechou seus olhos como se enfocar. "Sim, um pintor. Seu nome era Fredo. Ela o apresentou como Fredo, e ele me atingiu como muito dramtico, muito estrangeiras e intensas. Mas algumas semanas antes disto, existia outro. Magro e plido e chocando. E antes disto . . ."
      Ela encolheu os ombros um ombro. "Ela apreciou homens, e de todo aparecimento no desenvolveu relaes com qualquer alm da superfcie."
      "Existe qualquer outro quem poderia ter tido os cdigos de acesso para esta residncia?"
      "Eu no sei de ningum. A felicidade era muito rgida sobre sua segurana. Ela no empregaria qualquer pessoal e manteve s droids para trabalho domstico. Ela costumava dizer que pessoas no podiam ser confiadas porque eles sempre confiaram as pessoas erradas. Eu lembro uma vez que eu disse a ela que eu achei que muito triste, e ela riu, e lembrou a mim se no fosse verdade, minha filha no teria um trabalho."
      A Eve viu Peabody vir para a entrada, e rosa. "Obrigado. Eu precisarei conversar com voc novamente, e eu preciso de sua permisso, em registro, tomar seus vnculos de casas em para exame."
      "Voc tem isto, e qualquer outro que voc precisa passar sem tocar este. Eu quero que voc saiba quanto eu aprecio voc manipulao este pessoalmente. Eu sei que voc achar a verdade. Eu posso ir para Reva agora?"
      "Seria melhor se voc esperasse aqui, para um pouco enquanto mais longo." Ela atirou um olhar em Roarke, de forma que ele entendeu que ela quis dizer para ele fazer o mesmo.
      No corredor, ela movimentou a cabea um ir-em frente para Peabody.
      "Sangue de varredores conseguido fora do banheiro drena de cima, impresso do e Ewing na tigela, entretanto ele tinha sido enxuto bonito cuidadosamente. A arma de assassinato no combina os talheres da cozinha aqui. Existe uma bonita fantasia fixar, e nada parece estar faltando."
      Ela consultou suas notas. "Reativou a casa droid. Era fechados s vinte e um-trinta. Antes daquele tempo, registra que Felicidade estava em casa com um companheiro. Ela tem programado o droid no dar nomes ou detalhes. Ns precisaremos tomar isto em anular."
      "Veja para isto, ento. Alguns rastros de sangue no segundo banho de cima?"
      "Nenhum. Impresses do Ewing justa no banheiro."
      "Certo. Vamos dar Ewing um segundo passar."
      Eles moveram junto na rea viva onde um beb uniforme-sentado Reva. A Eve minuciosa entrada, Reva surgiu para seus ps.
      "Tenente. Eu gostaria de falar com voc. Reservadamente."
      A Eve gesticulada para o uniforme deixar o quarto, e falou sem olhar para Peabody. "Isto  meu companheiro, Detetive Peabody. O que voc gostaria de falar conosco sobre, Sra. Ewing?"
      Reva hesitou, ento, quando Eve se sentou, alargue uma respirao renunciada. " s que minha cabea est clarear, e eu percebi o que tipo de gelia eu estou em. E o tipo de gelia eu pus minha me. Ela s veio porque eu era histrico. Eu no quero qualquer da baguna que est em mim esfregar fora nela."
      "No se preocupe sobre sua me. Ningum est olhando a machucar neste."
      "Certa." Reva deu um aceno com a cabea pequeno. "Certo, ento."
      "Voc disse quando voc puxou de volta as coberturas, voc viu os corpos, o sangue."
      "Sim. Eu vi que eles estavam mortos. Eu soube que eles estavam mortos. Tidos que ser."
      "Onde estava a faca?"
      "A faca?"
      "A arma de assassinato. Onde estava isto?"
      "Eu no sei. Eu no vi uma faca. Blair justo e Felicidade."
      "Peabody, iria voc mostrar a Sra. Ewing a arma que ns tomamos em evidncia."
      Peabody tirou a faca fechado hermeticamente, subjugada mostrar a isto para Reva. "Voc reconhece esta faca, Sra. Ewing?"
      Reva olhou fixamente para o smeared lmina, o smeared lida, ento erguida ela olha, cheia de confuso atordoada, para da Eve. " do Blair.  um do deixar ele comprou no ano passado, quando ele decidiu que ns devamos ambos tomar classes de arte culinria. Eu disse a ele para v em frente, mas eu pegaria com o AutoChef ou tiraria-. Ele realmente tomou as classes, e fizeram um pouco de arte culinria de vez em quando. Este parece com uma de suas facas da cozinha."
      "Voc trouxe isto com voc hoje  noite, Reva? Voc estava to bravo que voc pe isto em sua bolsa, talvez para ameaar eles, assustar eles?"
      "No." Ela aceitou em devoluo um andar isto. "No, eu no trouxe isto."
      Esta Eve de tempo resistiu uma bolsa de evidncia. "Isto  seu stunner?"
      "No." Dedos enrolados da Reva em suas palmas. "Isto  um modelo militar recente. Meu  por seis anos de idade, um Servio Secreto configurado de novo faz. Isso no pertence a mim. Eu nunca vi isto antes."
      "Ambas esta e a faca foi usada nas vtimas. Ambas esta e a faca tem suas impresses digitais neles."
      "Isto  louco."
      "A violncia do stabbings teria resultado em borrifadela de sangue considervel. Em suas mos, seus braos, seu rosto, como tambm suas roupas."
      Estupidamente agora, Reva olhou abaixo em suas mos, esfregou eles suavemente juntos. "Eu sei que existe sangue em minha camisa. Eu no sei Talvez que eu toquei em algo l em cima. Eu no lembro. Mas eu no matei eles. Eu nunca toquei naquela faca, aquele stunner. No existe nenhum sangue em minhas mos."
      "Existe sangue no banheiro drena, e suas impresses digitais esto na pia."
      "Voc pensa que eu lavei minhas mos? Voc pensa que eu tentei limpar, cubra, ento chamada minha me?"
      A Eve podia dizer que cabea da Reva estava passando sem tocar, e seu temperamento estava voltando junto com seu coherency. Aqueles olhos escuros eram quentes, e seus dentes clamped junto como sua cor surgiu. "Que diabo voc pensa que eu sou? Voc pensa que eu rasgaria meu marido e meu amigo para pedaos, para goddamn pedaos porque eles fizeram um bobo fora de mim? E se eu fiz eu no teria o fucking sensao para livrar-me da arma de assassinato e cobrir eu mesmo? Pelo amor de Deus, eles estavam mortos. Eles estavam mortos quando eu cheguei aqui."
      Ela empurrou fora de sua cadeira como ela cuspiu fora as palavras, e a raiva to vivo em seu rosto empurrou ela para girar em torno do quarto. "Que diabo estar continuando? Que diabo  isto?"
      "Por que voc veio aqui hoje  noite, Reva?"
      "Confrontar eles, gritar e gritar e talvez para joelho Blair nas bolas. Para Felicidade de bofeto nto magnfico, deitando rosto. Para quebrar algo e cria um inferno de uma cena feia."
      "Por que hoje  noite?"
      "Porque eu s descobri hoje  noite, goddamn isto."
      "Como? Como voc descobriu?"
      Reva parou, olhada fixamente para Eve como se tentando entender algum idioma estranho, meio lembrado. "O pacote. Oh Jesus, as fotografias e a arrecadao. Existia um pacote entregue para minha casa. Eu j estava na cama. Era cedo, logo aps onze, mas eu estava chateado e fui para a cama. Eu ouvi o sino do porto. Me irritou. Eu no podia pensar que estaria vindo por s onze, mas eu afundei. Existia um pacote partiu no porto. Eu sa e consegui isto."
      "Voc viu qualquer um?"
      "No. Apenas do pacote, e sendo um suspeito tipo, eu recapitulei um scanner isto. Eu no esperei um boomer," ela disse com um sorriso torto, "mas,  hbito. Eu consegui o sinal de fim de alarma e trouxe para dentro isto. Eu pensei que era de Blair. Um eu-j-falto que-voc apresenta. Ele fez aquele tipo de coisatola, romntico . . ."
      Ela diminuiu, lutado como seus olhos foram brilhantes com lgrimas. "Eu acabei de figurar era dele, e eu abri isto. Existiam fotografias, muitos vigilncia-tipo tiros de Blair com Felicidade. ntima, inconfundvel tipo de fotografias das duas deles, e cpias de arrecadao de hotis e restaurantes. Cague."
      Ela apertou seus dedos para seus lbios. "A arrecadao para jias e lingerie ele comproue no para mim. Toda de uma conta eu no soube que ele teve. E existiam dois discosum de 'telefonemas de vnculo entre eles, um de texto de e-mail eles permutaram. Ame telefonemas, cartas de amormuito ntimo e grfico."
      "No existia nada para indicar que enviaria estas coisas para voc."
      "No, e eu no olhei ou at maravilha no momento. Eu estava muito chocado e bravo e machucava. A ltima transmisso no disco era o dois deles conversando sobre como eles iriam ter dois dias juntos, aqui mesmo em seu lugar enquanto eu pensei que ele estava em viagem. Eles riram de mim," ela murmurou. "Teve um bom risada acima do quo inconsciente eu estava para qual estava indo em direito debaixo de meu nariz. Algum perito de segurana que no podia nem manter abas sozinha marido."
      Ela se sentou novamente, fortemente. "Isto no faz sentido.  s louco. Quem mataria eles, e instalar-me para tomar a queda?"
      "Onde est o pacote?" A Eve perguntou a ela.
      "Em meu passeio. Eu trouxe isto comigo no caso de que eu enfraqueci a caminho acima de, entretanto no existia muita chance disto. Est no passageiro acomoda onde eu podia ver isto."
      "Peabody."
      Reva esperou at Peabody caminhou do lado de fora para recuperar o pacote. "No faz-me olhar qualquer menos culpado. Eu consigo prova que meu marido est vacilando meu melhor amigo, descubra que eles tenham um encontro hoje  noite, e eu venho aqui, armado e pronto. Eu caminhei para direito neste. Eu no sei como ou por que eu era instalado. Eu no sei por que voc acreditaria me em quando eu disser a voc que eu era instalado. Mas isto  a verdade."
      "Eu vou ter que tomar voc. Eu vou ter que carregar voc. A carga vai ser o Assassinato no Primeiro, duas contas." Ela assistiu cor da Reva drena. "Eu no sei voc," Eve continuou, "mas eu conheo sua me, e eu sei Roarke. Nenhum deles so pushovers. Eles dois acreditam em voc, ento aqui  o que eu vou dizer a voc. Fora de registro. Consiga um advogado. Consiga uma maldio boa frota de advogados. E no minta para mim. No minta para mim sobre qualquer coisa que eu poderia perguntar a voc. Aqueles advogados so bons o suficiente, eles tero voc fora em lao primeira coisa de manh. Fique limpo, fique diretamente, e fique disponvel para mim. Voc esconde algo, eu acharei isto, e isso me urinar fora de."
      "Eu no tenho nada para esconder."
      "Voc poderia pensar sobre algo. Se e quando voc fizer, pense novamente. Eu quero voc para voluntrio para um Teste de Verdade, terceiro nvel.  inferno,  intruso, e ele pode ser doloroso, mas se voc no conseguisse nada para esconder e voc est sendo diretamente comigo, voc passar por isto. Um terceiro nvel pesar pesado a seu lado."
      Ela fechou seus olhos, respirados fundos. "Eu posso lidar com terceiro nvel."
      A Eve finamente sorriu. "No entre com um chip em seu ombro. Eu tenho estado l, e ele vai aplainar voc. Eu posso conseguir uma autorizao para procurar sua casa, seu escritrio, seus veculos, tudo. Mas se voc der a mim permisso para fazer isso, em registro, isso vai pesar, tambm."
      "Eu estou pondo um inferno de muito em suas mos, Dallas."
      "Est neles de qualquer maneira."
      ***
      Ela tomou Reva, registrada ela. Devido  hora ela podia optar, sem quebrar procedimento, continuar sua entrevista at manh. Mas ela ainda teve trabalhou, e ela ainda teve Roarke.
      Ela caminhou pela caneta de touro em Homicdio onde o difundir de detetives em turno de cemitrio bocejou sua passagem o ltimo par de horas do trabalho. Como ela esperou, Roarke esperou em seu escritrio.
      "Eu preciso falar com voc," ele comeou.
      "Figurou. No fale at que eu tenha caf." Ela foi diretamente para o AutoChef, programado um dobro servindo, forte e preto.
      Ele permaneceu onde ele estava, s girado para desviar a vista de sua janela avarento no espasmdico predawn trfico. Como ela bebeu, ela podia tudo menos v impacincia e afronta que serpenteiam fora de sua pele como parafusos de raio.
      "Eu organizei isto assim Caro podia ter quinze minutos com ela. Isto  o melhor que eu posso fazer. Ento voc precisa tirar Caro daqui, tome sua casa, povoe ela. Voc saber como."
      "Ela est doida com preocupao."
      "Eu espero que ela seja."
      "Voc espera?" Ele girou ao redor ento, lentamente. Lentamente suficiente para ela entender que seu temperamento estava em seu menor, mais magro ate. "Voc acabou de registrar sua s criana para dois assassinatos de primeiro grau. Voc tem sua filha em uma gaiola."
      "E voc pensou porque voc gosta deles, e eu de voc, eu s deixaria sua valsa na noite quando eu tenho ela imprime por toda parte uma arma de assassinato? Quando eu ela na cena de assassinato de um ter duplo e as vtimas s acontecem ser seu marido e seu camarada, ambas desnuda na cama? Quando ela fucking admite que ela quebrou em depois de aprender que ele estava pegando isto para sua boa Felicidade de camarada?"
      Ela tomou um trago fundo do caf, gesticulado em direo a ele com a xcara. "Eh, talvez eu devia ter puxado a rotina de policial religioso, e a cutucou fora a porta com o conselho para ir adiante e no pecar no mais."
      "Ela no matou ningum.  Reva bvia era instalada, e que quem mataram eles a marcaram para isto, planejou isto fora e deixou ela torcendo no vento."
      "Eu aconteo concordar com voc."
      "E a fechando em cima s d a quem este tempo e oportunidade fizeram parao que?"
      "Eu disse que eu concordo com voc, sobre a instalao. Mas no com que voc no terminou quase dizer l." Ela bebeu mais caf, mais lento este tempo, deixando isto deslizamento deliciously em seu sistema. "Eu no estou dando a quem fizeram este o tempo e oportunidade para cair fora. Eu estou dando a eles o tempo e oportunidade para pensar que eles cairo forae mantendo Reva segura enquanto isso. E seguindo a aborrecida pequena carta da lei enquanto eu estou nisto. Eu estou fazendo meu trabalho, ento saia de de minhas costas."
      Ele se sentou porque ele de repente estava cansado, e porque ele, tambm, estava doente com preocupao acima da me, a filha. Ambos de quem ele considerou sua responsabilidade. "Voc acreditou a em."
      "Sim, eu acreditei a em. E eu acredito em meus prprios olhos."
      "Eu sinto muito. Eu pareo estar um pouco enfadonho esta manh. O que seus possuiu olhos dizem a voc?"
      "Que estava muito executado. A cena. Como um vid fixar. Violentamente assassinou par desnudo, facada prpria cozinha do principal suspeito, esticando do colcho. O sangue no banheiro drena, impresso do suspeito na piaum pequeno lugar ela acabou de acontecer faltar no enxugar-abaixo. Ela imprime por toda parte das armas, por via das dvidas o investigar oficial precisa ser levado pelo fucking nariz."
      "E voc certamente no faz. Eu devia me desculpar por duvidar voc?"
      "Voc consegue um livre, vendo como faz cinco de manh e ns pusemos em uma noite longa." Ela se sentiu generosa suficiente para dar a ele o caf, e programa outro assalta para ela mesma. "Trabalho de armao de primeira para a maior parte, entretanto. Quem fizeram ter que conhecer sua meninao que ela faz para viver, como ela reage. Tido que estar morto certo ela apressaria acima da casa do seu camarada com sangue em seu olho. Que ela ultrapassaria segurana. Poderia ter figurado ela s bateria na porta primeira, mas que ela revira volta e se foge para casa quando ningum respondido. Mas eles faltaram alguns."
      "Qual era?
      "Se ela entrasse com um grande, srdido apunhale sua mo, ela no teria cavado em sua bolsa de truques para um minidrill ir na jaqueta. Se ela lavasse-se, por que ela usaria o outro banho de cima para ficar doente? Por que deixe ela imprime l? Como venha l nenhum sangue est em seu cabelo? O borrifadela bate a luminria, alguma da parede, e fazer o que ela fez, ela teria sido direito em cima delas, mas no existe nenhum borrifadela em seu cabelo. Ela lava isto, tambm? Ento por que os varredores no acharam algum de seu cabelo no banheiro drena?
      "Voc  muito completo."
      " por isso que eles pagam a mim os grandes coros. Quem fizeram este a conhecer, Roarke, e as vtimas. Queridas umaou o outro deles morto, talvez ambos. Ou talvez s queira que Reva Ewing fazendo vida em uma gaiola. Isto  um puzzler."
      Ela se sentou no canto de sua escrivaninha sorvendo seu caf. "Eu vou girar sua vida ao avesso, e faa o mesmo trabalho nas vtimas. Pelo menos um deles  a chave. Quem fizeram isto surveilled o vics, conseguiu as fotografias, os discos. Boa qualidade. E eles entraram na casa to lisa quanto Reva fez, ento segurana no  nenhum problema para eles. Teve um do estilo de exrcito stunner. Eu o preciso analisei ainda, mas eu estou apostando no  nenhum mercado negro knockoff. Eles pensam que o policial vai andar naquela cena e gorgolejo tudo que caga direito, ento v comer um fricking rosquinha."
      "No meu policial."
      "Nem todo policial nesta diviso ou aquele policial merece uma bota em cima o asno," Eve disse com sentimento. "Quando algo olhar aquele perfeito na superfcie, nunca desce abaixo. Quem instalar isto era s um pouco muito criativo. Talvez ele figurou que ela correu. Aquela quando ela acordou, ela iria pnico e corre. Mas ela no fez. Eu estou tendo o medicals examina a cuidadosamente, veja se ela fosse nocauteada, ou dada uma dose de algo que a bateu fora. Ela no me atinge como o tipo de desmaio."
      "Eu no acharia."
      Ainda sorvendo, ela olhou para ele acima da beira de que ela assalta. "Voc vai entrar meu rosto neste novamente?"
      "Eu sou, sim." Ele tocou em seu brao, parou seu d isto, ento deixe ela ir. "Ambos os Caro e Reva so importantes mim. Eu perguntarei a voc para me deixar ajuda. Se voc recusar, eu irei ao redor voc. Eu sentirei muito para isto, mas eu farei isto. Caro no  s um empregado para mim, Eve. Ela  perguntada mim por ajuda, e ela nunca est perguntada mim por qualquer coisa antes. No uma vez em todos os anos ela tem sido comigo. Eu no posso andar de lado neste, nem mesmo para voc."
      Ela tomou outro gole pensativo. "Se voc pudesse andar de lado neste, at para mim, voc no seria o homem que eu apaixonei-me por no primeiro lugar, no ?"
      Ele anotar seu caf, andado acima de emoldurar seu rosto em suas mos. "Lembre deste momento, no , o da prxima vez voc est furioso comigo? E eu farei o mesmo." Ele abaixou sua cabea para apertar seus lbios para sua fronte. "Eu mandarei a voc meus arquivos em ambos os Caro e Reva, que contenha dados pessoais considerveis. E eu conseguirei voc mais."
      "Isto  um bem comea."
      "Caro pediu que eu fizesse isso." Ele aliviou de volta. "Eu teria feito isto de qualquer maneira, mas  mais fcil ao redor de que ela perguntou. Voc achar, em seus procedimentos com ela, ela  escrupulosa."
      "Como ela conseguiria aquele modo que trabalha para voc?"
      Ele sorriu abertamente agora. "Um paradoxo, no ? Voc chamar Feeney em?"
      "Eu vou precisar de homens de s EDD, ento sim, ser Feeneye ele traro para dentro McNab."
      "Eu podia ajudar com a eletrnica."
      "Se Feeney quer voc, ele pode ter voc. Eu passarei sem tocar isto com o chefe. Mas voc sabe que vai ser sensvel, sua conexo para o suspeito. Se eu no convencer que Chefe Whitney que isto  uma armao, ele no vai ir junto, at unofficially."
      "Meu dinheiro est em voc."
      "Vamos tomar isto um passo de cada vez. Consiga Caro casa."
      "Eu irei. Eu vou passar sem tocar meu calendrio tanto como possvel at que isto esteja acabado."
      "Voc pagando pelos advogados?"
      "Ela no me deixar." Uma sombra de aborrecimento ondulado acima de seu rosto. "Nenhum deles movero naquela rea particular."
      "Mais Um. Voc e Reva fizeram sempre tango?"
      "Voc quer dizer era ns sempre amantes? No."
      "Bom. Ligeiramente menos pegajoso aquele modo. Limpe," ela ordenou. "Eu preciso reunir meu companheiro e dirigir para Queens."
      "Eu podia fazer uma pergunta primeira?"
      "Faa isto mordaz."
      "Se voc caminhasse naquela cena hoje  noite, e no existe nenhuma conexo, voc olharia para isto o mesmo modo?"
      "No existia nenhuma conexo quando eu caminhei sobre a cena," ela disse a ele. "Isto  como eu podia ver isto para que era. Eu no podia tomar voc comigo, no literalmente, no em minha cabea. Voc teria feito o mesmo."
      "Eu gosto de achar."
      "Voc teria. Voc sabe como estar frio quando voc tiver que ser. Eu quero dizer aquele em um bom modo."
      "Eu acredito em que voc faa," ele disse com um metade risada.
      "Eu deixei voc em um minuto depois que eu sa disto."
      "No ?"
      "Eu pensei: Se Roarke instalar isto, ningum teria visto a armao. Quem fizeram dever tem lies tomado."
      Este tempo ele riu, e ela estava contente para ver alguma da preocupao morna fora de seus olhos. "Bem agora, isto  elogio alto."
      "S chamando eles como eu vejo eles, e outra razo eu concordei em usar voc. Eu quero descobrir o como e por que de uma armao de primeira, eu poderia tambm fazer uso de algum quem saberia o comos e por ques. Comece a pensar sobre que Reva est trabalhando em para vocou o que ela tem trabalhado em, ou ser."
      "Eu j sou."
      "Veja, s mais uma razo. Voc vai querer um guarda-costas para Caro, por via das dvidas. Ela preferiria privado a um policial."
      "J  feito."
      "E as razes s continuam conferir. Bata isto."
      "Desde que voc pergunta to bom." Ele beijou seu primeiro, um toque suave de boca para boca. "Consiga algo decente para comer," ele gritou como ele partiu.
      E entretanto ela olha foi para o azulejo de teto onde ela estava atualmente seu doce esconde, ela no pensou que era bastante o que ele teve em mente.
      
      
      3
      
      Ela estava esperando um midlevel casa suburbana. O Ewing-Bissel coloca era vrios aumenta de meio. Era uma caixa muito contempornea aerodinmica branca em caixa atrs de uma cerca de revolta de pedra reciclada. Muitos vidro de uma s mo e ngulos afiados.
      A rea de entrada era aquela mesma pedra reciclada, tinted um forte vermelho. Existiam rvores e arbustos ornamentais crescentes fora de panelas grandes e vrias esculturas de metal estranho ela atribuiu para Blair Bissel.
      Mas ele a atingiu to frio, e mais pretensioso que bolo de gengibre e dourado.
      "Ewing sabe sua segurana," Peabody comentou depois que eles lidaram com as camadas de que ele s para conseguir pela parede de revolta. "Escavaes de fantasia, tambm, se voc for para este tipo de coisa."
      "Voc no faz?
      "Uh-uh." Peabody fez careta como eles subjugaram para o gramado de pedra vermelha. "Este tipo de projeto faz-me pensar sobre uma priso, e eu no posso compreender bastante se mantiver pessoas, ou mantm eles. E a arte."
      Ela parou de estudar metal de um agachar forma com oito pernas delgado e uma cabea de comprido triangular, forrados com dentes cintilantes.
      "Ns temos muitos artistas na famlia," Peabody continuou. "Um par que trabalha principalmente em metais, e algum do estranhos do material. Mas ele est . . . interessando estranho e normalmente amvel de divertido ou pungente."
      "Metal pungente."
      "Sim, realmente. Mas isto, eu acho que isto  uma cruz entre um co de guarda e uma aranha.  arrepiado, e um pouco queira dizer. E que tal isto?"
      Ela apontou outro para esculpir. Este, Eve viu quando ela vagou mais ntimo, era de duas figuras, prximo entrelaado. Masculino e fmea, que era bvio quando voc viu o comprimento exagerado do pnis pintou prpura real. Era afiado para uma faca-ponto no fim, e uma polegada longe de penetrar a figura.
      Ela era, Eve notada, curvada atrs em uma ou outra paixo ou terror, o longo cintilando tendrils de seu cabelo fluindo de volta.
      Eles eram sem cara, s forme e sentindo. E depois que um momento ela decidiu que sentir no era romntica, ou at sexual. Era violento.
      "Eu diria que ele era provavelmente talentoso, e at talento pode estar doente."
      Porque fez seu desconfortvel, ela foi embora as figuras e abordou a porta. At com os cdigos e liberao Reva forneceu, levou algum tempo e alguma dificuldade para acessar entrada.
      A porta aberta em uma espcie de trio com tinted cu Windows trs chos em cima, e oceano lisos azulejos azul para o cho.
      Existia um manancial no centro do espao, burbling como o metade homem, metadas figuras de peixe que circularam vomitou violentamente no charco.
      As paredes eram refletidas, lanando de volta suas dzias de reflexes de tempos. Quartos abanado fora deste centro, por largo, doorless retngulos.
      "Este no a ajusta," Eve disse. "Eu diria que ele escolheu o lugar e a decorao, e ela foi junto."
      Peabody olhou em cima, estudou o nightmarish enforcamento do esculturas de pssaro alto no ar. Eles pareceram com que eles estavam circulando acima de uma refeio. "No ?"
      "Eu no ajusto onde eu vivo qualquer um."
      "Isto no  verdade."
      Eve encolhida os ombros, cautelosamente circulou o manancial. "Eu no fiz quando eu movi nisto. Certo, no  como isto.  bonito, e  habitvel, e , bem,  morno. Mas ele era lugar do Roarke.  ainda mais seu que meu, e isto  certo."
      "Ela realmente o amou." O lugar deu a Peabody o rastejar, que ela no aborreceu esconder. "Se ela pudesse viver aqui porque ele quis isto, ela teve realmente para o amar."
      "Isto  meu toma," Eve concordou.
      "Eu acharei a cozinha, verifique a arma de assassinato foi tirado daqui."
      Eve movimentada a cabea, e usando a fotocpia azul Reva desenhou para ela, comeado de cima.
      Ela tem dormido, Pensou Eve. Ouviu o sino de porto. Levantou, verificou a tela de segurana. Viu o pacote.
      Ela pausou por uma janela empinada que olhada abaixo acima de uma pedra e jardim de metal. Nada vivendo, ela meditou. Nada real.
      Levantou, ela continuou, afundou e fora para recuperar o pacote. Tomou um scanner, verificou o contedo para explosivos. Mulher cuidadosa, cautelosa.
      Devolveu o pacote do lado de dentro.
      A Eve entrou no quarto de mestre e viu os primeiros sinais de vida na casa. Existiam mais espelhos, painis prateados delas em uma parede, mais formando uma porta dupla. A cama, larga como um canho, era desfeito, com uma camisola lanada em um enredo acima de em um canto. Uma porta de armrio estava armrio da Reva aberta, Eve notada depois de um olhar.
      Ela abriu o pacote, sentada na cama quando suas pernas acabaram a debaixo dela, Eve imaginada. Olhou para as fotografias novamente enquanto seu crebro tentado computar o significado. Estudou a arrecadao. Foi para o centro de dados atravs do quarto, carregados os discos.
      Alguns compassando, Eve estava certa.  disso que ela teria feito. Compassou, amaldioou, abrigo algumas lgrimas de ira. Lanado algo quebrvel.
      E ela notou, com alguma satisfao, os fragmentos de vidro no canto longe.
      Certo, ento ele  hora para ao. Vestido, junte as ferramentas. Descubra o plano em sua cabea entre iras e mais maldies.
      Levou, o que, uma hora, uns topos de hora, do tempo ela abriu o pacote at que ela encabeou fora.
      Eve girada para o vnculo do quarto, e jogou de novo as transmisses pelas ltimas vinte e quatro horas.
      Existia uma de Felicidade que era timed em s quatorze cem.
      Oi, Reev. Eu sei que voc esteja no trabalho, mas eu odeio aborrecer voc l. Acabou de querer informar eu tenho uma data quente hoje  noite. Pulando que ns podemos reunir-se sexta-feira ou sbado. Eu derramarei todo o sujo deets. Ser uma boa menina enquanto Blair est fora. Ou se voc no for, diga a mim tudo. Ciao!
      A Eve congelou o visual e tomou um duro olhar para Felicidade Kade. O tipo de granada explosiva rico, elegante, Eve meditada. Blonde e rosado, com gelo-afiadas mas do rosto e um total, boca sedutora. Os olhos muito profundamente azuis eles eram quase purpreos, com um minsculo preto mole na fora de ponta da esquerda.
      A Eve estava disposta a apostar ela pagou bastante para o rosto.
      Ela tem se coberto com a transmisso. No chame-me hoje  noite, eu tenho um quente. S acontece ser seu marido, mas o que voc no sabe que no me machucar.
      Ou ento ela acreditou quando ela colocou o telefonema de bolha.
      E existia um olhar naqueles olhos, uma espcie de excitao de arame ao vivo que disse Eve Blair Bissel provvel tinha sido com ela j, s fora do alcance do 'vnculo.
      E quando ele chamou para casa, s dezessete e vinte, Eve notada, ele tem sido muito cuidadoso para ter nada alm de seu prprio rosto em tela. Seus olhos, gato verde, eram pesados. O sorriso, curva daquela boca bonita, era cansada, como sua voz. 
      Ela podia ver por que Reva apaixonou-se por ele, mais muito na transmisso que na ID Eve quieta estudou. Voc adicionou aquela animao preguiosa para o rosto, to lento, voz sensual, e voc conseguiu um soco poderoso.
      Eh, beb. Eu estava pulando que voc estaria em casa at agora. Devia ter chamado seu vnculo de bolso. Bonita penugenta com a viagem e mudana de tempo. Eu vou fechar, ento voc no poder me alcanar. Eu acabei de precisar pegar algum do srio zee. Eu tentarei voc novamente assim que eu superfcie.
      Falte-me, beb. Voc sabe que eu esteja faltando voc.
      Coberto seu asno, tambm, e deu ele mesmo uma noite clara para tocar com seu camarada da cama.
      Ainda, era descuidado. Despreocupado. Pelo menos teria sido se ela o confiasse menos. E se ela localizou a transmisso como Eve faria. E se ela conseguiu uma lebre selvagem e decidiu se transportar para onde ele disse que ele seria?
      E se . . . coisas de uma dzia de que freqentemente aconteceram explodir os afazeres secretos e deixar o enganar cnjuge com seu ou seu asno na funda.
      Ao invs ele acabou morto. Porque outra pessoa tinha sido acompanhamento, outra pessoa tinha assistido e esperando pelo tempo e lugar certo.
      Mas por que?
      "Conjunto de comparao de cozinhar ferramentas," Peabody reportou como ela entrou. "Faltando a faca de po."
      "Isso seria um po apunhalar nossa bolsa de evidncia?"
      "Sim, senhor, iria. Eu tambm verifiquei o tronco no AutoChef. Parece que Reva Ewing teve um servio nico de galinha piccata e uma salada de jardim s dezenove e trinta ontem  noite. Antes daquele, existia um servio duplo de waffles de trigo e uma panela de caf s sete e trinta ontem de manh."
      "Ento eles tiveram caf da manh junto antes dele partir em sua viagem de negcios de fraude e ela foi trabalhar."
      "Troncos de segurana tambm mostram a Reva Ewing entrando, s, s dezoito e doze. E o sino de porto soando, como por sua declarao logo aps vinte e trs cem. Ela partindo recuperar o pacote e retornando com ele para a casa depois de um esquadrinhar tambm verifica."
      "Voc tem estado ocupado,"
      Peabody sorriu abertamente. "Ns detetives fazem o que ns podemos."
      "Voc no vai poder ordenhar tanto mais longo."
      "Eu figuro que eu tenho pelo menos um ms para mencionar minha condio de detetive pelo menos trs vezes por dia. Depois disto, eu sou desmame eu mesmo."
      "Ento notou. Eu quero tomar os discos de segurana e os 'vnculos para EDD. Se Reva estivesse sendo instalada, quem est fazendo sabe tanta sobre segurana  medida que ela faz."
      "Voc disse se. Voc tem dvidas?"
      "Existe sempre quarto para dvidas."
      "Certo, ento eu estava pensandoe no faz realmente gel para mim, mas desde existe quarto . . . E se ela instalar ele para parecer com uma instalao? Estaria frio, e seria arriscado. Mas seria esperto, tambm."
      "Sim, iria." A Eve comeou a ir pelas gavetas de escrivaninha metodicamente.
      "Voc j pensou sobre isto."
      "Peabody, ns tenentes esto sempre pensando."
      "Mas voc no compra isto."
      "Olhe para isto deste modo. Se ela fez isto,  um molhar. O caso caiu inteiro em nossos colos. Nada fazer mas arquivar os relatrios e esperam por ele vir para tentativa. Mas se ela estiver dizendo a verdade, ns temos um real, mistrio ao vivo em nossas mos. Eu justo fucking ama um mistrio."
      Ela tomou todos os discos em evidncia para visualizar em cubos de memorando Central, adicionado, um PPC e o que pareceu estar um livro de endereo quebrado.
      "Escolha uma cmoda," Eve convidada.
      Eles procuraram o quarto, movendo do contedo das cmodas para o contedo do armrio. Eles no aumentaram nada do interesse mas para que Peabody chamado de roupa ntima de sexo feita travessuras.
      Eles separam nos escritrios de casas, com Eve que toma do Blair.
      Ele teve, ela notou, o fim melhor do negcio l. Seu era duas vezes o tamanho sua, e com uma viso do jardim de pedrao jardim ela assumiu que ele quis. Existia tambm um sof de couro longo, a cor de caf leve, com uma parede refletida atrs disto, e um centro de entretenimento carregado com os brinquedos mais recente.
      Era, ela pensou, mais um homem-como-menino playroom que workspace. E quando ela telefonou sua unidade de dados, ela achou no estava trabalhando mesmo.
      Ela deu isto um bofeto rpido com o salto de sapato de sua mo, que era seu modo habitual de lidar com mquinas obstinadas. "Eu disse, 'Computador, em,'" ela repetiu e uma vez mais leu em seu nome, grau, e nmero de distintivo para anula de normal passcodes.
      A tela ficou em branco, a unidade muda.
      Interessante, ela pensou como ela circulou ao redor ele como ela poderia um animal dormente. O que ele teve l ele no quis sua esposa para ver?
      Ainda assistindo a unidade, ela retirou-se seu Comunicador e tagged Feeney em EDD.
      Seu rosto de cachorro de co de caa tinha sido sol-beijado por suas frias recentes em Bimini. Ele s voltaria uns dias, e Eve estavam pulando enfraqueceria logo. Estava . . . desconcertando ver Feeney com um bronzeado.
      Ela quis seu cabelo para crescer de volta, tambm. Ele tosquiou seu gengibre metlico-e-esfrego cinza dolorosamente pequeno enquanto ele foi ido. Pareceu que ele estava vestindo um capacete aquecido, penugento.
      Quando voc adicionou o claro ps-feriado para seu droopy olhos marrons, era um estudo em sinais misturados, e fizeram sua cabea machucar.
      "Eh, criana."
      "Eh. Voc conseguiu meu pedido?"
      "Primeira coisa. J passou sem tocar o tempo e fora de trabalho para voc."
      "Eu consegui mais. Casa unidade do sujeito morto. Ele deve ter seriamente passa por-codificado. Eu no posso pegar isto."
      "Dallas, existem tempos que voc no pode conseguir seu AutoChef."
      "Isto est uma mentira suja." Ela cutucou a unidade de dados com um dedo. "Eu preciso de um pickup para este, e para um houseful de 'vnculos e centros de dados. Um boatload de discos de segurana eu preciso estudei e analisei."
      "Eu enviarei fora um time para pickup."
      Ela esperou uma batida. "S assim? Eu at no chego uma cadela de ficha?"
      "Eu estou em muito bom um humor para cadela. A esposa me fez panquecas esta manh. No pode fazer suficiente para mim. Eu sou um fricking heri com minha famlia inteira. Voc me sacudiu que Bimini negocia, Dallas, e eu figuro que eu vou recolher as recompensas pelos prximos seis meses. Eu devo voc."
      "Feeney, voc olha tipo de assustador quando voc sorrir assim. Ento corte isto."
      Seu sorriso s alargado. "No pode ajudar isto. Eu sou um homem feliz."
      "Eu tenho suficiente EDD trabalha em este aqui manter voc e um time cheio enterrado por dias."
      "Bem de sons." Ele quase cantou isto. "Eu estou pronto para um desafio real. O sujeito fica suave sentando na praia chupando suco de coco o dia todo."
      Este teve que parar, era tudo que ela podia pensar. E agora. "O caso  um estrondo," ela disse e mostrou a seus dentes. "E eu j registrei o suspeito em dois inclui o primeiro. Eu estou usando tempo e dinheiro departamental para escolher o caso separadamente do ao avesso."
      "Soe como diverso," ele disse com um pular em sua voz. "Contente voc me chamou em."
      "Eu podia aprender a odiar voc gostar disto, Feeney." Ela rattled fora do endereo, e corte transmisso como ele comeou a zumbir.
      "Faa um favor para um amigo," ela murmurou, "e ele morde voc no asno. Peabody!" Ela gritou isto. "Etiqueta toda eletrnica para pickup de EDD. Organize para dois droids guardar as premissas e lacrar isto depois que EDD veio e ido. E mova isto. Ns precisamos ir verificamos galeria e estdio do Bissel."
      "Se ns formos ser parceiro agora, como vamos para que eu tenho que fazer todo o tagging?" Peabody gritou de volta. "E ns j vamos comer? Ns j temos estado no relgio seis horas, e meu acar de sangue est soltando. Eu posso sentir isto."
      "S mova seu asno," Tiro de Eve atrs, mas ela sorriu. Pelo menos ela ainda trabalhou com algum quem soube como cadela.
      ***
      Porque ela apreciou isto, e ela lembrou de que ela no comeu desde a noite antes de se, ela estacionou em fila dupla na frente de um 24/7 e deixou Peabody fazer a coliso em para alguns ir comida.
      Eles eram ambas as ida para precisar sair o relgio para umas horas, tenha algum sono. Mas ela quis conseguir workspace do um olhar para Blair e consegue toda a eletrnica e discos de segurana em evidncia primeira.
      Porque a nica por que ela podia pensar sobre segurana equiparada. O nico por que fez Reva o objetivo real. As matanas a levaram fora, deliberadamente. A menos que existia uma razo pessoal para objetivo ela, e ela exploraria aquele ngulo, era profissional.
      Qualquer motivo de profissional contra Reva escovou um pouco muito fecha para conforto para Roarke. Ento ela com inteno de mover rpido, e consiga tanto bloqueado em Central como ela podia antes de partir para a prxima fase.
      Peabody se apressou fora novamente, levando um enorme tire- bolsa.
      "Conseguido hoagies." Com um grunhido, ela ficou para trs na cadeira.
      "O que, para a esquadra inteira?"
      "E outros mantimentos."
      "Porque ns estamos indo em safari?"
      Com alguma dignidade, Peabody retirou-se um tidily embrulhou hoagie e passou por isto para Eve. "Bebidas, e uma bolsa de chips de soja, e uma bolsa de albricoques secados"
      "Albricoques secados, no caso do rumor do Armageddon prximo  verdade."
      "E um pouco de condena biscoitos." O rosto fechado do Peabody em uma carranca que estava afiando em direo a fazer beicinho. "Eu estou com fome, e quando voc estiver em um pozinho como isto eu no poderia ver comida novamente at que eu esteja um saco murcho de ossos. Voc no tem que comer, sabe." Ela fez um rebulio fora de desembrulhar sua prprio sanduche. "Ningum est segurando um jateador para sua cabea."
      A Eve espiada dentro de seu sanduche e viu algo que estava fingindo ter vindo de um porco. Era bom o suficiente. "No caso de Armageddon, eu espero que aqueles biscoitos tm um pouco de forma de chocolate neles."
      "Talvez." Ligeiramente molificada quando Eve dirigiu maneta e pedao em seu sanduche, Peabody abriu um tubo de Pepsi e pegou isto no bebida encaixa.
      Quando Eve chegou ao Flatiron Construindo, Peabody ceifou sua passagem o hoagie e uma boa poro de chips. Como resultado, ambos seu humor e sua energia estavam em cima novamente.
      "Isto  minha Nova York favorita construindo," ela disse. "Quando eu primeiro movido aqui, eu tomei um dia e fui ao redor tomando retratos dos lugares sobre os quais eu costumava ler. Isto era um do topo em minha lista.  muito ontem, sabe. Mas aqui , ainda permanecendo. O arranha-cu restante mais velho na cidade."
      A Eve no soube isto. Ento novamente ela no colecionou aquele tipo de trivialidades. Ela sups que ela admirou seu estilo triangular sem igual de vez em quando, em uma maneira ausente.
      Mas para ela, edifcios simplesmente eram. Pessoas vividas ou trabalhados neles, e eles ocuparam espao, deu a cidade formar.
      Ela decidiu contra Broadway difcil para estacionamento, como esta seo sempre fez uma festa continuando. Ao invs ela tornou sobre Vinte-tero e encheu sua unidade em zona de um carregar.
      O prximo entrega ou pickup estava indo para cadela, mas ela sacudiu em cima seu A TRABALHO sinal, e subido fora.
      "Bissel alugou espao no ltimo andar."
      "Jesus, isto  precisa ser principal."
      A Eve movimentou a cabea como eles caminharam em direo a uma porta de entrada. "Eu olhou de relance por seu financials, e ele podia dispor isto. Aparentemente aquele metal defeca que ele construiu foi para grandes coros. E ele teve sua prpria galeria, arte comprada e vendida."
      "Sua conexo para Felicidade Kade?"
      "Aparentemente. Ela era um cliente, de acordo com a Reva. Ento ela comprou de ambos os Blair e Reva, e ela  a pessoa que persuadiu Reva vir para a exibio de arte onde a Reva encontrou Blair."
      "Confortvel."
      Com avaliao, Eve olhou de relance em Peabody como eles cruzaram o salo de entrada. "Est certo. Muito confortvel para minha preferncia, tambm. Ento por que voc figura Felicidade pe seu amante e seu amigo junto?"
      "Talvez eles no eram amantes ainda. Ou talvez ela no soube que eles ficariam srios sobre um ao outro."
      "Talvez." A Eve ultrapassou a escrivaninha de segurana e usou o cdigo que Reva deu a ela para acessar o elevador para o ltimo andar. Em vez da abertura de portas, o computador deu uma advertncia zumbir.
      
      Voc no  passado sem tocar para este elevador. Por favor retorne a segurana e/ou escrivaninha de informaes para instrues em como acessar a entrada pblica de Galeria de Bissel. Este elevador  para uso privado somente.
      
      "Talvez ela deu a voc o cdigo errado," Peabody sugeriu.
      "Eu no acho."
      Eve caminhada para a estao de segurana principal. "Quem usou aquele elevador ltimo?"
      A mulher jovem, afetado em preto enrolado seu lbio. "Desculpe-me?"
      "No aborrea," Eve disse a ela e batida abaixo seu distintivo. "S responda a pergunta."
      "Eu precisarei verificar sua identificao." Com seu nariz quieto no ar, ela esquadrinhou distintivo da Eve, ento deslizou acima de um prato da palma. Quando Eve  ID era verificada, ela guardou a palma chapear novamente. " este sobre que aconteceu para Sr. Bissel?"
      A Eve meramente sorriu. "Desculpe-me?"
      A mulher cheirada, ento girado para seu livro de tronco. "Sr. Bissel ele mesmo era o ltimo para uso aquele elevador. Vai diretamente para seu estdio. Seus empregados e clientes usam o  direita. Isso ir para a galeria."
      "Voc tem o cdigo para o elevador de estdio."
      "Claro.  exigido que todos os inquilinos arquivam sua segurana e passcodes conosco."
      "O que  isto?"
      "Eu no sou permitido para acabar aqueles dados, no sem autorizao adequada."
      A Eve perguntou-se se enchendo seu distintivo em cima o nariz esnobe da mulher qualificaria como autorizao adequada. Ao invs, ela empurrou sua prprio livro de memorando sobre a escrivaninha, bateu a tela. " este isto?"
      Uma vez mais, a mulher girada para sua unidade de dados, keyed em uma srie complexa de nmeros. Ela olhou de relance em sua tela, ento da Eve. "Se voc tiver isto, por que voc est aborrecendo me perguntar?"
      "No trabalha."
      "Claro que ele trabalhos. Voc no acabou de no fazer isto corretamente."
      "Por que voc no me mostra como fazer isto corretamente?"
      Levantando um suspiro, a mulher gesticulada para um coworker. "Assista a estao," ela estalou, ento cortado seu modo acima dos elevadores em saltos de sapatos de cabelo magros.
      Ela codificou em, e quando ela conseguiu o mesmo resultado como Eve, codificada em novamente. "Eu no entendo isto. Isto  o cdigo adequado.  registrado. Construindo segurana verifica todo passcodes duas vezes por semana."
      "Quando o era pela ltima vez cheque?"
      "Dois dias atrs."
      "Quanto tempo ele levar manuteno para ultrapassar?"
      "Eu no tenho nenhuma idia."
      "Existe acesso da galeria at o estdio?"
      Obviamente entristecida, ela marchou de volta para sua estao, telefonou o diagrama para o nvel superior. "Existe. Existe uma porta de segurana entre eles. Eu tenho o passcode isto."
      "Que, eu imagino,  sobre tanto bom como o que voc tem para o elevador. D isto para mim de qualquer maneira."
      A Eve retirou-se seu vnculo de bolso como ela caminhou para o elevador de galeria. "Eu preciso de voc no Flatiron Construindo," ela disse que o Roarke minucioso respondeu. "Galeria de Bissel, ltimo andar. Os cdigos de segurana para o elevador direto para seu estdio foi mudados, ento eu no posso acessar isto. Eu vou tentar conseguir pela porta entre a galeria e o estdio, mas eu estou figurando que eu acharei o mesmo quarteiro."
      "Deixe isto ser. Se algum mexido com isto, usando o cdigo original podia adicionar outro quarteiro. Eu estou a caminho."
      "Que Bissel podia ter em seu estdio que ele no quis sua esposa para ver?" Peabody perguntou-se.
      "No faz sentido." A Eve agitou sua cabea. "Nada em seu arquivo para indicar ele  aquela compreenso de segurana. Leva compreenso para alterar um cdigo sem construir segurana cheirando isto. E um sujeito que arrisca uns afazeres com amigo da sua esposa, tudo menos debaixo de seu nariz? Por que ele faria isto? Para o sexo, certo, mas tambm para a excitao. Olhe o que eu posso cair fora. Por que faa um homem que vai para a excitao tomar tais precaues extensas com sua unidade de escritrio de casa, seu estdio de arte. O que se tenha que fazer com o outro?"
      Ela andou fora do elevador, em um abastecimento do espao com escultura, pinturas, ambos estticos e animados. No meio do quarto suavemente iluminado, uma mulher se sentou no cho, soluando seu corao.
      "Homem," Eve disse debaixo de sua respirao. "Eu odeio quando isto acontecer. Voc a leva."
      Contente ter uma tarefa concreta, Peabody abordou a mulher, abaixada na frente dela. "Senhorita."
      "Ns somos fechados." Ela lamentou em suas prprias mos. "Devido a um de-morte. "
      "Eu sou Detetive Peabody." Dadas as circunstncias, ela tentou no exibir demais glee em ser capaz de dizer s isto. "Isto  meu companheiro, Tenente Dallas. Ns estamos investigando as mortes de Blair Bissel e Felicidade Kade."
      "Blair!" Ela tudo menos gritou isto, e se lanou facedown no cho. "No, no, no, ele no pode estar morto. Eu no posso permanecer isto."
      "Eu sinto muito, isto  um tempo difcil para voc."
      "Eu no penso que eu posso continuar! Toda a luz, todo o ar foi fora do mundo."
      "Oh, Jesus Cristo." Desde suficiente era suficiente, Eve stalked acima de, tomou a mulher por um brao e arrastou suas costas para posio de um sentar. "Eu quero seu nome, sua conexo com Blair Bissel, e a razo voc est aqui."
      "Ch-ch-ch"
      "Chupe isto," Eve estalada. "Cuspa isto."
      "Chloe McCoy. Eu corro a galeria. E eu estou aqui, eu estou aqui, porque . . ." Ela cruzou seus braos acima de seu corao, como se ela estivesse tentando segurar isto dentro dela. "Ns amamos um ao outro."
      Apenas velho suficiente para comprar um bebida em um legit bar, Eve medida. Seu rosto era saqueado, inchado e splotchy, com olhos marrons enormes quieto busily pumping fora as lgrimas. Seu cabelo era tinta preta e cada acima de seus ombros, acima de um par de peitos jovens e espertos exibidos-se em uma camisa preta aquecida.
      "Voc teve uma relao ntima com Bissel."
      "Ns ramos apaixonados!" Ela expulsou seus braos, ento embrulharam eles firmemente ao redor sua prprio corpo. "Ns ramos soulmates. Destinados para um ao outro de nossas primeiras respiraes. Ns ramos"
      "Voc fez fuck ele, Chloe?"
      A rudeza fez o que Eve esperou, e as lgrimas magicamente secadas completamente. "Como ousa voc? Como ousa que voc humilha algo to bonito?" Ela vomitou seu queixo, e entretanto tremeu, ficou to alto quase apontou no teto. "Sim, ns ramos amantes. Agora que ele est morto, minha alma est morta, tambm. Como ela podia fazer isto? To horrvel, mulher horrvel? Como podia ela acender fora a luz em algum to bom, ento verdade, to perfeita."
      "To bom e verdadeiro ele estava dormindo com seu amigo e um de seus empregados?" A Eve agradavelmente disse.
      "Seu casamento estava terminado." Chloe foi embora sua cabea, olhada fixamente para a parede. "Era s um assunto de tempo at que estava legalmente concludo, e ns seramos juntos na luz solar, em vez de em sombras."
      "O quo velho so voc?"
      "Eu tenho vinte e um anos, mas idade no significa nada." Ela fechou ela dar um pendente em forma de corao ao redor sua garganta. "Eu sou to velho quanto o tempo agora, to velho quanto pesar,"
      "Quando seja a ltima vez que voc viu Blair?"
      "Ontem de manh. Ns nos encontramos aqui." Ela escovou seu livre dar sua sobrancelha enquanto ela stroked o pouco corao de ouro. "Para dizer um doce adeus antes dele ter que continuar sua viagem."
      "Isso seria seu bairro residencial de viagem onde ele se aconchegou em com Felicidade Kade para uns dias do par?"
      "Isto no  verdade." Seus olhos inchados empreenderam uma expresso amotinada. "Eu no sei o que aconteceu, o que aquela mulher horrvel fez aparecer, mas Blair certamente no era envolvido aquele modo com Sra. Kade. Ela era um cliente, e no mais."
      "Uh-huh" era a Eve de resposta mais amvel podia pensar sobre. "Quanto tempo voc trabalhou aqui?"
      "Oito meses. Os mais vitais oito meses de minha vida. Eu s comecei a viver quando"
      "Sua esposa veio aqui?"
      "Raramente." Chloe apertou seus lbios junto. "Ela fingiu um interesse em seu trabalho, em pblico. Mas em particular ela era crtica, e estava drenando suas energias. Claro, ela no teve nenhum problema gastando o dinheiro que ele fez do suor de sua alma."
      "Isto  isso? Ele diz a voc isto?"
      "Ele disse a mim tudo." Ela bate seu peito, sua mo fisted em torno do medalho. Corao batido contra corao. "No existia nenhum segredo entre ns."
      "Ento voc tem o passcode em seu estdio."
      Ela abriu sua boca, firmou isto novamente antes de falar. "No. Um artista como Blair precisa de seu isolamento. Eu nunca intrometeria. Naturalmente, ele abriria a porta quando ele quis compartilhar algo comigo."
      "Certo. Ento voc no saberia se ele j tivesse visitas l."
      "Ele trabalhou s. Era necessrio para sua criatividade."
      Crdulo, Pensou Eve. Tola, crdula, e provavelmente no mais do que um brinquedo casual para Bissel. Ela comeou a girar como o elevador aberto novamente, e Chloe Lanou seus braos ao redor da pernas Eve.
      "Por favor, por favor! Voc deve deixar-me o ver. Voc deve deixar-me dizer adeus para meu corao. Deixe-me ir para ele. Deixe-me tocar em seu rosto um ltimo vez! Voc deve. Voc deve dar a mim tanto."
      A Eve viu truque de Roarke uma sobrancelha em uma espcie de horror divertido. Curvando, Eve descascou Chloe fora de suas canelas.
      "Peabody, lide com este."
      "Certo. Vamos, Chloe." Pondo suas costas nisto, Peabody hefted a menina chor. "Vamos ir salpico alguma gua em seu rosto. Blair quereria que voc fosse forte. Eu tenho algumas perguntas que eu preciso perguntar a voc. Ele quereria que voc nos ajudasse, ento ns podemos ver a justia  feitas."
      "Eu irei! Eu serei forte, para Blair. No importa o quo duro ."
      "Eu sei que voc ir," Peabody respondeu e levou Chloe por uma arcada.
      "Segundo, prato muito mais jovem lateral," Eve disse na frente de Roarke poder perguntar.
      "Ah."
      "Sim. Ah. Eu no penso que ela sabe qualquer coisa, mas Peabody persuadir isto fora dela se ela fizer."
      "Eu pergunto-me se fosse mais fcil em Reva, conhecendo o que um completo bastardo o homem era. Seu advogado a conseguiu fora sob fiana. Ela tem que vestir uma pulseira, mas ela est fora. Ela ficar com Caro at que isto seja clareado."
      Ele estudou a entrada dupla larga comeando a estudar a maior parte de uma parede, e passeando acima de deu isto uma torneira leve. "Ao, reforou, eu apostaria. Estranho ir para tudo aquele para um espao como isto."
      "Ento eu estou pensando."
      "Hmm." Ele vagou para o painel de segurana. "Feeney contactou-me logo antes de que voc fez. De fato, eu estava a ponto de encabear at Central quando voc deu a mim esta tarefa interessante."
      Tomada um caso de ferramentas esbeltas de seu bolso, Roarke selecionou um, removeu o prato. "Ele parece ter tido um tempo muito bom com sua famlia em Bimini."
      "Ele tem um bronzeado. Ele sorri o tempo todo. Eu no estou completamente certo que eles no o substituram com um droid."
      Roarke no fez barulhos de boca completamente simpatizante antes de tirar uma unidade eletrnica pequeno de outro bolso.
      "O que  isto?"
      "Oh, s um pouco algo que eu tenho sido brincando. Um bom tempo para experimentar isto, no campo por assim dizer." Ele interfaced ele com o bloco, esperada por uma srie de buzina, e escovou Eve suavemente atrs quando ela tentou olhar fixamente para ele acima de seu ombro.
      "No aglomere-me, Tenente."
      "O que ele est fazendo?"
      "Toda maneira de coisas voc no entenderia, e voc s ficaria irritvel se eu tentasse explicar. Mais simples dizer que est acasalandocomo mquinas fazem. E seduzindo unidade do Bissel em esclarecedores todos os tipos de segredos. E isto no est interessando?"
      "O que? Condene isto. Voc pode entrar ou no?"
      "Eu no sei por que eu tolero os insultos." Ele olhou de relance acima de seu ombro, diretamente em seus olhos aborrecidos. "Talvez ele  o sexo. Como abaixar que seria. Ento novamente, eu sou to fraco e vulnervel quanto o prximo homem."
      "Voc est tentando me irritar?"
      "Bem, no  nenhum esforo mesmo. Agora o que eu aprendi aqui, por meu delicioso novo brinquedo,  exatamente quando este passcode foi mudado. E eu penso que voc achar isto to interessante quanto eu fao isto que era feito em quase o mesmo tempo que algum estava emperrando uma cozinha apunhalar costelas do Blair Bissel."
      Seus olhos chamejados, estreitaram. "Nenhum engano?"
      "Nenhum. Ele dificilmente podia fazer este ele mesmo."
      "Dificilmente."
      "Nem podia sua amante de igualmente morto, ou sua esposa. Ou, no que diz respeito a esse assunto, seu assassino."
      "Mas eu apostarei voc quem bloqueado este em cima soube que ele estava morto, ou morrendo. Conheceu que sua esposa estava na armao. Este tem que ser outra fase da baguna sangrenta inteira. Consiga-me do lado de dentro."
      
      
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      No o levou longo. Tais coisas raramente fizeram. Ele teve mosrpidas do ladro, gil, e furtivomas desde que ele usou eles para ela, e nela, com regularidade alegre, era duro para criticar.
      E quando ele era feito, as portas pesadas deslizaram de volta com apenas um som em bolsos de parede para revelar estdio do Blair Bissel.
      Ele deu ele mesmo muito espao aqui, tambm. E ele pareceu que ele precisou disto. Existia metal em todos lugares, em vigas longas, pilhas pequenas, em pilhas de cubos e bolas. O cho e as paredes eram cobertos em um pouco de tipo de  prova de fogo, refletivo material que trabalho duplo e refletiu fantasmas de volta vagos do equipamento e trabalhos-em desenvolvimento.
      As ferramentas que fizeram Eve pensar sobre os dispositivos de tortura medieval deitar em uma mesa de metal longo. As ferramentas que cortam e snipped e curvado, ela assumiu. E trs tanques grandes fixo em tribunas rodantes estavam em vrias posies em torno do quarto. Dos anexos e mangueiras em cada, ela deduziu que eles eram cheios com um pouco de tipo de gs inflamvel e forneciam o calor costumava soldar ou derreter ou qualquer que seja as pessoas de inferno que fizeram coisas misteriosas fora de metal fez com fogo.
      Outra parede era coberta com esboos. Alguns olharam ter sido feitos  mo, outros computador gerado. Desde se combinou as tores e espigas estranhas de um pedao no centro do quarto, ela decidiu que eles eram idias ou fotocpias azuis para sua arte.
      Ele pode ter gasto seu fora de tempo vacilando qualquer coisa fmea, mas ele pareceu que ele tomou sua vocao seriamente.
      Ela rodeou em torno da escultura centrada, e s ento notou que existia uma forma de uma mo, dedos espalham como se desesperadamente alcanando, mergulhada fora da toro de metal.
      Ela olhou de relance atrs no esboo, leia a anotao na parte inferior.
      
      ESCAPE DE INFERNO
      
      "Quem compra este cagar?" Ela perguntou-se.
      "Coletores," Roarke forneceu, eyeing um alto, obviamente forma que era, aparentemente, dando a luz a algo no completamente humano. "As corporaes e negcios que querem ser vistos como protetores das artes."
      "No diga a mim que voc tem algum deste?"
      "Realmente, eu no fao. Seu trabalho no fala comigo."
      "Isto  algo, de qualquer maneira." Girando suas costas para a escultura, ela caminhou para a estao de dados instalar a outra extremidade do quarto.
      Ela olhou de relance na pilha de vigas. "Como ele consegue o material dentro e fora? Nenhum modo algum deste monta no elevador."
      "Existe outro elevador para o telhado. L." Ele gesticulou para a parede do leste. "Instalada em sua prpria despesa. " triplicar o tamanho do elevador de frete normal. Existe um copter bloco no telhado, e ele tem pedaos e equipamento airlifted."
      Ela acabou de olhar para ele. "No diga a mim que voc possui este lugar."
      "Parcialmente." Ele falou distraidamente  medida que ele vagou, estudando formas de metal. " um conglomerado tipo de coisa."
      "Sabe, consegue embaraoso depois de um ponto."
      Ele ergueu suas sobrancelhas, toda inocncia. "Realmente? Eu no posso imaginar por que."
      "Voc no iria. Que lembra a mim." Ela empurrou de volta sua manga de jaqueta e resistiu seu brao muito a pulseira reluzida. "Tome esta coisa, no ? Eu esqueci que eu estava vestindo isto quando ns encabeamos fora para a cena. Peabody continua olhando fixamente para isto, e finge que ela no esteja olhando fixamente para isto.  freaking mim, e se eu encher isto em meu bolso ou algo, eu provavelmente perderei isto."
      "Sabe," ele comeou como ela unclasped isto, "pessoas tendem a vestir jias muito que outras pessoas notaro isto. Admire isto, at deseja isto."
      "Que  por que pessoas que penduram bugigangas por toda parte que eles mesmos acabar sendo assaltados."
      "Isto  um lado ruim," ele concordou e deslizou a pulseira em seu bolso. "Mas cheia da vida de riscos. Eu considerarei segurar este para voc meu pequeno modo de salvador algum ladro de rua pobre, tola de acabar com sua bota pisada em sua garganta."
      "Pssaros de uma pena," ela murmurou e o fez sorriso.
      Ela foi trabalhar no computador, com os mesmos resultados ela conseguiu de casa unidade do Bissel. "Por que um artista muito  condenar cuidadoso e paranico sobre seus dados?"
      "Deixe-me ter um ir nisto, e vamos descobrir."
      Ela andou de volta, fez um passeio pelo estdio para conseguir uma sensao de estilo do Bissel, e dar aquelas mos mgicas de do Roarke tempo para trabalhar.
      Existia um banho vermelho-e-branco fora do cho principal, complete com tina de jato, secando tubo, e o mesmos tipo de imagina toalhas que Roarke favoreceu. Um quarto tinha sido instalado tambm. Pequeno, ela notou, mas com todos os confortos. Bissel gostou de seus confortos.
      O colcho de gel era espesso e cushy, a cobertura lisa e preta e sensual. Uma parede era refletida, e ela pensou sobre a entrada para sua casa, a cama de mestre e banho.
      Gostado de olhar para ele mesmo, e assistir ele mesmo com mulheres. Egosta, narcissist. Amimalhado e confiante. Existia um mini dados e centro de comunicao prximo  cama, como bloqueou como os outros.
      Ponderando isto, ela moveu para um trax de trs gavetas estreito e comeou riffling. Roupa ntima sobressalente, roupas de trabalho extras.
      E ah, uma gaveta de parte inferior bloqueada. Roarke no era o nico que podia lidar com tais coisas, ela pensou como ela retirou-se um pocketknife.
      Ela atacou a fechadura antiquada, cortando felizmente longe, e deu um grunhido de satisfao  medida que deu. Ela empurrou abre a gaveta. E at sua cnica, vistos-isso tudo-e-ento-alguns olhos estalados largos.
      "Santo saltando Jesus."
      Ela pawed por restries de cetim, chicotes aveludados, correia de couro-ons, a coleo do conhecedor de dildos. Existiam frascos da substncia ilegal conhecida como Coelho, uma bolsa ela identificou como Zeus, outra da Erotica. Existiam bolas de gel, tomadas de alvo, venda, numerosa bateria-operados brinquedos e dispositivos, galo e anis de mamilo de toda descrio.
      E mais. Um grande negcio mais ela no estava completamente certo que ela podia identificar.
      Pareceu Bissel no s tomou seu trabalho seriamente, mas seus jogos tambm.
      "A bloqueada da unidade, Tenente.  . . ." Roarke diminuiu como ele entrou e viu o que Eve estava examinando. "Bem, bem, bem, o que ns temos aqui?"
      "A gaveta de delcias de todas gavetas de delcias. Este dildo no s pulsa, vibra, expande, e vem para equipado com caracterstica livre de mos, canta uma escolha de cinco melodias populares."
      Ele abaixou ao lado dela. "Voc no podia ter experimentado ele que depressa."
      "Pervertido. Eu liguei ele para ver. Ele pegou um pouco de ilegais borrifado por aqui, tambm."
      "Ento eu vejo. Oh, olhe, que diverso. Seu e seu VR. Talvez ns podamos" Ele comeou a agarrar os culos de proteo de comparao, e tiveram sua mo batida longe.
      "No."
      "Voc  to rgido." Ele caminhou para seus dedos junto seu joelho. "Talvez voc podia ser rgido comigo mais tarde." Meneando aquelas sobrancelhas, ele levantou um par de restries. "Ns j temos estes."
      Um cheque rpido provou as restries eram realmente sua prprio, erguida imediatamente sua pessoa sem ela sentindo uma coisa. Ela pegou eles de volta. "Corte aquele. E no toque em nada l. Eu quero dizer isto. Eu tenho que tronco que este defeca. At a me de todas gavetas de delcias no  nenhuma razo para um sujeito para passcode seus computadores, feche a gaveta em uma rea j assegurada. Ele"
      "Eu disse que a unidade no era bloqueada." Ele bateu levemente seu joelho e rosa, resistindoentretanto era difcilpalmando um par das guloseimas s para a diverso disto. " frito."
      "Que diabo voc quer dizer 'frito '?"
      "Frito, brindou, derrotado, atirou, morto."
      "Eu sei o que frito quer dizer, eu quis dizercondeno isto." Ela surgiu, chutou o fim de gaveta. "Quando? Voc pode dizer quando? Quando e como?"
      "Eu imagino isso, dadas as ferramentas certas e um pouco de tempo, mas eu posso dizer a voc este muito s deste exame superficial: Era profissionalmente e habilmente frito."
      "O que isso quer dizer?"
      "Simplesmente, a tbua principal era destruda de forma que todos os dados eram corrompidos. Minha primeira suposio seria uma lombriga muito insidiosa, epecficamente para este propsito. Provvel contido em um disco, inserto no passeio, costumava infetar, ento removido quando a tarefa era completa."
      "Voc pode dizer se dados foi removido primeiro?"
      "Mais enganadores, mas ns podemos certamente tentar."
      "Que tal recuperar qualquer coisa? Entrincheirando-se e achando o que dados estavam em l, uncorrupting?"
      "Mais enganador ainda."
      "Est l. Est sempre l, no importa o que. Eu sei aquele de Feeney."
      "Bem, isso no pode ser bastante verdade. Eve, existe um grupo de tecno-terroristas. Eles chamam eles mesmos o Grupo de Dia do juzo universal."
      "Eu sei quem eles so. Hackeres glorificados, gostem de infiltrar sistemas, upload o que eles podem, atarraxe com os dados. Eles tm algum apoio de crebros bons, tranados e bastante financeiros."
      "Um pouco mais que glorificado," ele corrigiu. "Eles so responsveis por abaixar vrias lanadeiras privadas inclinando dados em Controle de Trafego Areo. Eles ajudaram eles mesmos a vrias obras de arte, e deliberadamente danificaram outros no Louvre fechando sua segurana. Eles mataram vinte e seis empregados de um de pesquisa lab em Prague sabotando seu sistema, fechando o ar fornece, e lacrando todas as portas."
      "Eu disse que eles eram tranados. Eu sei que eles sejam perigosos. O que ele tem que fazer com uma unidade frita em estdio de arte do homem morto?"
      "Eles tm trabalhado em uma lombriga de s esta natureza para os passados anos. Potentes, portteis. Seu projeto no  simplesmente corromper dados ou seqestrar isto, mas eliminar isto, e em uma escala grande. Para rede, proliferar."
      "O quo grande uma balana?"
      "Teoricamente, um disco podia ser deslizado em um passeio em uma unidade em redeat uma rede com falha-safes e quarteires, com detectores de vrus e percevejo zapperse carregar o banco de dados inteiro daquela rede, ento corruptas as unidades. Um escritrio, um edifcio, uma corporao. Um pas."
      "No possvel. At midlevel segurana descobre vrus e percevejos intrusos e fecha na frente de infeco. Voc no pode carregar sem descoberta de CompuGuard. Unidades de casas como isto, certo, voc poderia pegar isto fora de e abaixo antes da segurana solta em voc. Redes de operaes pequenas, talvez. Talvez at com o CompuGuard protege em lugar. Mas nada acima disto."
      "Teoricamente," ele repetiu. "E esta faco  reputada para ter algumas mentes particularmente brilhantes a bordo deste projeto. A intel indica a lombriga  concluso prxima, e podia trabalhar."
      "Como voc sabe sobre este?"
      "Eu tenho conexes." Ele deu um fcil encolher os ombros. "E ele acontece Indstrias Roarke est debaixo de contrato do governo, um contrato de Cdigo Vermelho, desenvolver e criar um exterminator programa e proteo contra esta ameaa potencial."
      Ela se sentou no lado da cama. "Voc est trabalhando para o governo. Nosso?"
      "Bem, se por que voc quer dizer os Estados Unidos, sim. Realmente, tambm  uma conglomerao tipo de coisa. Os Estados Unidos, a Comunidade de Euro, Rssia, algumas outras reas preocupadas. As Indstrias Roarke Securecomp arma tem o contrato, e R e D est trabalhando nisto."
      "E Reva Ewing trabalha em R e D, para Indstrias Roarke Securecomp arma."
      "Ela faz. Eve, eu disse Cdigo Vermelho, isto  liberao mais alta. Isto no  algo que ela teria conversado sobre com seu marido acima de jantar, eu posso prometer voc."
      "Porque voc conversa comigo sobre no repeti jantar?"
      Irritao faiscada, ento era controlada. "Porque ela  uma profissional, Eve. Ela no seguraria a posio que ela faz se existia qualquer dvida disto. Ela no vaza dados."
      "Talvez no." Coincidncia, para sua mente, era s um vnculo entre pontos. "Mas  certamente possvel outra pessoa no tem a mesma confiana em sua que voc faz. Certamente adiciona um ngulo interessante."
      Ela partiu a cama, circulou o quarto. "Verifique este fora, no ?" Ela disse distraidamente com um gesto em direo ao mini dados centro. "Tecno-terroristas. Que philandering metal escultor tem em comum com tecno-terroristas alm de posio da sua esposa? Por que, se eles achassem um pouco de uso para ele, eles o matam, sua amante, e armao sua esposa? Claro, com a esposa em uma gaiola em duas inclui o primeiro, isto podia pr um encrespar na pesquisa e desenvolvimento do programa de exterminao e protees."
      Ela olhou em direo a Roarke para confirmao.
      "Um pouco. Mas nem um insupervel encrespe. Ela est encabeando isto, e um par de outros projetos sensveis, mas existe um time muito competente tambm. Todos os dados no projeto permaneceriam bloqueados internos. Nenhum de  tomado."
      "Voc est certo disto? Morto certo?"
      "Eu teria sido. Isto  frito tambm, mesmo mtodo." Porque ele teve o mesmo cnico empreender coincidncia como Eve, raiva comeou a subir por sua preocupao. "Voc especula que Bissel de alguma maneira conseguiu suas mos em dados pertencendo para os programas, e foi morto para isto?"
      " um bom lugar para comear. No , ou Felicidade, j visite Reva no trabalho?"
      "No que eu estou ciente, mas eu descobrirei. Eles nunca teriam sido admitidos no labno este labmas existem reas das visitas, ento eu tratarei disto. Eu tambm darei uma olhada, pessoalmente, na segurana do projeto, e o pessoal atribudo."
      Ela soube to glacial, tom controlado de voz. "Nenhum ponto em ficar irritado at que voc saiba que voc tem um vazamento."
      "S conseguindo um salto nisto. Voc querer conversar com Reva novamente, e a aperte em como seu marido poderia ter sabido algo deste projeto."
      "Como eu disse,  um lugar para comear."
      "Ela poderia conversar comigo mais livremente."
      "Seu chefe? O homem que a contratou, paga a ela, e a confiou com a responsabilidade de um Cdigo Vermelho? Por que devia ela?"
      "Porque eu a soube desde que ela estava na universidade sangrenta," ele disse com alguma impacincia. "E se ela mentir para mim, eu saberei isto."
      "Voc est em trabalho de EDD neste," ela lembrou a ele. "Voc quis o gig, e voc tem isto. Conta me com como se ns vamos fazer um pouco de uso de voc naquela rea. Eu preciso pedir um pickup aqui de toda eletrnica. E eu quero a galeria e o estdio varrido. De forma que v tomar um pouco de tempo. Eu darei a voc dez minutos com ela, ento ela  minha."
      "Eu aprecio isto."
      "No, voc no faz. Voc est ainda irritado."
      "Pelo menos eu sou corts sobre isto."
      "Se ela vazasse isto" Ela levantou uma mo para parar sua negao automtica. "Se ela vazasse isto, quanta da desavena cai sobre voc?"
      Ele quis um cigarro, e negou ele mesmo aquela debilidade pequena fora de princpio. "Ela  minha, ento  minha responsabilidade. Ns tomaremos um golpe, um duro. Existem vrios outros contratos pendentes. Se isto explode em meu rosto, eu estimaria setenta por cento delese isto  otimistacancelar."
      Ela no podia estimar o valor de real de setenta por cento de contratos pendentes. Milhes? Bilhes? Mas mais, ela soube, seria o dano para seu orgulho, e seu rep. Ento ela manteve seu rosto sbrio. "Isso significa que ns no poderemos dispor ao vivo-em ajuda?"
      Apreciando ela, ele angulado sua cabea, ento deu seu um rpido cutucar com seu dedo na barriga. "Ns confundiremos por de alguma maneira. Eu tenho um pouco posto por para um dia chuvoso."
      "Sim, uns continentes, eu imagino. S como eu imagino seu rep permanecer o golpe, se ele vier. Ir," ela repetiu quando ele no disse nada. "E eu faria livro que voc jejuar conversa seu modo em manter o tamanho daqueles pendings."
      A primeira erupo de raiva esfriada. "Isto  f considervel em mim, Tenente."
      "F considervel naquela malcia irlandesa seu, s."
      Ela retirou-se seu Comunicador e pediu um pickup de EDD. Ela andou no estdio da rea do quarto como Peabody entrou da galeria.
      "Conseguiu a entrevistaa realmente longa, vagueando, entrevista teatral com McCoy. Devido a que, eu acabei de tomar um bloqueador secionalmente aprovado para a enxaqueca surpreendente."
      "Onde est ela?"
      "Eu deixo ela ir. Ela est planejando deitar prostrado na cama em seu apartamento, e permita se para ser arrastado pela mar nascente de seu pesar. Isto  uma citao direta. Eu fiz um padro corre nela enquanto ela estava murmurando," ela adicionou, e clareou consideravelmente quando Roarke saiu. "Ela tem vinte e um anos, to anunciada. Ainda trabalhando em sua arte e graus de teatro, grande surpresa l. Empregados aqui pelos ltimos oito meses. Nenhum criminoso. Nascida em Topeka." Ela tentou e falhou em abafar um bocejo. "Desculpe. Era Rainha de Fazenda seu ano snior do segundo grau, outro shocker. Movido aqui s dezoito freqentar Columbia, bolsa de estudos parcial. Ela surge como limpa e verde como um campo de trigo de Kansas."
      "Faa um segundo-nvel correr nela de qualquer maneira."
      "Nela?"
      "Eu preencherei voc a caminho. Voc entra seu prprio transpo?" Ela pediu a Roarke.
      "Eu fiz. Eu seguirei voc."
      "Bom o suficiente. Desde que voc  consultor civil para EDD, contacte Feeney e o educa."
      "Sim, senhor." Ele piscou em Peabody como eles andaram no elevador. "Voc parece cansado, Detetive."
      "Eu sou chicoteado.  o que . . . quatorze cem. Doze horas no relgio, em nenhum sono para falar de. Eu no sei como ela faz isto."
      "Enfoque justa," Eve ordenada. "Eu darei a voc hora pessoal de no bero em Central depois deste."
      "Uma hora inteira." Peabody desistiu e bocejou novamente. "Menino, isso devia me instalar."
      ***
      Quando eles eram estacionado em fila duplas na frente de Caro est construindo, Droopy olhos do Peabody voltavam em alertar.
      "Tecno-terroristas, Codifiquem Reds, alianas do governo. Jeez, Dallas, ele tipo de pedras.  gostar que espio encha."
      " como material de assassinato, vendo como existem dois corpos no morgue."
      At como ela saiu do carro, o porteiro, spiffy em caador verde com trana de ouro, marchado acima de. "Madame, eu sinto muito, mas voc no pode deixar seu veculo l. O estacionamento pblico est disponvel dois oeste de quarteires, em . . ."
      Ele diminuiu, estalada para a ateno gosta de um novo exrcito recrutar enfrentado a um de cinco estrelas geral quando Roarke passeou at juntar-se eles. "Senhor! Eu no era informado que voc era esperado. Eu estava s informando esta mulher que seu veculo est na violao ao cdigo de estacionamento."
      "Isto  minha esposa, Jerry."
      "Oh, Desculpe-me, Sra."
      "Tenente." Ela moeu isto fora entre seus dentes. "Dallas, e isso faz este um veculo de polcia. Isso significa isto permanncias onde eu ponho isto."
      "Claro, Tenente. Eu certificarei-me no  transtornado."
      Ele apressou para a porta, abriu isto com algum floreado. "S repreenda severamente se voc precisar de qualquer coisa," ele disse. "Eu estou na porta at quatro."
      "Ns somos bons. Bons ver voc novamente, Jerry."
      "Sempre um prazer, senhor."
      Roarke caminhou diretamente para o painel de segurana automatizada que era flanqueada por dois abastecimento de urnas alto com ouro polido cai flores. "Por que eu no fao isto, e salve tempo?" Sem esperar para o ir-em frente, ele colocou sua palma no prato, e estava imediatamente passado sem tocar.
      Boa tarde, senhor! O computador disse com o mesmo entusiasmo encantado como Jerry o porteiro. Bem-vindo atrs. O que eu posso fazer para voc?
      "Informe Sra. Ewing que eu estou aqui, junto com Tenente Dallas e Detetive Peabody. E claro o elevador."
      Sim, senhor. Aprecie sua visita.
      "Agora, isso no era melhor que um ter irritadas partida com uma mquina?" Roarke perguntou como ele foi  frente para um trio de portas de elevador prateadas.
      "No. Eu gosto de ter irritadas partidas com mquinas. Consegue minha mudana de sangue."
      Ele bateu a levemente no ombro, cutucada ela no carro  frente dele. "Bem, da prxima vez, ento. Dcimo oitavo andar," ele solicitou.
      "Eu acho que isto  um de seus edifcios."
      Ele sorriu acima de em Peabody. ", sim."
      "Doce. Ento, se eu sempre algum dinheiro tiver que investir, voc talvez daria a mim alguns ponteiros?"
      "Eu teria muito prazer em."
      "Sim, como Polis tem capitais de investimento." A Eve agitou sua cabea.
      "Voc s comea economia um pouco de cada pagamento cheque," Peabody explicou. "Ento voc acha o lugar certo para pr isto, ento voc pode aumentar a panela. Certo?"
      "Exatamente muito," Roarke concordou. "S deixe-me saber quando voc estiver pronto, e eu acharei voc uns arco-ris para enterrar aquela panela."
      Ele gesticulou quando as portas abertas em dezoito. "Senhoras."
      "Ns estamos de servio. Isso nos faz Polis, no senhoras." Mas Eve stalked fora, e para a porta do apartamento de canto do leste.
      Abriu antes dela poder aborrecer com a cigarra.
      "Existe um pouco de notcia? Existe um desenvolvimento?" Caro se pegou, desenhou uma respirao. "Eu sinto tanto. Por favor entre. Por que ns no nos sentamos na rea viva?"
      Ela andou de volta para bem-vindo eles no apartamento espaoso com uma viso de rio. Os sofs gmeos feitos em fortes azuis eram agrupados em uma rea de conversao acentuado com bonitas luminrias com jeweled sombras e mesas brilhantes.
      Em que Eve considerou uma caracterstica, ela organizou travesseiros rechonchudos e coloridos nos sofs.
      Existiam flores frescas em vasos, atraentes pequenos apanhadores de p, e registrao tipo com as pginasagrupadas em prateleiras.
      Ela mudou, Eve notada, em que ela imaginou Caro considerou em torno-do-traje da casa. Ambas a camisa e calas eram bronze; Ambos eram meticulosamente sob medida.
      "O que eu posso conseguir voc?"
      "Caf seria adorvel," Roarke disse na frente de Eve poder rejeitar a oferta. "Se ele no for dificuldade demais."
      "Claro que no. Eu s serei um minuto. Por favor, sente-se. Ser confortvel."
      A Eve esperou at Caro caminhou por uma entrada. "Isto no  um telefonema social, Roarke."
      "Ela precisa de algo para fazer, algo normal. Ela precisa de um momento para povoar."
      "Isto  realmente bonito," Peabody disse no silncio. "Este lugar. Elegncia simples, de primeira. Direito justo, sabe. Como seu."
      "Caro  uma mulher do gosto quieto e inquestionvel. Ela  construda uma vida que reflete sua prprio estilo e desejos, e ela fez isto sozinha. Algo que voc respeitaria," ele disse para Eve.
      "Eu a respeito. Eu gosto dela." Seja intimidado por ela, ela pensou. "E voc sabe que eu no possa deixar que entro o modo do trabalho."
      "No. Mas voc poderia adicionar isto na equao."
      "Se voc conseguir super protetor e defensivo, isto no vai trabalhar."
      "Eu estou s pedindo voc para ir suavemente com ela."
      "E aqui eu estava contando com smacking ela ao redor."
      "Eve"
      "Por favor, no dispute acima de mim." Caro andou de volta em, levando uma bandeja. "Isto  uma situao muito difcil que ns achamos ns mesmos. Eu no preciso ou espero manipulao especial."
      "Deixe-me tomar isto." Roarke tomou a bandeja dela. "Voc devia se sentar, Caro. Voc parece vestido."
      "No muito lisonjeira, mas certamente verdade. Eu estou um pouco vestido nas extremidades." Ela se fez sorriso  medida que ela se sentou "Mas eu sou perfeitamente capaz de manipulao o material duro, Tenente. Eu no sou frgil."
      "No, eu nunca pensei de voc to frgil. Formidvel."
      "Formidvel." Agora seu sorriso guerreado. "Eu no estou certo isto est lisonjeando qualquer um. Voc toma seu preto, como Roarke faz. E voc, Detetive?"
      "Eu terei isto luz, obrigado."
      "Eu preciso falar com sua filha," Eve comeou.
      "Ela est descansando. Eu browbeat ela em tomar um soother umas horas do par atrs." Como ela despejou, Caro apertou seus lbios junto. "Ela est lamentando para ele. A parte de mim est brava que ela podia lamentar para ele, dadas as circunstncias. Ela no  frgil qualquer um. Eu no levantei uma criana frgil. Mas ela  danificada por istopor todo. E com medo. Ns estamos ambos com medo."
      Ela distribuiu pelo caf, ento um prato de biscoitos dourados magros.
      "Voc deve ter algumas perguntas que voc precisa perguntar a mim. Voc no podia me entrevistar primeiro, d seu s um pouco mais de tempo para descansar?"
      "Diga a mim o que voc pensou sobre Blair Bissel."
      "O que eu pensei sobre ele, antes desta manh?" Caro ergueu sua xcara. Era um padro floral bonito. "Eu gostei dele, porque minha filha o amou. Porque por todos os aparecimentos ele a amou. Eu nunca senti tanto para ele como eu esperei sentir pena de escolha da minha filha de companheiro, que soa . . . conveniente dadas as circunstncias, mas no faz isto menos verdade."
      "Por que? Por que voc no gostou dele tanto como voc esperou ?"
      "Isto  uma boa pergunta, e difcil de responder com particulares. Eu imaginei quando ela casou, que eu adoraria seu marido, muito como eu poderia ter amado um filho. Mas eu no fiz. Eu o achei agradvel e divertido, considerado e inteligente. Mas . . . fresco. Em algum nvel interno, esfrie e distante."
      Ela anotar sua xcara novamente, sem beber. "Era minha esperana que eu teria netos, quando eles estavam prontos. E minha esperana secreta, um eu nunca compartilhado com Reva, aquele quando os netos vieram para que eu acharia que amar para Blair."
      "E seu trabalho?"
      " necessrio para ser honrado agora, no ?" Existia, para s um momento, um centelhar em seus olhos. "Eu podia nunca ser honrado antes. Prepstera, ocasionalmente ofensiva, e muito freqentemente imprpria. A arte devia ficar freqentemente assombrosa, e at imprpria, eu suponho. Mas eu sou mais tradicional em meus gostos. Ele fez muito bem, entretanto."
      "Reva me atinge como um urbanite. O que ela est fazendo em uma casa em Queens?"
      "Ele quis isto. Uma grande casa, em seu prprio estilo. Eu admito quebrou meu corao um pouco para ter ela mover at que longe. Ns sempre temos sido muito fechamos. Seu pai no tem sido parte de nossas vidas desde que ela tinha doze anos."
      "Por que?"
      "Ele preferiu outras mulheres." Ela disse isto sem qualquer rastro de amargura. Sem, Eve notada, qualquer rastro de qualquer coisa. "Parece minha filha era atrada para o mesmo tipo de homem."
      "Ela viveu mais distante longe de voc uma vez, durante seu tempo com o Servio Secreto."
      "Sim. Ela precisou espalhar suas asas. Eu estava muito orgulhoso sua, e extremamente aliviou quando ela se aposentou e recuou, entrou em R e D. Seguro, eu pensei." Lips tremido do Caro. "Tanta mais segura para minha menina."
      "Reva j conversa sobre ela trabalhou com voc?"
      "Hmm? Oh, de vez em quando. Ns ramos freqentemente envolvidos, em nossos modos diferentes, nos mesmos projetos."
      "Ela discutiu com voc o projeto que ela  envolvida com agora?"
      Caro levantou sua xcara novamente, mas Eve viu o rpido alargando de seus alunos. "Eu imagino envolvido da Reva em vrios projetos no momento."
      "Voc sabe o que eu estou conversando sobre, Caro."
      Este tempo existia uma linha de lnguido de confuso entre suas sobrancelhas, e um olhar rpido em Roarke. "Eu no estou em liberdade para discutir quaisquer dos projetos em desenvolvimento por Indstrias Roarke. At com voc, Tenente."
      "Est tudo bem, Caro. O tenente est ciente do Cdigo Vermelho."
      "Entendo." Mas era claro para Eve que ela no fez. "Eu tenho conhecimento para certos detalhes em qualquer projeto com este nvel de sensibilidade. Como admin do Roarke, eu ajudo em reunies e contratos de reviso, avalie pessoal. Esta so parte de meus trabalhos. Ento sim, eu estou ciente do cabealho da projeto Reva."
      "E o dois de voc discutiu isto."
      "Reva e eu? No. Ns no falaramos deste, quaisquer detalhes disto. Com Cdigo Vermelho, todos os dadosverbais, eletrnicos, holgrafostodos os arquivos, todas as notas, toda intel permanece nvel superior. Eu discuti este com ningum, at agora, mas Roarke ele mesmo. No escritrio. Isto  segurana global, Tenente," ela disse com desaprovao viva em seu tom. "No  conversa de caf."
      "Eu no estou educando isto para suco em cima os biscoitos."
      "Eles so grandes biscoitos," Peabody piped em cima, e ganhou uma carranca de Eve. "Eu aposto que voc consegue eles de uma padaria."
      Caro sorriu um pouco. "Sim, eu fao."
      "Ns sempre tivemos biscoitos frescos na casa quando eu era uma criana. Agora que ns somos crescidos, minha me ainda tem eles ao redor. Hbito," Peabody disse, e tomou outra mordida. "Voc provavelmente sempre teve eles ao redor quando Reva era uma criana."
      "Eu fiz."
      "Eu acho especialmente quando voc estiver levantando uma criana por conta prpria, voc tende a ser ntimo, e uma me chega a ser at mais protetora."
      "Provavelmente." A dureza em voz do Caro, em seu idioma de corpo relaxado. "Entretanto eu tentei, sempre, dar seu quarto. Independncia."
      "Ainda se preocupa, como voc disse. Como quando ela era com o Servio Secreto. Provavelmente preocupado algum, tambm, como mes fazem, quando ela ficou srio sobre Blair."
      "Sim, um pouco. Ainda, ela estava uma mulher crescida."
      "Minha me sempre disse que ns podemos conseguir to velho quanto ns queremos, ela est quieta nossa me. Voc correu Bissel, Sra. Ewing?"
      Caro comeou a falar, ento esvaziado e olhou fixamente duro na janela. "Eu . . . ela  minha s criana. Sim. Eu tenho vergonha de dizer que eu fiz. Eu sei que eu perguntei a voc especificamente no ," ela disse para Roarke. "Fez um ponto disto, at um assunto dele com voc."
      "Eu fiz dois nveis de qualquer maneira."
      "Bem, claro. Claro, voc fez." Sua mo tremulada para seu rosto, ento retirado-se em seu colo. "Ela era um empregado, afinal." Ela suspirou agora. "Eu soube que voc faria tanto. Voc tem que proteger voc mesmo, seu ."
      "Eu no estava s pensando sobre eu mesmo, Caro, ou meu ."
      Ela alcanou, tocada sua mo. "No, eu sei isto. Mas eu tambm conheci, porque eu pergunteibem, exigiu, realmentevoc no iria mais fundo que isto. E eu jurei para eu mesmo que eu no iria. Eu no absolutamente interferiria em tal underhanded modo com vida da minha filha. Ento eu fiz. Outro nvel cheio. E eu usei seus recursos para fazer isto. Eu terrivelmente sinto muito."
      "Caro." Ele levantou sua mo, beijados seus dedos suavemente. "Eu estava perfeitamente ciente do que voc fez. Eu no tive nenhum problema com isto."
      "Oh." Ela alarga um risada trmulo. "O quo tolo de mim. Notavelmente."
      "Como voc podia fazer isto, Me?" Reva andou no quarto. Seus olhos eram saqueados, seu cabelo disordered de dorme. "Como voc podia ir atrs de minhas costas que modo?"
      
      
      5
      
      Roarke chegou a seus ps e moveu muito suavemente, ento sutilmente entre me e filha, Eve perguntou-se se algum notasse que ele colocou ele mesmo como proteo do Caro.
      "No que diz respeito a esse assunto, Reva, ento fez eu, v atrs de suas costas, como ele era."
      "Voc no  minha me." Ela mordeu as palavras fora de  medida que ela avanou, e Roarke simplesmente trocou seu corpo sem parecer mover mesmo.
      "Que significaria, ao todo, eu tive menos de um direito." Ele falou facilmente, tirando seu caso de cigarro de seu bolso. O gesto, Eve notada, Reva Distrada. Se s para um momento. "Voc se importa, Caro?" Ele perguntou, muito agradvel.
      "No." Agitou, ela procurou, ento ergueu-se. "Eu conseguirei um cinzeiro."
      "Obrigado. Claro que voc podia dizer que eu fiz a corrida bsica em Blair como seu empregador. E isso seria verdade." Ele iluminou o cigarro. "Verdadeiro suficiente, mas no completamente verdade. Voc  um amigo meu, como  sua me, de forma que era outro fator."
      A cor estava montando alta em bochechas da Reva, uma greve de temperamento cheio no flashpoint, feito no menos voltil pelo fato que ela era empacotada em uma bata de ptala rosa e vestindo meias cinzas espessas. "Se eu no posso ser confiado "
      "Voc eu confio, e sempre tenha, Reva. Ele eu no soube, ento por que eu devia ter o confiado? Ainda, eu no fui alm de dois estabiliza-me de respeito por sua me."
      "Mas no para mim, no por respeito a mim. Qualquer um de vocs," ela disse com um furioso olha para sua me como Caro voltou com um prato de cristal pequeno. "Voc era spying nele, averiguando ele, e o tempo todo voc estava fazendo planos do casamento, fingindo ter muito prazer em para mim."
      "Reva, eu tinha muito prazer em para voc," Caro comeou.
      "Voc no gostou dele, voc nunca gostou dele," Reva cuspiu fora. "Se voc pensar que eu no soube voc"
      "Desculpe. Se voc quiser entrar em uma briga de famlia, ter que esperar." A Eve fingida sair seu registrador quando Reva chicoteou ao redor em direo a ela. "As investigaes de homicdio tomam precedncia. Voc j foi lido seu direitos"
      "Voc concordou em dar a mim dez minutos," Roarke lembrou a ela. "Eu tomarei isto agora."
      Eve encolhida os ombros. "Um negcio  um negcio."
      "Caro, existe em algum lugar privado que eu podia ter alguns momentos com Reva?"
      "Sim. Voc podia usar meu escritrio. Eu s mostrarei a voc"
      "Eu sei onde est." Girando suas costas para Caro, Reva stalked longe. O resultar silncio era pontuado pelo violento bater de uma porta.
      "Eu muito sinto muito." Caro se sentou novamente, dobrada ela entrega seu colo. "Ela est compreensivelmente chateada."
      "Certo." Eve olhou de relance em sua unidade de pulso. Dez minutos eram todo Roarke iria conseguir.
      Em escritrio do Caro, com seu aerodinmico D e centro de C em cima de um antiga rosewood escrivaninha, Reva permaneceu to rgido quanto um prisioneiro vendado aguardando execuo. "Eu estou to bravo com ela, com voc. Com toda fucking coisa."
      "Bem, existe um boletim. Por que voc no se senta, Reva?"
      "Eu no quero me sentar. Eu no me vou sentar. Eu quero esmurrar algo, chute algo. Quebre algo."
      "Faa o que voc precisa fazer." Seu tom estava chateado, um verbal encolha os ombros que causou cor envergonhada para rebelar-se e juntar-se o rubor de temperamento da Reva. "Isto est entre voc e Caro, como estas so suas coisas. Quando voc terminou seu acesso de raiva, voc pode se sentar e ns conversaremos gostamos de adultos razoveis."
      "Eu sempre odiei aquele sobre voc."
      "O que  isto?" Ele perguntou e tomou um lento prolongar seu cigarro.
      "Aquele controle seu. Aquele gelo voc usa em vez de sangue em suas veias."
      "Ah, isto. A tenente pode dizer a voc existe tempos quando at meu controle surpreendente e maravilhosamente at temperamento falha. Ningum estala nossa compostura gostar de bastante algum que ns amamos."
      "Eu no disse que voc teve um at temperamento, maravilhoso ou caso contrrio," ela secamente disse. "Existe ningum mais assustador, ou mais mdio. Ou mais amvel." Sua respirao engatada, forando ela a tomar um trago de ar, ou soluce. "Eu sei que voc tenha que me despedir, e que voc vai tentar fazer isto suavemente. Eu no estou bravo sobre isto. Eu no posso culpar voc isto. Se ele fizer coisas mais fceis, menos sujas, eu renunciarei."
      Ele tomou outro arrastar, ento bateu o cigarro fora no pequeno prato de cristal que ele trouxe para dentro com ele. "Por que eu precisaria despedir voc?"
      "Eu fui carregado com assassinato, pelo amor de Deus. Eu estou fora sob fiana, o tipo de fiana que vai exigir que eu venda minha casa e quase tudo outro que eu possuo. Eu estou vestindo isto."
      Ela disparou uma mo, seus dedos fisted apertado abaixo da pulseira de acompanhamento de prata enfadonha em seu pulso.
      "Eu suponho  demais para pedir eles para fazer aquelas coisas at remotamente elegantes."
      No comentrio, ela podia s olhar fixamente para ele. "Eles sabem se eu caminhar do lado de fora para ir para o canto deli. Eles sabem que eu esteja chateado agora mesmo porque eles podem ler minha taxa de pulsao.  s uma priso sem a gaiola."
      "Eu sei isto, Reva. Eu sinto muito para isto. Mas a gaiola podia ser pior, um grande negcio pior. Voc  no vender sua casa, ou qualquer outra coisa. Eu emprestarei a voc o dinheiro. Feche," ele ordenou at como ela abriu sua boca. "Voc tomar isto porque eu estou dizendo a voc para tomar isto.  um investimento para mim. E quando isto for clareado e voc ser exonerado, eu terei isto de volta. Ento voc livrar-se do que eu considero um interesse de feira no emprstimo."
      Ela se sentou, soltando sobre a pouca cadeira de amor ao lado dele. "Voc tem que me despedir."
      "Voc est dizendo a mim como correr meus prprios negcios agora?" Seu tom estava frio, deliberadamente muito. "Porm estimou um empregado que voc , eu no tomo ordens de voc."
      Ela se debruou adiante, cotovelos em joelhos, e cobertos seu rosto com suas mos. "Se isto  para amizade"
      "Parcialmente, claro. A amizade e afeto eu tenho para voc e para Caro. Tambm  um assunto de que voc sendo uma parte muito importante de Securecomp. E aparte disto, eu acredito em que voc seja inocente, e confiana minha esposa para provar isto."
      "Ela  quase to assustadora quanto voc."
      "E ela pode ser mais isso, em certas reas."
      "Como podia eu ser to estpido!" Sua voz estava oscilando novamente, lgrimas que vislumbram nisto. "Como eu podia ser tal bobo?"
      "Voc no era estpido. Voc o amou. O amor deveria fazer ns bobos, ou o que  o ponto disto? Puxe voc mesmo junto agora. Ns no temos muito tempo, para acredite me em, quando meu policial disser dez minutos, ela quer dizer dez. O programa de exterminao e proteo, Reva, o Cdigo Vermelho."
      "Sim." Ela cheirou, enxuta ela d seu rosto para secar isto. "Ns somos fechar, quase l. Todos os dados esto na unidade assegurada em meu escritrioduplo passcoded e bloqueado. Cpias auxiliares na abbada, codificou. O mais recente era mo-entregua para seu escritrio ontem. Tambm codificou. Tokimoto pode suportar isso acima de. Ele  a melhor escolha. Eu posso sumrio ele nas reas que ele no sabe, ou voc pode. Provavelmente melhor se voc bater LaSalle em cima segundo-no comando nisto. Ela  to esperto quanto Tokimoto, s no to criativo."
      "Voc j mencionou o projeto para seu marido?"
      Ela esfregou seus olhos, ento piscaram eles. "Por que iria eu?"
      "Pense cuidadosamente, Reva. Alguma meno disto, porm casual?"
      "No. Eu poderia ter dito algo como eu tive um quente e era por isso que eu estava pondo em algumas horas extras. Mas nada especfico.  Cdigo Vermelho."
      "Ele perguntou a voc sobre isto?"
      "Ele no pode perguntar a mim sobre que ele no sabe," ela respondeu em um tom apertado com impacincia. "Ele era um artista, Roarke. Seu s interesse em meu trabalho pertencido para como eu projetaria e implementaria segurana para nossa casa, e seu trabalho."
      "Minha esposa  um policial, e no podia estar menos interessado em meus negcios. Mas ocasionalmente, para forme de qualquer maneira, ela pergunta sobre isto. Como era seu dia, o que so voc trabalhando em, aquele tipo de coisa."
      "Certo, certo, certo. Eu no estou conseguindo isto."
      "No , ou qualquer outro, pergunta a voc sobre este projeto, Reva?"
      Ela se debruou de volta. Seu rosto era plido novamente, ela verbaliza magro e cansado. "Eu acho que ele poderia ter. O que  to quente sobre este aqui, algo assim. Eu teria dito a ele que eu no podia conversar sobre isto. Ele poderia ter me arreliado sobre isto. Ele s vezes fez isto. Segredo superior, silencie-silencia. Minha esposa, o agente secreto ou algo."
      Seu lbio tremeu de forma que ela afundou seus dentes nisto, atrs algum controle. "Ele saiu de em espionagem, espio amado vids e jogos. Mas se ele dissesse qualquer coisa que era s engraado. Voc sabe como . Os amigos poderiam fazer o mesmo de vez em quando, mas eles no estavam realmente interessados."
      "Felicidade, por exemplo?"
      "Sim." E agora aqueles teary olhos abertos, foram quentes. "Ela era tudo sobre arte, moda, socializando. Cadela furtiva. Ela diria que coisas gostarem como podiam eu permanecer sendo furado em cima em um pouco de lab o dia todo, inteis com cdigos e mquinas. E o que ento era condenar interessante sobre isto? Mas eu nunca discuti detalhes, nem mesmo nos projetos secundrios. Violaria o contrato de confidncia."
      "Certo."
      "Voc est pensando morto do Blair e eu estou nesta dificuldade por causa do Cdigo Vermelho? Isto s no  possvel. Ele no soube nada, e ninguma sem liberao soube que eu estava nisto."
      "Pode ser muito possvel, Reva."
      Sua cabea empurrada ao redor. Antes dela poder falar, existia um golpe vivo na porta. "Tempo est em cima," Eve gritada.
      Ela abriu a porta da mesma maneira que Reva estava conseguindo devagar para seus ps. Lendo expresso da Reva, Eve movimentada a cabea em Roarke. "Eu tomo isto que voc deitou a base."
      "Ele soube que ela estava trabalhando em um projeto nvel superior, mas os detalhes no eram discutidos."
      "Isto no pode ter qualquer coisa para fazer com que aconteceu para Blair," Reva insistiu. "Se isto um terrorista era batido, por que eles no viriam depois de mim, ou voc?" Ela disse para Roarke. "Ou algum membro ativo do time?"
      "Vamos tentar descobrir," Eve sugerida. "Volte aqui assim ns podemos atingir este todo o uma vez, para todo mundo."
      "Quais mata Blair realizar?" Reva se apressou fora atrs de Eve. "No afeta o projeto."
      "Conseguiu que voc registrou em um homicdio duplo, no fez isto? Sente-se. Quando seja a ltima vez qualquer um de que voc estava em estdio do Bissel?"
      "Meses para mim," Caro respondeu. "Eu estava l ltimo fonte. Abril? Sim, eu estou certo que era abril. Ele quis me mostrar ao manancial que ele estava trabalhando em para o aniversrio da Reva."
      "Eu estava l no ltimo ms," Reva disse. "Incio de agosto. Eu fui l depois do trabalho para o encontrar. Ns estvamos indo para uma festa de jantar em da Felicidade. Ele passou me sem tocar, e eu subi, esperados alguns minutos enquanto ele terminou de mudar."
      "Passou sem tocar voc?" Eve iniciada.
      "Sim. Ele era um manaco sobre sua segurana de estdio. Ningum, mas ningum conseguiu o passcode."
      "Voc deu a mim o passcode."
      Reva esvaziou, passada sem tocar sua garganta. "Eu acessei istonaquela mesma visita. Eu no acabava de no poder resistir. E pareceu como o tempo perfeito para campo testar um novo scanner de segurana que ns estvamos trabalhando em. Ento eu acessei o cdigo, testou isto, e conseguiu liberao. Ento eu reajusto a segurana, e telefonada para Blair. Eu no disse a ele porque teria o irritado."
      "Voc j subiu l quando ele no estava ao redor?"
      "Para que?"
      "Cutuque ao redor, veja o que ele era at."
      "Eu nunca espionei nele." Ela enviou um olhar longo em direo a Caro. "Eu nunca espionei nele. Talvez eu devia ter, talvez se eu tivesse que eu teria sabido sobre ele e Felicidade longa atrs. Mas eu respeitei seu espao e seu isolamento, e esperaram o mesmo dele."
      "Voc soube sobre ele e Chloe McCoy?"
      "Quem?"
      "Chloe McCoy, Reva. A coisa jovem bonita quem trabalha em sua galeria?"
      "A pequena rainha de drama?" Ela riu. "Oh, por favor. Blair possivelmente no podia ter . . ." Ela diminuiu como o fresco, dirija olha teve sua barriga tremendo. "No. Ela  dificilmente mais que uma criana. Ela est ainda em academia, pelo amor de Deus." Ela se enrolou em uma bola e balanada. "Oh Deus. Oh Deus."
      "Beb. Reva." Caro moveu depressa para se sentar ao lado de sua filha, embrulhe seus braos ao redor ela. "No chore. No chore acima dele."
      "Eu no sei se for acima dele, ou acima de mim. Primeiro Felicidade, e agora que isso desmiolado pequeno coed. Quantos outros?"
      "S leva um."
      Reva tornou seu rosto em pescoo da sua me. "Como me, como filha," Reva murmurou. "Se o que voc est dizer  verdade, Tenente, talvez ele era algum namorado ciumento que matou eles. Algum quem soube que eles estavam sendo enganados."
      "Isso no explica por que voc era atrado l em exatamente o tempo certo. No explica por que o passcodes no elevador para o estdio foi mudado em quase o mesmo tempo Blair Bissel e Felicidade Kade estava sendo assassinado. No explica por que os computadores em sua casa, em galeria e estdio do Bissel, e em casa do Felicidade Kadeque Feeney acabou de verificar"ela disse para Roarke"todos foram infetados com uma lombriga ainda no identificada que corrompeu todos os dados nisso."
      "Uma lombriga?" Ela afastou Caro. "Todos aqueles computadores, em todos aqueles locais? Corrompeu. Voc est certo?"
      "Eu examinei dois deles eu mesmo," Roarke disse a ela. "Existe toda indicao que eles eram infetados com a lombriga de Dia do juzo universal. Ns testaremos estar certos, mas eu sei o que procurar por."
      "No pode ser feito por distante. Ns sabemos que tem que ser feitos em local." Reva surgiu compassar. " uma falha no sistema. Tem que ser diretamente upload em uma das unidades em uma rede para infetar a rede. Exige um operador."
      "Est certo."
      "Se as unidades eram infetadas com o Dia do juzo universal, quer dizer algum conseguiu pela segurana. Em minha casa, na galeria, o estdio, em da Felicidade. Eu posso verificar aqueles sistemas. Eu projetei e instalei todos eles. Eu posso correr esquadrinho ver se eles fossem comprometidos, e quando."
      "Se voc correr o esquadrinhar, os resultados so inadmissveis," Eve disse a ela.
      "Eu correrei eles." Roarke esperou at que ela parou de compassar longo suficiente para olhar para ele. "Voc me confiar isto."
      "Condene direito. Tenente." Reva voltou, sentada na extremidade do sof. "Se isto se o que aconteceu ter algo para fazer com o projeto, quer dizer Blair era instalado, tambm. Era todos executado, todos pe junto assim eu iria correndo ali, ento contaria me com, para todo mundo como se Blair e Felicidade tinha sido amantes. Ele est morto por causa do que ele estava para mim. Eles esto ambos mortos por causa de mim."
      "Voc pode acreditar naquele se voc quiser. Me, eu prefiro lidar com a verdade."
      "Mas no existe nenhuma prova que ele era sempre infiel. Podia todos ser falsificado. As fotografias, a arrecadao, os discos. Ele podia ter sido seqestrado e levado para da Felicidade. Ele poderia ter sido . . ."
      Ela estava parando como os fatos, as linhas seculares, o peso empinado de sua fantasia comeou a fazer presso contra. "No faz qualquer sensao que modo. Eu sei isto. Mas ele no faz sentido qualquer outro modo qualquer um."
      "Faz sentido se Bissel no fosse s infiel com Felicidade Kade e Chloe McCoy, mas se os terroristas acreditaram em que ele teve intel. Mais sinta ainda se eles tivessem razo para acreditar nisto."
      "Porque eles pensam que eu converso com ele? Mas"
      "No. Porque ele conversou com eles."
      Ela empurrou de volta como se Eve teve a atingiu. "Isto no  possvel." As palavras terminaram em um coaxar. "Voc est dizendo que Blair teve conhecimento de, tido contato com este radical grupo terrorista? Que ele alimentou eles informaes? Isto  absurdo."
      "Eu estou dizendo que  uma possibilidade que eu vou explorar. Eu estou dizendo pessoa ou desconhecido de pessoas foi para muita dificuldade para matar Bissel e Kade e apontar o dedo em voc. E se isto tinha sido tomado como o crime clssico de paixo pareceu ser, aquelas unidades no receberiam mais que um olhar superficial."
      Ela esperou, s uma batida, como ela assistiu as possibilidades baterem para casa com Reva. "Seria assumido que voc, com seu conhecimento de computadores e seu temperamento, destruram eles fora de despeito. Que as mudanas em segurana em galeria do Bissel seriam consideradas um glitch."
      "Eu no enlato queeu no posso acreditar neste dele."
      "O que voc acredita ou no acredita  at voc. Mas se voc parecer mais fundo, se voc comear arrastar em todas as linhas, voc comea a ver existe muito mais aqui que uns assassinatos e um suspeito serviu at o Polis em um brilhante, lmina de prata."
      Reva levantou, caminhou para a janela larga que olhado acima do rio. "Eu no enlato que . . . Voc quer que eu acredite nisto, aceitar isto, e se eu fizer, quer dizer tudo era uma mentira. Direito desde o incio, era uma mentira. Ele nunca me amou. Ou ele me amou to pequeno, ele era seduzido por qualquer estas pessoas ofereceram a ele. Dinheiro, ou poder, ou apenas da excitao de tocar tecno-espionagem para real em vez de em VR. Voc quer que eu acredite nele me usou, explorado tudo que eu trabalhei, a confiana e respeito eu ganhei em meu campo."
      "Se voc olhar para isto diretamente,  sobre ele. No  sobre voc."
      Reva s desviou a vista da janela. "Eu o amei, Tenente. Talvez de onde voc est sentando isto  fraco de mim, e estpido de mim, mas eu o amei, o modo que eu nunca amei qualquer outro. Se eu aceitar tudo isso, eu tenho que deixar vai disto, e tudo quer dizer para mim. Eu no estou priso certa  qualquer pior."
      "Voc no tem que acreditar em qualquer coisa, ou aceite qualquer coisa. Isto  sua escolha. Mas a menos que voc queira descobrir se priso  qualquer pior, voc cooperar. Voc submeter para Prova de Verdade, nivele trs, amanh em oh oitocentos. Voc concordar em cheio psiquitrico eval pelo psiquiatra departamental, e voc instruir seus advogados para passar sem tocar todos os seus registros. Todos eles, e aqueles de seu marido. Se existem quaisquer registros fechados hermeticamenteou seu ou seuvoc nos autorizar para quebrar eles."
      "Eu no tenho qualquer ," Reva suavemente respondeu.
      "Voc era Servio Secreto. Voc ter ."
      Ela voltou, e seus olhos eram ofuscados como uma mulher que vive em um sonho. "Voc  certo. Desculpe. Eu autorizarei."
      "E seu," Eve disse para Caro.
      "Por que sua?" O ressentimento antigo era esquecido como ela saltou para defesa da sua me. "Ela no  parte deste."
      "Ela  conectada a voc, para a vtima, e para o projeto."
      "Se voc pensar que ela poderia estar em perigo, ela devia ter proteo."
      "Eu vi para isto, Reva," Roarke declarou, e ganhou um olhar rpido, surpreendido de Caro.
      "Voc poderia ter mencionado isto," ela murmurou, ento suspirou. "Mas eu no discutirei. E eu cuidarei da autorizao imediatamente."
      "Bom. Enquanto isso, voc dois pensa, volte acima de quaisquer conversaes que voc poderia ter tido com uma ou outra vtima, ou qualquer outro no que diz respeito a esse assunto, sobre trabalhe. Particularmente este Cdigo Vermelho. Eu estarei em toque."
      A Eve comeou para a porta, mas Roarke demorou outro momento. "Consiga um pouco de resto, voc dois. Tome amanh se voc precisar disto, mas eu espero que voc dois de volta para trabalhar o dia seguinte." Ele olhou de relance acima de em Eve. "Algum problema com isto, Tenente?"
      "No para mim. Isto seja seu negcio."
      "Obrigado, Tenente. Detetive"Caro abriu a porta"eu espero que voc consiga alguns resto vocs mesmos."
      "Ns chegaremos a isto."
      A Eve esperou at que eles estavam no elevador e cabealho abaixo antes dela falar com Peabody. "Isso era uma boa corcunda sobre Caro rodando Bissel. Como voc viria para isto?"
      "Ela me atinge como uma mulher completa e uma me completa. Ela no fez muito gostar de Bissel."
      "Eu consegui aquela parte."
      "Ento, ela no faz muito gostar dele, mas ela ama sua filha e quer sua filha para ter o que ela quer. Ainda, ela quereria estar certo ele era o que ele disse que ele era. Ela teve que olhar."
      "E ela pareceu funda suficiente que voc figuraria que ele diretamente era." Eve movimentada a cabea. "Boa captura, ainda que voc preparar o caminho para isto com biscoitos."
      "Eh, eles eram realmente bons biscoitos."
      "Ganhou voc o resto do dia. V para casa, tenha algum sono."
      "Seriamente?"
      "E relatrio para meu escritrio de casa s setecentos. Em ponto."
      "Com sinos em."
      Ela olhou abaixo em colorido airsneaks do Peabody. "No me surpreenderia."
      "Eu posso pr em um par mais horas se voc quiser continuar empurrando."
      "Nenhum de ns vamos fazer a investigao muito boa se ns estivermos adormecidos em nossos ps. Deixe seja batido ele fresco de manh."
      "Tome meu carro," Roarke ofereceu olhos do e Peabody tudo menos estalada fora de sua cabea e sobre seus sapatos.
      "Realmente? O que  isto, ser bom para dia de Peabody?"
      "Se ele no for devia ser. Voc me salvar de ter que ter isto levantado, como eu gostaria de montar com o tenente."
      "Bem, qualquer pequena coisa eu posso fazer."
      Ele deu seu o cdigo, e assistido com diverso como ela passeou fora de. Ento se favoreceu com um pouco boogie dana em torno da quente vermelha de mais esporte.
      "Voc sabe que ela no vai repelir seu lugar, no imediatamente." Assistindo Peabody tem muito prazer em dana, Eve fisted suas mos em seus quadris. "Ela vai tirar isto na auto-estrada ou o posto, abra aquele ridiculous motor, e acabar em algum lugar em Nova Jersey, explicando para algum trfico droid que ela  um policial, e em alguma tarefa falsa. Ento ela lega carambola de volta para a cidade, seja puxado de novo, e d a eles a mesma histria."
      "Carambola?"
      "Isto  o som que brinquedo seu faz. Rom de CA. Ento quando McNab sair de de turno, ele a conversar em deixar ele tirar isto, e eles sero puxados de novo, tenha que relampejar seus distintivos. E se qualquer do trfico droids interface, voc vai conseguir tagged e tem que explicar por que um indicador de veculo para voc est sendo usado por um par de detetives da cidade idiotas."
      "Soe como diverso para todo mundo. Em voc vai, Tenente. Eu dirigirei."
      Ela no discutiu. A falta de sono entorpeceu seus reflexos, e trfico estavam comeando a aquecer.
      "Voc era a severo com," ele comentou como ele cutucou a unidade de polcia longe do meio-fio.
      "Se voc conseguisse um problema com minha tcnica, arquive uma reclamao de maldio."
      "Eu no fao. Ela precisou de voc para ser a severo com. E quando ela conseguir seus ps debaixo dela novamente, ela respeitar isto. Ela tambm empurrar de volta."
      A Eve esticou como melhor ela podia, e feche seus olhos. "Isso no mese preocupa."
      "No iria. Eu penso que voc gostar de seu melhor quando ela comear a empurrar."
      "Eu no disse que eu no gostei dela."
      "No, mas voc pensa que ela  fraca e ela no ." Ele leu rapidamente uma mo, ligeiramente, acima de cabelo da Eve. "Voc pensa que ela  tola, e ela no . O que ela ,  agitada, em todo nvel, e lamentando para um homem ela sabe, no caroo, no  merecedora daquele pesar. Ento ela lamenta ao invs para a iluso. E isto, eu penso, poderia ser at mais torcendo."
      "Se voc acabasse desnudo e morto com outra mulher, eu faria o rumba em seu cadver."
      "Voc no pode fazer o rumba."
      "Eu tomaria lies primeiras."
      Ele riu, esfregou um dar sua coxa. "Voc poderia muito bem, no que voc j conseguir a chance. Mas voc tambm lamentaria."
      "No daria a voc a satisfao," ela murmurou, metade adormecida. "Voc enganando fuckwit putz."
      "Voc lamentaria na escurido e chamaria meu nome."
      "Chame seu nome certo: Como coisas esto em inferno, voc dickless bastardo? E eu riria e riria. Isto  como eu chamaria seu nome."
      "Cristo Jesus, Eve, eu amo voc."
      "Sim, sim." E ela smirked em seu sono. "Ento eu pus todos seus sapatos preciosos no reciclador, tome seus ternos de fantasia e queime eles em um celebrational fogo, e excluir Summerset de minha casa em seu asno sseo. Depois de que eu faria uma festa onde ns beberamos todo seu vinho e usque caro. E depois de que eu contrataria dois, nenhum trs, do LCs superior nos negcios para vir depois de e prazer me."
      Quando ela notou o carro era parado, ela piscou seus olhos abrem e viram que ele estava olhando fixamente para ela. "O que?"
      "S acontece para mim que voc deu este assunto muito pensamento."
      "No, para falar a verdade no." Ela rolou alguma da dureza fora de seus ombros e bocejou. "Isso tudo acabou de vir para mim em um grande amonto. Onde eu pararia?"
      "Sendo pleasured por trs LCs. Eu assumo que voc tem necessidade trs a fim de ser pleasured no estilo para que voc ficou acostumado nos ltimos anos do par."
      "Sim, voc pensaria que isto. Certo, depois da orgia, eu comearia em seus brinquedos. Primeiros, eu iria . . ." Ela cessou bruscamente, estreitados seus olhos como ela enfocou fora a janela de carro. "Engraado, isso no parece com Central."
      "Voc pode trabalhar de casa, e planeje meu comemorativo daqui tambm. Depois de ns dois ter algum sono."
      Ele saiu, veio a si, e abriu sua porta porque ela no moveu. "Eu no atualizei meu relatrio, ou verificado em com o chefe."
      "Que pode ser feito daqui, tambm." Ele simplesmente alcanou em, juntada ela em cima, e a atirou acima de seu ombro.
      "Voc pensa que este tudo  machista e sensual, certo?"
      "Eu penso que  expediente."
      Ela decidiu tocar possum quando ele entrou a casa. Pelo menos aquele modo que ela no teria que falar com Summerset. Mas quando ela ouviu o som irritante de sua voz que ela desejou que ela pudesse atarraxar em cima suas orelhas to convenientemente quanto ela podia seus olhos.
      "Ela  ferida?"
      "No." Roarke trocou seu equilbrio como ele recomeou atividades os degraus. "S cansado."
      "Voc parece cansado voc mesmo."
      "Eu sou. Segure algumas transmisses que emergncias por no so as prximas horas, no ? E qualquer coisa isto no  prioridade por uma hora alm disto."
      "Eu irei."
      "Eu precisarei falar com voc sobre vrios assuntos depois disto. Ponha em cima segurana cheia, e fique na casa at que eu faa."
      "Muito bem."
      Porque ela abriu um olho, ela viu carranca preocupada do Summerset na frente de Roarke girar no topo dos degraus.
      "Ele neste Cdigo Vermelho?"
      "Ele sabe um grande negcio sobre um grande negcio. Algum olhando para mim olharia para ele." Ele inicializou a porta fechada atrs dele, ento subjugado para a esvaziar na cama.
      "Eu acho que voc parea cansado." Ela angulada sua cabea como ela estudou seu rosto. "Voc quase nunca faz."
      "Sido um dia longo, ao redor. Botas fora de."
      "Eu posso conseguir minhas prprias botas." Ela escovou suas mos longe. "Lide com seu prprio."
      "Ah sim, um par de meus sapatos preciosos, logo condenado para o reciclador."
      Ela teve que admitir, ele teve um grande sorriso. "Se voc no assistir seu passo, camarada."
      Ela desnudou-se fora das botas, a jaqueta, seu equipamento de arma, ento rastejada na cama.
      "Voc dormiria melhor sem as roupas."
      "Voc consegue idias quando eu for desnudo."
      "Querida Eve, eu consigo idias quando voc estiver vestindo armadura de revolta. Tudo que eu sou depois de ser um pouco de dormir, eu prometo voc."
      Ela meneou fora da cala jeans, a camisa, ento deu a ele uma carranca falsa quando ele deslizou em ao lado dela, desenhou ela contra ele. "At no pense sobre atrativo thrusters."
      "Quieto." Ele beijou o topo de sua cabea, aconchegada ela em. "V dormir."
      Porque ela era morna, confortvel, e sua cabea era perfeitamente pillowed em seu ombro, ela fez. Um momento depois que ele sentiu ela flutuar fora de, ele seguido.
      ***
      Como coisas podiam ter ido to erradas? Como ele podia ter se quebrado quando era todos to perfeito, ento meticulosamente planejaram? E executado, ele lembrou ele mesmo como ele se amontoou na escurido.
      Ele fez tudo direito. Absolutamente tudo. E agora ele era atrs de portas bloqueadas e janelas sombreadas, em medo para sua vida.
      Sua vida.
      Existe um engano. Isso teve que ser isto. Algo deu errado, em algum lugar. Mas ele no fez nenhuma sensao.
      Ele acalmou ele mesmo com goles lentos de usque.
      Ele no cometeu um engano. Ele entrou no brownstone em exatamente o tempo certo. Sua pele fechado hermeticamente, suas roupas protegidas pelas magras, claro lab terno, e seu cabelo coberto com um de zero contaminao skullcap. No existiria nenhum rastro dele dentro da casa.
      Ele verificou a casa droid para verificar tinha sido fechado pela noite. Ento ele foi de cima. Deus, como seu corao bateu. Ele tem medo, quase com medo, ele emendou, que eles poderiam ouvir a batida selvagem dele acima da msica, acima de seus prprios gemidos como eles tm fucked.
      Ele teve o stunner em sua mo, o apunhalar a envoltura em seu cinto. Ele gostou do modo que a envoltura bateu contra sua coxa. Antecipao.
      Ele moveu depressa, da mesma maneira que planejado. Da mesma maneira que ele praticou. Uma atiradas entre as omoplatas, e o primeiro metade do objetivo era feito. Talvez, s talvez ele hesitou uma frao de uma segunda ento. Talvez, s talvez ele assistiu olhos da Felicidade, e pegaram o choque neles um momento antes dele ter rammed o stunner entre aqueles peitos bonitos.
      Mas ele no hesitou depois disto. Ele no teve.
      A faca agora, tirar ao de couro com um sensual pequeno assobia.
      Ento a matana. Suas primeiras matanas.
      Ele teve que admitir ele gostou disto. Mais, muito mais que ele esperou. O sentir da faca que dirige em carne, e a lavagem morna de sangue.
      To primitivo. To bsico.
      E ento, bem, fcil, ele meditou como o usque acalmou seus nervos. To fcil uma vez que voc iniciou.
      Ele fixou a fase ento, e ele tem sido muito, muito cuidadoso. To cuidadoso, to preciso, ele tem estado apenas terminado quando Reva chegou, quando seu alarme quietamente buzinou para sinalizar ela comeou a desimpedir a segurana.
      Mas ele ficou tranqilo, ele ficou fresco. Muda como uma sombra, ele pensou com algum orgulho, como ele esperou por ela entrar no quarto.
      Ele teve sorriu abertamente quando ela marchou para a cama, vomitando temperamento? Talvez ele teve, mas no afetou sua apresentao.
      Um spray rpido do anestsico, e ela tem estado fora.
      Ele adicionou alguns toques l. Gnio, realmente. Arrastando ela no banho para conseguir sua impresso digital na pia, smearing um pouco de sangue em sua camisa. E ele pensou que a faca apunhalada no colcho falou para ele mesmo.
      Era assim Reva, afinal.
      Ele deixou a porta da frente entreaberta, da mesma maneira que planejada, quando ele partiu. Ela devia ter estado fora longa suficiente para segurana a achar no cheque de rotina. Certo, certo, talvez que tinha sido um erro de clculo pequeno. Ele no pulverizou suficiente, ou ele desperdiou um pouco de tempo com os toques extras.
      Mas at que no devia importar. Ela era carregada. Blair Bissel e Felicidade Kade estava morto, e ela era o nico suspeito.
      Ele devia ter estado fora at agora. Suas contas que estouram com dinheiro fresco. Ao invs, ele estava um homem marcado.
      Ele teve que cair fora. Ele teve que proteger ele mesmo.
      Ele no era nem seguro aqui. No completamente seguro. Mas ele podia consertar isto. Ele podia consertar isto, ele percebeu, e sentado em cima como as nuvens de medo e piedade prpria comearam a claro. E resolva algum do financeiro aperta ao mesmo tempo.
      Ento ele lidaria com o resto.
      Um pouco mais de tempo para pensar, e ele lidaria com isso tudo.
      Mais fixa, ele rosa para despejar mais usque, e planejar seus prximos passos.
      
      
      6
      
      A Eve estava s quando ela despertou, e um cheque rpido a mostrou a que ela dormiu uma metade hora mais longa que ela pretendeu.
      Muito embriagado para amaldioar, ela rastejou fora da cama, tropeado para o AutoChef, e conseguiu caf. Ela levou isto com ela para o chuveiro, pedida gua em cheia s cem e uma, ento glugged abaixo cafena enquanto a gua quente batida nela.
      Ela era a meio caminho por com a enorme assalta quando ela percebeu que ela estava ainda vestindo sua roupa ntima.
      Agora ela amaldioou. Depois de abaixar o resto do caf, ela descascou o tanque e calcinha e lanou eles em monto de um ensopar no canto do chuveiro.
      Morto philandering marido e amante, ela pensou. Ambos conectado ao mundo de arte. Conexo possvel para tecno-terroristas. Lombriga de computador super. Segurana comprometido em vrias reas. Preplanned emoldura em perito de segurana em carga de programa de exterminao e proteo em desenvolvimento.
      Qual era o ponto da armao? Outra pessoa aumentar para o prato. Ningum era indispensvel.
      Ela se preocupou isto, prestidigitou isto, tranado isto ao redor, e no gostou de quaisquer dos padres to formados. Por que algo era to limpo e liso to malfeito uma vez que voc chipped fora do brilho?
      Ainda que o caso era tratado como um crime direto de paixo, ainda que Reva Ewing era carregado, tentou, condenou, e gastou o resto de sua vida em uma gaiola, o que ele realizou?
      Ela estava em sua segunda xcara de caf e outro mental examina- quando Roarke caminhou no quarto.
      "Algum quer que voc tome um golpe importante ruim o suficiente para matar duas pessoas e emolduram um empregado?" Ela perguntou.
      "Existem todos os tipos das pessoas no mundo."
      "Sim,  disso que esteja errado com o mundo. Existem pessoas nisto. Mas existem caminhos mais fceis atarraxar com voc que assassinato duplo. Eu no penso que voc  isto."
      "Bem, eu sou quebrado. Eu estava to certo que eu era isto para voc."
      "Mas voc podia ser isto, em um pouco de nvel. As Indstrias Roarke podiam, ou mais especificamente Securecomp. Ns teremos que tocar com que algum. Mas primeiro eu quero que um mais ntimo olhar para as vtimas."
      "Eu comecei as corridas para voc. Eu estava em cima," ele disse quando ela carranca nele. "Agora que ns dois somos, eu estou pensando seriamente sobre comida."
      "Voc ter que ter isto em meu escritrio."
      "Naturalmente."
      "Voc  bonito agradvel."
      "No, realmente, s faminto."
      Porque ele era, ele ordenou em cima bifes em seu escritrio. "Voc pode ter um olhar para a vida e os tempos de Blair Bissel enquanto voc come. Computador, dados em tela uma."
      "Algum ?"
      "No. Pelo menos nenhum que mostra."
      "O que voc quer dizer, nenhum que mostra?"
      "S que  todos muito, muito limpo. Veja por voc mesmo."
      Ela corta em seu bife como ela l os dados em tela.
      
      Bissel, Blair. Caucasiano. Altura: Seis ps, uma polegada. Peso: Cem e noventa e seis libras. Cabelo: Marrom. Olhos: Verdes. DOB . . . 3 de maro de 2023, Cleveland, Ohio. Pais: Marcus Bissel e Rita , divorciados 2030. Um irmo, Carter. DOB: 12 de dezembro de 2025.
      Ocupao: Escultor.
      Resida: 21981 Pista de Sossego, Queens, Nova York.
      
      "Pista de Sossego." A Eve agitou sua cabea  medida que ela mastigou. "Que twink apresenta aquele material?"
      "Eu imagino que voc preferiria que Pontap-Asno Dirigir."
      "Quem no iria?
      Porque ele foi fundo, ela era oferecida a histria educacional de grupo de jogo formal do Bissel aos trs direito por seus dois anos no estrangeiro em uma escola de arte em Paris.
      Ela l por sua mdicaa tbia quebrada aos doze, os cheques de viso e ajustes normais em idades quinze, vinte, vinte e cinco, e assim por diante. Ele teve um pouco de rosto e corpo trabalharemasno, queixo, nose.1
      Ele tem sido um Republicano registrado, e teve um bruto no valor de um milho, oitocentos mil e um pouco de mudana.
      No existia nenhum antecedente penal, nem mesmo uma brisa como um jovem.
      Ele pagou a seus impostos em uma moda oportuna, vivida bem, mas dentro de seu quer dizer.
      Reva era seu s casamento.
      Seus pais estavam ainda vivendo. Seu pai permaneceu em Cleveland com esposa numera dois, e sua me em Boca Raton com marido numera trs. Seu irmonenhum casamento em registro, nenhum indicador de crianateve empresrio listado como profisso, um certamente avisar- para o menos corts: Nenhum emprego lucrativo. Sua histria de trabalho era variada como ele moveu de trabalho at trabalho e lugar de lugar. Ele estava atualmente listado como residindo na Jamaica, como co-proprietrio de um tiki bar.
      Seu antecedente penal era igualmente variou. Material de cota insignificante, Eve notada. Um pouco enxerto, um pouco de grift, um toque de furto. Ele serviu dezoito meses em um Ohio declara caneta quanto a ele na venda de seniors inexistentes tempo-aes.
      Seu bruto no valor de era s mais de doze mil, que incluiu sua parte no tiki bar.
      "Eu pergunto-me se o irmo mais jovem tem alguns assuntos com o fato que grande irmo conseguiu os coros e a glria. Nenhum crime violento em registro, mas  diferente com famlia. As pessoas so trabalhadas quando for de famlia. Adicione dinheiro e fica sujo."
      "To pequeno irmo surge da Jamaica, matanas grande irmo e cunhada de armaes."
      "Alcanando," ela admitiu com uma bolsa de seus lbios, "mas no aquele longe se voc especular Carter Bissel soube sobre o projeto. Talvez ele era abordado, ofereceu dinheiro para quaisquer informaes que ele podia conseguir. Talvez ele tem algum, talvez ele no faz. Mas ele  liso suficiente para compreender seu irmo est vacilando no lado. Talvez um lugar de chantagem, famlia luta. Ameaas." Ela encolheu os ombros.
      "Sim, eu vejo o retrato." Enquanto ele comeu, Roarke virou isto em sua mente. "Ele pode ter sido um canal. Uma ligao. A rivalidade de siblings vira mortal, e ele e quem recrutaram ele decidiu eliminar as pontas soltas."
      "Faa o mais sinta at agora. Ns quereremos conversar com pequeno bro Carter."
      "Isto   mo como ns no gastamos quase suficiente tempo em tiki bares."
      Desde que estava l, ela levantou o vidro de cabernet e sipped enquanto ela estudou rosto do seu marido. "Voc est pensando qualquer outra coisa."
      "No, s pensando. Tenha Felicidade de um olhar para Kade. Dados de Kade, em tela duas."
      Ela conseguiu o retrato depressa suficiente da nica criana de pais prsperos. Educao extensa, viagem extensa. Casas na Cidade de Nova York, o Hamptons, e Tuscany. Um socialite que ganhou um pouco de dinheiro de alfinete como um corretor de arte. No que ela precisou de extra para comprar seus alfinetes, Pensou Eve, com uma lquida no valor deprincipalmente herdada e por capitais de confianade cinco milhes mais.
      Nunca casou, entretanto existia uma coabitao breve em registro em seus anos vinte. s trinta, ela viveu s, vivido bemou tido.
      Ela teve corpo considervel trabalhar, mas teve aparentemente muito prazer em suficiente com seu rosto. No existia nenhum dados incomuns ou inesperados mdicos, e nenhum criminoso. No .
      "Gaste muito," Eve comentada. "Roupas, sales, jias, arte, viaje. Muita viagem. E no  isto interessante que ela tem estado para a Jamaica quatro vezes nos ltimos dezoito meses."
      "Sim,  muito interessante."
      "Podia ser ela estava enganando no enganar marido com feckless irmo do o enganar marido."
      "Mantenha isto na famlia."
      "Ou talvez ela fez o recrutamento, procurando por um sujeito de queda devia a situao pedir um."
      Ele lanceou um corao de alcachofra. " Reva que est tomando a queda."
      "Sim. S deixe-me tocar com isto." Ela levantou seu vinho novamente, sorvendo nele como ela rosa para compassar. "Primeiro tropece um ano e um metade atrs. O sonda, talvez. Podia o usar para time duplo Reva ou Blair. Ou ambos. Ela gosta de dinheiro. Ela gosta de riscos. Voc no dorme com marido do seu amigo se voc no gostar de risco, ou se voc tiver uma conscincia. Tocando com globais tecno-terroristas poderiam apelar para ela. Ela gosta viajar, e com todas as pessoas ela se encontrapor viajar, por sua posio social, pelo mundo de arte . . . sim, ela podia ter sido abordada."
      "Ento, como ela acabar morto?"
      "Eu estou chegando l. Talvez pequeno irmo era ciumento. Isto  um tempo-honrado motivo para cortar seu amante para pedaos."
      "Ou saber como rumba."
      "Har-har. Talvez ele quis um maior corte, ou talvez ela o enganou. E talvez isto  todo bullshit, mas ele  algo para explorar."
      Ela gesticulou com o vidro em direo  tela de parede. "Eu direi a voc qualquer outra coisa que eu penso. Eles so s muito condenam limpo."
      "Ah. Eu estava pulando que voc sentiria aquele modo." Ele se debruou de volta na cadeira com seu vinho. "S muito muito liso no so eles, nosso Sr. Bissel e Sra. Kade. S muito completamente o que se esperaria. Educou, obediente  lei, financeiramente confortvel. No a menos pequena mancha. Isso tudo ajusta muito exatamente"
      "Que ele no ajusta mesmo. Eles so mentirosos e fraudes, e mentirosos e geralmente engana tm uma mancha ou dois."
      Ele sipped, sorrindo nela acima do rico vermelho em um vidro de cristal. "Suficiente habilidade, suficiente dinheiro, todo assunto de manchas pode ser apagado."
      "Sabe. Ns vamos tomar isto mais fundo, porque eu estou s no comprando. Enquanto isso, eu quero ver Reva."
      "Tela trs."
      Os dados relampejados em, e o 'vnculo de Roarke est juntando escritrio buzinado.
      "Eu preciso tomar isto."
      Ela movimentou a cabea distraidamente, e leia como ele entrou em seu prprio escritrio.
      
      Ewing, Reva. Caucasiana. Cabelo: Marrom. Olhos: Cinzas. Altura: Cinco ps, quatro polegadas. Peso: Cem e dezoito libras. DOB: 15 de maio de 2027. Pais: Bryce Gruber e Caroline Ewing, divorciados 2040. Resida: 21981 Pista de Sossego, Queens, Nova York. Ocupao: Perito de segurana eletrnica. Empregou: Securecomp, Indstrias Roarke. Casou: 12 de outubro de 2057, Blair Bissel. Nenhum indicador de criana.
      Educao: Kennedy Primrio, Nova York. Caminho do Segundo grau de Lincoln rpidoNova York. Universidade de Georgetown, Leste Washington, com graus em cincia de computador, criminologia eletrnica, e lei.
      Juntou-se Servio Secreto, janeiro de 2051. Atribuiu para o Presidente Anne B. Foster, 2053-55. Registro de servio completo em arquivo preso, inclusive registros fechados hermeticamente, aberta por autorizao de Ewing, Reva.
      
      Boa como sua palavra, ento, Eve decidida, e optou ler o registro de servio mais tarde.
      
      Renunciado a Servio Secreto, janeiro de 2056. Mudada para a Cidade de Nova York. Securecomp empregado, Indstrias Roarke, janeiro de 2056 apresentar.
      Nenhum antecedente penal. A ociosidade de contraveno carrega, consumo de lcool de contraveno de menor idade carrega, ambos expungido de registro juvenil conforme ordem de tribunal. Servio de comunidade completado.
      
      O mdico incluiu um dedo de ndice quebrado aos oito, um hairline fratura do tornozelo deixado aos doze, clavcula quebrada, treze. Relatrios averiguado do doutor e assistente social que os danos, e os danos subseqentes numerosos, eram o resultado de vrios de esporte e atividades recreativas que incluram hquei sobre o gelo, softball, artes marciais treinando, parasailing, basquetebol, e esquiando.
      Mas o dano mais srio veio como um adulto, e no trabalho. Reva fez o que todo agente de SS jura fazer. Ela tomou um golpe para o Presidente.
      Um cheia-corpo exploso que a esteve em cima por trs meses, e exigiram tratamento em um dos superiores clnicas no mundo. Ela foi paralisada da cintura para baixo por seis semanas.
      Lembrando o quo horroroso tinha sido quando McNab tomou um golpe semelhante mais cedo aquele vero, e o quo esbeltas suas chances tinham sido se os nervos no regeneraram sozinho, ela teve uma boa idia da dor, o medo, e o trabalho Reva foi por recuperar.
      Ela lembrou do assassinato tentar tambm. O fantico suicida que carregou no Presidente, e tirou trs civis e dois agentes antes dele ser parado. Ela agora recordou vendo imagem da Reva na mdia. Mas ela pareceu muito diferente ento.
      Cabelo mais longo, Eve recordada. Escuro blonde, com um rosto mais cheio, mais suave.
      A Eve olhou de relance acima de seu ombro como Roarke voltou. "Eu a lembro agora. Lembre de ouvir sobre ela quando ela tomou que bata. Muitos zumbido. Ela tirou o sujeito, no ? Tirou ele enquanto ela se usou para proteger Foster."
      "Eles no pensaram que ela viveria. Ento eles no pensaram que ela caminharia novamente. Ela provou eles errados."
      "Voc no ouviu muito sobre ela depois dos primeiros dias."
      "Isto  o modo que ela quis isto." Ele olhou de relance acima de na imagem de Reva, ainda em diante tela. "Ela no gostou da ateno. Ela pegar isto novamente agora. Eles faro a conexo depressa, e o zumbido comear novamente. Mulher herica carregada em assassinato duplo e assim por diante."
      "Ela negociar."
      "Ela ir, sim. Ela se enterrar no trabalho, como outra pessoa que eu sei."
      "A que distncia este custar o projeto?"
      "Metade de um dia. Isso era Tokimoto. Reva j est o informada, entretanto ela planeja voltar em ela mesma assim que ela fez com Prova de Verdade. Se duas pessoas esto mortas para os propsitos de desprezar este projeto, estava severamente desencaminhado."
      "Voc pensaria qualquer um esperto suficiente para tirar isto seria esperto suficiente para saber isto. Movimento de desespero?" Ela especulou. "Aborrea no grau e arquivo? Carter Bissel. Eu realmente quero conversar com Carter Bissel."
      "Ns estamos indo para a Jamaica?"
      "No agarre sua toalha de praia ainda. Eu comearei conversando em cima os citaes locais. Eu preciso escrever meu relatrio, atire uma cpia para Whitney. E eu preciso completar com a rotina de padro investigativo. Confira com o ME, o lab, os varredores, EDD. A mdia vai comear a saltar pela manh. Voc provavelmente vai querer formular uma declarao oficial como seu empregador."
      "Eu j estou trabalhando nisto."
      "Eu a quero debaixo de mantas, Roarke. Nenhuma declarao dela, ento se ela voltar para trabalhar, eu preciso de seu dobrado em cima apertado."
      "Eu posso prometer voc, ela sabe como stonewall a mdia."
      "S tenha certeza disto. Se voc no tiver qualquer outra coisa ida, voc podia comear a cavar mais fundo em Bissel e Kade."
      "Eu passei sem tocar a mesa para este." Ele levantou seu wineglass novamente. "Eu conseguirei minha p."
      "Voc  certo, sabe." Ela andou para ele, deu a ele uma mordida de luz no lbio de parte inferior. "Para uma lisa-conversando, pegajoso-fingered civil."
      "Voc  certo voc mesmo. Para uma clera mdia, nico-importado policial."
      "Ns no somos o par? D um grito se voc achar algo interessante."
      Ela se sentou em sua escrivaninha para classificar por suas notas, as declaraes, preliminares . Ento comeou a escrever em cima um relatrio para seus arquivos, e do seu chefe.
      A meio caminho por, ela retirou-se os silncios da cena de crime e estudou eles ainda novamente. Eles tinham sido conscientes quando o apunhalar comeado?
      Improvvel, ela pensou, dada a perodo de tempo. Quem os matou quiseram eles mortos e no se importaram com causar dor. Isso omitiu para ira, em sua opinio. Tinha estado muito de sangue frio, muito premeditada para ira.
      Era querido para parecer com ira.
      A porta da frente estava aberta. Ela carranca como ela rechecked suas notas. A declarao do Caro afirmou a porta da frente estava aberta quando ela chegou. Ainda em da Reva, ela declarou que ela reajustou as fechaduras e a segurana. E Eve eram propensas para acreditar em que ela teve. Seria hbito, rotina, treinando, o tipo de coisa ela faria automaticamente at quando em um temperamento.
      Quem mataram eles, e Reva incapacitada, voltou fora a porta da frente, deixando as fechaduras abertas. Por que no? O que importaria?
      De fato . . .
      Ela levantou, foi para a entrada. "Imagine sistema de segurana como do Kade ela comeou, ". . . se ele for fechado, e um egresso  sado aberto, quanto tempo antes da companhia fazer um cheque de rotina das premissas?"
      "Isso dependeria do pedido do cliente.  individualizado." Ele olhou de relance em cima de seu prprio trabalho. "Voc est querendo que eu verificar."
      "Voc podia conseguir a resposta mais rpida, vendo como voc possui o mundo."
      "Eu s possuo partes especficas do mundo. Securecomp aberto," ele ordenou seu computador. "Autorizao Roarke."
      
      Securecomp de trabalho abre em Autorizao Roarke.
      
      "Acesse cliente arquivar para Kade, Felicidade, conta residencial, NYC."
      
      Kade de trabalho, Felicidade, acessou. Voc quer os dados em tela ou em udio?
      
      "Em tela. O perfil do cliente de detalhe para aloja segurana."
      
      Perfile exibido.
      
      "Vamos ver, ento . . . sessenta minutos nas portas de nvel de rua e janelas. As instrues so para monitorar para movimento, e para revezamento quaisquer perguntas para sua casa droid depois de um perodo de sessenta minutos."
      "Isto  normal?"
      " bastante longo, realmente. Eu teria que assumir ela confiou o sistema, e no se importou ser transtornado devia existir um glitch."
      "Sessenta minutos. Certos. Certos, obrigado." Ela vagou de volta, correndo isto ao redor sua cabea.
      Eles figuraram Reva estaria fora pelo menos uma hora, ou se no fora, desorientou? A companhia de segurana ativa casa droid, casa droid reporta segurana foi comprometida, e os companhia automaticamente relatrios mesmos para a polcia e envia acima de um time.
      Mas Reva  um cliente duro. Ela superfcies mais rpidas, e embora ela est doente, assustada, confusa, ela d um telefonema. De forma que parte do planose fosse parte do planono trabalhou, porque Caro, apressando os poucos quarteires com um casaco abandonado seu pijama, fechou a porta antes da sessenta estar em cima.
      Ela adicionou o detalhe para seu relatrio.
      Qual era remanescente na cena?
      A faca da cozinha do Bissel-Ewing aloja. Quanto tempo ele tinha sentido falta? Improvveis eles poderiam determinar.
      Militar-assunto stunner. Usado por pessoal militar, Foras Especiais, certos times de resposta de crise da cidade. Quem outro?
      "Computador, que armamento  emitido para agentes de Servio Secretos dos Estados Unidos, especificamente aqueles em detalhe presidencial.
      
      Trabalhando . . . todos os agentes so emitidos um M3 stunner e um jateador de neurnio, ambos os handheld modelos. Os agentes podem escolher entre um 4000 jateador e um 5200, como adapta sua preferncia pessoal.
      
      "Um M3," Eve murmurada. "Eu estava debaixo da impresso que agentes de SS levaram Um-1s."
      
      Antes de 5 de dezembro de 2055, Um-1 stunners era assunto normal para Servio Secreto. A mudana para o M3 mais poderoso entrou em efeito neste momento. A tentativa na vida de ento Presidente Anne B. Foster, em 8 de agosto de 2055, a perda de dois agentes e vtimas de civil durante esta tentativa de assassinato resultaram na verso aperfeioada de armamento.
      
      "Isto  isso?"
      
      Isto  dados precisos.
      
      "Certo." Eve tipped atrs em sua cadeira. Quem usou e plantou o M3 assumiu Reva teve um. Ela no deixou o SS at janeiro. Mas ela nunca voltaria para trabalho ativo qualquer um. Era um assunto simples para verificar ver se ela j seria emitida aquela arma de estilo.
      Outro detalhe para seu relatrio. Quando ela compilou tudo ela procurada, ela esvaziou isso tudo em um arquivo, economizado isto.
      "Computador, analise todos os dados no caso de arquivo ELE-45209-2. Usando dados conhecidos, corra uma probabilidade esquadrinha em Ewing, Reva, como perpetrator."
      
      Trabalhando . . .
      
      "No se apresse," Eve murmurou e rosa para conseguir mais caf.
      Ela vagou de volta para sua escrivaninha. Sbado, sipped, tocou  toa com o gato cheio que Roarke deu a ela desde que Galahad pareceu estar gastando a noite com Summerset.
      Que acabou de ir mostrar, ela pensou, o piolhento juiz de carter do gato.
      
      A probabilidade esquadrinha completo. Probabilidade que Ewing, Reva,  perpetrator nos assassinatos de Bissel, Blair, e Kade, Felicidade,  setenta e sete ponto seis por cento.
      
      "Isto est interessando. Isto  bonito interessante para algo que, na superfcie, pareceu com um passeio. Ela passa por Nvel Trs amanh, isso vai soltar outros vinte pontos, fceis. Ento seus advogados vo chutar meu asno."
      "Voc no soa demais preocupado sobre isto."
      Ela girou sua cabea para olhar para Roarke, vadiando contra a porta-jamb entre seus escritrios. "Eu posso tomar minhas lambidas."
      "Eu deverei voc para isto. Sim, sim," ele disse, lendo seu rosto. "Fazendo seu trabalho, e assim por diante e assim por diante. Mas voc estar tomando algumas daquelas lambidas para ajudar um amigo meu. Ento eu deverei voc para isto. Os amores de mdia para bofeto abaixo qualquer um que est no topo de seu jogo, como voc ."
      "E nossa . . ."ela levantou o gato cheio como se falando com isto". . . a mdia me se preocupa quase tanto como um grupo de pussy advogados."
      "Desculpe-me, mas meus advogados no so pussies."
      A Eve fixa o gato cheio de lado e deu a Roarke um olhar fixo de ao. "Eu figurei que ela tem lawyered em cima com um pouco de seus ternos. Se eles forem no valor de metade do que voc paga a eles, eles tero as cargas soltas dentro de outro vinte e quatro. Seria melhor se eles no fizeram."
      "Por que  isto?"
      "Desde que quem est correndo este show pensa que ela est no apertar, ela  segura e ele no ser como provvel para soprar. Se ele no estiver j no vento, e Reva agita isto solto, ele soprar. Ou eles iro."
      "Eles."
      "Existe precisa ser um time que trabalha neste. Algum para o assassinato, algum para a instalao, algum para o golpe na segurana e unidades de dados na galeria e estdio. E algum, eu betcha, empurrando todos os botes."
      " to bom quando ns concordarmos. Eu preciso mover este para o no registrado."
      "Por que?"
      "Venha comigo, e eu mostrarei a voc."
      "Eu estou trabalhando aqui."
      "Voc querer ver isto, Tenente."
      "Melhor ser bom."
      O equipamento no registrado com, e undetectable por, CompuGuard estava em um quarto assegurado.
      A parede larga de janelas era screened contra olhos espreitadores, mas admitam a viso de Nova York, com todos os seus pinculos e lanceia subindo no cu da noite.
      O negro, U-formado consola era liso, e studded com dzias de controles. Lembrou Eve, sempre, de um pouco de tipo de astronave futurstica. Tanta muito, ela no teria rebatido um olho se a coisa inteira flutuou em cima do cho, ento ampliado fora de, piscar longe em alguma urdidura de tempo.
      Ele conseguiu um conhaque do completamente bar provido atrs de um painel de parede, e porque ele pretendeu para ela brevemente para dormir, despejada sua outra taa de vinho.
      "Eu estou em caf agora."
      "Ento ele no machucar voc para diluir alguma da cafena. E olhe o que mais eu tenho." Ele levantou um bar de doce.
      O tiro de cobia em seus olhos antes dela poder disfarar isto. "Voc tem doce aqui? Eu nunca vi doce aqui."
      "Eu estou s cheio de surpresas." Assistindo ela, ele acenou o bar embrulhado do lado lateral. "Voc pode ter o doce se voc se sentar em meu colo."
      "Isso soa como algo perverteu homens velhos dizerem para meninas jovens, estpidos."
      "Eu no sou velho, e voc no  estpido." Ele se sentou, batido levemente seu joelho. " Chocolate belga."
      "S porque eu estou sentando em seu colo e comendo seu doce no significa que voc pode um sentir de policial," ela disse como ela dobrou em seu colo.
      "Eu s terei que viver em esperana que voc mudar de idia. Que voc pode quando voc vir o que eu achei para voc."
      "Ponha em cima, ou feche."
      "Isto  minha linha." Ele beliscou sua orelha, passada ela o bar de doce, ento inseriu um disco. Alcanando acima de, ele deitou uma palma no consolar. "Roarke. Operaes abertas."
      Zumbiu, mais como um animal poderoso despertando que uma mquina que inicializa em cima. Luzes relampejadas em.
      "Upload dados."
      "Se voc conseguisse dados no disco . . ." Ela tragou uma mordida de doce. ". . . Por que voc precisa do no registrado? Voc j est em registro."
      "No  o que eu tenho, mas o que eu pretendo fazer com isto. Cavando ao redor, eu choquei-me com uns quarteires. Nada incomum inicialmente. Quarteires de isolamento normal, todo muito habitual e obediente  lei. Mas quando eu cutuquei eles um pouco, eu consegui isto. Computador, exibio ltima tarefa de disco em tela uma."
      
      Tela uma em. Exiba em cima.
      
      Carranca de Eve na tela branca nevada e cartas pretas borradas.
      
      DADOS RESTRINGIDOS
      ACESSE NEGADO
      
      "Que ? Acesse negado? Voc choca-se com uma parede e eu para entrar aqui e tenho me sento em seu colo?"
      "No, voc est sentando em meu colo porque voc quis meu doce."
      Em lugar de admita que era verdade, ela tomou outra mordida de chocolate. "Por que a penugenta da exibio?"
      "Porque, felizmente, eu me empenhei filtros antes de cavar ao redor. Se eu no tivesse, eu partir um alarme, e minha pequena escavao teria enviado em cima toda maneira de bandeiras. Ento, ns fazemos isto aqui. Computador, faa novamente ltima tarefa."
      
      Reconheceu.
      
      A tela relampejada fora de, ento em diante novamente, claro.
      
      Tarefa completa.
      
      "Ento?"
      
      "Voc no tem nenhuma f qualquer. S isto, se sente ali e ficar quieto."
      Ela encolheu os ombros, movido fora de seu colo, e sobre uma cadeira. Ela terminou fora de seu bar de doce, sipped lazily em seu vinho.
      No era exatamente um sofrimento para assistir ele trabalhar. Ela gostou do modo que ele fechou suas mangas para o cotovelo, amarrado seu cabelo atrsgosta de um homem preparando fazer algum trabalho fsico srio.
      Ele usou ambos comandos manuais e verbais, ento ela podia assistir seus dedos rpidos voarem acima de chaves, oua sua vozmais irlandesa como ele se concentroufluxo.
      "Acesse negado? Eu mostrarei a que voc acessa negado, sangrento mais plido."
      Sorrindo um pouco, ela fechou seus olhos, dizendo a se que ela s iria descansar eles enquanto ela caminhou mentalmente pela investigao para datar.
      A prxima coisa ela soube, ele estava agitando seu suavemente pelo ombro. "Eve."
      "O que!" Seus olhos estalados abertos. "Eu no estava dormindo. Eu estava pensando."
      "Sim, eu podia ouvir que voc pensando."
      "Se isto  algum esperto-asno modo de dizer que eu estava roncando, morda-me."
      "Eu seria mais que feliz para morder voc mais tarde, mas eu realmente acredito em que voc querer ver isto."
      Ela esfregou seus olhos, e enfocados em seu rosto. "Desde que voc tem aquele grande que eu sou-o-sorriso de asno do gato em seu rosto, eu acho que voc entrou em qualquer que voc quis entrar em."
      "D uma olhada." Ele gesticulou em direo  tela.
      Lendo, Eve conseguiu devagar para seus ps.
      
      ORGANIZAO de SEGURANA de PTRIA
      REDSTAR SOMENTE ACESSA!
      
      "Jesus Cristo, Roarke, voc cortou no HSO?"
      "Eu tenho." Ele brindou ele mesmo com um conhaque. "Por Deus, eu tenho, e ele levou considervel fazendo. Voc estava . . . pensando por mais de uma hora."
      Ela soube que ela estava arregalando, mas ela no podia parar. "Voc no pode cortar no HSO."
      "Querida, eu odeio discordar, mas como voc claramente pode ver"
      "Eu no quero dizer que voc no pode. Eu quero dizer que voc no pode."
      "Relaxe, Tenente, ns somos protegidos." Ele se debruou acima de e beijou a ponta de seu nariz. "Certo e apertado."
      "Roarke"
      "Ssh, voc no viu isto ainda. Computador, empregue passcode. Agora, voc ver o arquivo que eu cavei por  codificado, para razes bvias. Voc pensaria que uma quadrilha gostar do HSO empregaria criptografias mais complexas. Ento novamente, eu no suponho que eles contaram com ningum realmente conseguindo por para este ponto. Era uma batalha sangrenta."
      "Eu penso que voc perdeu sua mente. Voc pode ser capaz de sair de em uma defesa de loucura. Eles ainda torturaro voc, brainwash voc, e fecha voc em uma gaiola para o resto de sua vida, mas eles no poderiam bater voc para a morte se eles souberem que voc seja louco. Isto  o HSO. A organizao antiterrorista que emprega mtodos todo pedao to sujo quanto os terroristas eles estavam inicialmente formados para buscar fora e destruir. Roarke"
      "Sim, sim." Ele acenou longe suas preocupaes. "Ah, aqui ns somos. D uma olhada."
      Ela silvou fora uma respirao, voltada para a tela, e olhada fixamente para a ID fotografia e o arquivo de pessoal de Bissel, Blair, nvel-duas operao.
      "Goddamn! Goddamn!" Ela era grinning agora, to de modo selvagem quanto Roarke. "Ns nos conseguimos um freaking fantasma!"
      
      
      7
      
      "Voc tem um fantasma morto," Roarke assinalou. "Eu pergunto-me se isto  redundante."
      "Faz sentido. Voc no v?" Ela o esmurrou ligeiramente no ombro. "Quem consegue por segurana mais lisa que um fantasma?"
      "Bem, antecedendo modstia, eu devo assinalar que eu"
      "Voc no tem qualquer modstia para anteceder. Bissel era HSO, ento ele concorda para ele ter todos aqueles quarteires em seu estdio, para ele enganchar em cima com um perito de segurana, e para ele estar morto."
      "Assassinado por outro fantasma, nacional ou estrangeiro."
      "Exatamente. Eles souberam sobre Bissel e Kade, e quando o tempo era direito que eles deixam Reva conhecer. Deixe ela at tomar a queda."
      "Por que? O que o ponto em emoldurar  uma mulher inocente?"
      Frowning, ela estudou a tela. Ele pareceu com um homem ordinrio, ela pensou. Bonito, se voc fosse para o tipo liso, mas ordinrio. Isso iria, ela imaginou,  parte do ponto. Os fantasmas precisados misturar em ficar fantasmas.
      "No certo l tem que ser um ponto, mas se existe, podia ser to simples quanto no querendo ningum olhando muito prximo em Bissel, competindo com ele a superfcie. Um philandering marido derrotado por sua esposa louca no calor de paixo. O homicdio entra, toma um olhar para a baguna, arrasta Reva, e isto  o fim disto."
      "Isto  simples suficiente, mas teria sido mais simples ainda para executar um roubo dado errado deixa Reva fora disto."
      "Sim." Ela olhou de volta em Roarke. "E isso diz a mim que ela j estava nisto."
      "O Cdigo Vermelho."
      "O Cdigo Vermelho, e outras coisas ela tem estado trabalhando em durante o par passado de anos." Emperrando ela entrega seu bolso que ela comeou a compassar. "Isto atual no  seu s governo ou projeto sensvel."
      "Dificilmente." Roarke estudou Bissel  ID imagem. "Ele casou-se com ela por causa de seu trabalho. Por causa do que ela era em lugar de que."
      "Ou por causa do que voc . Eles tero um arquivo em voc."
      "Sim, eu estou certo que eles fazem." E ele com inteno de tomar um olhar para isto antes dele ser feito.
      "O que  nvel dois quer dizer? Nvel-duas operao."
      "Eu no tenho nenhuma idia."
      "Vamos tomar um olhar para seu dossi. Veja quando ele era recrutado." Gancho de dedos polegares em bolsos, ela l os dados em tela. "Nove anos atrs, ento ele no era um nefito. Baseada em Roma uns anos, e em Paris, em Bonn. Tornou-se chegou. Eu diria que sua profisso artstica compensaria cobertura. Falou quatro idiomase isso seriam um. Ns conhecemos que ele  bom com as senhoras, e isso no podia machucar."
      "Eve, olhe para seu recrutador."
      "Onde?"
      Com um keystroke, ele destacou um nome.
      "Felicidade Kade? Filho de uma cadela. Ela trouxe o para dentro." Ela levantou sua mo para silncio e compassado fora seus pensamentos. "Ela teria sido uma espcie de treinador para ele, parece mim. Muitos treinadores de tempos e estagirios desenvolvem uma relao de fim. Eles trabalharam junto, e eles eram amantes. Provavelmente amantes, de tempo em tempo, desde o princpio. Eles so um tipo."
      "Qual o tipo  isto?" Ele perguntou-se.
      "Lisos, classe alta, animais sociais. Vo"
      "Por que vo?"
      "Muitos espelhos, muitos imagina duds, muitos dinheiro gasto em corpo e rosto trabalha, sales."
      Divertiu, ele estudou suas unhas. "Podia se reivindicar aqueles atributos so elementos simplesmente naturais de um estilo de vida confortvel."
      "Sim, se eles adicionarem at voc. Voc tem um grande trunkful de vaidade voc mesmo, mas no  o mesmo que estes dois. Voc no lana espelhos sobre as paredes que todo condena lugar assim voc pode verificar voc mesmo fora toda vez que voc move, como Bissel."
      Pensativamente, ela olhou de relance atrs em Roarke e decidiu se ela parecesse to bom quanto ele fez, ela provavelmente gastaria metade do dia que olha fixamente para ela mesma.
      Misterioso.
      "Todos aqueles espelhos, superfcies refletivas," ela continuou quando ele acabou de sorrir nela, "voc podia discutir que era tanta falta de confiana como vaidade."
      "Isso seria meu tomaria, mas soa como uma pergunta para Mira."
      "Sim." Ela chegaria a isto, e logo. "De qualquer maneira, eles so um tipo. Como o artsy cena, e mostrando a eles mesmos. Ainda que ele  cobertura, eles tm que ser nisto. E em outro nvel, deve tomar um certo tipo para entrar em trabalho coberto, no longo arraste. Voc vive uma mentira, voc instalar uma identidade, um persona que  realidade de parte, separe fantasia. Como outro que voc podia fazer isto trabalho?"
      "Eu concordarei que Bissel e Kade parecem estar mais vestidos de que Bissel e Revapelo menos na superfcie."
      "Certos, mas eles precisam de Reva. Eles precisam, queira, ou foram atribudos infiltrar Securecomp. A felicidade aborda Reva primeira, faz camaradas. Talvez a sente fora. Mas por qualquer razo Reva no  um bom candidato para o HSO."
      "Ela  trabalhada para o governo," Roarke assinalou. "Quase morto para isto. Ela  leal, e a administrao ela era presa a no ter nenhum grande afeto para o HSO, como eu recordo."
      "Poltica." A Eve estourou uma respirao. "Faa-me esquisito. Mas se ns tirarmos isto para 'ela no  um candidato para coberto,' ele no quer dizer que ela no  um bom recurso para o HSO. Ento eles trazem para dentro Bissel. Romanceie, sexo. Mas o casamento, isso diz que eles esperaram que ela ser de uso a longo prazo."
      "E disponvel."
      Ela voltou para ele. " duro para ver um amigo ser chutado ao redor deste modo. Eu sinto muito."
      "Eu pergunto-me se fosse mais fcil nela, ou mais dura, sabendo tudo isso."
      "Qualquer que, ela ter que contender. Ela no tem muitas opes." Ela movimentou a cabea em direo s telas de parede. "Estes dois estiveram a usando como uma fonte de informaes, e  provvel que eles plantaram vrios dispositivos na casa, em sua unidade de dados, seus veculos, talvez em sua pessoa. Ela era sua planta, um inconsciente mole, e chances so que eles a bateram para bastante. Nenhum ponto em continuar a charada de casamento e amizade se no estivesse saldando."
      "Concordou." E o fato que deve ter estado saldar era, ele imaginou, indo o causar aborrecimento considervel. "Mas que ponto existe em eliminar duas operaes? Se ele fosse um assassinato interno, parece esbanjador. Fora de, parece como overkill. Sujo, Eve, de qualquer modo."
      "Sujo, mas ele teve o potencial de tirar trs jogadores chave." Ela drummed seus dedos em seus quadris. "Existe mais. Tem que ser mais. Talvez Bissel e Kade atarraxaram em cima. Talvez eles tentaram tocar ambos os lados. Talvez eles sopraram sua cobertura. Ns precisamos escolher nossa passagem suas vidas. Eu preciso de todos os dados que voc pode me conseguir neles. E desde que ns estamos tocando com fantasmas, atarraxe as regras."
      "Voc podia dizer isto novamente? O parafuso a parte de regras.  tal msica para minhas orelhas."
      "Voc vai apreciar este aqui, no ?"
      "Eu acredito em que eu seja." Mas ele no pareceu contente quando ele disse isto. Ele pareceu perigoso. "Algum tem que pagar por que tem sido feito para Reva. Eu apreciarei ser parte daquele pagamento."
      "Existe uma vantagem a ter um amigo to assustador quanto voc."
      "Venha para se sentar em meu colo e diz isto."
      "Consiga os dados, camarada. Eu preciso chamar em, confira com os homens na casa da Reva. Eu no quero qualquer um corredio l antes de ns varrer isto para os dispositivos de manh."
      "Se existiam percevejos, eles teriam tido um exterminator de seu prprio."
      "Eles tiveram que mover rpido entre o tempo que Reva recebeu o pacote e o golpe, ento sua chegada." Ela penteou uma mo por seu cabelo como ela examinou cuidadosamente a linha de tempo. "Se eles movessem direito em talvez que eles varreram isto. Mas algum estava no Flatiron. Parea mim que um op como isto, assassinato duplo, exigiria um time pequeno, apertado. No queira muitos no conhecer."
      " Ptria," Roarke lembrou a ela. "As ordens varrer fora uma residncia privada no exigiria o exterminators sendo notificado da razo."
      "Ordens s seguintes," ela murmurou e pressentiu a baguna sangrenta na cama do Felicidade Kade. Que tipo de pessoa deu ordens para aquele tipo de brutalidade? No assassinato, ela pensou. Nenhum modo limpar o assassinato maligno, sangrento.
      "Sim, voc tem um ponto. Ainda, se ordens desceram, eles podiam ter faltado algo."
      ***
      Eles trabalharam outras duas horas antes dele seguro seu ser tudo que ele podia fazer pela noite. Ele a conversou na cama, e quando ele estava certo que ela dormiu, ele levantou, voltou. E fez mais.
      No era difcil de acessar seu arquivo como ele j era no principal. Eles tiveram dados menos duros nele que ele antecipou. Dificilmente mais, ele notou, que era conhecimento pblicoou que ele ajustou, pessoalmente, para conhecimento pblico.
      Existiam vrios suspecteds, , probables examinando sua carreira um pouco quadriculada. A maior parte deles eram verdade suficiente, mas existiam alguns pecados atribudos para ele que no estavam em seu prato real.
      Que dificilmente importou.
      Divertiu mais que aborrecido ele para achar que duas vezes ele tem sido de modo romntico envolvido com uma operao atribuiu para ele nas esperanas de produzir informaes.
      Ele iluminou um cigarro, tipped atrs em sua cadeira como ele lembrou das duas mulheres com algum carinho. Ele sups que ele no podia reclamar. Ele apreciou sua companhia, e era confiante suficiente que entretanto sua misso primria falhou, eles apreciaram seu.
      Eles no souberam sobre sua me, e isso era um alvio tremendo. Oficialmente, Meg Roarke era listado como sua me, e isso era bom por ele. O que ele importou para o HSO que birthed o teve? Uma menina jovem tola suficiente para amar e acreditar em um homem gosta de Patrick Roarke no era de qualquer interesse.
      Especialmente desde que ela era morto longo.
      Desde que eles no aborreceram voltar to longe, ou cave to fundo, eles no souberam sobre Siobhan Brody, ou sua tia e o resto da famlia ele descobriu no oeste da Irlanda. Seu newfound relaes no seriam assistidas ou abordaram ou tiveram seu isolamento invadido pelo HSO.
      Mas existia um arquivo gordo em seu pai. Patrick Roarke tinha sido de interesse considervel para o HSO, como tambm Interpol, o Conselho de Inteligncia Global, e outras organizaes cobertas o HSO teve pooled para dados. Ele descobriu que eles consideraram o recrutar  um ponto, mas o julgou muito voltil.
      Voltil, Roarke meditou com uma escurido ri. Bem, ele dificilmente podia discutir com isto.
      Eles o amarraram a Max Ricker, e isso no ficava nenhuma surpresa. Ricker tinha sido um homem inteligente, e sua rede espalha por toda parte do planeta, e fora de, com bolsos ricos de armas e ilegais que correm entre outras aventuras de negcios. Mas ele tem sido completamente muito vo para cobrir todos os seus caminhos.
      Patrick Roarke era considerado um de ferramentas ocasionais do Ricker, e no um particularmente esperto. Muito aficionado pelo bebida e outras substncias qumicas. E no discretas suficiente para autorizar uma posio mais alta, muito menos uma permanente em folha de pagamento do Ricker.
      Mas vendo a associao em branca e preto fez o fato que Eve tinha sido o para fechar Ricker em uma gaiola ainda mais agradvel.
      Ele quase fecharia o arquivo novamente quando ele pegou uma anotao sobre viagem para Dallas. O tempo, o lugar fez seu sangue correr frio.
      
      Patrick Roarke viajou de Dublin at Dallas, Texas, em rota circulara e debaixo do nome Roarke O 'Hara. Dallas chegado 5-12-2036 s dezessete e trinta. Estava encontrado em aeroporto por assunto conhecido como Richard Troy aka Richie Williams aka William Generosidade aka Rick Marco. Os assuntos viajados de carro para Hotel de Casa Diablo onde o Troy estava registrado como Rick Marco. Roarke alugou um quarto debaixo Do 'Hara.
      s vinte e quinze, hotel de assuntos sados e viajou a p para o Bar de Sela Preta, onde eles permaneceram at oh duzentas. Transcrio de conversao presa.
      
      Existia relatrios de vigilncia maisnormal que cobertos trs dias com o dois vaivm de homens, tendo reunies com outros de seu tipo em bares, em mergulhos.
      Muito beber e fazer pose, e pedaos pequenos discutidos sobre movimento de munitions de uma bsica em Atlanta.
      Max Ricker. Roarke no precisou da transcrio para dizer a ele ambos seu pai e Eve tem tinha estado nas franjas, pelo menos, de rede do Ricker. Eles souberam que os homens encontraram, em Dallas.
      Dias antes, ele pensou, s dias na frente de Eve ter sido achada, danificada e quebrada, em uma ruela.
      Eles souberam tudo aquilo, ele pensou, e ento teve o HSO.
      
      O assunto Roarke verificou de hotel s dez trinta e cinco a manh seguinte. Ele era dirigido por Troy para o aeroporto onde ele tomou uma lanadeira para Atlanta.
      Troy retornou a quarto de hotel compartilhado com fmea secundrio. A vigilncia em Roarke passou para Operao Clark.
      
      "Fmea secundrio," Roarke repetiu. "Voc bastards. Voc sangra bastards, voc teve que conhecer."
      E com uma ira to forte o adoeceu, ele educou Richard Troy HSO arquiva.
      ***
      No era ainda amanhecia quando ela mexeu, e sentiu seus braos irem ao redor ela. Ento suavemente ao redor ela. Metade sonhando, ela girou para ele, se transformou nele e achou o calor de seu corpo, ento o calor de seus lbios em seus lbios.
      O beijo era to tenro, to frgil de alguma maneira, que ela podia se deixar vento em at como ela flutuou naquele crepsculo dorme.
      Na escurido, ela podia sempre o achar na escurido e sabia que ele estaria l a acalmar ou a despertar. Ou perguntar aquelas coisas sua.
      Ela threaded seus dedos por seu cabelo, embalando sua cabea como ela persuadiu que ele afundasse o beijo. Mais fundo, um acasalar de lips e lnguas, e ainda suaves como um sonho ela j estavam esquecendo.
      No momento existia s Roarke, o deslizamento liso de sua pele acima de sua, as linhas dele, o odor e gosto. Ela j estava cheia com ele como ela murmurou seu nome.
      Sua boca arrastada acima dela gosta de uma bno. Bochechas, garganta, ombros, ento apertado delicadamente no declive de seu peito para demorar onde sua batida de corao.
      "Eu amo voc." Seus lbios formou as palavras contra seu peito. "Eu sou perdido apaixonado por voc."
      No perdeu, ela pensou, e sorrido no escuro at como sua pulsao espessada. Achou. Ns somos ambos achados.
      Ele embalou seu cabea para l uma bochecha de momento para coraoe fechou seus olhos at que ele podia estar certo ele teve suas emoes mais ferozes em cheque, at que ele podia estar certo suas mos seriam gentis nela.
      Ele teve um chamuscar precisar ser gentil.
      Ela suspirou, suave e sonolenta, e era contedo, ele soube, ser acordado como isto. No importa o que tinha sido feito para ela, seu corao estava aberto para ele, e aquele corao aberto o ergueu alm de qualquer coisa que ele esperou se tornar.
      Ento ele era gentil quando ele a tocou, e quando ele despertou ela para o definhar era adorvel e doce.
      Quando ele deslizou dentro dela, eles eram uma mudana de sombra na escurido.
      Ela o segurou l, aproxime-se da grande cama debaixo da janela de cu onde a luz estava indo prola cinza com amanhecer. Ela podia ficar como isto por uma hora, ela pensou. Fique quieto e junte-se e feliz na frente de estava na hora de enfrentar o mundo, o trabalho, o sangue.
      "Eve." Ele apertou seus lbios para seu ombro. "Ns precisamos conversar."
      "Mmm. No queira conversa. Dormente."
      " importante." Ele desenhou longe, entretanto ela gemeu um protesto. "Eu sinto muito. Luzes em, vinte por cento."
      "Oh, homem." Ela bateu palmas um dar seus olhos. "O que  isto? Cinco? Ningum tem que ter uma conversao s cinco de manh."
      " quase metadas e cinco, e voc ter seu time aqui s sete. Ns precisamos do tempo para este."
      Ela espalha seus dedos, squinted por. "Para que?"
      "Eu voltei ontem  noite e acessei mais arquivos."
      E por aqueles dedos de expanso, ele viu o aborrecimento. "Eu pensei que voc disse que era tudo que voc podia fazer."
      "Para voc, era. Eu fiz este para mim. Eu quis que um olhar para meu prprio dossi, no caso de . . . Por via das dvidas."
      Ela se sentou em cima depressa. "Voc est em apuros? Cristo, voc est em apuros com o fucking HSO?"
      "No." Ele pe suas mos em seus ombros, correu eles de cima abaixo seus braos. E sofridos, sabendo que ela sofreria. "No  isto. Enquanto eu estava nisto, eu tive arquivos de um olhar para do meu pai."
      "Sua me." Ela agarrou sua mo, apertou.
      "No. Parece que ela no ganhou tanto como um blip em seu radar. Eles no estavam pagando a muita mente para ele que h muito tempo, e ela no importou para eles, no era til ou interessante, que est todo para o bem. Mas Patrick Roarke se tornou de mais interesse, e eles gastaram acompanhamento de tempo seus movimentos de vez em quando. Principalmente, aparece, na chance ele daria a eles algo para usar contra Ricker."
      "Eu diria que ele no fez, como Ricker ficou em operao at no ano passado."
      "Ele no deu a eles suficiente.  um arquivo longo, enrolado, umas grandes muitas referncias, muitas horas de homem que no totalizaram em qualquer coisa que pegariam."
      "Bem, ele est fora agora. Ricker. O que isso tem que fazer com este?"
      "Eles tiveram meu pai debaixo de vigilncia, acreditando em que ele estava trabalhando como um bagman para Ricker, e eles o localizaram para Dallas, em maio. O ano voc tinha oito anos."
      Ela movimentou a cabea, lentamente, mas teve que tragar. "Ns soubemos que ele tem estado em Dallas sobre aquele tempo, ajudando a instalar para o trabalho de Atlanta, a picadura onde a operao do Skinner foi para inferno. No  importante. Olhe, desde que eu estou em cima, eu vou conseguir um chuveiro."
      "Eve." Ele clamped suas mos em suas, sentido sua puxo como ela tentou escapar. "Ele estava encontrado no aeroporto por um homem chamado Richard Troy."
      Seus olhos eram enormes agora, com medoo tipo ele viu quando ela despertou de pesadelos. "Este no tem nada a ver com o caso. O caso  prioridade. Eu preciso para"
      "Eu nunca examinei seu passado, porque eu soube que voc no quis isto." Suas mos foram frias em suas, mas ele segurou eles. Ele desejou que ele pudesse morno eles. "Eu no pretendi olhar agora, mas s para assegurar eu mesmo que minha famlia no estava sendo assistida. A conexo . . ." Ele trouxe suas mos rgidas para seus lbios. "Querida Eve, a conexo entre seu pai e meu est l. Ns no podemos fingir caso contrrio. Eu no quero machucar voc. Eu no posso permanecer machucar voc."
      "Voc tem que deixar-me ir."
      "Eu no posso. Eu sinto muito. Eu tentei conversar eu mesmo fora de dizer a voc. 'Ela no precisa conhecer, no quer saber.' Mas eu no posso segurar este de volta de voc. Machucaria voc mais, no iria isto, e insulta voc ainda por cima se eu tratasse voc como voc no podia suportar isso."
      "Isto  enganador." Sua voz era spera e seus olhos queimados. "Isto  bonito fucking enganador."
      "Talvez, mas no menos verdadeiro para tudo aquilo. Eu tenho que dizer a voc o que eu achei, e voc decidir quanto dele voc quer ouvir."
      "Eu preciso pensar!" Ela arrancou suas mos livres de seu. "Eu preciso pensar. S me deixe s e deixe-me pensar." Ela pulou fora da cama, apressado no banheiro. Slammed a porta.
      Ele quase a seguiu, mas quando ele perguntou ele mesmo se fazendo muito seria por ela ou seu prprio, ele no estava em todo certo. Ento ao invs, ele esperou por ela.
      Ela tomou banho, devastadora quente. A meio caminho por sua taxa de corao era quase normal novamente. Ela ficou no tubo secante muito tempo, e sentiu um pouco luz-encabeada posteriormente. Ela acabou de precisar de caf, isso era todo. S alguns bate de cafe ela precisou pr este defecar doida.
      Ela teve um trabalho para fazer. No importou, no fez fucking importa sobre Patrick Roarke ou seu pai, ou Dallas. No se aplicou. Ela no podia ter condies de aglomerar sua cabea com aquele tipo de bullshit quando ela teve trabalhou fazer.
      E ela olhou para seu rosto no espelho acima da pia, seu plido, rosto apavorado. Ela quis quebrar seu punho por isto. Quase fez.
      Mas ela se virou, arrancada em sua bata, e caminhada atrs no quarto.
      Ele levantou, coloque uma bata de sua prpria. Ele no disse nada como ele subjugou e a deu uma xcara de caf.
      "Eu no quero saber sobre este. Voc pode entender? Eu no quero conhecer."
      "Certo, ento." Ele tocou em sua bochecha. "Ns colocaremos no lugar isto."
      Ele no chamaria seu um covarde, ela percebeu. Ele at no acharia isto. Ele s a adoraria.
      "Eu no quero saber sobre este," ela repetiu. "Mas voc tem que dizer a mim." Ela caminhou para o sentar rea e abaixada para uma cadeira porque ela tinha medo que seus joelhos agitariam. "Seu nome era Troy?"
      Ele se sentou em frente a ela, mantendo a mesa baixa entre eles porque ele sentiu que ela quis a distncia. "Ele teve vrios nomes alternativos, mas isso era seu nome legal, ento parece. Richard Troy. Existe um arquivo nele. Eu no li o todo disto, mas apenas dos . . . apenas dos negcios em Dallas. Mas copiou isto para voc no caso de que voc quis."
      Ela no soube o que ela procurada. "Eles se encontraram em Dallas."
      "Eles fizeram. Seu escolheu meu no aeroporto, trouxe ele para o hotel onde voc . . . onde voc estava. Ele registrado. Eles saram mais tarde aquela noite e foram urinados-enfrentado. Existe uma transcrio de sua conversao, como era, e os mesmos durante os trs dias eles estavam l juntos. Muitos fazerem pose e alardear, e um pouco de especulao na operao em Atlanta."
      "Arma de fogo-corrente operao do Ricker."
      "Sim. Meu pai era para continuar a Atlanta, que ele fez o dia seguinte. Existe especulao que ele tomou payoff dinheiro do Polis que esteve o usando como um dentro de homem em organizao do Ricker. Ele tomou isto, dinheiro do e Ricker, eenganando ambos os ladosvoltaram para Dublin."
      "Isso confirma o que ns teorizamos quando ns lidamos com Skinner. O trabalho malfeito pelos fantasmas se eles no fizeram policial para o que seu pai tido em mente, e advirta os locais. Ponha HSO no gatilho para o treze Polis que morreu naquele arruinou correria tanto como Ricker, tanto como ningum."
      "Eu diria que HSO no deu uma maldio sobre o Polis."
      "Certa." Ela podia enfocar nisto, defina alguma da ira nisto. "Eles considerariam Ricker o principal diretivo. A operao de Atlanta era importante, mas ele no era a bola inteira. Talvez eles estavam muito enfocados em diminuir Ricker, esmagando sua rede e fazendo a dana de vitria que eles no figuraram um dente de engrenagem pequeno como Patrick Roarke iria atarraxar todos os lados. Mas ele  unconscionable que eles deixaram Polis morrer aquele modo."
      "Eles souberam sobre voc."
      "O que?"
      "Eles conheceram que existia uma criana naquele quarto sangrento com ele. Criana fmea, secundria. O bastards conheceu."
      Quando seus olhos foram vtreos, ele amaldioou. Empurrando a mesa longe, ele empurrou sua cabea entre seus joelhos. "Tome isto lento, respire lento. Cristo, Cristo, eu sinto muito."
      Sua voz era um zumbido em suas orelhas. Sua voz bonita, murmurando em Gaelic agora como seu controle oscilou. Ela podia ouvir que oscilando, sente isto no tremor de sua mo atrs de sua cabea. Ele estava ajoelhando ao lado dela, ela percebeu. Sofrendo tanto, se no mais, que ela se era.
      Isso no era estranho? Isso no era milagroso?
      "Eu sou certo."
      "S d isto um minuto mais. Voc est tremendo ainda. Eu quero eles mortos. Aqueles quem soube que voc era preso com ele e no fazia nada. Eu quero seu sangue em minha garganta."
      Ela trocou suficiente para descansar sua bochecha em seu joelho e olhar para ele. No momento, ele olhou todo pedao gosta de um homem que podia rasgar fora garganta de outro. "Eu sou certo," ela disse novamente. "No vai importar, Roarke. No , porque eu sobrevivi, e ele no fez. Eu preciso ler o arquivo."
      Ele movimentou a cabea, ento s deitada sua cabea em sua.
      "Se voc bloqueasse este de mim"sua voz era espessa mas ela no tentou passar sem tocar isto"me custar. Nos custar. Eu sei que isto no  fcil para voc qualquer um, mas dizendo a mim . . . Confiando ns para conseguir por isto, isso vou fazer isto melhor. Eu preciso olhar para alguns deste dados."
      "Eu pegarei isto para voc."
      "No, eu irei com voc. Ns olharemos para isto junto."
      Eles voltaram em seu quarto privado, e leia o que ele educou em tela junta.
      Ela no se sentou. Ela no iria deixar suas pernas irem fraco nela novamente. Nem mesmo quando ela ler o relatrio da operao de campo.
      
      O abuso sexual e fsico envolvendo purported secundria para ser filha do assunto. Nenhum dados registrado em secundrio, nenhuma me de nascimento ou indicador de substituto. A interveno no  recomendada neste momento. Se assunto fica ciente que ele est sendo observado, ou se qualquer social ou agncia de execuo de lei for informada da situao com fmea secundria, valor do assunto seria comprometido.
      Recomende nonaction r fmea secundria.
      
      "Eles deixam ir." Roarke suavemente falou, muito suavemente. "Eu odeio fucking Polis. Salvando sua presena," ele adicionou depois de um momento.
      "Eles no so Polis. Eles no do asno do rato sobre a lei, muito menos sobre justia. Eles certos como inferno no d uma maldio sobre uma individual.  todos grande retrato para eles, sempre era, do momento eles formaram no amanhecer das Guerras Urbanas, era grande retrato e fuck as pessoas nisto."
      Ela lotou longe sua ira, seu horror, e continuou a ler. No era at que ela veio para o fim que ela teve que alcanar, cano sua mo no consolar para equilbrio.
      "Eles souberam o que aconteceram. Eles souberam que eu o matei. Meu Deus, eles souberam, e eles limparam depois de mim."
      "Para segurana, meu asno. Para cobrir seu prprio culpability."
      "Diz que . . . diz que os dispositivos de compreenso plantada eram defeituosas e fechavam aquela noite. O que so as chances?" Ela desenhou uma respirao funda e leu a seo novamente.
      
      Vigilncia retornada s setecentas e dezesseis horas. Nenhum som ou movimento registrados em premissas por seis horas. A suposio que assunto partiu durante o perodo escuro causou agente de campo para arriscar um cheque pessoal de quarto. Em entrar, agente observou DOS de assunto. Porque da morte determinada para ser ferimentos de punhalada mltiplos infligida com faca da cozinha pequena. A criana secundria fmea no podia ser localizada em premissas.
      Nenhum dados em premissas pertencendo para Ricker ou Roarke. Em ordens de Casa, rea era limpa. Time de disposio de corpo notificado.
      Criana secundria, fmea, acreditou ser filha do assunto, localizada debaixo de observao mdica. Trauma severo fsico e sentimental. Os citaes locais investigando. Secundrio no tem nenhuma identificao e ser atribudo um social caseworker.
      Os citaes subseqentemente locais incapazes de identificar criana secundria, fmea. O assunto secundrio incapaz de lembrar e/ou relacionar nome ou circunstncias. Nenhuma conexo para Troy ou esta agncia podem ser feitas. O assunto secundrio foi absorvido pela Agncia Nacional para Minors e foi dado o nome Dallas, Eve.
      O arquivo de caso Troy  fechado.
      
      "Existe um arquivo em mim?"
      "Sim."
      "Eles fizeram a conexo?"
      "Eu no li isto."
      "Voc no est s cheio de fora de vontade?" Quando ele no falou, ela foi embora a tela, e tomou um passo em direo a ele.
      Ele levou um de volta. "Algum pagar por este. Nada me parar. Eu no posso o matar, entretanto Deus, eu sonhei com isto. Mas algum pagar por aguardar, estando de volta, e deixando este acontecer para voc."
      "No mudar nada."
      "Aye, por Deus ir." Um pouco de parte da fria ele segurou dentro dele desde ler os relatrios dados coices. "Existem equilbrios, Eve. Voc sabe isto. Cheques e equilbrios,  disso que faz sua justia preciosa. Eu terei meu prprio neste."
      Ela estava fria, j to frias, mas suas palavras, o olhar dele agora tudo menos a entorpeceu. "No me vai ajudar a pensar sobre voc saindo e caando em cima um pouco de fantasma atribuiu para este durante vinte anos atrs."
      "Voc no tem que pensar sobre isto."
      Um pouco bolha de rosa de pnico em sua garganta. "Eu preciso de que voc enfocou no trabalhofaz o que voc prometeu fazer."
      Ele andou em torno do consolar, at ela. Seus olhos eram gelo azul como ele tomou seu queixo em sua mo. "Voc pensa que eu posso ou deixo este ir?"
      "No. Voc pensa que eu posso estar de volta e deixo voc caar algum abaixo e dar em doses fora sua sensao pessoal de justia?"
      "No. Ento ns temos um problema. Enquanto isso, eu darei a voc qualquer que voc precisa de mim neste caso. Eu no lutarei com voc acima deste, Eve," ele disse antes dela poder falar. "E eu no perguntarei ou esperarei que voc mudar seu cho moral. Eu s pergunto que voc faz o mesmo quando vier para mim."
      "Eu quero que voc lembre de algo." Sua voz quis agitar. Sua alma quis tremer. "Eu quero que voc pense sobre este antes de voc fazer algo que voc no pode aceitar em devoluo."
      "Eu farei o que eu tenho que fazer," ele disse de modo plano. "E ento legue voc."
      "Roarke." Ela agarrou seus braos, e tinha medo que ela podia j sentir ele escapando dela. "Qualquer aconteceu para mim atrs em Dallas, eu terminei disto. Eu estou de p aqui por causa disto. Talvez eu tenho tudo que importa para mim, inclusive voc, por causa disto. Se isto seja verdade, eu iria por isso tudo novamente. Eu iria por todo minuto do inferno para ter voc, ter meu distintivo, ter esta vida. Isto  suficiente equilbrio para mim. Eu preciso de voc para pensar sobre isto."
      "Ento eu irei."
      "Eu preciso preparar-se pela instruo especfica matutina." Para pensar sobre qualquer outra coisaqualquer outra coisa. "Ento faa voc. Este tem que ser colocado no lugar no momento. Se voc no pode colocar no lugar isto, voc  intil para mim, ou seu amigo."
      "Eve." Ele disse isto suavemente, como ele suavemente a amou, e ele escovou a lgrima que ela no tinha estado ciente de derramar de sua bochecha.
      Ela quebrou quando seus braos vieram a si. E porque eles fizeram, ela escavou nele e deixou se lamentar.
      
      
      8
      
      Ela voltava em forma quando seu time chegado para a instruo especfica. Os pensamentos do que ela sobreviveu em Dallas era bloqueado longe para ser tirar mais tarde quando ela estava s, quando ela podia permanecer eles. Quando ela podia, ela compreender o que podia e no podia ser feita.
      Ele mataria eles. Ela no teve nenhuma iluso. Partido para ele mesmo, Roarke conseguiria encontrar aqueles responsvel pelo nonaction diretivo em Dallas, e . . . elimine eles.
      Cheques e equilbrios.
      Ele faria isto, a menos que ela ache a chave para sua ira, sua sensao de justia, seu precise castigar. Seu precise a suportar e derramar sangue para sangue por causa de um desesperado e brutalizou criana.
      Ento ela teve que achar aquela chave, de alguma maneira. E enquanto ela estava procurando por isto, ela estava subindo contra uma das organizaes mais poderosas e auto-suficientes em ou fora de planeta.
      Seus antes planos de expandir o time, de incluir uma exibio forte da mo-selecionados homens de EDD, tido que ser colocado ala. Ela teve uma complicada pequena bomba em suas mos. Demais inconstante e transcurso e explodir em seu rosto.
      Ela manteria seu time to pequeno e apertado quanto possvel.
      Feeney. Ela no podia passar sem Feeney. Ele era atualmente chowing abaixo em um de seus dinamarqueses favorecidos enquanto ele discutiu com McNab sobre um pouco de jogador de Bola de Arena chamado Snooks.
      O s de EDD Ian McNab no pareceu com algum que seria aborrecido em cima sobre Bola de Arena. Ento novamente, ele no pareceu com um policial qualquer um. Ele estava vestindo couro purpreo-olha calas, pegged apertado como torniquetes nos tornozelos para exibir-se seu cavaleiro baixo que gel purpreo-se move furtivamente. Sua camisa era faixas purpreas e aquecidas suficiente para exibir-se seu torso estreito e ombros sseos. Ele puxou seu cabelo loiro atrs em uma trana relativamente simples que penduradas entre seu anjo-asa omoplatas, mas compuseram para a simplicidade com uma selva de aros prateados que curved junto sua orelha deixada.
      Entretanto ele teve um bonito rosto, estreito e liso e partir por olhos verdes inteligentes, ele no pareceu com o tipo o robusto e Peabody fixo iria. Mas ela fez, e em um grandes modo.
      Voc podia ver o que estava entre eles no modo casual sua mo escovou joelho do Peabody, o modo que ela o picou com seu cotovelo quando ele tentou tomar sua massa.
      E a prova que ama era em flor quando Peabody quebrou a massa pela metade e deu isto para ele.
      Ela precisou deles, os trs deles, e o homemseu homemque sipped seu caf e esperada por ela comear o show.
      E uma vez que ela fez, ela pe eles todos em risco.
      "Se todo mundo estiver acabado sua pouca fratura de caf, existe um pouco assunto de um homicdio duplo para discutir."
      "Levado seu EDD reporta l." Feeney movimentou a cabea em direo ao pacote de disco que ele colocou sua escrivaninha. "Todas da casa das unidades, galeria, estdioera frito. Corrupo total. Eu consegui algumas idias em como regenerar e acessar dados, mas ele no vai ser fcil, e ele no vai ser rpido. Mais fcil e mais rpido com o uso de algum do equipamento nosso consultor civil tem em sua disposio."
      "Ento est em seu," Roarke disse e teve Feeney que irradia em antecipao.
      "Eu posso ter um time de recuperao aqui em uma hora, com as unidades. Ns instalar uma rede e"
      "Isso no vai ser possvel," Eve interrompida. "Eu preciso perguntar a voc pessoalmente para transportar uma amostragem das unidades aqui. Aqueles que permanecem em Central exigir segurana nvel superiora. Eles tm que ser movidos da caneta, Feeney. O MAIS RPIDO POSSVEL."
      "Dallas, eletrnica no  sua rea, mas at voc devia ser capaz de compreender quanto tempo que vai me levar para trabalhar isto mgico em mais e unidades de uma dzia de. Eu no posso estar arrastando eles aqui um par de cada vez, e sem um time de recuperao, mnimo de seis homens, ns estamos olhando para dias, se no semanas antes de ns retirar-se qualquer coisa legvel."
      "No pode ser ajudado. A natureza da investigao mudou. As informaes entraram em minhas mos que confirma envolvimento e participao possvel nestes assassinatos pela Organizao de Segurana de Ptria."
      Existia um momento de silncio absoluto, ento resposta excitada do McNab. "Fantasmas? Oh beb, em ltima instncia gelou."
      "Isto no  um vid, Detetive, ou um pouco de comp jogo onde voc toca agente secreto. Duas pessoas esto mortas."
      "Com todo respeito, Tenente, eles esto mortos de qualquer maneira."
      Desde que ela no podia pensar sobre um argumento isto, ela ignorou isto. "Eu no posso revelar como esta informaes vieram para mim." Mas ela viu olhar do Feeney em Roarke, a especulao e o orgulho nisto. "Se ele vier at um tribunal ordena exigindo minha fontecomo ele muito bem podeeu mentir. Voc precisa saber aquela em cima frente. Eu perjurarei eu mesmo sem vacilao, no s para proteger a fonte, mas manter a integridade desta investigao, e proteger Reva Ewing, quem eu sou seguro  inocente."
      "Eu gosto da ponta annima eu mesmo," Feeney disse facilmente. "Transmisso sem pista de dados. Existe uns modos para instalar aquela em sua unidade aqui mesmo assim parecer com que voc conseguiu um. Devia levantar contra a maioria de testes."
      "Isto  ilegal," Eve assinalada, e ele sorriu.
      "S conversando fora alto."
      "Quando cada de voc tomou este caso, estava na convico que era uma investigao de homicdio normal. No . Voc tem uma escolha de sair da investigao antes de eu revelar os dados em minha possesso. Uma vez que eu revezamento isto, voc  pego. E ele podia ficar bonito fucking pegajoso. Ns no podemos trazer qualquer outro neste. No pode ser discutido fora de locais assegurados. Cada um de ns teremos que ser diariamente varridos para percevejos possveis e isso inclui para casa, local de trabalho, veculos, e pessoa. Voc estar em risco, e certamente debaixo de observao."
      "Tenente." Peabody esperou at Eve seja olhar trocado para ela. "Se voc no souber que ns estejamos em, voc devia."
      "Isto no  negcios como sempre."
      "No, porque est em ltima instncia gelado." Peabody sorriu abertamente quando ela disse isto e ganhou um riso silencioso de McNab.
      Agitando sua cabea, Eve sentada no canto de sua escrivaninha. Ela soube que eles estavam em, mas ela teve que acabar a eles os. "Blair Bissel era um nvel-duas operao para o HSO, recrutado e treinado por Felicidade Kade."
      "Ele um HSO era batido?"
      Ela olhou de relance em McNab. "Eu no amarrei quase isso tudo em cima em um arco para voc, Detetive. Nenhuma nota," ela disse quando ele saiu seu livro. "Nada anotadas ou registradas exceto nas unidades passadas sem tocar. Aqui  o que eu sei. Bissel estava em Ptria por nove anos. A nvel dois ele funcionou principalmente como uma ligao. Passando dados de ponto para apontar, acessando dados ou acumulando intel, que ele passou para frente para um contato. Kade geralmente, mas no exclusivamente. Trs anos atrs, Kade foi atribudo para Reva Ewing para os propsitos de desenvolver uma relao, uma amizade."
      "Por que Ewing?" Peabody perguntou. "Particularmente."
      "Eles a tiveram debaixo de observao para vrios anos, inclusive seu tempo com o Servio Secreto. Esta observao era beefed em cima depois de seu dano, linha de trabalho, e aposentadoria subseqente. Ela era abordada por um recrutador para o HSO durante sua recuperao, ede acordo com o arquivoera menos que cortesa em sua recusa. Como ela era oferecida um pacote de incentivo significativo, sua recusa e seu emprego subseqente eram suspeito.
      "Indstrias Roarke," Eve continuou, " um boto quente para o HSO. Eles gastaram tempo e fora de trabalho considervel tentando amarrar isto a espionagem, sem sucesso. Reva Ewing era considerado um candidato forte para informaes devido a sua relao pessoal e profissional com a cabea da indstria, e posio da sua me como admin do Roarke. A esperana era Reva conversaria sobre ela trabalha, seu chefe, seus projetos, e assim por diante, e o HSO estaria um."
      "Mas ela no fez," Feeney iniciou.
      "Ela no deu a eles o que eles eram depois, mas eles tiveram muito investido. E Felicidade eram cometidas. Ela trouxe para dentro Bissel e instalou para o longo arrasta."
      "Ele casou-se com ela para intel?" Peabody queried. "Chupe largo."
      "Para intel," Eve concordou. "E para uma cobertura mais forte, para os contatos adicionais que veio dela. Ela est ainda amigvel com algum dela associa do Servio Secreto, e ela tem orelha do antiga Presidente Foster, entre outros. Nenhum Foster nem a administrao atual manteve relaes muito amigvel com o HSO, ou vice-versa. Existe muito ressentimento, de um upmanship, muitos segredos e caluniando."
      "Eu sou seguinte tudo isso bem suficiente, criana," Feeney pe em. "Mas ele no explica por que Bissel e Kade eram batidos, e Ewing instalar."
      "Ele certo como inferno no faz. Ento vamos descobrir."
      Ela olhou de relance em Roarke, caladamente o passando a bola. "O Cdigo Vermelho deve fatorar nisto," ele comeou. "As unidades foram tirar com a lombriga de Dia do juzo universal, ou um clone de fim disto.  possvel, entretanto ele me di, que eles infiltraram minha segurana em Securecomp, usando Reva como seu canal. O contrato foi bem sucedido para o Conselho de Inteligncia Global, e era heatedly protestado pelo HSO, e alguns outros acrnimos."
      "HSO teria querido o contrato eles mesmos," McNab especulou. "A privatizao deste tipo do trabalho pe o apertar no oramento de algumas destas agncias."
      "Existe isto," Roarke concordou.
      "Adicione aquele se eles tivessem o contrato e a taxa," Peabody continuou, "eles tambm teriam toda intel pertinente no Cdigo Vermelho interno. Eles no tm que esperar para ser alimentados por canais."
      Eve movimentada a cabea. "Usando Reva era um caminho para alimentar."
      "Adicione aquele desde que Indstrias Roarke  considerada suspeito por algumas faces . . ." Roarke deixa que pendura no ar um momento, quase como se divertido. "O HSO achou isto expediente para enfocar em infiltrar e dados de ajuntamento e intelqualquer veio  mo paraa fim de tentar construir um caso contra a corporao. Para espionagem, dobro-imergindo, taxe evaso. Alguma tal coisa."
      Ele encolheu os ombros isto. Ele eradesde Eve, em todo casoum completamente legitima homem de negcios. E se ele no fosse, ele no teve nenhuma dvida que ele teria chegado ao redor Ptria, da mesma maneira que ele sempre faria.
      "Eu estarei examinando segurana e tampando quaisquer buracos potenciais, mas neste momento  um pouco gosta de bricking em cima o buraco depois do deslizado do rato em mordiscar o queijo."
      "Voc pode sempre atingir mais queijo," Feeney comentou.
      Roarke sorriu um pouco. "Ns somos de uma mente l."
      "Que tal a lombriga propriamente?" Peabody perguntou. "Se isto era um HSO bate, e as unidades eram corrompidas, isso significa o HSO tem a lombriga, ou um clone. No iria eles estar trabalhando em um programa de exterminao e proteger eles mesmos em vez de . . . Oh."
      "Espionagem global no  muito muito diferente do corporativo tipo." Roarke levantou a panela e topped fora de seu caf. "Se eles estiverem trabalhando em spec, ou tenha outra organizao que trabalha nos programas de proteo, pagaria a eles para saber o que ns somos at."
      "E matana para isto. S outro tipo de crime organizado." Peabody esvaziou um pouco. "Desculpe, Livre-exibio de razes de Ager. Realisticamente, eu sei organizao de necessidade dos governos coberta para juntar inteligncia, ajudar predizer ataques terroristas, ajudar desmantelar terroristas e politicamente grupos de fanticos. Mas  o fato que eles sempre no tm que tocar pelas regras que pode corromper os indivduos que compem o todo. E isso soou s como meu pai."
      " certo, Ela-Corpo." McNab deu seu um apertar de joelho. "Eu penso Livre-Agers so quentes."
      "Se o HSO ordenou o golpe em Kade e Bissel," Eve continuou, "eles no podem pagar por ele nos tribunais pblicos. Mas, se eles instalar Reva Ewing e deixaram ela torcendo no vento, eles pagaro por isto. Ela  um cidado de Nova York, e isso faz seu nosso. Eu vou falar com o chefe, ento eu estou indo para Reva Ewing e fao revelao cheia, a menos que ordenada caso contrrio. Eu acredito com ela contacta que eu posso trabalhar um encontrar com reps do HSO. E ns tocaremos um pouco de bola."
      Quando ela completou a instruo especfica, ela comeou a sair com Peabody, ento parado como se s lembrando de algo. "Oh, Feeney, eu preciso s outro minuto com voc. Peabody, continue abaixo. Ponha em um pedido com o escritrio do chefe por algum tempo, prioridade uma."
      "Eu no espero ser mais de dois ou trs horas em Securecomp," Roarke disse a Feeney. "Voc sabe onde tudo est aqui. Instale porm adapta voc melhor. Summerset poder responder qualquer questiona que voc pode ter. Eu voltarei fechar minhas mangas assim que eu posso. Tenente."
      Ele soube que ela estremeceria quando ele se debruou at a beijar. Que era s uma das razes que ele no podia resistir fazendo isso. Ele deixa ela fechar a porta atrs dele, e depois de dar isto um olhar especulativo, foi embora.
      Do lado de dentro, Eve esfregou ela d seu rosto. "Eu preciso perguntar a voc por um pessoal."
      "Certo."
      "Isto est . . . um pouco enganador para mim."
      "Eu estou vendo isto. Ns precisamos de um sentar?"
      "No. Eu quero dizer que voc pode. Eu . . . no posso. Cague." Ela compassou longe, olhada fixamente dura fora da janela. "Eu no conheo quanto voc sabe sobre quando eu era uma criana, e eu no quero conversar sobre isto."
      Ele soube um grande negcio, suficiente que tendo ela educa apertou sua barriga. Mas sua voz ficada at. "Certo."
      "Existia uma operao de campo de HSO em Dallas quando . . . durante um perodo quando . . . Goddamn isto."
      "Eles olhos estado usando seu pai?"
      "Sim. Olhos e orelhas. Eles . . .  complicado, Feeney, e eu no tenho isto em mim ir por isso tudo. Mas o fato  existir um arquivo. Lido do Roarke ele e"
      "Levante. Eles tiveram olhos e orelhas, eles conheceram que existia uma criana, e eles no intervieram?"
      "Isto no  o ponto."
      "Fuck o ponto."
      "Feeney." Ela voltou e era assaltada pelo mesmo tiroteio de ira fora dele como teve com Roarke. "Eu no devia estar dizendo a voc qualquer deste. Se qualquer coisa que . . . Voc pudesse, dependendo do resultado,  considerado um acessrio antes do fato. Mas talvez, dizendo voc, ns podemos mudar o resultado. Ele procurar por retorno, e ele no pode. Podia o arruinar. Voc sabe isto. Eu estou perguntando a voc para ajudar-me o parar."
      "Pare ele? O que faz que voc pensa que eu no darei a ele uma mo com isto?"
      "Porque voc  um policial," ela estalou. "Porque voc sabe que voc no possa suportar isso at o pessoal aquele modo. Voc sabe o que pode acontecer quando voc fizer. Eu preciso de voc para o manter ocupado, muito ocupado para ele gastar qualquer hora partir esta outra coisa. Eu preciso de voc para achar um caminho para tentar o calar deste. Eu penso que ele escutaria voc."
      "Por que?"
      "Eu no sei." Ela arrastou suas mos por seu cabelo. "Eu s fao. Por favor Deus, Feeney, no faa-me ir para Summerset com este.  duro suficiente perguntando a voc. Eu s preciso comprar algum tempo assim eu posso achar isto claro."
      "Mantendo ele ocupado no est um problema vendo como existe s trs de ns trabalhando em quatorze unidades. Conversando com ele . . ." Mos retrocedidas do Feeney para seus bolsos  medida que ele encolheu os ombros. "Eu verei se eu posso achar uma abertura para isto. No pode prometer que eu irei."
      "Eu aprecio isto. Eu aprecio isto, Feeney. Obrigado."
      "Deixe-me perguntar a voc algo, Dallas. S entre voc e eu, aqui e agora. Ns no temos que educar isto novamente, mas eu quero uma diretamente resposta de voc. Voc no quer retorno?"
      Ela olhou abaixo no cho, ento fez se erguer ela olhar e encontrar seus olhos. "Eu quero que isto to ruim que eu posso saborear isto. Eu quero isto to ruim, ento fucking ruim, me assusta. Eu quero isto, Feeney, to ruim que eu sei que eu tenha que colocar no lugar isto. Eu tenho que, ou eu farei algo que eu no estou certo com que eu posso viver."
      Ele movimentou a cabea, e isso era suficiente para eles dois. "Vamos ir fazer o trabalho, ento."
      ***
      O chefe Whitney era um grande homem que se sentou atrs de uma grande escrivaninha. A Eve soube que seu dia era cheio com papelada e poltica, com diplomacia e directives. Mas ele no o fez menos de um policial.
      Ele teve esfolou o tom de carvalho brilhante, e os olhos que irradiado fora de seu rosto largo era escuro e inteligente. Existia mais cinza em seu cabelo que existe o ano antes, e Eve imaginou sua esposa importunou ele para lidar com isto.
      Pessoalmente, Eve gostou disto. Adicionou mais um aspecto de autoridade.
      Ele escutou, e ela achou seu silncio durante seu relatrio ambos pesados e confortantes.
      Ela permaneceu permanecendo quando ela estava acabada, e entretanto ela no repetiu olhar em Peabody, ela conheceu que seu companheiro estava segurando sua respirao.
      "Sua fonte nestas informaes so confiveis?"
      "Senhor, como esta informaes vieram para mim por fontes desconhecidas, eu sou incapaz de garantir a confiabilidade de mesma, mas eu sou seguro os dados que propriamente  confivel."
      Ele levantou suas sobrancelhas e movimentadas a cabea. "Cuidadosamente disse. Pode permanecer se e quando voc for ido em frente isto. Como voc pretende prosseguir?"
      "Eu pretendo descobrir esta informaes para Reva Ewing."
      "Isso devia fazer seus advogados levantarem-se e danarem."
      "Senhor, ela no matou Bissel e Kade. Eu no posso em boa conscincia retm esta informaes de algum que , essencialmente, outra vtima."
      "No. Eu s odeio ver advogados danar."
      Existia o faintest bufar de Peabody, apressadamente transformada em uma tosse.
      "O PA no vai ter muito prazer em," Whitney adicionou.
      "Ele pode ter muito prazer em suficiente para danar ele mesmo se ns amarrarmos o HSO em um assassinato duplo, e o deliberado emoldurando de um civil. Aquela eventualidade faria este caso muito quente," Eve adicionou quando ela viu o olhar especulativo em olhos do Whitney. "Quente suficiente para gerar mdia considervel. Mdia global, com o processar advogado na vanguarda."
      "Isto est interessando, e poltico pensando, Dallas. Voc me surpreende."
      "Eu posso empurrar minha mente em uma direo poltica quando apertada, e assume que voc poderia expandir naquela rea quando informando o PA."
      "Voc pode estar certo disto."
      "Ewing pode tambm provar til em fornecer contatos para me ajudar em pursing este aspecto de HSO de minha investigao."
      "O HSO, uma vez feito ciente deste aspecto de sua investigao, tentar, muito duro, fim disse investigao."
      Nonaction, ela pensou. Isso seria o termo, e o que eles quereriam dela.
      Ela seria maldita se eles pegariam isto.
      "Eles no tm nenhuma autoridade acima do NYPSD em uma investigao de homicdio. Uma mulher inocente era implicada, deliberadamente, em um homicdio duplo."
      Uma criana inocente, ela pensou, no podia parar o pensamento, estava deliberadamente ignorada e remanescer para ser batida, ser estuprada. O remanescer matar sobreviver.
      "Isto no  segurana nacional ou global, Chefe, est s sujo." Sua garganta estava comeando a queimar, mas ela ignorou isto e ordenou se para ficar com os fatos. Para ficar com o agora.
      "Uma corporao legtima, para que Ewing trabalha, tem um Cdigo Vermelho do governo vivel contrato para desenvolver um programa de exterminao para bloquear os planos alegados de uma tecno-organizao terrorista. Se o HSO tentou embaraar a pesquisa e desenvolvimento atualmente em andamento em Securecomp, isto no  um assunto de segurana nacional ou global qualquer um.  perigoso e auto-engrandecendo espionagem corporativa."
      "Eu posso prometer voc, eles tero um giro diferente."
      "Eles podem girar isto at que eles criem um novo avio de gravidade, no alterar o fato que duas pessoas estavam brutalmente assassinadas, e um civil inocente deliberadamente emoldurado para isto. A mdia j  nome do smearing Reva Ewing por toda parte da tela. Ela no merece isto. Ela quase morreu permanecendo como protege para o Presidente Foster, porque isso era seu trabalho. No mais, no menos. Ela fez seu trabalho, no mais, no menos, para Securecomp, e em fazer muito ser em parte responsvel por em desenvolvimento outra proteo contra uma ameaa que podia, potencialmente, feche o Pentgono, o NSC, o GSC, Parlamento, e a maldio HSO."
      Ele levantou uma mo. "Ela faria melhor com voc que os advogados. Eu no estou discutindo com voc," ele adicionou como o insulto chamejado acima de rosto da Eve. "Eu leio seu arquivo. Voc entende que voc tenha a opo de simplesmente soltando as cargas e permitindo Ewing fazer sua prprio giro. O NYPSD, e voc, poderia parecer dominante ou tolo inicialmente, mas isso dissiparia em breve."
      "Duas pessoas ainda estariam mortas."
      "Duas operaes, Dallas. Subproduto do trabalho." Ele levantou sua mo novamente antes de Eve poder falar. "Voc tem uma opinio nisto, Detetive Peabody?"
      "Sim, senhor. Se eu afundasse, linha de trabalho, isso seria um subproduto do trabalho. Mas eu esperaria que Dallas e meus oficiais das mesmas categoria para fazer tudo que eles podiam me conseguir a justia. Ns s no deixamos o assassinato ir porque  um perigo profissional."
      "Voc levanta-se bem por voc mesmo, Detetive. Agora que eu vejo que ns somos todo no mesmo lado da linha. Converse com Ewing. Eu tomarei este para Tibble Principal. Tibble s Principal," ele adicionou, "em uma necessidade para-conhecer."
      "Obrigado, senhor. O time de EDD trabalhar principalmente fora de minha residncia. Tem mais nveis de segurana que ns temos em Central."
      "Isso no me surpreende. Documente tudo, Dallas, mas no momento seus relatrios para mim permanecero somente verbal. Eu quero ser informado o minuto que voc tem qualquer tipo de contato com qualquer agente ou representante do HSO. Mantenha seu asno coberto, porque se levar um golpe, ento faa este departamento."
      ***
      Isso foi bem," Peabody comentou como eles encabearam at a garagem.
      "Bem suficiente."
      "Quando ele perguntou a mim se eu tivesse uma opinio, eu quase embreei."
      "Ele no teria perguntado se ele no quisesse ouvir isto."
      "Talvez no, mas metal normalmente quer ouvir o que eles querem ouvir. Existia esta outra coisa que eu estava pensando." Ela correu uma mo, muito casualmente, abaixo sua jaqueta para alisar a linha. "Devido  natureza desta investigao e certas sensibilidades, poderia ser mais assegurar, ao todo, se membros do time permaneceram em sua residncia."
      "Poderia ser?" Eve respondida.
      "Bem, sim, vendo . . ." Ela diminuiu, estudado seu veculo da cidade de ervilha verde. "A unidade varreu e protegeu?"
      "Manuteno disse isso, mas eles esto deitando sacos de cagar. Devia ser seguro suficiente para voc fazer seu trabalhar com afinco condies gerais."
      Peabody subiu em. "Primeiro, voc tem aquelas camadas extras de segurana em lugar, ento ns no temos que assistir o que ns dizemos ou fazemos. A parte de investigar est conversando por dados e informaes. Tambm EDD podia tomar turnos, se necessrios. E desde que McNab e eu estamos preparando-se mover para nosso novo apartamento, meu lugar  um naufrgio." Ela lindamente sorriu. "Ento que tal isto?"
      "No  uma festa."
      "Absolutamente no." Peabody abafou o sorriso e pareceu duro. "Eu estou propondo para este para o bem do time, e a investigao."
      "E porque existe sempre sorvete provido no congelador."
      "Bem, sim. Eu pareo estpido?"
      ***
      No era incomum para Roarke pedir um cheque de lugar em segurana em qualquer departamento em qualquer hora. Mas era menos habitual para ele correr scanners pessoalmentee correr testes sozinho equipamento.
      O nvel-dez lab em Securecomp podia s ser acessado por empregados com a liberao mais alta. Ainda, nenhum deles murmurado no corpo esquadrinha, ou a demora enquanto o scanner era examinado uma srie de cheques, ento o esquadrinhar reprise.
      Ningum murmurou quando um time de exterminators em seu branco skinsuits e capacetes pretos eram chamados em varrer para percevejos. Os olhares eram permutados, e alguns encolhe os ombros, mas ningum questionou o homem.
      O lab propriamente era prstino. Os filtros e purificadores mantiveram o ar absolutamente limpo. Chos, paredes, tetos eram todo branco no aliviado. No existia nenhuma janela, e as paredes estavam umas cheias seis polegadas espessas. Minicams era posicionado para registrar toda rea, todo pessoal, todo movimento, todo som.
      Cada estao de trabalho era um claro-de lado cubo ou srie de contadores claros, e cada segurou equipamento compacto e poderoso. No existia nenhum 'vnculo diferente de interoffice uns.
      O pessoal autorizado vestiu distintivos codificados, e passaram por trs executando reas todo tempo que eles entraram ou saram o lab. O acesso exigiu voz, retnica, e palmprint verificao.
      Os scanners, alarme, e preventivos fizeram isto impossveisassim Roarke acreditouremover quaisquer dados do lab sem seu conhecimento e autorizao. O canteiro um percevejo dentro de exigiria feitiaria.
      Ele teria apostado sua reputao nisto. E, essencialmente, teve.
      Ele sinalizou para a atuao lab chefe, Tokimoto, e caminhado em que o techs chamado "a abbada."
      Era um escritriospartan, quase militarcom uma escrivaninha aerodinmica nica, duas cadeiras, e uma parede de gavetas fechados hermeticamente. A escrivaninha segurou uns dados e sistema de comunicaes muscular com um 'vnculo que podia s enviar ou receber do lado de fora do lab com pessoal voiceprint e passcode do Roarke.
      "Feche a porta," ele ordenou Tokimoto. "Sente-se."
      Tokimoto fez ambos, ento dobrados seus longos, limpos entrega seu colo. "Se voc trouxesse me para dentro aqui para perguntar a mim sobre Ewing, voc est desperdiando nosso tempo. E ns ambos os valor nosso tempo. Ela no matou ningum, porm muito que ele mereceu isto."
      Roarke se sentou, ajustado seu pensando e abordar como ele estudou Tokimoto.
      O homem era quarenta, apare e longo-limbed. Ele vestiu seu cabelo preto pequeno e perto do escalpo. Sua pele era muito branca, seus olhos fulvos em baixo de sobrancelhas longas, diretas. Seu nariz era estreito, sua boca apertada agora em uma linha magra de aborrecimento.
      Era, Roarke estimado, um dos muito poucos tempos ele viu Tokimoto aborrecido nos seis anos de sua associao.
      "Isto est interessando," Roarke comentou.
      "Eu estou contente minha opinio  de interesse," Tokimoto respondeu em sua voz cortada, preciso.
      "Eu no percebi que voc era apaixonado por Reva. Obviamente, eu no presto ateno."
      Tokimoto permaneceu quieto, rosto e corpo. "Ewing estavauma mulher casada. Eu respeito a instituio. Ns somos associados e colegas, nada mais."
      "Ento voc no disse a ela, ou a partiu. Bem, isto seja seus negcios. Seus negcios pessoais, e nenhum de meu a menos que pertena para o que continuam dentro deste lab. Mas eu direi isto, no momento, ela podia usar um amigo."
      "Eu no quero intrometer."
      "Novamente, seus negcios." Roarke tirou um disco de seu bolso, inseriu isto em seu computador. "Tenha um olhar para isto. Eu gostaria de sua opinio."
      Tokimoto subiu, caminhada ligeiramente em torno da escrivaninha para estudar a tela. Ele pursed seus lbios acima da grade, as linhas e caixas complexas. Ele arranhou seu queixo.
      "Voc realar? Esta rea." Tokimoto gesticulou para uma seo da grade.
      Sem falar, Roarke keystroked para aumentar e realar a rea solicitada. "Existe uma sombra, s aqui em Quadrante B, seo cinco por dez. Um percevejo estava l, mas no est l agora. Eu penso . . . espera. Se mova?"
      A pergunta, Roarke soube, no era dirigido nele. Mas responder ele aumentou novamente e deixa o disco tocar adiante.
      "Sim, sim, se mova. Apenas uma sombra quando se mover. Mais que se pode descobrires quando ele restos."
      "E sua concluso?"
      "O dispositivo  plantado em um objeto movvel. Uma pessoa ou droid.  altamente sofisticado. Minuto e muito bem protegido. Nosso?"
      "Eu no acho, mas ns trabalharemos nisto. Isto  uma impresso de segurana do lab, Tokimoto. E este . . ." Ele bateu um dedo na tela onde a sombra era mais escura. "Isto  estao da Reva."
      "Existe um engano."
      "No  um engano."
      "Ela nunca trairia voc ou ela associa. Ela  honrada."
      "No, eu no penso que ela me trairia, ou voc. Eu vou perguntar a voc este uma vez. Voc foi abordado por alguma fora de festa relativo ao Cdigo Vermelho?"
      "Eu no tenho." Diziam simplesmente, sem sugestes de insulto, aborrecimento, ou medo. "Teve eu sido, eu teria reportado para voc."
      "Sim, eu acredito nisto. Porque voc  honrado, Tokimoto. Eu estou mostrando a voc este porque voc . Porque neste assunto muito delicado, eu estou confiando voc."
      "Voc tem minha lealdade, mas eu no acreditarei nesta de Reva."
      "Nenhum I. lega Como, em sua opinio, este percevejo podia ter infetado o lab?"
      "Em uma pessoa, como eu disse."
      "Em sua pessoa."
      A sobrancelha do Tokimoto dobrou como ele estudou a tela novamente. "Isto  contraditrio para mim. Ela saberia se ela levasse um dispositivo, e ela no entraria no lab. Ento, ela podia no ter levado um dispositivo. Alm de, lab segurana  meticulosa e multilayered e tem descoberto um dispositivo. Ento, um dispositivo podia no ter penetrado o lab. Ainda ele fez."
      "Isto  muito lgico, Tokimoto, mas expanda seu pensando. Como Reva poderia ter trazido um dispositivo no lab, unknowingly, isso penetrou lab segurana?"
      "Ela  um perito, e seus scanners so o mais poderosos disponveis.  impossvel que um dispositivo era plantado em sua pessoa e escapava sua descoberta, e os scanners.  . . ."
      Ele parou, endireitou, e Roarke assistiu a idia florescer em seu rosto.
      "Interiormente," Roarke forneceu.
      "Tais coisas so possveis, em teoria. Alguns foram testados. Aqueles em desenvolvimento, inclusive aqueles trabalhados em aqui, no tenha provado efetivo."
      "O dispositivo pode ser injetado, debaixo da pele."
      "Em teoria."
      "Certo, obrigado." Roarke subiu.
      "Ela . . .  Ser Ewing em um pouco de tipo de perigo?"
      "Ela  protegida. Faria seu bom para ouvir sobre um amigo que simpatizou e acreditou nela. Enquanto isso, eu quero trabalho no Cdigo Vermelho para mover em torno do relgio. Quatro turnos. Se ela for at isto, Reva voltar amanh."
      "Ser bom para a ter. Ela devia saber deste, mas eu no falarei dele se isto  seu desejo."
      "Eu estou a caminho de dizer a ela eu mesmo. Se voc discutir isto com ela, faz isto na abbada." Ele comeou para a porta, parou. "Yoshi, vida nunca  desde que ns queremos que ele seja, e o tempo perdido nunca pode ser recuperar."
      Um fantasma de lips do sorriso curved Tokimoto. "Um provrbio."
      "No.  meu modo de dizer a voc para fazer um goddamn movimento."
      
      
      9
      
      A Eve no viu como ela podia estar preocupada sobre segurana total neste momento, mas ela tomou a transmisso secreta de Roarke no estranho pequeno 'vnculo que ele apresentou para sua aquela manh.
      Amarrou com correia no pulso, mas ela no gostou do peso disto, ou a absurdidade de conversar com sua manga. Ento ela pegou isto em seu bolso de jaqueta, e quando vibrou contra seu quadril, ela sacudiu como se ela tem sido atingiu com uma exploso de laser.
      "Jesus. A tecnologia  uma dor nohahaasno." Ela arrancou isto. "O que?"
      "Isto  dificilmente uma saudao profissional, Tenente."
      "Eu sou protelado em trfico. Por que estas pessoas no tm trabalhos? Por que eles no tm casas?"
      "E um pouco de nervo eles tm estando fora e sobre em suas ruas. Eu estou neles eu mesmo, e sobre levantar um pacote. Eu preciso levar para casa isto. Eu muito quero que voc veja isto, ento voc querer me encontrar l."
      "O que? Por que? Goddamn asshole maxibus! Eu estou dirigindo aqui. Eu estou encabeando para o Lado do Leste, se eu no favorecer em um acidente veicular grande s para passar sem tocar o goddamn estradas!"
      "Eu estou correndo aquela incumbncia para voc eu mesmo. Volte para casa, Eve."
      "Mas eu" Ela snarled no 'vnculo quando a transmisso terminada, ento em desgosto lanou isto em Peabody. "Foi wonky."
      "No, senhor. Ele corta voc. Ele quer que voc volte para a residncia, onde ele est trazendo Reva Ewing."
      "Como voc consegue isto?"
      "Eu assisto muito espio vids. Ele deve ter achado algo, e ele quer discutir isto com voc no mais assegura local. Isto est realmente gelado, voc precisa admitir."
      "Sim, ento gelou, eu tenho ainda para conversar com Morris, ou tenha outro olhar para os corpos. Eu no inicializei Dickhead em torno do lab para ver se existe qualquer forensics que poderia ser til. E, muito como eu odeio isto, eu no conversei com a ligao de mdia sobre um giro quando ns soltarmos carrega em Ewing."
      "Aquelas rotinas habituais no se aplicam tanto quando voc for Amarrao."
      "Amarrao? Como eu sou amarrao? Eu no estou interessado em amarrao, de fato eu repugno amarrao intensamente."
      "No, no, Amarrao. Como Lao, James Hipoteca. Sabe, ult espio sujeito."
      "Deus." A Eve abateu uma transversal-rua, e fez isto um quarteiro antes dela protelar novamente. "Por que me?"
      "Eu realmente cavo o espio vids, at o velho. Mecanismos e sexo e stiras sofisticados. Sabe, Dallas, se Roarke fosse um ator que ele podia completamente tocar Lao em vid. Ele  um Lao total."
      Eve plowed pela luz, lance seus olhos para cu. "Deus, eu repito. Por que me?"
      ***
      Ela slammed na casa, trancados seus dentes em Summerset.
      "Seus associados chegaram. Os quartos apropriados se foram preparados para eles. Indo por experincia prvia, eu estou para ter material de comida completamente reabastecida, com uma nfase em artigos sem qualquer valor nutricional qualquer."
      "E voc est dizendo a mim este porque, de alguma maneira, eu pareo com que eu dou um cagar?"
      "Voc  amante desta casa, e responsvel pelo conforto de seus convidados."
      "Eles no so convidados. Eles so Polis."
      Peabody vadiou como Eve carregou de cima. " certo se McNab e eu temos o quarto que ns tomamos ltima vez?"
      Semblante pedregoso suavizado do Summerset com um sorriso. "Claro, Detetive. Eu organizei isto."
      "Mag. Obrigado."
      "Peabody!" A voz entristecida da Eve abateu os degraus. "Comigo, goddamn isto."
      "Trfico ruim," Peabody murmurou. "Humor terrvel."
      Ela teve que arremessar em cima os degraus, ento corredor abaixo de raia para alcanar Eve.
      "Se voc estiver indo para nariz marrom o cadver residente, faz isto por conta prpria tempo."
      "Eu no era marrom-nosing." Mas o comentrio teve espasmo de nariz do Peabody. "Eu meramente estava inquirindo sobre meus quartos durante esta operao. Alm disso, eu no tenho que nariz marrom Summerset. Ele gosta de mim."
      "Isso atribui para ele a capacidade para emoes humanas." Ela balanou em escritrio do Roarke, e carranca quando ela viu ele servindo caf para ambas as Reva e Caro. "Voc poderia ter dito mim que voc esteve trazendo eles aqui," ela reclamou, "antes de eu lutar meu caminho para o Lado do Leste Superior."
      "Desculpe pela inconvenincia, mas aqui  onde ns precisamos ser."
      "Isto  meu caso, minha investigao, meu op. Eu decido onde ns precisamos ser."
      "Isto no  sobre autoridade, Tenente. E quando seu conhecimento de eletrnica encontra ou excede meu, ns re-avaliaremos." Seu tom era completamente muito agradvel. "Enquanto isso . . . caf?"
      "Eu no tenho tempo para caf."
      "Ajude voc mesmo, Peabody," ele convidou, ento tomou brao da Eve. "Se eu pudesse ter um momento, Tenente."
      Ela o deixa principal ela em seu escritrio. Ela no gostou disto, mas ela permitiu isto. Ento ela blasted ele quando ele fechou a porta. "Ns precisamos deixar alguns parmetros. Voc est trabalhando junto com EDD. Voc no tem a autoridade para transportar meu suspeito, e sua me, sempre que e onde quer que voc escolhe. Seus pessoais para eles tomam um backseat, e se eles no podem, voc est fora."
      "Era necessrio. Voc  irritvel e aborrecido," ele estalou como ela comeou a emitir fumaa. "Bem, ento seja I. Assim ns podemos estar aqui e urinar em um ao outro pelos prximos dez minutos, ou embarquem em com isto."
      Ela teve que tomar uma respirao, ento duas, antes dela conseguir controlar seu temperamento. Ele pareceu pronto para brigar. No que ela se importou com to tanto, mas ela estava mais interessada em por que.
      "Certo, voc  irritvel e aborrecido. Quais deixam voc fora de?"
      "Se voc daria a mim alguns minutos sem rastejar em cima meu asno, eu mostrarei a voc."
      "Eu no gosto do que eu vejo, s, eu estou rastejando direito de volta."
      Ele andou de volta para a porta, ento girada para ela novamente. "Eu percebo que eu tenho, em ocasio, agido de um modo que falhei em mostrar ao respeito adequado por sua autoridade e sua posio. Isso estava errado. No que no poderia acontecer novamente, mas estava errado. Isto no  um daqueles tempos."
      "Sente como isto."
      "Isso no pode ser ajudado. No outro lado, aquelas duas mulheres so meus empregados. A surra mim na frente deles humilha minha autoridade e posio, Eve."
      "Isso no pode ser ajudado qualquer um. Eles sabem que voc tem bolas." Ela ofereceu um sorriso de navalha magra. "Agora eles sabem que eu tenho eles, tambm."
      "Isto no  sobre" Ele corta ele mesmo, ofereceu uma orao para pacincia. "Cristo, no existe nenhum ponto para este. Ns teremos um ir em um ao outro mais tarde."
      "Conte com isto." Ela alcanou ao redor ele e abriu a porta se.
      Pensando sobre autoridade e posio, ela teve certeza que ela andou a passos largos pela porta primeira. "Voc tem cinco minutos," ela disse a ele.
      "No devia tomar mais longo. Computador, feche abaixo este quarto somente, para mudo correndo."
      
      Reconheceu. Comeando mudo correndo.
      
      "Que diabo " Eve girada, d em sua arma, como protees de titnio abaixadas nas janelas atrs dela. Outros deslizaram em lugar acima das portas. As luzes empreenderam um elenco vermelho, e toda mquina no quarto enviou fora uma srie de buzinou e zumbiu.
      "Totalmente Hipoteque," Peabody murmurou com um grande, sorriso deslumbrado em seu rosto.
      
      Lockdown completo. Mudo correndo completamente comprometido.
      
      "Em seu escritrio de casa." Reva chegou a seus ps, subjugados examinar as protees de janela. "Um pouco paranica, mas excelente. Voc equipou a casa inteira com capacidade de SR? Eu realmente gostaria de ver o"
      "Voc brinca pode tocar com os brinquedos mais tarde," Eve interrompida. "Agora eu gostaria de saber por que ns precisamos deles."
      "Eu corri alguns testes em Securecomp. Muito detalhados e severo testes. Eles mostraram a rastros de um percevejo mvel."
      "Mvel?" Reva agitou sua cabea. "Algum conseguiu por segurana, todos os scanners, com um dispositivo em sua pessoa? Isso no devia ser possvel. De fato, no  possvel."
      "Ento eu acreditei, mas o dispositivo tambm  muito sofisticado. No estava em pessoa de algum, Reva, mas em seu."
      "Em? Interno? Isto est fora de cogitao. Completamente falso."
      "Ento voc objeto lega no um corpo esquadrinha?"
      Seu rosto foi duro, sua posio combativa. "Eu submeto para um toda vez eu entro ou fora do maldio lab, Roarke."
      "Eu tenho algo um pouco mais sensvel, um pouco mais especfico."
      "V em frente." Reva expulsou seus braos. "Eu no tenho nada para esconder."
      "Computador, painel Aberto A."
      
      Reconheceu.
      
      Uma seo da parede aberta. Dentro de era um quarto pequeno, dificilmente maior que um armrio. Segurou o que pareceu com um alto-fim tubo secante, com os lados claros, arredondados e uma porta sem fechadura aparente. No existia nenhum controle visvel.
      "Algo que eu tenho trabalhado em, sozinho," Roarke disse quando Reva ergueu suas sobrancelhas. "Um scanner de segurana individual, intensidade mais alta que o que est passando o mercado atualmente. Tambm ler sinais vitais, que entraro  mo para avaliar estado de esprito do assunto durante esquadrinhar."
      " seguro?" Caro subiu, subjugou quietamente. "Eu sinto muito, mas se no fosse aprovado, podendo haver um pouco de risco."
      "Eu usei isto eu mesmo," ele a assegurou. " bastante seguro. Parecer morno na pele  medida que esquadrinha," ele disse a Reva. "No uncomfortably muito, mas voc notar a mudana em temperatura como ele movimentos de rea at rea."
      "Deixe seja s pegue isto feito. Eu tenho o horrio de Prova de Verdade hoje. Eu gostaria de um pouco de tempo entre esquadrinharia e sondaria se for todo o mesmo para voc."
      "Computador, scanner aberto."
      
      Reconheceu.
      
      Uma porta aberta no tubo com um pouco bolo folhado de ar. Em gesto do Roarke, Reva andou do lado de dentro, girado enfrentar o quarto.
      "Comece processo em Ewing, Reva, corpo cheio, poder cheio em meu comando. Precisa ler e registrar sua altura," ele disse. "Seu peso, sua massa de corpo, e assim por diante."
      "Multa."
      "Quando a porta fechar, o processo devia s tomar alguns momentos. Existir um udio e estgio de leitura de vdeo, se voc no fizer objeto."
      "S faa isto."
      "Computador, comece."
      A porta do fim de tubo. As luzes dentro de giraram para um fresco azul. A Eve escutou como estatsticas de corpo da Reva eram notadas. Uma viga vermelha horizontal rebelar-se do cho do tubo, lentamente viajando em cima o corpo, abaixo novamente. Seus vrios danos eram listados, e a avaliao de cura.
      "Excelente." Voz soada oco da Reva pelo tubo, mas ela estava comeando a sorriso. A Eve podia ver que a maior parte do temperamento afogou em fascinao profissional. "E completa. Voc vai precisar conseguir este no mercado."
      "Alguns mais belisca," Roarke disse.
      Ento veio uma srie de vigas vermelhas e azuis, riscando seu corpo, pulsando como eles a esquadrinharam, seo por seo de ps para encabear.
      
      Dispositivo eletrnico localizado, subdermal, setor dois.
      
      "Sobre Que diabo ele est conversando?" Seu tom um puxo rpido de pnico, Reva apertou suas mos contra o tubo. "Onde duas de seo? Isto  bullshit."
      Roarke notou o aumento em que ela pulsa taxa, sua presso sangnea.
      "Deixe isto fim, Reva."
      "Se apresse. S se apresse. Eu quero sair daqui."
      "Est tudo bem, Reva." Caro suavemente falou. "S um pouco mais, e ele ser feito. Tudo vai estar certo."
      "Nada est certo. Nada vai estar certo novamente."
      
      Nenhum dispositivo secundrio descoberto. Dispositivo eletrnico nico, opervel, subdermal, seo duas. Solicite comando para marcar local.
      
      "Faa isso," Roarke ordenou.
      Existia um rpido zumbir, um flash. Reva batida uma mo atrs de seu pescoo, como se ela por uma abelha.
      
      Eval e esquadrinha completo.
      
      "Salve e exiba todos os dados. Lance selo, programa de fim."
      As luzes no tubo piscado fora de, e a porta aberta.
      "Dentro de mim? Debaixo de minha pele." Ela segurou sua mo ema forma de xcara acima da parte de trs de seu pescoo. "Como eu no podia conhecer? Eu juro para Deus, eu juro que eu no soube."
      "Eu nunca pensei que voc fez. Se sente agora."
      "Um interno. Exigiria um procedimento. Eu no tive um procedimento. No pode estar l."
      "Est l." Roarke a desenhou para uma cadeira, andada atrs quando Caro se sentou ao lado dela, tomou sua mo. "Plantado l sem seu conhecimento, sem sua aquiescncia."
      "Eu teria tido que ter sido inconsciente. Eu no tenho sido inconsciente."
      "Voc tem estado adormecido, no ?" A Eve quebrou em. "Algum est adormecido, no  duro de dar a eles um pouco pancada com uma seringa de presso e levar eles. Ou deslizar algo em comida ou bebida assim eles dormiriam por um implante."
      "Eu durmo em casa, em minha prpria cama de maldio. A nica pessoa que poderia tirar algo assim teria sido . . . Blair," ela terminou em uma respirao trmula. "Mas isto  louco. Ele no soube nada sobre internals ou subdermal dispositivos."
      Ela viu o olhar Roarke e Eve permutada. "O que  isto? Que diabo  isto?"
      "Eu no disse a ela, Tenente." Roarke propenso sua cabea. "No era meu lugar."
      Eve aumentada para Reva. "Voc vai ter que fortalecer em cima, porque isto vai ser um soco no rosto."
      Ela disse a Reva o modo que ela quereria ser informada. Diretamente, limpa, sem emoo. Ela assistiu ela cair, perca cor, viu as lgrimas nadarem em seus olhos. Mas eles no caram, e a cor voltou.
      "Ele . . . eles me marcaram, como uma fonte para informaes." Sua voz era rouca. "Para espio, por mim, em Securecomp, e possivelmente outras reas de Indstrias Roarke por minha me. Tambm . . ." Ela pausou, passada sem tocar sua garganta e falou em mais forte afina. "Faz sentido assumir eles estiveram usando minha conexo com o Servio Secreto, Presidente Foster, e membros de seu pessoal eu permaneo amigvel. Eles iria, por este implante, registrou qualquer e todas as conversaes, profissionais e pessoais."
      Ela tomou o copo de gua que Peabody trouxe acima de sem glancing em cima. "Eu tenho, em meu supervisory posio em Securecomp, discusses numerosas todo dia com techs, dando directives, recebendo relatrios de condio.  meu hbito para tronco meus prprios relatrios verbally. Me ajuda a ver o progresso, ou qualquer necessidade para uma nova direo. Eles saberiam tudo sobre meus projetos, e qualquer que eu ajudei em desde que eles pem esta coisa em mim. Eles estavam me chupando secos, os dois deles. Todo dia. Todo dia."
      Ela olhou em Roarke. "Eu tra voc afinal."
      "Voc no fez." O tom do Caro era severo e impaciente. "Voc era trado, e isto  uma coisa difcil. Mas lamentando por voc mesmo no  produtivo. Ningum est culpando voc, e culpando voc mesmo neste momento  uma indulgncia que voc no dispe."
      "Eu sou intitulado para um pouco chocando tempo quando eu tiver estado tecnologicamente estuprado, pelo amor de Deus."
      "Choque mais tarde. Como ns removemos isto?" Caro pediu a Roarke, ento trocada ela olha para Eve. "Ou faamos ns?"
      "Eu pensei sobre deixar isto.  uma opo, mas eu prefiro ter isto. Eu prefiro, se algum estiver ainda escutando, que eles sabem que ns sejamos sobre eles. Podia trazer eles para a superfcie mais rpida."
      "Eles mataram Blair e Felicidade, e me instalar. Por que?"
      "A instalao? Eu diria porque voc era conveniente. Sobre o golpe, eu no sei ainda. Talvez ele era HSO, talvez ele era o outro lado. De qualquer modo, eles souberam como entrar, o quo dados para corruptos, e como conseguir voc onde eles quiseram que voc tomasse a queda. Tudo que tomou algum tempo e um pouco de planejamento. Ou Bissel ou Kade, talvez eles dois, eram marcados para trmino. Quando eu descobrir por que, eu posso trabalhar de l."
      "Ns podemos ter o dispositivo removido aqui. Eu tenho algum interno com treinamento mdico," Roarke explicou.
      "Pegue isto." Reva esfregou uma mo na nuca de seu pescoo. "Eu quero que um olhar para isto."
      "Instala isto," Eve disse a Roarke. "Reva, voc no pode discutir qualquer deste em the1 fora de. Nem mesmo com seus advogados. No ainda. Mas eu quero que voc contacte algum no SS, ou em pessoal do Foster, quem voc pensa melhor. Eu quero que eles instalem um encontrar para mim com algum no HSO com suficiente graxa para saber sobre Bissel e Kade. Eu no tenho tempo para desperdiar em um pouco de zango de escritrio. Eu quero algum com suco."
      "Eu alcanarei."
      "Bom. Eu vou deixar a eletrnica para as pessoas quem sabem que diabo para fazer sobre eles." Ela disse isto, olhando para Roarke. "E eu vou ir fazer um pouco de policial trabalhar, se voc abrir este lugar novamente."
      "Computador, fim lockdown. Retome operaes normais."
      
      Reconheceu.
      
      "Eu serei alguns momentos," Roarke disse a Reva e Caro, ento deixaram eles s para sair com Eve.
      "Peabody, v ver como os meninos de EDD esto fazendo. Eu alcanarei voc."
      "Certo."
      A Eve se transformou em sua prprio escritrio  frente de Roarke, deslizada ela entrega seus bolsos. "Eu pensei que voc disse a ela sobre o HSO angular, sobre as concluses em Bissel e Kade."
      "Eu estou ciente disto, e ciente que voc teria razo para assumir isto."
      "A suposio fatorada em para a velocidade com que eu rastejei em cima seu asno."
      "Compreendido."
      "Eu estou ainda irritvel e aborrecido."
      "Bem, ento seja eu, ento voc tem companhia."
      "Eu poderia ainda querer ter um ir em seu mais tarde."
      "Eu lego lpis voc."
      Ela aumentou para ele, e mantendo ela entrega seus bolsos, plantou um beijo duro em sua boca. "Veja voc," ela disse, e passeado fora.
      ***
      Desde que ela no entendeu o que EDD estava fazendo em casa lab do Roarke, ela arrastou Peabody longe, e deu sua a tarefa de localizar e contactar Carter Bissel enquanto ela implorou um sumrio consultar com Dr. Mira.
      "Seu assistente est comeando a mim odiar," Eve comentada.
      "No, ela  s muito inflexvel sobre horrios." Mira programada seu ch habitual e gesticulado em direo a suas cadeiras de concha azuis.
      Ela foi para vermelha hoje. No realmente vermelho, Pensou Eve. Existia provavelmente um nome para a cor que pareceu com outono de enfraquecido parte. Ela vestiu um trio de colares que eram poucos bolas de ouro amarrado com barbante junto como prolas, e combinaram eles com brincos de ouro minuciosos.
      Os sapatos, um pouco de tipo de saltos de sapatos com texturas, era a cor exata do vestido. A Eve podia nunca compreender como mulheres administradas aquele tipo de synchronicityou realmente, por que eles aborreceram.
      Mas ele pareceu bom em Mira. Tudo fez. Seu cabelo de zibelina com sua ensolarado destaca era recuava hoje em um pouco de tipo de lao torcido na nuca. Ela estava deixando crescer novamente.
      Porm Mira vestiu ou groomed se, Eve decidiu que ela sempre pareceria perfeita, e nada como a imagem normal de um importante profiler e psiquiatra de polcia.
      "Eu assumo este tem algo para fazer com Verdade do Reva Ewing Testa esta tarde, como voc solicitou que eu lido com o teste pessoalmente."
      "Faz. Esta conversao, qualquer conversao com Ewing, e os resultados do teste so classificao mais alta. Meus olhos, seu, e Chefe Whitney somente."
      Mira sipped seu ch, pursed seus lbios. "E o que autoriza aquela classificao?"
      "Espionagem global," Eve disse, e disse a ela o resto.
      "Voc acredita a em." Mira subiu para outra xcara de ch. "Que ela era enganada, e  inocente de qualquer envolvimento de envolvimento deliberadonos assassinatos e no fundo que pode ter levado a eles."
      "Eu fao. Eu espero que voc confirmar isto."
      "E se os resultados a contradizem, e suas convices?"
      "Ento ela voltar em uma gaiola at que eu compreenda por que."
      Mira movimentou a cabea. "Ela  concordada em nivelar trs. Isto  um processo muito difcil, como voc sabe de experincia pessoal."
      "Eu consegui por isto, ento lega ela."
      Mira movimentou a cabea, ela olha em rosto da Eve. "Voc gosta dela."
      "Sim, provavelmente. Mas ele no entrar o modo. De qualquer modo."
      "Os assassinatos eram muito violentos, muito brutais. Se assuma que um governoat organizao do governo coberto seria menos isso."
      "Eu no assumo nadas sobre fantasmas."
      Mira sorriu um pouco. "Voc no gosta deles."
      "No. O HSO tem um arquivo em meu pai."
      Enfraquecido de sorriso da Mira. "Eu suponho isto  para ser esperado."
      "Eles tiveram uma operao de campo o monitorando, e os quartos onde ns estvamos em Dallas."
      Mira economizar a xcara. "Eles estavam cientes de voc? Do que estava sendo feita para voc, e no interveio?"
      "Eles estavam cientes, est no arquivo. S como eles estavam cientes do que eu fiz para cair fora. Eles limparam depois de mim, e eles deixam isto passeio. Ento no, eu no sou nenhum f do HSO."
      "Quem deram a ordem no intervir quando bem-estar da crianasua muito vidaestar em jogo, devia ser bloqueado longecomo qualquer abusador. Este choques me. Afinal eu vi, ouviu, tudo que eu sei, este choques me."
      "Se eles pudessem fazer o que eles fizeram em Dallas, eles podiam fazer o que era feitos para Reva Ewing. Mas este tempo, eles no vo cair fora com isto."
      "Voc est indo pblico com Ewing."
      "Condene direito."
      ***
      A Eve voltou para Homicdio, tomando os deslizamentos em lugar do elevador para dar a se mais tempo para pensar sobre seus prximos passos. Ainda deu seu um rpido sacudir caminhar na caneta de touro e ver Peabody em uma escrivaninha em vez de um cubo.
      Desde seu companheiro estava no 'vnculo, Eve foi diretamente em sua prprio escritrio. Ela bloqueada a porta, ento subida sobre sua escrivaninha para alcanar o painel de teto, atrs de que ela atualmente estava secretando seu pessoal esconde de doce.
      Ela precisou de um golpe. Chocolate genuno, caf real. Todos seriam direito com o mundo durante os dez minutos que ela tomou para este pessoal, e bem merecido, indulgncia.
      Mas em vez de seu esconderijo de doce, existia uma envoltura nica, vazio.
      "Filho de uma cadela!" Ela quase pegou a envoltura abaixo com a inteno de rasgar isto em pedaos. Mas se parou. "Ns s trataremos disto, voc ladro de doce maligno."
      Ela pulou abaixo e conseguiu seu kit de campo sobressalente. Lacrando em cima, ela subiu de volta na escrivaninha para remover a envoltura com pina, ento deixam isto em uma superfcie protetora em sua escrivaninha.
      "Voc quer tocar. Ns tocaremos."
      Momentos mais tarde, o golpe em sua porta ganhou um grunhido.
      "Dallas? Tenente? Bloqueada da sua porta."
      "Eu sei o bloqueado da porta de maldio. Eu bloqueado isto."
      "Oh. Eu tenho informaes sobre Carter Bissel."
      Rosa de Eve, chutou a escrivaninha, destrancada a porta. "Relock isto," ela ordenou, ento sentada atrs em sua escrivaninha com suas ferramentas.
      "Certo." Com um encolher os ombros, Peabody assegurou a porta. "Eu contacteio que voc est fazendo?"
      "Que diabo ele parece que eu estou fazendo?"
      "Bem, olha como se voc est fazendo uma impresso digital esquadrinha em uma envoltura de doce."
      "Ento isto  provavelmente o que eu estou fazendo. Voc contactou Carter Bissel?"
      "No, eu . . . Dallas, um bar de chocolate foi entrado em evidncia nesta investigao?"
      "Isto  um assunto pessoal. Fechado hermeticamente em cima," ela murmurou. "Bastardo fechado hermeticamente em cima. Mas isto no  o fim deste. Eu tenho outros modos."
      "Senhor, voc tambm parece ter corrido uma impresso digital esquadrinhar em um azulejo de teto."
      "Voc pensa que eu sou desavisado do que eu estou correndo, Detetive? Eu pareo com que eu estou em um estado de fuga?"
      "No, voc parece supremamente urinado."
      "Novamente, seus poderes de observao so agudos e precisos. Parabns. Fuck isto." Ela balled a envoltura em cima, lanou isto. "Eu lidarei com este mais tarde. E eu negociarei. Carter Bissel. E onde  meu caf?"
      "Uh, como voc recusou os servios de um ajudante"
      "Oh, morda-me." Ela empurrou longe da escrivaninha, pisado para o AutoChef.
      "Eu acabei de querer a oportunidade para dizer isto. Mas, sabe, eu no me importo de conseguir voc caf. Voc podia at pegar isto para mim s vezes. Como agora, por exemplo, desde que voc est a mesmo."
      A Eve levantou um suspiro enorme, e conseguiu uma segunda xcara.
      "Obrigado. Certo, Bissel, Carter. Eu tentei a residncia, mas no conseguiu nenhuma resposta. Deixou uma mensagem em seu 'vnculo. Ento eu tentei o bar que ele  listado como possuindo, e tagged seu companheiro, Diesel Moore. Moore entrou em um delrio e danou swing o minuto que eu perguntei sobre Bissel. Diga que ele quer o achar, tambm, e o chamou vrios nomes no lisonjeiros. Ele reivindica Bissel o deixou alto e secou quase um ms atrs, e lido rapidamente fora do at. Moore reivindica estar em dilemas financeiros medonhos. Ele esperou, assegurando ele mesmo Bissel voltaria com uma explicao, mas isso no aconteceu. Ele arquivou cargas ontem."
      "Voc verifica?"
      "Yep. Os citaes locais esto procurando por Bissel, e no tenha nenhum registro de que ele deixando a ilha. Podia ter tomado um barco ou um hidroplano, ilha-pulada. Eles esto examinando isto, mas no muito duros. Ele s leu rapidamente um par mil, e parte de que seria seu devido. Tambm, ele tem uma histria de decolar para perodos pequenos de tempo sem aviso prvio ou explicao."
      "Eles verificam seu lugar?"
      "Afirmativo. Parece um pouco de suas roupas podem estar faltando, e alguns artigos pessoais, mas no existe nenhum sinal de luta, infrao toca, ou, no que diz respeito a esse assunto, evidncia que ele estava planejando uma viagem longa."
      "Um ms atrs, Felicidade Kade fez uma viagem para a Jamaica. S o que ela sobre e Carter Bissel teve que conversar, eu pergunto-me?"
      "Talvez ela estava olhando o recrutar, tambm."
      "Ou talvez ela estava procurando por outra cabra. Eu penso que ns devamos tomar outro olhar para a cena de crime."
      Seu vnculo de escrivaninha buzinada, e ela lanou o teto ladrilhar de lado. "Dallas."
      
      Despacho, Dallas, Tenente Eve. Veja o oficial s 24 Oeste Dcima oitava Rua. Morte desacompanhada. Vtima nica, fmea. A identificao verificou como McCoy, Chloe.
      
      "Reconheceu. Respondendo. Dallas, fora."
      
      
      10
      
      Ela foi com plulas, e vestiram de uma camisola rosa espumosa, feito seu rosto e cabelo cuidadosamente, ento se drapejaram na cama entre uma montanha de bonitos travesseiros e um urso purpreo cheio.
      Ela cheirou de algo muito jovem, muito floral, e poderia ter confundido para dormente se seus olhos no tinha sido largo e olhando fixamente, e j nublado com a morte.
      A nota deita na cama ao lado dela, s em suas pontas do dedo, com uma linha nica escrita em dramtica, loopy escritura em jornal barato, reconstitudo rosa.
      
      No existe nenhuma luz, no existe nenhuma vida sem ele.
      
      A garrafa de plula vazia sentada no nightstand, ao lado de um vidro da gua tpida e um nico rosa rosebud, abrigo de todos os espinhos.
      A Eve estudou o quarto e decidiu o ajuste de rosa com o frilly cortinas rosas-e-brancas, os cartazes emoldurados de paisagens de fantasia e prados. O quarto era limpo, se demais fmea, mas para um difundir de usados tecidos deitando como neve acima do cho pela cama, o permanecer de um quartilho derretido de Chocolate Pecadora sobremesa congelada, e uma metade garrafa de vinho branco.
      "O que ele parece que?" A Eve pediu a Peabody.
      "Parece que ela se teve uma festa de piedade importante. Vinho e sorvete para conforto, muita lgrimas. Provavelmente usou o vinho para se ajudar equipamento em cima para as plulas. Ela era jovem, estpida, e teatral. A caixa combinada a levou a trmino prprio acima de um sleazeball."
      "Sim,  disso que ele parece que. Onde ela conseguiria as plulas?"
      Com uma mo fechado hermeticamente, Peabody levantou a garrafa para examinar o plstico verde sem marca. "No  uma garrafa de prescrio. Mercado negro."
      "Ela atinge voc como o tipo quem teria conexes de mercado negro?"
      "No." E a pergunta teve Peabody frowning, estudando cena e corpo mais prximo. "No, mas voc consegue academias de negociantes de franja e crculos de arte de trabalho. Ela moveu em ambos."
      "Verdadeiro suficiente, verdadeiro suficiente. Podia ser. Ela teria tido que mover rpido, mas de nossa reunio breve mais cedo, eu iria cavilha ela como o tipo impulsivo. Ainda . . ."
      Eve caminhada em torno do quarto, no pequeno banho, fora na rea viva parcimoniosa com seu mini cozinha. Existiam muita fofocas, mais reprodues de arte, temas romnticos, nas paredes. No existia nenhum prato na pequena tigela da pia, nenhum artigo de roupa lanada ao redor. Nenhum tecido disperso em qualquer lugar mas o quarto.
      E, ela notou, correndo um dedo fechado hermeticamente acima de uma mesa, no uma pinta de p.
      "Lugar  realmente limpo. Engraado que algum to mired em pesar eles auto-terminariam arrumar como isto."
      "Podia ter sempre sido limpo."
      "Podia ter sido," Eve concordou.
      "Ou ela poderia ter polido o lugar, apenas do modo que ela se poliu em cima antes dela fazer isto. Uma de minhas grandes-tias  obcecada sobre fazer a cama assim que ela est fora dele toda manh, porque se ela caires e morre, ela no quer algum pensando que ela  uma empregada descuidada. Algumas pessoas so misteriosas aquele modo."
      "Certa, ento ela consegue as plulas, compra se um rosa rosebud. Ento ela volta para casa, limpa a casa, abetos vermelhos se em cima. Se sente na cama chorando, comendo sorvete, bebendo vinho. Escreva a nota, ento estala as plulas, deita-se e morrer. Podia ter afundar s aquele modo."
      Ar de Peabody soprado em suas bochechas. "Mas voc no acha, e eu sinto como eu estou faltando algo realmente bvio."
      "A nica coisa bvia  morta da menina de vinte e um anos de idade. E da primeira olhe, parece ser um diretamente, pesar-induzido trmino prprio."
      "S goste de Bissel e Kade pareceram ser um diretamente, paixo-motivados homicdio duplo."
      "Bem agora, Peabody." Eve enganchada seus dedos polegares em seus bolsos dianteiros. "Voc no diz?"
      "Certo, eu estou levantando a trilha, mas se isto, como o homicdio duplo, um HSO ou terrorista  batido, o que  o motivo?"
      "Ela soube Bissel. Ela era seu amante."
      "Sim, mas ela era uma criana, um lance-longe. Se ela soubesse qualquer coisa relevante para o trabalho do Bissel, ou o Cdigo Vermelho, qualquer coisa quente, eu comerei meu brilhante novo distintivo do detetive."
      "Eu tendo a concordar, mas talvez outra pessoa no fez. Ou talvez era justo housecleaning. O fato  que existe uma conexo entre ela e Bissel, e porque existe que ns no estamos tratando este gostar de um diretamente trmino prprio. Ns comearemos com o corpo, ento eu quero este lugar escolhido separadamente. O que  o nome da mulher que a achou?"
      "Deena Hornbock, atravs-do-vizinho de corredor."
      "Faa uma corrida. Eu quero saber tudo sobre ela antes de eu a entrevistar. Tenha o uniforme a mantm em seu apartamento e sob controle."
      "Cheque."
      "Contacte Cena de Crime, e Morris. Eu quero Morris pessoalmente nela. E eu quero que CSU varra este lugar at a ltima molcula."
      Peabody pausou na porta. "Voc realmente no pensa que ela se matou."
      "Se ela fez, eu comerei meu distintivo do tenente no mais brilhante. Vamos chegar a trabalhar."
      ***
      No existia nenhum sinal de lutar, nenhuma evidncia de insulto ou dano para o corpo que indicaria fora. A Eve no esperou algum. Ela morreu logo depois de trs DA MANH Painlessly, quietamente. Uselessly, Pensou Eve.
      Seus 'vnculos estavam em ordem de trabalho, entretanto eles fecharam logo depois de meia-noite. Reativando, Eve achou sua ltima transmisso era uma entrante de Deena atravs do corredor s vinte e um cem e envolvido muito choro e condolncia. 
      Eu estou vindo depois de, Deena disse. Voc no devia estar s de cada vez vida este.
      Gratido muito chorosa, ento a transmisso terminada.
      Mas a unidade de dados no inicializaria. Infetado, ela apostou o banco nisto. Que aluno de arte tola estaria usando uma unidade de dados que podia se preocupar o HSO, ou tecno-terroristas?
      Quando ela fez tudo que ela podia com o corpo e o quarto, ela moveu na rea viva onde o Peabody trabalhou com os varredores. "Eles esto a ensacando para transporte. Morte suspeita. D-me Deena Hornbock."
      "Aluno, nico, vinte e um. Um teatro importante, com um olho em direo a fixa projeto. Ela pegou trabalho considervel em que ela retoma. Viveu neste local por um ano. Antes daquele fez o dorm coisa em Estudos de Soho Teatral. Antes daquele, viveu com me e padrasto em St. Paul. Um mais jovem sib, irmo. Nenhum criminoso exceto um suspenso para Zoner recreativo quando ela tinha dezoito anos. Pague o alugado na hora certa. Eu contactei o proprietrio."
      "Bom."
      "Tambm em dia do McCoy com alugado, entretanto ela tendeu a pagar logo antes da final de taxa contribuir. Ela saldou ontem, uma e-transferncia s dezesseis trinta e trs."
      "Sim? Realmente limpo para pagar o alugado de ms quando voc estiver planejando matar voc mesmo. Vamos ver o que seu camarada tem que dizer."
      Deena Hornbock era agitado mas composto que ela se sentou em uma cadeira vermelha de pelcia e sipped continuamente de uma garrafa da gua. Ela era uma magra, atingindo mulher preta com uma tatuagem pequena de um par de asas vermelhas em seu templo deixado.
      "Sra. Hornbock, eu sou Tenente Dallas, e isto  Detetive Peabody. Ns precisamos perguntar a voc algumas perguntas."
      "Eu sei. Eu realmente vou tentar ajudar. Eu no soube o que fazer. Eu no acabei de no conhecer, ento eu corri fora e comecei a gritar para algum chamar a polcia. Algum fez, eu acho. Eu me acabei de sentar, direito fora no corredor at Oficial Nalley veio."
      "Como voc entrou em apartamento do Chloe?"
      "Oh, eu tenho uma chave. Ela pegou um para meu, tambm. Ns ramos sempre dentro e fora de um ao outro  lugares. Eu devia dar isto para voc? A chave?"
      "Eu apreciaria isto. Ns pegaremos isto antes de ns partir. Por que voc no diz a mim o que aconteceu?"
      "Certa." Ela desenhou respirao dentro e fora, esfregou um dar seu rosto. "Certo. Eu consegui de volta de classe, e eu pensei que eu veria como ela estava fazendo. Ela estava to chateada sobre a morte do Blair. Acabou de aplainar, sabe?" Deena alarga um suspiro longo. "Eu acabei de ir para direito. Quando eu deixei seu ontem  noite que eu prometi vir por esta tarde depois de classe, ento eu no aborreci bater ou qualquer coisa. Eu acabei de entrar e gritei que eu estava l."
      "A porta era bloqueada?"
      "Sim. Quando ela no respondeu, eu voltei para o quarto. Eu iria tentar a conversar em sair, ou pelo menos acima de meu lugar. Alegre ela. Deus.  duro de dizer isto," ela administrou. "Faz-me ver isto novamente."
      "Eu sei."
      "Eu entrei. Eu a vi na cama. Eu no peguei isto a princpio, no acabou de no pensar que . . . eu disse algo como: 'Oh, vamos, Chlo.' Eu disse algo assim . . ." Sua voz comeou a quebrar. "Jesus, 'Vamos, Chlo,' um pouco impaciente, eu acho, porque ele era todos to . . . stagey e dramtico. Eu estava um pouco irritado com ela como eu subjuguei para a cama. E ento . . ."
      "No se apresse," Eve instruiu como Deena tomou um gole longo, longa da garrafa da gua.
      "Seus olhos estavam abertos. Olhando fixamente e aberto, e eu ainda no peguei isto. Para s um momento, eu no podia pegar isto. Era como parte de meu crebro fechar. Eu vi algum morto antes. Minha bisav." Deena se submeteu uma lgrima longe. "Ela viveu conosco durante algum tempo, e ela morreu nela dorme uma noite. Eu a achei de manh, ento eu vi algum morto antes. Mas ele no  o mesmo quando eles forem jovens, quando voc no estiver esperando isto."
      Nunca  o mesmo, Pensou Eve. "Voc a tocou, ou qualquer outra coisa?"
      "Eu penso que eu toquei em seu ombro, ou seu brao. Eu penso que eu passei a tocar porque eu no vi como ela podia estar morta. Mas ela estava fria. Deus, sua pele estava fria, e eu soube. Isto  quando eu corri fora e comecei a gritar."
      "Voc se sentou no corredor, e ficou l at Oficial Nalley veio."
      "Sim, est certo."
      "Voc ou qualquer outro entrou no apartamento antes do oficial responder?"
      "No. Eu me acabei de sentar na frente de sua porta, chorando. Algumas pessoas terminaram de seus apartamentos, e perguntaram a mim qual estava continuando. Eu disse, 'Ela est morta.' Eu disse, 'Morto do Chloe,' que ela se matou."
      "Certo. Voc conversou com ela ontem  noite."
      "Eu chamei quando eu cheguei em casa. Eu tenho estado fora trabalhar em um conjunto para um jogo no Lado do Oeste. Eu soube que ela estava tendo um tempo spero. Ns conversamos por algum tempo, ento eu examinei cuidadosamente. Mantida sua companhia para um pouco enquanto. Eu fiquei at mais ou menos onze. Eu tive uma primeira classe, e ela disse que ela estava indo para a cama. Escape em durma,  disso que ela disse. Ela disse coisas assim, mas eu no pensei que ela quis dizer . . ." Deena alcanou agarrar brao da Eve.
      "Oficial Dallas. Eu nunca teria deixado seu s se eu entendesse o que ela quis dizer. Eu nunca teria deixado ela fazer isto."
      "Isto no  sua culpa. Voc era um bom amigo." E porque ela podia ver como a culpabilidade estava picando, ela no corrigiu Deena em seu grau. "Como era o apartamento?"
      "Eu sinto muito?"
      "Eu perguntei-me o que tipo de declara os quartos estavam em ontem  noite quando voc estava l."
      "Oh. Era bonito limpo, eu acho. Chloe gostou de manter coisas limpas. Bem, existiam tecidos em todos lugares. Ela estava chorando muito a princpio, e lanando eles ao redor."
      "Voc comer qualquer coisa ou beber?"
      "Ns tivemos algum vinho. Eu trouxe acima de uma garrafa, e ns fomos por mais ou menos metades disto, talvez."
      "Sorvete?"
      "Sorvete? No, eu no pensei sobre isto. Isso teria sido bom, entretanto."
      "Voc limpou as taas de vinho?"
      "As taas? Ah, no. Eu no pensei sobre isto. Eu estava cansado, e ela iria sobre se chorou fora. Ns acabamos de deixar tudo na sala de estar."
      "No o quarto?"
      "No, ns nos sentamos no cho na sala de estar, s umas horas do par. Talvez se eu ficasse acima de com ela . . ."
      "Eu quero perguntar a voc olhar para esta nota." A Eve tirou o jornal rosa em uma bolsa de evidncia. "Voc sabe se isto  caligrafia do Chloe?"
      "Sim. Grande e splashy, isto  Chloe. Mas ela estava errada. Existia vida sem ele. Existe sempre mais vida. E para causa do Cristo, no iria ir em qualquer lugar. Era todas s uma fantasia."
      "Voc j encontrou Blair Bissel?"
      "No." Ela tomou um balled-em cima tecido, soprou seu nariz. "Ela o manteve realmente fecha. Eu at no soube sobre ele. Eu quero dizer, eu conheci que existia algum, e eu conheci que o algum era casado, mas ela no diria a mim seu nome, ou qualquer coisa. Fez um voto, ela disse. Um voto solene.  muito como seu para dizer isto: 'Eu fiz um voto solene.' Isto, e o fato que ela soube que eu no o vi como o amor de sua vida o modo que ela fez, significou que ela no disse a mim muitos particulares sobre ele. Eu no soube seu nome, ou que era o sujeito que ela trabalhou de meio peroda na galeria at depois que aconteceu. Depois que sua esposa o matou, eu quero dizer, e ela disse a mim sobre isto ontem  noite."
      "Ento ele nunca veio aqui."
      "Sim, ele fez. Pelo menos eu penso que ele fez. Ns tivemos este sinal, Chloe e I. Se qualquer um de ns tivemos algo continuando e no quiseram outra companhiase voc me conseguir que ns penduraramos esta tira rosa na maaneta. Isso era sua idia. At onde eu sei, e eu sou bonito certo que eu saberia, ela no estava vendo qualquer um exceto o artista pelos ltimos meses. E existiria uma tira rosa na porta sobre uma vez que uma semana."
      "Ela normalmente desligou seus 'vnculos quando ela estava entretendo?"
      "Oh sim. Isso era Chloe. Ela no quis nada do fora do mundo para perturbar o ambiente."
      "Quando voc a deixou ontem  noite, voc ouviu ou viu qualquer coisa?"
      "Eu fui para direito da cama. Eu tive uns par de taas de vinho, e a cena sentimental inteira. Eu era enxuto. Eu no ouvi nada at o alarme me excluiu da cama esta manh s seis e trinta."
      "Que hora voc deixou para classe?"
      "Sobre quarto depois de sete. D ou tome."
      "Veja qualquer coisa ento?"
      "No, nada. Eu pensei sobre correr em e verificao em Chloe, mas figurou que ela seria . . ." Sua voz oscilou novamente. "Eu pensei que ela estaria adormecidae eu estava cortando fecha de qualquer maneira, ento eu acabei de ir diretamente fora, e classificar."
      "Eu sei que isto  um tempo duro para voc, e aprecia voc respondendo todas as perguntas." Ela comeou a subir, ento se sentou novamente, como se s lembrando de algo. "Oh, eu noteiquando eu revisei as 'transmisses de vnculoque ela estava vestindo um colar quando ela conversou com voc. Um corao em uma cadeia, eu penso. Bonito. Ela continuou tocando com ele enquanto ela conversou."
      "O medalho? Eu penso que o artista deu isto para seus uns meses do par atrs. que Ela nunca tomou isto. Ela era realmente sentimental."
      ***
      "Ela no estava vestindo um medalho," Peabody disse como eles andaram de volta em apartamento do Chloe.
      "Nope."
      "Nenhum medalho achado em premissas."
      "Negativo."
      "Ento, potencialmente, quem a mataram ou induziram ela para matar se tomou o medalho."
      "Ele certo como inferno est faltando. As pessoas pem coisas em medalhes, no ?"
      "Certo, retratos, fechaduras de cabelo, Amostras de DNA."
      "Se Bissel deu isto para ela, podia ser existia algo mais que romntico dentro deleou sobre isto."
      "Eu vou ter que comer meu brilhante novo distintivo?"
      A Eve agitou sua cabea. "No significa que ela soube o que ela teve. Mas eu estou apostando que ela morreu por causa disto, e qualquer que ela poderia ter estado usando sua unidade de dados."
      Peabody ajustou ela pensando e procurou a sala de estar. "Ela arrumou, ou algum fez. Eu no posso ver por que qualquer um que entrou lavou o wineglass do vizinho ou levantou o lugar. Se ela fez isto, ela teve uma razo. Esperando que algum? Isso significa que ela teria conseguido um telefonema, mas no existe nenhum registro de um em qualquer vnculo."
      "Nenhum que mostra. A unidade de dados desce. Podia ser algum mandou a ela um e-mail."
      "Ento ns temos o EDD zumbe parece mais ntimo em dados e em comunicao."
      "L voc vai."
      "O edifcio pegou segurana mnima, mas eles deviam tomar um olhar para a corrida por ontem  noite pelo 911 telefonema."
      "Eu organizarei um pickup."
      "Ns podemos fazer todos aqueles contatos enquanto abastecendo nossos corpos com nutrio. Afinal, voc faltou seu doce consertar."
      "No lembre a mim." Ela no teve que examinar saber que existiria os incios de um fazer beicinho em rosto do Peabody. "Certo, ns comeremos. Eu quero prestidigitar algumas coisas em minha cabea de qualquer maneira."
      ***
      A Eve no podia ter dito por que ela escolheu o Esquilo Azul para qualquer coisa assemelhando a comida, e uma semelhana de transcurso foi como fechou como qualquer coisa no menu veio para comida. Talvez ela precisou tocar funda com algo de sua vida velha parafavorecer em algumas memrias de se sentar  um dos pegajosos mesas, metade iluminado em um Zombie enquanto Mavis saltou no palco e gritado fora canes para a multido.
      Ou talvez, ela pensou como ela estudou o hambrguer de soja em seu prato, ela teve uma morte desejar.
      "Eu sei melhor que comer isto," ela murmurou, e tomou uma mordida de qualquer maneira. "Nada neste vem do universo natural."
      "Voc foi deteriorado." Peabody plowed por uma manta de galinha e lado de veggie chips com prazer aparente. "Carne de vacas reais, caf real, ovos de galinha genuna, e tudo aquilo."
      Eve scowled e pedao no hambrguer novamente. Agora ela podia dizer por que ela optou para o Esquilo. Ela quis provar para ela mesma que ela no era deteriorada.
      "Algum ajuda eles mesmos ao caf de meu escritrio AutoChef sempre que ela condena bem agrada."
      "Certo,  o de primeiro grau de regra de separao." Peabody sacudiu um veggie chip que era, remotamente, cenoura-colorida. "Eu sou deteriorado por associao. Ou talvez  segundo grau, porque o caf vem de Roarke at voc. Ento voc  de primeiro grau. Mas desde que voc  casado"
      "Feche e coma."
      Obviamente, Pensou Eve, desde que ela estava comendo a substncia misteriosa purporting para ser carne substituir que era batida entre dois tijolos de um pouco de tipo de po importa, ela no era deteriorada.
      Uma pessoa se acostumou ao que eles estavam acostumados a, isto  todo. E desde que Roarke insistiu em ter carne de vaca e outros produtos de comida naturais em torno da casa, ela estava acostumada a eles. Ela at no notou a diferena agora. A comida estava s l, como uma cadeira, ou um retrato na parede que ela realmente no olhou para . . .
      Porque estava dia para dia.
      Ela arrancou fora seu Comunicador.
      "Feeney." Seu rosto encheu sua tela. "E este melhor ser bom."
      A Eve notou que seu cabelo, porm ele encurtou isto, estava roubando em topetes loucos. Qualquer que ele estava trabalhando em, ela concluiu, no estava indo bem.
      "Eu preciso de voc para tomar o civil e seus dedos mgicos acima de Queens. Tome aquelas esculturas separadamente."
      "Voc quer que ns tomemos esculturas separadamente."
      "Voc no achou olhos e orelhas na casa j, certo?"
      "Eu consegui uns meninos fazendo outro varre."
      "Mova eles, e voc e Roarke se mudam. As esculturas, Feeney. Ela no teria pensado duas vezes sobre as esculturas. Reva no teria verificado eles porque ele trouxe para dentro eles. Ela no teria pensado duas vezes sobre eles, e eles so todo fucking onde dentro de e fora. Leve eles separadamente."
      "Multa, multa. Eu podia usar uma mudana da cena."
      "Tenha Roarke conversar com ela, veja se existia em qualquer lugar em particular onde ela poderia ter feito algum trabalho em casa alm de seu escritrio. Ou teve conversaes com ele ou ningum relativo a Securecomp. Quando voc pregar aqueles locais, se concentre na artecomo estnaquele setor."
      "Eu consegui isto. Eu deixarei McNab neste detalhe aqui. Jovem suficiente um pouco frustrao do menino no o matar."
      A Eve pegou o Comunicador longe. "Termine aquele," ela disse com um aceno com a cabea em prato do Peabody. "Ns estamos voltando para o Flatiron, e derrubando trabalhos do Bissel-em desenvolvimento."
      "Voc conseguiu tudo aquele porque eu disse que voc era deteriorado?"
      "Voc nunca sabe o que vai chutar isto fora de, no ? Outra coisa eu estou pensando: Chloe no teve qualquer do trabalho do Bissel em seu lugar. Voc no pensaria que ela teria lisonjeado algo? Algum pedao pequeno do trabalho do seu amante? Ela  apaixonada por ele, ou ento ela acredita. Ela  uma arte importante, ela trabalha em sua galeria, mas ela no tem uma amostra de seu gnio."
      "Voc est pensando que foi o modo de seu medalho."
      "Ns contactaremos Deena a caminho, e veja."
      ***
      Eve permanecida no estdio, mos em quadris, como ela estudou as tores e casamentos complicados de metais que formaram as esculturas.
      "Certo, eu calculei mal isto. Tomando estes vo separadamente exigir ferramentas especficas. Ns temos eles ao redor aqui, mas usando eles  outro assunto."
      "Eu realmente sei como usar alguns deles."
      "Por que no me surpreende?" A Eve circulou o mais alto dos trabalhos. "A coisa , se ns cortarmos ou derretermos ou justa fucking exploso, ns danificaramos ou erradicaramos o dispositivo. Se existe realmente um dispositivo. E ns precisamos de EDD ou um daqueles scanners  mo para verificar isto."
      "Os varredores examinaram cuidadosamente eles."
      "Eu estou apostando no registraria em um padro varre. At em um mais fundo. Um fantasma varre, agora que poderia ser diferente. Este sujeito vendeu estes pedaos de defecou no mundo inteiro. Corporaes, residncias privadas, at instalaes do governo."
      "E se eles forem bugged,  um modo liso bonito de conseguir intel."
      "Mmm." A Eve continuada circulando, estudando. "Eu no posso ver eles desperdiando seu talento. Este faz sentido para mim.  lgico. Eu aposto que eles teriam adorado ter tido um destas dentro de uma das companhias do Roarke. A dificuldade era, ele no gostou do trabalho, e at com influncia da Reva ele no amarrou pnei. No importou tanto, desde que eles bugged ela."
      "Vai soar paranico, mas voc pensa algum est assistindo ns agora?"
      "Talvez." No caso de, Eve ofereceu um sorriso largo. Atarraxe segurana e lockdowns e mudo . Ela esperou que eles estavam assistindo. Estava na hora de ir mo dar.
      "Se eles forem, seria melhor eles terminarem e tocar real logo. A menos que eles sejam sniveling covardes em cima de assassinar bastards e perverteu peepers. Eu estou tendo estes dissecado. Ns estamos fechando este cho at que eu faa. Ento seria melhor eles tomarem um bem olhar enquanto eles ainda tm a chance."
      Ela pediu o elevador, entrou. "Peabody, eu no gosto de Carter Bissel no vento. Eu o quero achado."
      "Eu darei os locais um ganso."
      "Faa isto. Pessoalmente."
      "Huh?"
      "Afunde, converse com o PSD local, entreviste o companheiro, e todo mundo quem o conheceu. Consiga ns uma linha no irmo. Existe uma Felicidade de razo foi o ver. Eu quero a razo."
      "Para a Jamaica?" Rosa de voz trs registros do Peabody. "Eu estou indo para a Jamaica?"
      "Um de ns tem que ficar aqui, trabalhe este daqui. Voc pode conseguir isto feito em quarenta e oito, max. Eu no quero que voc saltando desnudo pela rebentao."
      "Eu posso saltar pela rebentao com apropriada nada veste para talvez uma hora?"
      Levou esforo considervel para Eve manter seus lbios de espasmo. "Eu no quero ouvir sobre isto. Especialmente desde que eu estou enviando McNab com voc."
      "Oh meu Deus. Eu estou tendo o melhor sonho."
      Certa, talvez ela no podia parar bastante isto de espasmo. "Voc pode partir assim que Feeney passa o sem tocar. Isto no  um feriado de ilha."
      "Absolutamente no. Mas eu podia provavelmente ter um bebida fora de uma concha de cocona linha, Tenente, desde que eu estarei entrevistando o dono de um tiki bar."
      "Eles assistiro voc." O enfraquecido de sorriso do Peabody como Eve falou. "Quem o responsvel por este saber quando voc embarcar no transporte, quando voc sair de. Eles sabero seu hotel, o que voc tem para jantar, o que voc tem naquela concha de coco. Acredite nisto, e fique pronto."
      "Voc est enviando McNab comigo assim ele pode assistir minhas costas."
      "Ento voc pode assistir um ao outro  costas. Eu no antecipo ningum partir voc, mas eu no antecipei ningum partiria Chloe McCoy qualquer um."
      "Ningum podia ter, Dallas."
      "Voc pode sempre antecipar," Eve declarou como ela andou fora no salo de entrada, e girou interditar o elevador. "Se eu tivesse, ela no estaria morta."
      ***
      Ela enviou Peabody fora de lotar e foi solo para o morgue. Morris estava s adaptando em cima em seu equipamento protetor quando ela entrou.
      Ele teve um bronzeado dourado bom, e um trio de bolas coloridas oscilando de uma trana de templo. Lembrou a ela que ele s retornaria para frias.
      "Bom para ver voc de volta nas trincheiras," ela disse.
      "Meu retorno dificilmente seria completo sem uma visita de meu policial de assassinato favorito. Voc mandou a mim trs corpos em tantos dias. Isto  um arrastar, at para voc."
      "Deixe seja conversa sobre a nova."
      "No chegou a ela ainda. At eu tenho limitaes humanas. Voc mandou a ela em prioridade uma. Desde que ele  voc, eu assumo isto coisa jovem pobre realmente  prioridade uma. Morte suspeita." Ele olhou abaixo em Chloe. "Ento, eu sou sempre suspeito da morte. Chamado em como um St provvel?"
      "Sim, mas eu no estou comprando."
      "Nenhum sinal de fora." Ele consertou em seus culos de proteo, curvados baixos. A Eve esperou at que ele correu seus olhos e sua medida acima do corpo, estgios de leitura e imagens estudadas em sua tela. "Nenhuma perfurao, nenhum insulto. A nota escrita em sua mo?"
      "Era, para o melhor de meu conhecimento."
      "E ela estava s, em seu apartamento. Em sua cama?"
      "Na cama. Os discos de segurana mostram a ningum diferente de residentes entrando o edifcio. No existe nenhum cho de segurana para cho."
      "Bem, eu a abrirei em cima e ns veremos o que ns vemos. Voc quer dizer a mim o que voc est procurando por?"
      "Eu quero saber o que ela tomou, ou recebia. A quantia, a potncia, o tempo. E eu quero saber rpido."
      "Que eu posso fazer."
      "Que tal o tox nos outros dois corposBissel e Kade?"
      "Um momento." Ele subjugou para seu centro de dados, telefonou os arquivos. "S em. Parece eles dois favoreceriam em vrias onas de francs de champanha, vindima excelente. ltima comida, trs horas antes da morte . . . muito de primeira. Caviar, salmo fumado, brie, morangos. Nenhum ilegais ou outros encarecimentos qumicos na fmea. Rastros pequenos de Exotica no macho."
      "Eles fazem sexo?"
      "Eles certamente fizeram. Pelo menos eles deviam ter morto em um humor jovial e satisfeito."
      "Verificou a arma de assassinato?"
      "Sim. Faca da cozinha, estilo de extremidade dentada. O recuperou da cena combina os ferimentos infligidos."
      "Atirou, apunhalou."
      "Naquela ordem," ele concordou. "Nenhum ferimento defensivo. Um pouco de pele debaixo das unhas da fmea, aquelas partidas o outro vic. Concluso: Um pouco de apaixonada arranhando, muito secundrio, durante a agonia. Eles fizeram sexo, e do posicionamento do stunner marcas, estava provvel tendo uns bis quando eles eram invlidos. Algum era muito aborrecido com eles."
      "Voc pensaria." Ela olhou de relance atrs em Chloe, deitando branco e desnudo e frio na placa. "Algumas pessoas pensariam que ela saiu de de fcil."
      "Mas ns sabemos melhor. Eu cuidarei a de."
      "Voc pode me alcanar em casa assim que voc tem os resultados. Morris, repasscode os arquivos em todo trs destes, no ? E no deixe qualquer outro trabalho neles."
      Seus olhos cintilados com interesse atrs de seus culos de proteo. "Cada vez mais interessante."
      "Sim. De fato, eu voltarei e levantarei os dados quando voc for feito. No envie isto."
      "Agora eu sou fascinado. Por que eu no trago isto para voc? Aquele modo que voc pode oferecer a mim algum de vinho maravilhoso do Roarke enquanto voc explica."
      "Trabalhos para mim."
      ***
      Ele comprou tempo e espao. Isso era a coisa importante. Nada estava indo exatamente  medida que ele planejou, mas ele podia pensar em seus ps. Ele podia, iria, mantenha sua cabea e pense em seus ps.
      Ele pensou em seus ps com Chloe McCoy, no ? Ele prendeu aquele direito.
      A polcia no estava comprando isto, no estava comprando qualquer disto. E isso no fez nenhuma sensao. Nenhuma sensao de maldio.
      Ele no podia ter dado eles um pacote mais doce se ele amarrasse uma tira de maldio ao redor isto.
      O suor wormed abaixo suas costas como ele rondou os quartos bem designado que eram, no momento, sua priso e seu santurio. Eles no podiam o amarrar aos assassinatos, e isso era o que contaram. Isso era prioridade uma.
      O resto, ele consertaria. Ele acabou de precisar mais tempo.
      Ento ele estava certo, no momento ele estava certo. Ele era seguro. E ele figuraria uma sada.
      Ele teve algum dinheirono suficiente, no suficiente at agora e um grito longe de que ele foi prometidomas deu a ele um pouco de quarto de respirao.
      E no importem o quo enlouquecedor era, partes de era muito excitante. Ele era a estrela de seu prprio vid, e ele estava escrevendo isto como ele foi junto. Ele no era o bode expiatrio que pessoas o levaram, oh no, ele no era.
      Ele toked um pouco Zeus, uma recompensa pequena, e sentiu como o rei do mundo.
      Ele faria o que ele teve que fazer, e ele seria esperto sobre isto. Cuidadoso e esperto.
      Ningum soube onde ele estava, ou que ele era.
      Ele iria manter isto aquele modo.
      
      
      11
      
      Roarke e Feeney permaneceram contemplando uma figura de metal misturado no jardim da casa em Queens.
      "O que voc pensa que ?" Feeney perguntou extensivamente.
      "Eu penso que  fmea. Pode ser parcialmente rptil. Pode ser parcialmente aracndeo. Parece ter sido construdo fora de cobre e metal e ao. Pedaos de ferro e talvez lata."
      "Por que?"
      "Bem, que da pergunta, no ? Eu imagino  simblico de como mulher pode ser to astuto quanto uma serpente, to cruel quanto uma aranha ou algum tal bullshit. Eu acredito em que isto  unflattering para a sexo, e sabe que  feio."
      "Eu consegui aquela parte, a parte feia." Feeney arranhou seu queixo, ento tirou sua bolsa de amndoas confeitadas. Depois de imergir um entregar, ele segurou isto fora para Roarke.
      Ento eles mastigaram nozes e estudaram a escultura.
      "E as pessoas pagam coros grandes para este caga?" Feeney perguntou.
      "Eles fazem. Realmente eles fazem."
      "Eu no consigo isto. Claro que eu no no sei nada sobre arte."
      "Hmm." Roarke circulou o pedao. "s vezes ele fala com eles em um nvel sentimental, ou um intelectual um. Qualquer. Isto  quando o pedao achou a apropriada casa. Outros tempos, freqentemente, o gasto do dinheiro simplesmente porque o comprador sente devia falar com ele, e  muito idiota ou orgulhoso ou com medo de admitir a coisa que ele  s pago por fala com ningum porque , essencialmente, um pedao insultante de defeca."
      Feeney pursed seus lbios, movimentou a cabea. "Eu gosto de retratos, o tipo que parece com o que eles deveriam ser. Um edifcio, uma rvore, uma tigela de fucking fruta. Conte comigo como meu neto podia ter posto este junto."
      "Por incrvel que parea, eu acredito em que isto leva habilidade e talento e vista considervel, porm estranha, criar algo como este."
      "Voc diz isso." Feeney encolheu os ombros, mas era longe de seguro.
      "Caminho sagaz para esconder dispositivos de observao, se  o disso  sobre."
      "Dallas acha."
      "E ela geralmente sabe o que ela  sobre." Roarke abriu o scanner distante ele e Feeney configuraram. "Voc quer correr isto, ou deve eu?"
      "Sua ferramenta." Feeney passou sem tocar sua garganta. "Sim, ela sabe o que ela  sobre, como voc disse. Um pouco nervoso agora mesmo."
      "No ela?"
      "Bata o jammer naquela coisa por um minuto."
      Roarke ergueu uma sobrancelha, mas concordada. "Ns sobre ter somos uma conversao privada?"
      "Sim." E Feeney no apreciou isto. "Eu disse que Dallas estava um pouco nervoso agora mesmo. Sobre que voc poderia fazer."
      Roarke continuou a fixar as medidas no scanner. "Sobre que?"
      "Sobre o arquivo em seu pai, sobre que as baldes de pus de HSO deixam acontecem para suas costas em Dallas."
      Roarke examinou agora e viu rosto do Feeney era apertado. Ira, ele pensou, e embarao. "Ela falou com voc?"
      "Ela circulou ao redor ele algum. Ela no sabe quanto eu sei sobre isto. No quer. No  algo que eu quero conversar com ela sobre qualquer uma, se ele vier para aquele. Desde que ela parece a mesma, eu no tive que dizer que voc disse a mim."
      "O dois de voc me espanta," Roarke respondeu. "Voc est ciente do que aconteceu para ela, e com seus instintos ela saberia que voc seja. Mas o dois de voc no pode dizer as palavras para um ao outro. Voc no pode dizer eles, entretanto voc  seu pai, mais que aquele filho de Satans j era."
      Feeney curvou seus ombros e olhados fixamente para a feira de mdia misturada de um agachar toadlike criatura vrios ps longe. "Talvez  por isso que, e ele no  o ponto. Se ela estiver preocupada suficiente sobre voc seguindo um pouco de asshole fantasma, ento ela est bastante preocupada. Voc no est consertando qualquer coisa se voc a torcer em cima."
      Roarke fixa o scanner para analisar as dimenses, peso, e contedo qumico da escultura. "Eu no ouo que voc dizendo que eu estou errado para o seguir. Que ele, ou seus superiores, no meream pagar por estar de volta enquanto uma criana era estuprada, batida, e brutalizada."
      "No, eu no vou dizer isto." Feeney dobrou sua firma de boca, ento olhos do Roarke encontrado. "Primeiro, seria um fucking mentira, o tipo que queimaria minha lngua limpar porque existe parte de mim que gostaria de dar a voc uma mo com isto."
      Feeney encheu a bolsa de volta em seu bolso de deformao, ento chutou o bsico da escultura. O gesto era muito gostava de Eve, Roarke sentiu um puxo de sorriso em sua boca.
      "E segundo?"
      "Segundo, voc no daria um bom goddamn sobre o certo ou errado disto. Mas voc d um sobre Dallas. Voc d um sobre como ela sente, sobre que ela precisa de voc." Sua cor surgiu como ele falou, manchando suas bochechas com embarao. "Eu no quero entrar naquela coisa inteira. Faa-me sentir como um asshole. Mas eu estou dizendo que voc devia pensar, voc devia pensar longo e duro sobre que faria para ela antes de voc fazer qualquer coisa."
      "Eu sou. E eu irei."
      "Certo. Ento deixe seja s parta."
      Entretanto ele era ambos tocado e divertido, Roarke movimentou a cabea. "Partindo, ento." Ele desimpediu o jammer, ento estudou o estgio de leitura do esquadrinhar. "Eu estou conseguindo os metais esperados, solventes, fins, e sealants. Isto est usando as corporaes de colocao e instalaes mais fortes usariam em reas de alto risco ou sensveis."
      "Bata isto. Vamos ver o que far com os sinos e apitos ns adicionamos."
      "Melhor movimento de lado," Roarke advertiu. "A viga no pode ser amigvel para pano e carne."
      Feeney andou de volta da escultura, ento decidiu o melhor lugar era atrs do scanner.
      A viga vermelha disparada com um insectile zumbe. Como ele atingiu o metal, a escultura inteira pareceu vislumbrar.
      "Cague. Cague! Se ns deixarmos isto muito alto poderia derreter que defeca at uma poa."
      "No  muito alto," Roarke respondeu. "Pode suavizar algumas articulaes, mas diferente disto . . ." Ainda ele empurrou isto, erguendo a velocidade muito a viga esquadrinhou o pedao mais rpido que ele planejou. At por detrs a unidade, ele podia sentir o calor e cheirar o eltrico zumbir no ar.
      Quando ele fechar, Feeney deu respirao de um assobiar. "Isto  um pouco de filho de uma cadela! Um pouco de filho de uma cadela. Eu estou fazendo o prximo."
      "Poderia ser sbio para vestir culos de proteo prxima corrida." Roarke piscou. "Eu tenho pontos na frente de meus olhos." Mas ele era grinning, como Feeney era. "Pressa boa, no era?"
      "Voc conseguiu aquele direito. E olhe aqui." Feeney batida Roarke atrs como ele se debruou acima de esquadrinhar o estgio de leitura. "Eu estou vendo chips, e eu estou vendo tica de fibra, e um pouco de goddamn silicone."
      "Percevejos."
      Feeney endireitou, dobrados seus dedos. "Percevejos. D  menina o anel de metal."
      ***
      Quando Eve caminhada atrs em seu escritrio, ela no ficava particularmente surpreendida por ver em-reprter de ar que Nadine Furst que se senta em cadeira da sua visita e cuidadosamente fazendo novamente sua tintura de lbio.
      Ela tremulou seu longo, silky pestanas e aumentou que recentemente tinted boca em um sorriso. "Biscoitos," Nadine disse com um gesto em direo  pequena bolsa em escrivaninha da Eve. "Eu selecionei seis para voc antes de subornar seus homens." 
      Eve cutucada na caixa, e terminou com chip de chocolate. "Existe um biscoito de mingau de aveia l. Eu no vejo nenhuma razo para a existncia de mingau de aveia, particularmente em biscoitos."
      "Ento notou. Por que voc no devolve isto para mim, ento no ofender suas sensibilidades?"
      A Eve retirou-se o biscoito de gordura redonda, deu isto acima de antes de fechar sua porta. A porta fechada teve Nadine erguendo suas perfeitamente sobrancelhas curvadas antes de mordiscar no biscoito.
      " aquele assim voc pode gritar em mim por estar em seu escritrio, ou  isto assim ns podemos permutar segredos de menina suculentos."
      "Eu no tenho quaisquer segredos de menina suculentos."
      "Voc  casado com Roarke. Voc teria o mais suculento em ou fora de planeta."
      A Eve se sentou, descansadas suas botas na escrivaninha. "Eu j disse a voc o que ele pode fazer para a corpo com uma ponta do dedo nica?"
      Nadine se debruou adiante. "No."
      "Bom. Acabou de querer estar certo."
      "Cadela," Nadine disse com um risada. "Agora sobre este homicdio duplo, e Reva Ewing."
      "As cargas sobre Ewing so sobre ser soltas."
      "Soltou." Nadine tudo menos saltada fora da cadeira. "Deixe-me conseguir minha mquina fotogrfica, instale um naquele mesmo lugar. Leve-me menos que"
      "Sente-se, Nadine."
      "Dallas, Enorme do Ewing. O antigo heri Americano ido ruim e agora sobre ser exonerado? Adicione no artista bonito e socialite magnfico, o sexo, a paixo."
      " maior que Ewing, e no  sobre sexo e paixo."
      Nadine se sentou novamente. "O que podia ser maior que isto?"
      "Eu vou dizer a voc o que voc pode ir em-ar com, e o que voc no pode."
      A expresso do Nadine foi afiada como uma lmina. "Espere s um minuto."
      "Ou eu vou dizer a voc nada."
      "Sabe, Dallas, um destes dias voc vai confiar-me para saber o que posso ir em-ar e o que no pode."
      "Se eu no confiasse voc, voc e seus biscoitos no estariam aqui." Ela rosa  medida que ela falou, e tomou o scanner que EDD forneceu seuum Roarke e Feeney melhoraramverificar o espao de escritrio para qualquer nova eletrnica.
      "O que voc est fazendo com isto?"
      "S sendo anal. Mas quando eu estava dizendo," ela continuou, quando ela era satisfeita o quarto era limpo, "o fato , se voc no se tivesse sentado aqui tocando com seu bonito rosto quando eu entrei, eu iria contactar voc. Eu tenho razes para querer algum deste ir pblico, Nadine, e eles no so todo profissional."
      "Eu estou escutando."
      A Eve agitou sua cabea. "Eu tenho que passar sem tocar toda palavra da histria, e quaisquer manutenes de contato, antes de voc sair com eles. Eu preciso de sua palavra nisto. Eu confio sua palavra, mas eu tenho que ter isto. Voc tem que dizer isto."
      Dedos coados do Nadine para seu registrador, mas ela enrolou eles em sua palma. "Isto deve ser grande. Voc tem minha palavra, em todo."
      "Bissel e Kade eram HSO."
      "Voc est me cagando."
      "Esta informaes vem de uma fonte no mencionada, e ele  ouro. O casamento do Bissel com Ewing era parte de um op, e estava sem seu conhecimento ou consentimento. Ela foi usada e era emoldurada para o assassinato de Bissel e Kade cobrir o op, e potencialmente mais."
      "Algo este quente de um ouro no mencionado ou noeu preciso de fatos duros."
      "Eu vou dar a eles para voc. Nenhum registrador," ela disse e cavou em suas gavetas de escrivaninha at que ela revelou um bloco parcimonioso de jornal reciclado e uns lpis antigos. "Anote isto, e mantm isto e qualquer transcreveu discos de suas notas em um local seguro at que voc seja passado sem tocar para ar."
      Nadine fez algumas curvas pequenas de prova com os lpis. "Vamos ver quanta daquela taquigrafia minha me fez-me aprender estar ainda em minha cabea. V."
      Levou uma hora, ento Nadine voou fora do escritrio para se fechar em Canal 75 para escrever a histria.
      Explodiria, Eve soube, at quando os pedaos iniciais ela passou sem tocar bate as ondas. Mereceu explodir. O inocente vive tomado ou arruinado no nome do que? Segurana global? O sexiness de espionagem?
      No importou, no quando aquelas vidas, aqueles inocente vive, contada com ela.
      A Eve acabou pela maior parte do grunhido trabalha que ela uma vez esvaziaria em Peabody. Ela teve que admitir, tendo um ajudante o no ano passado ou ento entrou  mo.
      No que ela foi deteriorada, ela se assegurou.
      Ela podia, claro, puxe grau, e continue a esvaziar a maior parte do grunhido trabalha em Peabody. E realmente, era uma experincia de saber. No final das contas, ela estaria fazendo Peabody um favor.
      Ela verificou o tempo e decidiu fechar faa compras pelo dia. Ela podia conseguir consideravelmente mais trabalhar feito em casa. Com os biscoitos restantes seguros em seu bolso de jaqueta, ela encabeou fora.
      Ela apertou em um elevador sobrecarregado, que lembrou a ela por que ela raramente partiu em mudana de turnos. Antes do fim de porta, um tiro da mo por, arrancando isto abre novamente para um coro de gemidos e maldies srdidas dos ocupantes.
      "Sempre quarto para mais um." O detetive Baxter acotovelou seu modo. "Voc nunca telefonema, voc nunca escreve," ele disse para Eve.
      "Se voc pode sair em ponto de COS, voc no deve ter suficiente papelada."
      "Eu consegui um estagirio." Ele relampejou seu sorriso. "Trueheart gosta de papelada, e ele serve o para."
      Desde que ela teve os mesmos pensamentos sobre Peabody, era duro de discutir.
      "Ns conseguimos uma estrangulao manual, Lado do Leste Superior," ele disse a ela. "O cadver teve suficiente dinheiro para sufocar um rebanho de cavalos selvagens."
      "Cavalos entram rebanhos ou lota?"
      "Eu no sei, mas eu penso rebanhos. De qualquer maneira, ela teve uma disposio miservel, uma milha-larga raia mdia, e herdeiros de uma dzia de que esto todo contentes por ver seu morto. Eu estou deixando Trueheart age to primrio."
      "Ele pronto para isto?"
      " um bom tempo para descobrir. Eu estou ficando fecho. Eu disse a ele que eu pensei que o mordomo fez isto, e ele acabou de movimentar a cabea, todo srio, e disse que ele faria uma probabilidade. Cristo, ele  uma criana doce."
      Polis estalou fora gostou de cortias em todo nvel. Existia ar quase respirvel quando o elevador alcanou a garagem.
      "Ouviu que voc teve que pular o principal suspeito no homicdio duplo. Isto  ter picadura."
      "Ele s picaduras se ela fez isto." Ela pausou por carro de esporte brilhante do Baxter. "Como voc dispe este passeio?"
      "No  sobre dispe,  sobre o esperto prestidigitando de nmeros." Ele examinou onde seu assunto de polcia lamentvel se sentou dolefully em sua fenda. "Me, eu no seria pego dirigindo aquele monto se eu estivesse vestindo uma etiqueta de dedo do p. Voc tem grau suficiente para puxar melhor."
      "Manuteno e Requisies ambos me odeiam. Alm disso, me consegue onde eu estou indo."
      "Mas no em estilo." Ele deslizou em seu carro, gunned o motor assim rugiu gosta de um touro louco, ento, com outro sorriso largo, ampliado fora de.
      "O que  sobre sujeitos e carros?" Ela perguntou-se. "Eu s no consigo como seu dicks somos presos a carros."
      Com uma sacudida de sua cabea, ela comeou atravs da garagem.
      "Tenente Dallas."
      Instintivamente, sua mo deslizada dentro de sua jaqueta e sobre o alvo de sua arma. Ela segurou isto l como ela pivoted, e estudou o homem que saiu de entre carros estacionados.
      "Esta instalao de garagem  propriedade de NYPSD, para pessoal autorizado somente."
      "Pardal de Quinn, Diretor Assistente, Recursos de Dados, HSO." Ele levantou sua mo direita. "Eu vou alcanar, com meu improvisado, para minha identificao."
      "Alcance lento, DC Pardal."
      Ele fez, tirando o sacudir caso com dois dedos. Ele segurou isto, esperando por ela abordar. A Eve estudou o ID, ento seu rosto.
      Ele pareceu jovem para qualquer suco real no HSO, entretanto ela no teve nenhuma idia como cedo eles recrutaram. Ele poderia ter sido quarenta, ela suposto, mas calculou que ele estava faltando alguns anos daquela data. Mas ele no era verde. Seu comportamento tranqilo disse a ela que ele teve um pouco de condimento.
      Seu corpo teve o compacto, pronto olhar debaixo de seu preto, empregado do governo adapta que fez ela pensar pugilista ou ballplayer. Sua voz tido nenhum acento discernvel, e ele esperou, sem movimento ou palavra, at que ela terminou de o resumir. 
      "O que voc quer, Pardal?"
      "Eu sou informado que voc quer uma conversao. Por que ns no temos um. Meu carro  ao lado de seu."
      Ela olhou de relance acima de no sedan preto. "Eu no acho. Vamos tomar um passeio ao invs."
      "Nenhum problema." Ele comeou a imergir um entregar seu bolso certo. Ela teve sua arma fora e em sua garganta. Ela ouviu ele chupar em ar, deixa isto. Ela viu o rpido chamejar de surpresa e alarme em seu rosto antes de povoar nas linhas passivas novamente.
      "Mantenha suas mos onde eu posso ver eles."
      "Isto no  nenhum problema qualquer um." Ele segurou eles, e em cima. "Voc  nervoso, Tenente."
      "Eu tenho razo, Diretor Assistente. Vamos caminhar." Em lugar de holstering sua arma, ela deslizou isto dentro de sua jaqueta como eles caminharam em direo  sada de garagem. "O que faz que voc pensa que eu quero uma conversao?"
      "Reva Ewing falou com um contato mtuo no Servio Secreto. Dada a situao atual, eu fui atribudo para vir depois da Base Nova York e falar com voc."
      "O que  sua funo?"
      "Dados cruncher, principalmente. rea administrativa."
      "Voc soube Bissel?"
      "No pessoalmente, no."
      Ela girou, movida vivamente calada abaixo. "Eu assumo esta conversao est sendo registrada."
      Ele deu seu um muito fcil, sorriso muito agradvel. "Existe algo que voc no quer em registro?"
      "Eu aposto existe muito que voc no faz." Ela balanou em um bar e grelhou, largamente patrocinado por Polis. Porque ele foi mudana de turno, era empacotado com eles. A Eve movida para um alto-topo onde dois detetives de sua diviso estavam compartilhando cerveja e shoptalk.
      "Eu consegui um encontrar aqui." Ela cavou fora crditos, deitou eles. "Faa-me um favor e deixe-me ter a mesa. A cerveja est em mim."
      Existia alguns murmurando, mas os crditos eram scooped, e os detetives movidos fora de. A Eve escolheu um tamborete que manteve suas costas para a parede.
      "Felicidade Kade recrutou Blair Bissel para o HSO," Eve comeou.
      "Como voc veio por aquelas informaes?"
      "Subseqentemente," ela continuou, "ele funcionou como uns dados de ligao de dados  seu territrio, certo?Transportando mesmas para l e para c fontes, e usando sua profisso como uma cobertura. Ele era ordenado para casar Reva Ewing, ou isso era sua prpria sugesto?"
      O rosto do pardal foi apedrejar. "Eu no sou autorizado para discutir"
      "Ento s escute. Ele e Kade Ewing almejado devido a ela contacta com oficiais do governo, e sua posio no setor privado em Securecomp. Ela era, sem seu conhecimento, injetado com um dispositivo de observao interna"
      "Voc vai esperar um minuto." Ele deitou uma mo na mesa. "Voc vai esperar um minuto de maldio. Incorretos dos seus dados, e se voc puser este tipo de informaes inclinadas em seus relatrios, vai causar dificuldade para voc. Eu quero sua fonte."
      "Voc no est conseguindo minha fonte, e meus dados est na marca. O dispositivo era removido de Ewing hoje. Voc  terminado a usar. Voc no devia ter a deixado em cima em meu relgio, Pardal. Voc quer tirar um par de seu prprio, isto  seus negcios, mas voc no instalar civis para tomar o apaixonar-se por assassinato."
      "Ns no a deixamos em cima."
      "Isto  a linha da companhia?"
      "No existia nenhum batido ordenado ou sancionado pelo HSO."
      "Voc mentiu quando voc disse que voc no soube Blair Bissel. Voc  o DC, voc condena bem o conheceu."
      O pardal  olhar nunca chamejou, e Eve decidiu que ela tm sido direito sobre o condimento. "Eu disse que eu pessoalmente no o soube. Eu no disse que eu no o soube profissionalmente."
      "Sendo escorregadio, Pardal, no est me fazendo como voc qualquer melhor."
      "Olhe, Tenente, eu estou fazendo meu trabalho aqui. O incidente o envolvendo e Kade est sendo investigado, interiormente.  acreditado que o golpe era executado por uma cela do Grupo de Dia do juzo universal."
      "E por que um grupo de tecno-terroristas aborreceria construir uma armao ao redor Ewing?"
      "Est sendo investigado. Isto  uma segurana global importar, Tenente." Sua voz era muito baixa agora, e muito frio. "O trmino de duas operaes  um HSO importa. Voc  exigido para andar de volta."
      "Eu sou exigido para fazer meu trabalho. Outros de pratos laterais do Bissel est morto. Este aqui era uma menina de vinte e um anos de idade, ainda molhadas suficiente atrs das orelhas para acreditar em amor verdadeiro."
      Sua mandbula clenched, visivelmente. "Ns estamos cientes da disposio. Ns"
      "Disposio? Fuck voc, Pardal."
      "No veio de ns."
      "Voc sabe tudo que continua dentro de sua organizao?"
      Ele abriu sua boca, ento pareceu verificar qualquer que ele iria dizer. "Eu tenho estado completamente informado nestes assuntos. Esta conversao  uma cortesia, devido a servio de exemplar do Ewing para seu pas, e o desejo de HSO cooperar, tanto to possvel, com citaes locais. Porm,  s uma cortesia. Existem detalhes destes assuntos que voc no  passado sem tocars para conhecer. As cargas contra Ewing foram soltas."
      "E isso alisa isso tudo fora? Voc pensa que voc pode olhar e escutar e se sentar de volta, tocando com as pessoas, cutucando eles ao redor gostam de penhores em um jogo de xadrez?"
      Ela reconheceu a presso em seu trax, soube que ela tenha precise tragar para ar se ela deixar assumir o comando de. Se ela deixar se pensar sobre aquele quarto em Dallas.
      Ento ela bloqueou isto, slammed ele abaixo, e pensamento de uma mulher jovem em um frilly quarto com um urso cheio purpreo e um rosa rosebud.
      "Alguns esto quebrados no caminho, bem, isto  uma vergonha. Chloe McCoy est morto. Voc conseguiu um caminho para alisar aquele fora?"
      Seu tom nunca mudou. "Est sendo investigado, Tenente. Ser resolvido. As festas responsveis sero lidadas com to apropriadas. Voc precisa para atrs fora de."
      "O modo que voc pessoas voltado fora em Dallas?" Estava fora antes dela poder parar isto. "O modo que voc se sentou em sua intel de ajuntamento de asnos no importa o que o custo para o inocente."
      "Eu no sei o que voc est conversando sobre. Dallas no  um fator neste assunto."
      "Voc parece com um sujeito esperto, Pardal de Diretor Assistente. Olhe isto, pe isto junto." Ela deslizou fora do tamborete. "E oua isto: Eu no fao de volta fora de. Ewing s no vai ser pulado, ela vai estar publicamente exonerada, com ou sem sua cooperao. E quem mataram Chloe McCoy ser lidado, como a lei julga apropriado, no sua quadrilha de fantasmas."
      Ela no gritou, mas nem fez ela aborrecer manter ela verbalizar baixo. Algumas cabeas giradase, ela soube, mais que algumas orelhas sintonizadas do Polis.
      "Este tempo vai existir o pagamento. Voc e seus postos de compreenso pem aqueles em seus bancos de dados e analisam isto. Voc me aborda novamente, est pronto para negociar. Ou ns no temos nada para dizer."
      Ela andou a passos largos fora do bar. Sua respirao estava comeando a vir muito rpido, e sua cabea estava indo luz. Ela teve que fazer presso contra. Ela no iria pensar sobre que tinha sido feita para ela, mas sobre que ela iria fazer.
      Existiria o pagamento, ela se prometeu. Ela no podia pegar isto para a massa, criana apavorada em Dallas, ela faria tudo em seu poder para assegurar Roarke no fez, mas ela iria, ela condena bem pegaria isto para Reva Ewing e Chloe McCoy.
      Ela ignorou a tenso no bsico de seu crnio como ela expulsou da garagem. Ela se renunciou para o aperto de ferro dele como ela batalhou trfico.
      DC zepelins blasted fora sua cano de sirena da noite de VENDAS, VENDAS, VENDAS. A queda estourar- em TODA loja no Cu Mall. Cem clientes sortudos receberiam uma Na palma de Toque 'liga ABSOLUTAMENTE LIVRE. Enquanto material durou.
      O barulho de abriu acima dela, pontuado pelo sussurrar clack de trfico copter lminas, chifres arranhados contra os cdigos de poluio.
      A tenso comeou a se mover furtivamente seu modo, aperte ao redor seus templos. Quando a enxaqueca contribuiu cheio, ela soube que seria uma cadela.
      Todo pelo barulho de Nova York, o pulsar de seu corao violento, ela ouviu a voz fresca, composto de Pardal que fala de disposio.
      Ns no somos disponveis, ela disse a se quando suas mos agarraram a roda como ferro. No importa quantos corpos ela permaneceu acima de, no importa quanta ela ordenou ensacado, nenhum deles, nenhum deles, nenhum deles era disponvel.
      Ela esmurrou pelo Gates aberto de casa, e rezada por dez minutos de silncio, por dez minutos sem o barulho que grita em sua cabea.
      Ela apressou na casa, pulando evitar sua confrontao noturna com Summerset, e estava a meio caminho em cima os degraus quando ela ouviu seu nome chamado.
      Ela procurou e viu Mavis na parte inferior dos degraus.
      "Eh. No soube que voc estava aqui." Distraidamente, ela esfregou na dor em seu templo. "Eu estava arremessando, pulando faltar meu noturno tratar de Sujeito Feio."
      "Eu disse a Summerset que eu quis alguns minutos. Voc parece com que voc  bonito ocupado, e cansado.  provavelmente um tempo ruim."
      "No, isto  certo." Uma dose de Mavis era uma cura melhor que qualquer bloqueador.
      S mais uma lembrana de quem ela era, Pensou Eve. De quem ela era agora.
      Ela assumiu Mavis estava em um humor conservador, como ela estava no vestindo nada que ardeu. O fato era, ela no soube a ltima vez que ela viu Mavis em algo to ordinrio quanto cala jeans e uma Camiseta. Ainda que a Camiseta parou umas polegadas do par acima da cintura e era coberta com franja vermelha e amarela, era bonito domestica no Mavis Freestone pesa de moda.
      Seu cabelo era quietamente marrom, com s um topete vermelho e amarelo poofed na coroa para animar isto.
      Ela olhou um pouco plido, Eve notou como ela comeou abaixo, ento Mavis percebido estava no vestindo nenhuma tintura de lbio ou encarecimentos de olho.
      "Voc estado para igreja ou algo?" Eve perguntada.
      "No."
      Com uma carranca, Eve tomou outra pesquisa. "Uau, voc  tipo de comear a cutucar fora. Eu no vi voc em umas semanas, e"
      Ela cessou bruscamente em horror quando Mavis entrar repentinamente em lgrimas.
      "Oh cague. Oh maldio. O que eu disse? Eu no deveria dizer que voc est cutucando fora?" Frentico, ela bateu levemente ombro do Mavis. "Eu pensei que voc quis cutucar fora com o beb e todo. Oh menino."
      "Eu no sei o que estou errado comigo. Eu no sei o que fazer."
      "Algo est errado com a . . . coisa? O beb?"
      "No. Nada est errado. Tudo est errado," ela lamentou. "Nada. Tudo. Dallas." Em um soluo pattico, ela se lanou em braos da Eve. "Eu sou to assustado."
      "Ns devamos chamar um doutor." Ela olhou desesperadamente em torno do foyer como se um mdico magicamente apareceria. Em seu pnico, ela realmente desejou, ferozmente, para Summerset. "Ou algo."
      "No, no, no, no, no." Mavis lamentou em ombro da Eve em grande, tragando soluos. "Eu no preciso de um doutor."
      "Se sentar seja bom. Voc devia se sentar." Deite-se? A Eve perguntou-se. Ser sedado? Oh, ajude-me. "Talvez eu devia ver se Roarke volta ainda."
      "Eu no quero Roarke. Eu no quero um homem. Eu quero voc."
      "Certa, certa." Ela aliviou Mavis sobre um sof, tentado para no ser freaked quando seu amigo tudo menos rastejado em seu colo. "Voc me tem. Um . . . eu estava pensando sobre voc hoje."
      "Voc estava?.
      "Eu almocei no Esquilo Azul, e . . . Oh, Me de Deus," ela murmurou quando soluos aumentados do Mavis. "D-me uma sugesto, d-me uma pista. Eu no sei o que fazer se eu no souber o que estou continuando."
      "Eu sou to assustado."
      "Eu consegui aquela parte. Por que? Do que? Algum est aborrecendo voc? Voc conseguiu um f louco ou algo?"
      "No, os fs so grandes." Seus ombros agitaram como ela escavou em Eve.
      "Ah . . . voc e um ter de Leonardo lutam?"
      Agora sua cabea agitou. "No. Ele  o homem mais maravilhoso no mundo. O ser humano mais perfeito no universo. Eu no o mereo."
      "Oh, isto  s defeca."
      "No  defecar. Eu no fao." Mavis empurrou de volta, girou sua lgrima-saqueada fazer face a da Eve. "Eu sou estpido."
      "No, voc no .  estpido para dizer que voc ser estpido."
      "Eu nem sequer terminei a escola. Eu fui embora quando eu tinha quatorze anos, e eu no era nem no valor de procurando por."
      "Se seus pais eram estpidos, Mavis, no quer dizer que voc ."
      Se meu era monstros, no quer dizer que eu sou.
      "O que eu era quando voc busted me? No grift. Isto  tudo que eu soube, trapaceiros de trapaceiros pequenos, trapaceiros longos, erguendo carteiras ou tocando a barba para algum outro grifter."
      "Olhe para voc agora. Voc tem o ser humano mais perfeito no universo louco por voc, voc tem um mag carreira, e esta coisa de beb indo. Oh Deus, oh Deus, por favor no chore assim mais," ela implorou quando Mavis dissolveu novamente.
      "Eu no sei nada."
      "Sim, voc faz. Voc sabe . . . material. Material de msica." Como era. "Adapte material. E voc sabe sobre as pessoas. Talvez voc aprendeu isto no grift, Mavis, mas voc sabe sobre as pessoas. Como fazer eles parecerem bons sobre eles mesmos."
      "Dallas." Mavis bateu ela d seu rosto. "Eu no conheo nadas sobre bebs."
      "Oh. Ah . . . mas voc est escutando todos aqueles discos, certos? E voc no disse que voc iria ir para um pouco de classe sobre isto? Algo?"
      No minha rea, ela pensou freneticamente. Definitivamente fora de minha rbita. Por que o inferno ela enviou Peabody para a Jamaica?
      "Que bom seja algum disto?" Exausto do chorar entalhe, Mavis baqueou de volta, descansando sua cabea nos travesseiros no fim do sof. "Tudo isto  s como alimentar um beb, ou mude um, ou levante eles assim voc no quebra eles. Assim. Como fazer coisas. Eles no podem dizer a voc como conhecer, como sentir. Eles no podem dizer a voc como ser uma me, Dallas. Eu no sei como fazer isto."
      "Talvez ele s vem para voc. Sabe, quando voc finalmente empurra isto, s acontece. E voc sabe."
      "Eu sou assustado que eu estou indo para estragar isto. Que eu no vou poder fazer isto direito. To feliz e excitado do Leonardo. Ele quer isto tanto."
      "Mavis, se voc no fizer"
      "Eu fao. Eu quero isto mais que qualquer coisa no mundo e alm.  disso que seja to assustador. Dallas, eu no penso que eu podia permanecer isto se eu messed este em cima. Se eu tiver este beb e eu no sentirmos o que eu sou suposto, no saiba o que precisadas necessidades reais, no a comida e as fraldas. Como eu saberei como amar isto quando ningum j me amei?"
      "Eu amo voc, Mavis."
      Abastecimento de olhos do Mavis novamente. "Eu sei que voc faa. E Leonardo. Mas ele no  o mesmo. Este . . ." Ela deitou uma mo em sua barriga. "Deveria ser diferente. Eu sei que , mas eu s no sei como. Eu acho que eu apavorou," ela disse em um suspiro longo. "Eu no podia conversar sobre ele para Leonardo. Eu acabei de precisar de voc."
      Ela agarrou a mo da Eve. "Alguns material voc pode s dizer seu melhor camarada. Eu sou melhor agora. Hormnios provavelmente justo weirding mim fora."
      "Voc  o primeiro amigo real que eu j tive," Eve disse devagar. "Voc teve isto presa em sua cabea para conseguir perto de mim, e eu no acabava de no poder escapar de voc. Antes de eu saber isto, ns estvamos a. Ns vimos um ao outro por alguns lugares speros."
      "Sim." Mavis cheirou, e a primeiros sugesto de um sorriso aguado tocou em seus lbios. "Ns temos."
      "E porque voc  meu primeiro amigo real, eu diria a voc se voc fosse estpido. Eu diria a voc se eu pensasse que voc faria um crappy me. Eu diria a voc se eu pensasse que voc estava cometendo um engano tendo o beb."
      "Voc iria Realmente?" Mavis embreou mo da Eve, olhado fixamente duro em seu rosto. "Jure para Deus?"
      "Jure para Deus."
      "Isso faz-me sentir melhor. Realmente faz." Ela alarga uma respirao longa, trmula. "Oh menino, realmente faz. Eu podia pendurar durante algum tempo? Talvez chame Leonardo e diga a ele paraOh Deus. Oh meu Deus."
      A Eve apareceu como teary olhos do Mavis foram largos, como ela se sentou diretamente para cima, apertando uma mo para sua barriga. "O que? Voc vai ficar doente ou algo?"
      "Se moveu. Eu senti se movi."
      "O que movi?"
      "O beb." Ela olhou em Eve, e agora seu rosto ardeu, como se algum sacudiu um interruptor debaixo de sua pele. "Meu beb movido. Como . . . gostar de pequenas asas tremulando."
      A Eve sentiu sua prpria cor drenar, completamente para o osso. "Deveria fazer isto?"
      "Uh-huh. Meu beb movido, Dallas. Dentro de mim.  realmente real."
      "Talvez ele est tentando dizer a voc no se preocupar tanto."
      "Sim." Mavis enxugou lgrimas frescas longe e sorridos graciosamente por eles. "Ns vamos ser bons. Melhores que melhores. Eu estou contente que voc estava aqui quando aconteceu. Quando eu senti isto. Eu estou contente que era s voc e eu e o beb, este aqui tempo. Eu no o vou atarraxar em cima."
      "No, voc no ."
      "E eu saberei o que fazer."
      "Mavis." Eve sentada ao lado dela novamente. "Conte comigo como voc j faz."
      
      
      12
      
      Roarke caminhou na casa e viu Eve que se senta nos passos, encabece nas mos. O alarme tranado por sua barriga como ele se apressou para ela.
      "O que est errado? O que  acontecido?"
      Ela estourou uma respirao enorme que engatado no fim. "Mavis."
      "Ah, Deus.  o beb?"
      " tudo sobre o beb. Pelo menos eu penso. O que eu sei? Ela no era nem tintura de lbio cansativo. O que eu deveria fazer?"
      "Eu penso que seria melhor ns comearmos acima de. Eu irei primeiro. Tudo certo est com Mavis e o beb?"
      "Deve ser. Se moveu."
      "Onde?" Ele pegou ele mesmo, lance seu olhar para cu. "Agora voc me tem girado ao redor. Ela sentiu o beb mover, ento? Isto no  uma boa coisa?"
      "Ela achou, ento ele deve ser."
      Ela se sentou de volta, olhou para ele. Ele estava segurando sua mo quieta, estudando seu rosto. Esperando.
      Todo to normal, a menos que voc sinta, como ela sentiu, aquela mudana sutil de ritmo. As coisas no eram normais entre eles agora mesmo, e talvez eles nunca seriam novamente. Mas eles estavam ambos dispostos a fingir caso contrrio.
      A pretenso que no existia nada enforcamento acima de que eles esquisitamente estavam apavorando.
      Mas se fosse tudo que ela teve, ela era como disposto a esconder atrs dele como ele era.
      "Ela era todo abaixo e teary quando eu voltei," Eve continuou. "Figurou que ela iria estragar com a criana porque ela era messed em cima como uma criana, ou algo. Com medo ela no saberia o que fazer ou como sentir. Teve se um srio lamentar." 
      "Eu ouvi isto  bastante normal para mulheres grvidas. As chors. Eu imagino que ela  um pouco assustada. Deve ser consideravelmente assustador se voc pensar sobre o processo inteiro."
      "Bem, eu no quero pensar sobre isto, isto sou com certeza."
      Ele deixou vai de sua mo, e ele trocou, apenas do pedao mais leve longe dela. Ento ela soube que ele sentiu isto, tambm.
      Ela se chamou um covarde, mas ela empurrou isto doida.
      "De qualquer maneira, ela principalmente acalmou-se, ento o beb fez qualquer que fez l e ela conseguiu todos felizes novamente. Ela praticamente estava fazendo handsprings quando ela partiu ir dizer a Leonardo."
      "Bem, ento, por que voc est sentando aqui parecendo miservel?"
      "Ela est voltando."
      "Isto  bom. Eu gostaria de a ver."
      "Ela est trazendo Trina." A rosa de voz da Eve quase uma oitava como ela agarrou camisa do Roarke. "E seus instrumentos de tortura."
      "Entendo."
      "Voc no faz. Eles no amarram voc e vm em voc com estranho, afiado implementa ou goop substncias desconhecidas por toda parte seu rosto e corpo. Eu no sei o que eles vo fazer para mim, e qualquer , eu no quero isto."
      " dificilmente to ruim quanto tudo aquilo, mas voc realmente podia usar trabalho como uma desculpa e pe tudo isso fora de durante algum tempo."
      "Eu no podia a lutar." Ela soltou ela voltar em suas mos. "Ela mim com que teve rosto desnudo, com que freqncia faz que voc v Mavis com um rosto desnudo?"
      Ele tocou em seu cabelo, o golpe mais leve. "Nunca."
      "Exatamente. E seus olhos so todo inchados e vermelhose brilhantes. E sua barriga est cutucando fora. Este pequeno branco amontoa esticando. O que eu deveria fazer?"
      "Exatamente o que voc fez." Ele trocou beijar o topo de sua cabea. "Voc  um bom amigo."
      "Eu prefiro ser uma cadela.  mais fcil, e mais satisfazendo emocionalmente, ser uma cadela."
      "E voc  to bom nisto. Bem, isto devia ser um tempo bom para mim despedir em cima aquele churrasco grelha novamente."
      "Eu no posso acreditar em que voc me chutaria quando eu descer."
      "Eu tenho uma manivela nisto agora. Eu tenho praticado no lado. Ns teremos hambrgueres. Eles so os mais simples."
      Ela podia ter dito ele que ela teve um hambrguer para almoo, mas isso teria posto muito brilhante um brilho em que ela tragou no Esquilo Azul.
      "Eu s quero trabalhar," ela reclamou. Mas era para forma. Poderia fazer eles, faa tudo algum bom, ter pessoas ao redor. Fazendo barulho, comeando a estudar energia.
      Mantendo a iluso todos era normal, em lugar.
      "Eu s quero gastar uma noite regular trabalhando pelos enredos insidiosos e assassinos do HSO e estrangeiros tecno-terroristas. Isto  demais para perguntar?"
      "Claro que no, mas vida intrometer. Voc gostaria eu de dizer a voc como Feeney e eu fizemos em Queens?"
      "Cague. Cague!" Ela expulsou suas mos e quase pegou Roarke no queixo com um punho. "Veja? Este me tem to messed em cima que eu at no lembrei o que est continuando com meu prprio caso. Onde est Feeney?"
      "Ele ficou de volta em Queens para supervisionar a remoo de algumas das esculturas. Eles esto sendo encerrados. Voc estava morto-em aproximadamente os percevejos."
      Olhe como voc assiste-me, ele pensou. Tentando ver dentro de minha cabea, ler o que estou l. Ento ns no teremos que conversar sobre isto novamente. O que ns vamos fazer sobre este? Ele perguntou-se.
      "Ns achamos seis esculturastrs fora e trs naquele era bugged." Ele sorriu. Ele no podia fazer alcanar seus olhos, mas ele sorriu. "Tecnologia muito sensual, tambm, dos olhares disto. Ser diverso para levar um dos dispositivos separadamente para anlise uma vez que ns cortamos isto fora do metal."
      "Olhos ou orelhas?"
      "Ambos. De estudo preliminar, usando um salto de satlite. Nehuma dvida que quem estavam assistindo e compreenso sabe que ns achamos eles."
      "Boa." Ela empurrou para seus ps. "Se Bissel fosse spying sozinho esposa para o HSO, eles j sabem que ns estejamos fazendo movimentos. Eu tive um encontrar com um diretor assistente hoje."
      "No ?" Ele disse isto muito suavemente, muito friamente, e enviou um frio em cima sua espinha.
      "Sim. E se Bissel girou e estava trabalhando com o outro lado, entretanto eu no vejo um inferno de muitas diferenas entre os lados aqui, eles estaro subindo. Eu vou lidar com isto," ela disse, e deixe a gota de pretenso, para um momento. "Eu vou lidar com isto."
      "Nenhuma dvida. Eu no pretendo dizer a voc como lidar com isto," ele adicionou, muito cuidadosamente. "Voc pode dizer o mesmo?"
      "No  o mesmo. Isto" Ela puxou de volta, como uma mulher que se se sentiu corredia acima de um precipcio. "Deixe seja mesa justa isto. Se concentre em que ."
      "Feliz para. O que ?."
      "A investigao. Ns devamos tomar isto de cima, encha um ao outro."
      "Certo." Ele tocou em seu rosto, ento debruado em, escovado seus lbios acima de sua. "Ns faremos o que sou mais normais para ns, no momento. Suba e converse sobre assassinato, ento faa uma refeio com amigos. Aquele terno voc?"
      "Sim, faz." Ela fez o esforo, beijou ele de volta. Ento chegou a seus ps. Ela rolou seus ombros. "Isto  melhor. Instruo especfica e um hambrguer. Mantenha minha mente fora de Trina e sua bolsa assustadora de truques."
      Porque ele quis que ela sorrisse, precisada ela para, ele caminhou para seus dedos em cima seu brao como eles comearam de cima. "Que nata de pele de sabor voc supe Trina colocar voc?"
      "Feche. S feche."
      ***
      "Este," McNab disse como ele assistiu um trago de ar tropical, "est vivendo."
      "Ns no estamos vivendo. Ns estamos investigando. No existir no vivendo at que ns completamos o propsito investigativo desta viagem."
      Ele armou sua cabea, estudados seu por detrs seu prpuras-tinted guarda-sis. "Voc soou s gosta de Dallas. Eu acho que estranhamente despertando."
      Ela cotovelo-o picado, mas no ps muito atrs disto. "Ns estamos indo diretamente para Ondas e Diesel de entrevista Moore relativo a Carter Bissel. Ns iremos por residncia do Bissel, fale com quaisquer vizinhos ou associe."
      "Agora voc soa mando." Ele deu seu alvo, atualmente cobertas em calas do vero magro, um amigvel bata levemente. "Eu assim, tambm."
      "Voc tem um grau em mim, mas eu sou Homicdio." E menino, fez ela amar dizer isto. "Ento eu estou em carga desta festa de caa. E eu digo primeiro que ns fazemos o trabalho, ento ns . . . vivemos."
      "Eu ouo isto. Ainda, ns precisamos alugar transpo."
      Ele deslizou seu olha para uma linha de vespas encadeadas fora de uma cabana ao lado de seu hotel. Eles eram to coloridos e brilhantes quanto uma parada de circo, e gritou turista.
      Peabody sorriu abertamente. "E eu ouo isto."
      ***
      As ondas era um buraco-na-articulao de parede atarraxada em um clapboard fundamentando uma de ruas menos de boas-vindas do Kingston. Eles se perderam duas vezesou fingiram se perder como eles fugiram ruas junto estreito com a brisa de ilha que tremulam acima de suas bochechas urbanas. Depois de algum debate aquecido, eles concordaram que ele dirigiria para, e ela dirigiria de. Peabody achou isto da mesma maneira que muita diverso para montar pino com seus braos embreados ao redor sua cintura como teria estado para homem os controles.
      Mas como eles fizeram seu modo na seo mais pobre e menos hospitalria da cidade, ela estava contente que ela teve sua arma amarrada com correia debaixo de sua jaqueta de peso do vero.
      Ela viu trs ilegais transaes em um raio de dois quarteires, e manchado um par de bom-joga fora agitando junto em um inclinar. Quando um flash todo-terreno de mais esporte cruzado por, e o motorista apontou seus olhos escuros, perigosa nela, ela quase desejou que ela estivesse vestindo seu uniforme.
      Ao invs, ela apontou sua direito atrs, e deliberadamente, visivelmente, deitados sua mo em sua arma.
      "Srdido vibes," ela disse em orelha do McNab como o carro gunned e deslizou fora abaixo uma travessa.
      "Oh sim. As penalidades para ilegais so duras como dick do adolescente abaixo aqui, mas ningum parece se importar neste setor."
      Existiam lojas de sexo e clubes, e a rua LCs que vendeu o mesmo artigo. Mas nenhum deles pareceram particularmente atraentes. Ela podia ouvir msica pumping fora de algumas entradas, mas o charme extico de era perdido no chateado e repetitivo vinha para-ons do hookers e os homens dianteiros.
      Os turistas poderiam vagar aqui, ela pensou, mas a menos que eles estejam procurando por sexo, ilegais, ou uma lmina atrs, eles se apressariam fora novamente rpido.
      Eles estacionaram a vespa na frente do mdio pequeno bar, e enquanto McNab usou a cadeia o agente de aluguel forneceu fechar isto para um lamppost, Peabody procurou.
      "Eu vou tentar algo," ela disse. "Voc poderia ter que me cobriria em cima."
      Ela selecionou os dois homens jovens, um pretos, um brancos, sentando em um inclinar e fumando Cristo soube o que fora de um tubo preto eles passaram entre eles. Engrenando se, ela coloca seu policial mais frio enfrentar e vangloriado at eles. E ignorou McNab  silvar de advertncia por detrs ela.
      "Veja aquela vespa?"
      O homem preto smirked, tomou um longo lento prolongar o tubo. "Olhos conseguidos, cadela."
      "Sim, parea com que voc tem um par cada." Ela trocou seu peso, usado seu cotovelo para aliviar a jaqueta de volta muito seu distintivo e arma espiada fora. "Se voc quiser manter eles em seus crnios, voc manter eles naquela vespa. Porque se eu voltar fora e no  onde eu deixei isto, na mesma condio eu deixei isto, meu associado e eu vamos caar voc abaixo gostamos de cachorros doentes. Enquanto ele est empurrando que comear a falar seu asno," ela disse, mostrando a seus dentes para o sujeito branco, "eu vou estalar olhos do seu da mesma categoria asshole fora. Com meus dedos polegares."
      O sujeito branco trancou seus prprios dentes. "Eh, fuck voc."
      Seu estmago se agitou, um pouco, mas ela manteve a expresso feroz e dentuda em lugar. "Agora, se voc conversar assim voc no vai ganhar o prmio agradvel que eu tenho para voc no fim de nossa competio. A vespa est l, intata, quando eu voltar fora, eu no arrasto seus asnos feios em uma gaiola para possesso e uso, e eu dou a voc uns bons brilhantes dez crditos."
      "Cinco agora, cinco mais tarde."
      Ela trocou ela olhar para o negro. "Nenhum agora, e nenhum mais tarde a menos que eu tenha muito prazer em com voc. Eh, McNab, o que acontece quando eu no tenho muito prazer em?"
      "Eu no posso conversar sobre isto. D a mim pesadelos."
      "Faa vocs mesmos um favor," Peabody sugeriu. "Ganhe os dez."
      Ela girou, passeado em direo ao bar. "Eu tenho suor parando minha espinha," ela disse fora do canto de sua boca.
      "No mostra. Voc at assustado me."
      "Dallas entraria seus rostos mais, mas eu pensei que era satisfatrio."
      "Frgido, beb." Ele arrancou abre a porta, e eles eram batidos por uma exploso de fria area que cheirada de fumaa, bebida alcolica, e humanos que no tiveram um acordo de trabalho com sabo e gua.
      No era ainda pr-do-sol e negcios era lento. Ainda existiam bolsos de protetores, como eles eram, amontoadas em mesas ou afundadas no bar. Em uma plataforma estreita que permaneceu como executar, faixa de um funcionar mal holgrafa tocou reggae ruim. A imagem do baterista de ao continuado piscando fora, e o laar era s um cabelo fora de forma que o lips sado do cantor de synch, lembrando McNab do realmente mal dublou vids que seu primo Sheila conseguiu tal carga fora de.
      Seu toeless airsneaks fez pequeno chupando soa como ele cruzou o cho pegajoso.
      Moore era manning o bar. Ele olhou um pouco mais magro e muito mais hostilizou que ele teve na ID fotografia que eles estudaram. Ele vestiu seu cabelo em dreadlocks, uma espcie de exploso de horsey rabo preto McNab admirou. Eles vestidos do elenco de caoba de seu rosto, o ponto de diamante de seu queixo.
      Existia um colar do que pareceu com ossos de pssaro ao redor seu pescoo, e sua pele era brilhante com suor apesar da bomba fria de ar.
      Seus olhos, um negro bravo, lido rapidamente acima de Peabody e McNab como se eles fossem uma unidade. Ele empurrou um barrento-parecendo bebida fermentada marrom nas mos de espera de um cliente, ento usado seu trapo de bar sujo para enxugar no exposto de trax brilhante por um eltrico aquecido-tanque azul.
      Ele desceu o bar, e enrolou seu lbio tatuado. "Eu sou saldado pelo ms, ento se voc entrasse aqui para me agitar abaixo para outro depsito vai fuck vocs mesmos."
      Peabody abriu sua boca, mas McNab deixa seu p acima de sua manter seu quieto. "Ns no somos distintivos locais. Os locais conseguiram Capital do Sobrevivente indo aqui, ns no estamos naquela mistura. O fato , ns teremos muito prazer em fazer uma contribuio para seu capital pessoal se voc tiver informaes que merece isto."
      Peabody nunca ouviu que esfria e um pouco chateou tom fora de McNab antes.
      "Policial oferece dar a mim dinheiro, ele normalmente acha um caminho para me esfolar para isto."
      McNab tomou um vinte fora de seu bolso, palmou isto no bar enquanto mantendo sua ateno em Moore. "De boa f."
      O dinheiro era permutado, liso como um truque mgico. "Pelo que voc est pagando?"
      "Informaes," McNab repetiu. "Carter Bissel."
      "Filho de Asshole de uma cadela." Algum martelou um punho na outra extremidade do bar e pediu um pouco de goddamn servio. "Feche o fuck," Moore gritou de volta. "Voc acha aquele goddamn Carter, eu quero que um disparar contra ele. Ele me deve dois grandes, no mencionar que a dor de asno que eu tive correndo este solo de lugar desde que ele decidiu continuar fucking feriado."
      "Quanto tempo voc correu o lugar junto?" Peabody perguntou a ele.
      "Longo suficiente. Olhe, ns tivemos alguns negcios prvios, voc podia chamar isto transporte. Decidiu que ns entraramos neste pequeno empreendimento aqui, e cada pagou em cima o aluguel. Carter, ele pegou um bem dirigir-se a negcios naquele asshole crebro seu. Ns fizemos certo. Talvez ele faria um bender tempo para tempo. O sujeito gosta de seu rum e seu Zoner, e voc corre um lugar como isto voc pode conseguir eles. Dias do par de vez em quando talvez ele no seria nenhum-show. Eu no sou seu fucking me, ento o que? Ele decola, da prxima vez eu decolo. Descobre."
      "Mas este tempo," Peabody iniciou.
      "Este tempo ele s ido." Moore puxou uma garrafa de debaixo do contador, despejado algo marrom e espesso em um vidro pequeno, ento abaixou isto. "Levou duas mil das despesas operacionais, que condenem prximo enxugou eles pelo ms."
      "Nenhuma advertncia?"
      "Cague. Ele conversa sobre uma grande pontuao. Grande pontuao e vivendo alto, talvez nos conseguindo um lugar de classe. Carter, ele est cheio de que defeca. Sempre indo marcar grande, e nunca no  vai causa que ele  de pouca importncia. Suficiente rum, ele realmente conseguiria vir logo isto, e como seu irmo conseguiu toda a sorte."
      "Voc j encontra seu irmo?" Peabody perguntou.
      "Nope. Figurou que ele estava compondo isto at eu vi este negcio de lbum para recortes que Carter manteve em seu lugar. Cheios de relatrios de mdia e alguns cagam em seu irmo, o artista."
      "Ele manteve um lbum para recortes em seu irmo."
      "Sim, carregado com cague. No conhea por que 'causa o modo que ele conversou Carter odiou o filho de uma cadela s por ser."
      "Ele j conversou sobre ir para Nova York o ver?"
      "Cague. Carter, ele conversou sobre ir em todos lugares ver todo mundo. Conversa justa."
      "Voc j ouviu ele mencionar Felicidade Kade?"
      "Mmm. Liso blonde." Moore lambeu seus lbios. "Ela  um pouco de nmero. Ela veio a si para uns tempos."
      "Nenhuma ofensa," Peabody agradavelmente disse, "mas isto no parece com o tipo de colocar uma mulher assim gastaria muito tempo."
      "Voc nunca sabe o que est continuando com um pedao de fantasia assim. Por que eu evito eles. Venha em uma noite e fez um jogo para Carter. No teve que tocar muito duro. No conseguiu o nitty-arenoso fora dele. Normalmente, ele alardear nas mulheres que ele ensaca. Os gostos pensar que ele  rei no saco. Mas com este aqui, ele abotoou em cima. Slylike." Moore encolheu os ombros. "Nenhum grande para mim. Eu consigo minha prpria ao."
      "Ela gasta muito tempo com Carter?"
      "Como o inferno eu sei? Ela entra uns tempos. Eles saram juntos. s vezes ele tomaria uns dias. Se voc estiver pensando que ele saiu com aquele pedao do trabalho, sua pontaria  fora de. Nenhum modo ela o levaria para mais que o passeio rpido."
      "Ele teve alguns outros negcios, algumas outras mulheres, algo junto aquelas linhas que com que ele poderia ter sado?"
      "Sido por tudo isso com os locais. Ele bateu mulheres quando ele podia conseguir eles. No fez choa com qualquer para longo. Se ele tivesse quaisquer trabalhos laterais, ele no me admitiu. Em ou no, provvel eu teria ouvido.  uma ilha pequena."
      "Ilha pequena," Peabody concordou depois que eles terminaram com Moore. "No muitos lugares para esconder."
      "No muitos caminhos para sair de de qualquer um. Voc conseguiu ar, voc conseguiu gua."
      Ela saiu, viu com prazer a vespa estava em lugar, e aparentemente intato. "Pague aqueles sujeitos."
      "Por que eu tenho que pagar a eles?"
      "Eu alinhar-me eles."
      McNab murmurou, mas ele sacudiu eles uns dez antes de desencadear a vespa.
      "Voc lidou com aqueles negcios sobre a extorso realmente lisa." Ela quis beliscar seu alvo em avaliao, mas decidiu no pareceria profissional. Ento esperaria. Ao invs, ela subiu na vespa. "Da mesma maneira que contentes ns estamos saindo deste setor na frente de escuro."
      "Voc e eu ambos, Ela-Corpo." Aparentemente ele no era como preocupada com imagem profissional como ela era 'causa ele comprimida seu alvo como ele deslizou em atrs dela. "Deixe seja passeio."
      ***
      Carter Bissel viveu em uma choa de dois quartos que era dificilmente mais que uma barraca lanada em uma mistura de areia e esmagou conchas. Teve o que Peabody considerou uma atrao muito leve devido a sua proximidade para a praia, mas aquela mesma proximidade fez isto um objetivo  mo para as tempestades tropicais.
      Ela podia ver onde os remendos tinha sido batida, da mesma maneira que ela podia ver da rede de corda de deformao que Carter preferiu gastar seu balano de tempo livre em lugar de preocupante overmuch sobre manuteno domstica.
      Topetes de Scraggly da grama de praia cutucada em cima pelas conchas. Umas antigas e completamente enferrujou vespa era encadeada para uma palma morta.
      "Longe de Queens," McNab comentou como ele chutou uma garrafa quebrada de lado. "Ele poderia ter batida seu irmo fora na viso, mas o resto das condies vivas o pe modo de volta no sib rivalidade quadro."
      "Quando voc olhar para isto, voc pode ver que ele poderia s ir embora." Peabody tirou a chave que eles levantaram do PD local. "Tudo que ns estamos vendo dizer perdedor."
      "No diz o que Felicidade Kade quis abaixo aqui."
      "Eu tenho pensado sobre isto. Talvez eles quiseram o usar para uma instalao. No  o tipo de lugar que voc esperaria que um HSO ramificar escritrio ou uma cela terrorista. E isso podia ter sido apenas do ponto."
      Ela destrancou a porta, rangeu isto aberto. Do lado de dentro, o ar era passado e quente. Ela viu um percevejo enorme correr nas sombras e teve que morder de volta um grito. Ela no era nenhum f particular de qualquer coisa aquele skittered ou escorregava.
      Ela tentou as luzes, achou eles inoperveis. Ambas ela e McNab tiraram penlights.
      "Eu tenho uma idia melhor. Espere um minuto."
      Ela lutou para no bajular quando ele a deixou s. Ela podia quase ouvir a tecedura de aranhas. Ela brilhou sua luz acima da rea viva.
      Existia um sof nico. Uma almofada explodiu e deixou um um tanto quanto cogumelo cinza de enchedor crescer do tecido rasgado. No existia nenhum tapete, nenhuma arte, uma luminria ilesa solitria em um engradado que serviu como uma mesa. Mas a tela de entretenimento era nova, topo da linha, e, ela notou depois de um rpido esquadrinhar, arremessado para o cho.
      No a mais confiante de homens, ela decidiu. Alm de ser uma pessoa desajeitada e um perdedor.
      A cozinha era junto uma parede dos quartos vivos. Um contador atravancado com tira- caixas e um liquidificador, um AutoChef barato e um encardido minifridgie. Ela s abriria o fridgie para ler o contedo de casa-bebida fermentada, um tubo penugento murcho que poderia ter uma vez sido um pepino em conserva, e uma lima de bola de golfe de tamanho quando McNab puttered em a vespa.
      O farol irradiado brilhantemente.
      "Bom pensando," ela decidiu. "Estranho mas bom." Ela abriu o solitrio armrio e achou trs culos, dois pratos, e uma bolsa aberta de chips de soja.
      "Sabe, seu financials no era estelar, mas ele teve suficiente para viver melhor que isto." Ela girou ao redor como McNab cutucou debaixo das almofadas do sof. "E voc pode no apostar todo seu dinheiro era reportado."
      "Provavelmente no podia segurar sobre isto. Dedos escorregadios. Gastou isto em mulheres e ilegais." Ele levantou uma bolsa pequena de p branco que ele retirou-se da almofada danificada.
      "Como os locais faltariam isto?"
      "No se importou suficiente para olhar. Minha pergunta  por que ele deixaria isto para trs?"
      "Porque ele partiu em uma pressa e planejou voltar . . . ou ele voluntariamente no saiu." Ela comeou em direo ao quarto. "Traga a vespa."
      A cama era desfeita. Mas as folhas, Peabody notou, era qualidade principal. Eles combinaram a unidade de entretenimento mais que o resto da casa. O armrio fraco segurou trs camisas, dois par de cala comprida, e um bunged-em cima par de sandlias de gel. A cmoda segurou quatro pares de pugilistas, camisetas de Uma dzia de ou tanques, cinco par de calo.
      Existia um 'vnculo, mas ele tinha sido desligado. A unidade de dados se sentou no cho e olhou como se tinha sido por vrias guerras. Ela deixou McNab para violino com ele enquanto ela procurou o banheiro minsculo.
      "Nenhum escova de dente, mas existe um metade tubo de pasta de dentes," ela gritou. "Nenhum hairbrush ou pente, mas existe xampu. Existe outro conjunto de folhaswhoa, beb, folhas muito fedorentascheias no cesto aqui, junto com uma toalha mofenta."
      Ela andou de volta fora. "Conte comigo como ele parar de trabalhar alguns essentials, e antes dele fazer, ele teve companhia. A companhia que ganhou o fresco, imagine folhas."
      "O que voc est fazendo?" McNab perguntou distraidamente.
      "Ns estamos tomando as folhas em para prova. Ele coloca eles, mas a feita da cama. Isso diz a mim que eles foram usados. Isso diz sexo, ento talvez existe um pouco de DNA."
      Ele grunhiu e continuou a trabalhar com o computador.
      "Eu direi a voc o que mais no est aqui, alm de seu escova de dente e pente. No existe nenhum lbum para recortes em seu irmo. Isto est interessando."
      "Ento seja isto." Ele fugiu ao redor at que ele a enfrentou, com o farol da vespa que brilha em seu rosto. " realmente interessante que esta unidade  frita. Que ele parece ter sido infetado com a mesma lombriga que aquelas em Nova York."
      ***
      Em Nova York, Eve compassou bloqueado do Roarke-abaixo escritrio com seu vnculo assegurado em modo de isolamento como ela escutou relatrio do Peabody. Era, ela suposto, ainda possvel para algum copiar a transmisso at pelo lockdown, at pelas camadas de segurana, mas levaria tempo e esforo.
      "Eu vou puxar cordas, e puxem eles duros com os locais," ela disse a Peabody. "E consiga que voc passou sem tocar transportar qualquer e todos os artigos daquele local que voc julga aplicvel para esta investigao. Pode tomar algumas horas, mas eu vou ver para ele que voc e aqueles artigos esto em um transporte de manh. Se sente apertado. Eu voltarei para voc."
      Ela quebrou transmisso, ento compassou um momento mais longo como ela calculou o quo melhor para comear as rodas girando.
      "Se eu posso sugerir," Roarke pe em. "Eu podia ter uma lanadeira privada devolver eles, evitando qualquer da fita vermelha com a polcia local."
      Ela carranca, mas considerou isto. "No. Eu no quero evitar. Levar um pouco mais de tempo deste modo, mas ns manteremos isto limpo. Quando isto terminar, e eu vou fazer maldio certa que faz, eu quero nosso fim para claro. Eu comearei tocando diplomata com o chefe local, e se isso no trabalha, eu o lanarei para Whitney. Mas devia trabalhar. O que eles se importam se ns arrastarmos fora de um busted dados centro e algumas folhas?"
      "Ento eu deixarei voc para ele e voltarei para nossa companhia. Alguns grelharam carne devia instalar voc para a provao ainda para vir."
      "No lembre a mim. Eu no gosto do modo como Trina era exame visual me."
      Ele ergueu o lockdown e a deixou s. Uma vez que ela re-estabeleceria isto, ela se sentou em sua estao de trabalho. Ela podia ficar aqui na noite toda, ela meditou. Bloqueado em, bons e seguros, longe de produtos de cabelo. Existia acesso a comida, beber, para comunicaes. Seria to . . . calmante para hunker abaixo e trabalharia s novamente.
      Ento ela pensou sobre Mavis, que saltou em vinte minutos na frente de com um Leonardo radiante.
      s vezes como isto, Eve decidida, s estava nada alm de uma memria aficionada e distante.
      Ela se empenhou o 'vnculo e se preparou para engraxar as rodas.
      
      
      13
      
      A Eve considerou isto fora de carter no manter o quarto fechado hermeticamente, com ela do lado de dentro. Mas ela se braceou, foi no andar de baixo, ento ferimento sua passagem a casa para o ptio de parte de trs.
      E olhado fixamente para a cena.
      Ela soube suas cenas. Normalmente, existiria um cadver em algum lugar na redondeza, mas ela ainda soube como ler uma cena onde a morte no era parte da paisagem.
      Existia um pssaro cantando um de duas notas repetitivo gorjear que era ambos alegre e insistente. Borboletas com asas de corajosas laranjas e pretas amontoadas como um exrcito fantstico nos pinculos purpreos de um arbusto que fountained s alm do canto do oeste do ptio de pedra.
      Mais novo brinquedo do Roarke, uma monstruosidade de prata enorme em rodas, estava fumando longe, com o homem ele mesmo no capacete com uma esptula lidada longa. A fumaa cheirou gosta de carne de carne real de vacas reais. Vrios indivduos eram atualmente chowing abaixo nele na forma de hambrgueres espessos em pes.
      Eles eram acomodados em mesas ou de p ao redor conversando, por completo modo de festa.
      O examinador mdico da cidade era swigging cerveja da garrafa e tendo o que pareceu ser uma conversao divertida com Mavis. Mirae onde o inferno teve que ela vem deera acomodada em uma mesa dispersa com comida e chamejando velas enquanto ela segurou um pouco de tipo de confab com Leonardo e o apavorar Trina.
      O capito de EDD permaneceu mastigando um hambrguer maneta e dando conselho de Roarke nos mistrios e mystiques de arte culinria ao ar livre.
      Todo mundo pareceu bonito maldio jovial e bem alimentado, e para mente da Eve fora de lugar. Ela no acabou de no deixar um quarto fechado hermeticamente onde ela gastou tempo considervel escolhendo sua fita de passagem vermelha e as minas terrestres de diplomacia e palma engraxando? Ela em no era o meio sujo de uma investigao de assassinato envolvendo organizaes e segredos do estado cobertos?
      Agora ele era hambrgueres e cerveja no crepsculo com pssaros e borboletas.
      Sua vida, ela decidiu, era plancie justa estranha.
      Leonardo manchado seu primeiro, e com um sorriso largo intenso seu grande rosto de caramelo colorido, deslizada acima dela em que Eve sups era seu churrasco casual-vestir de shimmery calas brancas e uma camisa amarelo claro que cruzaram acima de seu trax impressionante em uma pele-apertada que X. Ele curvou abaixo, seu suave, enrolando escovando sua bochecha logo antes de seus lbios.
      "Mavis disse a mim que ela foi chateada, e veio para voc. Eu quis que obrigado por estar l para ela, para dar seu este tempo hoje  noite para parecer normal e afianar novamente."
      "Ela acabou de precisar vomitar."
      "Eu sei." Ento ele embrulhou seus grande braos ao redor Eve, apertando seu dura contra a parede de pedra de seu trax. Este tempo quando ele falou, sua voz era espessa e trmula. "O beb movido."
      "Sim." Ela no estava bastante certa que resposta era pedida, e bateu o cuidadosamente levemente em algum lugar nas milhas de pele exposta de suas costas. "Ela disse. Ento, ah, tudo bom agora."
      "Perfeito de tudo." Ele levantou um suspiro. "Perfeito." Ele recuou, e seus olhos de ouro estavam cintilando. "Bons amigos, a mulher eu amo com nossa criana dentro dela. A vida  to preciosa. Eu percebo que agora mais que nunca antes de. Eu sei Dr. Mira precisa falar com voc, mas eu acabei de querer ter um momento primeiro."
      Desenhando ela perto de sua apia ele tudo menos a levou para a mesa onde a Mira se sentou
      "Agora no comece." Ele sacudiu um dedo em Trina. "Dallas precisa falar com Dr. Mira, e ter um momento para relaxar."
      "Eu posso esperar meu tempo." Trina sorriu abertamente, um sorriso de magenta larga que enviou um frio em cima espinha da Eve. "Eu tenho planos. Muitos planos." Ela scooped em cima seu prato e vagado fora em sandlias de plataforma de seis polegadas.
      "Oh meu Deus."
      Com um parecer pego entre condolncia e diverso, Mira bateu levemente a cadeira ao lado dela. "Se sente. Que noite magnfica. Eu estou roubando uma hora dele estar aqui, em que deveria ser um profissional rpido chamar. Agora eu estou tendo esta taa de vinho adorvel e este hambrguer bastante magnfico."
      "Ele realmente cozinhou isto?" Eve olhou de relance atrs em Roarke. "Naquela coisa?"
      "Ele fez. Eu estou provavelmente dizendo lista de jurados fora da escola, mas ele conversou com meu Dennis em um pouco de comprimento sobre como usar o grelhar." Mira tomou outra mordida. "Ele parece ter figurado ele."
      "Nada muito recupera- em Roarke. Um profissional chama?" Ela iniciou.
      "Sim. Eu podia ter esperado at amanh, mas eu pensei que voc gostaria de saber assim que possvel que Reva Ewing passou por seu nvel-trs."
      "Obrigado. Como ela est fazendo?"
      "Um pouco trmula e cansada. Sua me tomou sua direta casa. Eu penso que ela est em boas mos l."
      "Sim, Caro  outro que sempre parece saber o que ela est fazendo."
      "Ela tem medo para sua filha, Eve. Porm eficiente e afiana que ela est na superfcie, debaixo disto, ela est desesperadamente preocupada. Eu podia falar com ela, ou Roarke podia. Eu estou certo que ele ir. Mas o fato  que voc  a em autoridade. E voc  o cujos pensamentos e opinies ela respeitaria a maioria de neste."
      "Voc veio por dizer a mim sobre o nvel trs, ou dizer a mim que eu devia conversar com Caro?"
      "Ambos." Mira bateu levemente sua mo. "Tambm, eu examinei os resultados de seus testes de sangue tomado logo aps que ela foi tomada em custdia."
      "No existia nada. Nenhuma substncia qumica, ilegal ou caso contrrio. E o medicals no achou nenhum trauma para indicar ela ter estado fisicamente nocauteada."
      "No." Mira levantou seu vinho. "Mas ns dois sabemos que existimos alguns anestsicos que podem debilitar depressa, e dissipem sem um rastro discernvel dentro dois ou trs horas."
      "O tipo de Ptria de coisa teria em sua despensa."
      "Eu imagino isso. Quando eu tive Reva, eu tomei suas costas pelos passos e fases daquela noite. Ela recordou um movimento para sua esquerda quando ela estava enfrentando a cama. Ela no lembra disto, no claramente, exceto debaixo de hipnose. Um movimento," Mira continuou, "ento um odor, algo forte, amargo, e o gosto dele atrs de sua garganta."
      "Provavelmente a pulverizado." A Eve examinou os jardins, mas ela no estava vendo as borboletas ocupadas agora, ou ouvindo o pssaro insistente. Ela viu o candlelit quarto, os corpos enrolaram fecham junto em folhas sangrentas. "Esperada por ela surgir, entrou nela nela fora-do lado, bata ela com o spray. O conjunto o resto de em cima enquanto ela estava fora."
      "Nesse caso, era organizado pensando. Frio e organizado. E ainda . . . muita do que era feita era demais dramticaalm da violncia que mostra  capacidade para brutalidade, existiam passos adicionados, complicaes que eram desnecessrias para o resultado que ns estamos assumir era desejados."
      "Porque ele estava divertindo-se com isto."
      "Sim." Contente, Mira apreciou seu hambrguer. "Ele era. Vrios julgamentos de mis e florescequando simplicidade teria servido seus propsitos melhoresindicarem para mim que ele  pego em cima no papel que ele est tocando. Apreciando isto, e talvez querendo prolongar isto."
      "Adicionando toques para um plano bonito apertado e simples que desequilbrio o todo. O que eles chamam isto? DC-libbing."
      "Muito bem ponha. Voc organizou pensando mas impulsividade tambm. Eu duvido que ele estava trabalhando s. Eu tambm duvido aquela a pessoa que concebeu o caroo do plano era o para levar isto. Agora eu vou passar por voc para Morris assim voc pode recuperar-se os negcios com e apreciar um pouco de sua noite."
      "Est um pouco duro para apreciar qualquer coisa quando eu souber que Trina tem planejar." Mas rosa de Eve, subjugado para Morris. "Conseguido algo para mim?"
      "Dallas!" Mavis apareceu. "Voc soube que Morris tocou o sax?"
      "O que?"
      "Saxofone," Morris disse. "Tenor.  um instrumento musical, Tenente."
      "Eu sei o que um saxofone ," ela murmurou.
      "Ele costumava tocar com uma faixa em academia," Mavis continuou. "E s vezes eles ainda renem-se para privado gigs. Eles so Os Cadveres."
      "Claro que eles so."
      "Ns vamos emperrar algum dia, certos?" Mavis pediu a Morris.
      "Nomeie o tempo, nomeie o lugar."
      "Muito mag para atraso!" Ela danou fora de e em braos do Leonardo.
      "Isto  uma mulher muito feliz jovem."
      "Voc no acharia se voc visse suas duas horas atrs."
      "Criando senhoras tendem a balanar. Eles so intitulados. Queira uma cerveja?"
      "Que diabo." Ela impediu um do refrigerador. "O que voc tem para mim?"
      "Nada to maravilhoso quanto este vaca patty. Chloe McCoy. Nenhuma evidncia de atividade sexual recente. Mas . . . pareceria que ela esperou algum como ela inseriu proteo. Um no balco produto chamou Liberdade. Este casacos a rea vaginais com ambos os espermicida e um lubrificante, que protejam contra STDs e concepo."
      "Sim, eu sei o que . Voc pode consumir isto para vinte e quatro horas antes de voc balanar. Quando ela usou isto?"
      "Minha melhor suposio? Uma hora, possivelmente dois premortem. E ela tambm ingeriria cinqenta miligramas de Sbrio-Em aproximadamente o mesmo tempo."
      "Bem agora, isto no est interessando?"
      Para mostrar a sua unidade naquele ponto, ele bateu sua garrafa da cerveja contra sua. "Pelo menos uma hora antes dela ingerir as plulas de trmino. E se aqueles eram comprados no mercado negro, algum tem uma fonte muito valiosa. Eles no eram genricos ou clones ou caseiros. E, o kicker: Eles eram dissolvidos no vinho antes deles ser ingeridos."
      "Ento ela se protege contra gravidez ou STD, sobers se em cima, limpa seu apartamento, consegue se um equipamento sensual, e faa seu rosto e cabelo. Ento solte um fatals em seu vinho e offs se." A Eve tomou um longo puxar na cerveja. "E voc disse que voc no me trouxe qualquer coisa to interessante quanto aquele hambrguer."
      "Voc no saboreou o hambrguer ainda."
      "Eu chegarei a isto. O que  o governante neste assunto pelo Chefe Mdico Examinador de da Cidade de Nova York?"
      "Homicdio, executado parecer com trmino prprio. Aquela menina no conscientemente comeu aquelas plulas."
      "No, ela no fez." E isso fez Chloe McCoy sua. "As plulas de trmino exigem uma prescriodepois de prova considervel e aconselhando. Se ela no conseguisse eles aquele modo, e ela no fez, e eles no eram mercado negro, voc diria que uma fonte possvel forte para meds daquele tipo e potncia seriam uma organizao do governo coberto?"
      "Eu no diria no."
      "Nem iria I." Ela ponderou por alguns minutos. "Existe algo que eu gostaria de voc para verificar."
      Quando ela estava acabada com Morris, Eve encabeada acima do grelhar. "Eu tenho algum novo suco," ela disse para Feeney, ento achou um prato empurrado em sua mo.
      "Tome um minuto. Existe sempre tempo para carne."
      O odor do hambrguer teve saliva pooling em sua boca. "Muito novo suco, Feeney. MIM sou homicdio governante em McCoy, e eu tenho os equipamentos lubrificados na Jamaica assim Peabody e McNab podem arrastar a evidncia de volta aqui. Mira diz"
      "V em frente." Roarke ergueu o hambrguer fora de seu prato e para sua boca. "Tome uma mordida. Voc sabe que voc queira."
      "Isto no  o tempo para um piquenique de famlia."
      "Pense sobre ele como uma famlia de combinao e evento da companhia."
      "Voc precisa comer, Dallas," Feeney disse a ela. "Isto  primo vaca. Voc no quer desperdiar isto."
      "Multa. Multa." Ela mordeu em. "Mira dizcerto, isto  realmente bom, e eu vejo absolutamente nenhuma razo que eu no posso me sentar e comer isto enquanto eu sumrio voc."
      "S deixe-me deixar este em auto, e voc pode sumrio ns dois."
      Ela moveu para uma mesa, e sentando, agarrou o hambrguer em ambas as mos. At como ela tomou outra mordida, Roarke estava esvaziando um pouco de tipo de legumes grelhados em seu prato.
      "Equilibrar isto," ele disse a ela.
      "Qualquer." Se ele quisesse tocar como se tudo era dndi entre eles, ela podia embarcar em tbua. Existia suficiente dentro de sua cabea sem sobrenaturalidade de casamento. "Certo, aqui seja como eu penso que afundou, e eu preciso de EDD cavar em vnculos do McCoy e verificar. Quem a levaram fora contactaram ela. Ela tem muito prazer em e excitado suficiente para tomar algum Sbrio-At contrariar o vinho que ela tem estado comendo com seu vizinho. Ela usa controle da natalidade. Ela conserta o lugar, e se."
      "Soe como algum esperando uma data quente, no uma menina preparando-se estalar plulas de trmino." Feeney agitou sua cabea. "Ela tem estado rolando com Blair Bissel, morto do e Bissel. Voc figura ela que outro sujeito teve oscilando?"
      "Possvel. Mais possvel que quem contactaram seu feito ela pensar uma de vrias opes. Que ele teve notcias em Bissela coisa inteira era um engano, um coverup, talvez uma operao. Ele vai trazer Bissel para seu lugar, para fora at que seja seguro. Ou ele fez ela pensa que ele era Bissel."
      "Isso seria um truque."
      "No se voc for o irmo do homem. Voc conseguiu uma semelhana forte, e voc podia aumentar isto. Voc tem cimes da bastarda toda sua vida, e aqui  sua chance de ter algum material jovem em suas costas."
      Feeney contemplou a cerveja que ele trouxe para a mesa. "Isto  um bom. Condene bom. Tido que contactar ela, entretanto, se ela tivesse tempo para prep se. Ns iremos fundo nos 'vnculos, e ponham sua unidade na mistura. Se ele usasse e-mail, vai ser uma cadela para achar."
      "Isto  seu negcio. Eu estou olhando para Carter Bissel. Ele sabe o que grande bro tem sido. Ele  tido um negcio lateral indo com seu treinador. Blair est trabalhando com Kade, e dormentes com ela. Ela sabe sobre McCoy, e sobre qualquer Bissel deu sua que era secretado no medalho. Existe uma razo que foi tirada da cena. McCoy  uma linha solta, e ela tem que ser snipped."
      "Eu disse que  bom, mas por que no s entre e corte?" Feeney questionou. "Por que o grande show?"
      "Mesmo negcio que Ewing. Muitos sinos e apitos, muitos show e fumam. Ele gosta de improvisar. Ele est divertindo-se com este. E talvez porque a necessidade para cobertura pareceu autorizar isto, talvez para o drama. Talvez ambos."
      "Siga." Feeney movimentou a cabea em Roarke. "Eu fiz um bom trabalho com ela."
      "Voc fez, sim. Ela  policial para o osso."
      "Vamos tentar pegar com o ponto." Mas Eve tomou um saudvel e satisfazendo mordida de hambrguer. "De qualquer modo,  o mesmo MO debaixo da superfcie. Matana, e v para comprimentos considerveis para fazer parecer como o que no . Pendure o assassinato em outra pessoa. Ewing no primeiro caso, McCoy se no segundo."
      "Jogos bem," Roarke concordou. "Quando seu assassino chegou, porm, ela questiona ou objeto no iria se Bissel no fosse junto?"
      "Ele chega do lado de dentro. Diga a ela que eles tm que ser cuidadosos. Eles precisam de sua ajuda. A mais teatral a histria, a mais rpida ela compraria isto e iria junto. Tudo que ele tem que fazer  a conversar em comear uma nota. Inferno, ela poderia ter escrito ele ela mesma antecipadamente, s um dramtico tipo de toque. Ele desliza o meds em seu vinho. Depois dela beber isto, tudo que ele tem que fazer  a deitar fora, ento v embora.
      "Ou"Eve comeu uma pimenta grelhada sem pensar sobre isto"o HSO podia ter executado a coisa inteira. Entrou, invlida ela. Mas isso no explica o BC, ou o Sbrio-Em cima. Quem mataram ela no soube que ela usou qualquer um. Ele no  to esperto quanto ele pensa que ele ."
      Roarke lembrou da mulher jovem agarrando em pranto para canelas da Eve na galeria. Ele ajuste. Era s triste suficiente para ajustar. "Voc  voltar para irmo do Bissel."
      "Sim, eu estou gostando dos olhares dele. Ele tem sido MIA por quase um ms. Bastante tempo para ter um pouco rosto trabalha feito, faz que ele mesmo olha mais como seu irmo." Ela terminar rapidamente seu hambrguer, tomou outro bebida da cerveja. "Mas existe mais uma possibilidade, um pouco l fora, mas interessante."
      "Blair Bissel a matou," Roarke pe em.
      "Voc  bonito rpido para um sujeito que grelha hambrgueres em suas horas vagas."
      "Chegada a da fumaa voc dois," Feeney disse. "Bissel est em uma gaveta fria no morgue."
      "Olha aquele modo. Provavelmente  aquele modo," Eve concordou. "Mas vamos tomar este em espio vid territrio por um minutoque Reva disse era um de seus passatempose que ns sabemos ramos sua profisso. E se Bissel estava tocando ambos os lados? Ou ele estava fazendo uma coisa de agente duplo com, ou sem, HSO sanciona. Eles descobrem girado do Kade, ou ele est s urinado que ela est tocando com seu irmo. Ele instala eles, bate eles, e convenientemente armaes sua esposa, quem ele fez. Ele cortes McCoy e volta qualquer que ela estava segurando para ele no medalho."
      "Voc no pensa algum to afiado quanto Morris veria o corpo no combinou a ID fotografia? At com o par de bate no rosto, existe dental. Existe impresses digitais. Existe fricking DNA. Todas do partidas Blair Bissel."
      "Sim, e ele est provavelmente em gelo. Eu disse que estava l fora, e Carter Bissel encabea minha lista. Morris vai correr um esquadrinhar e v se ele tivesse qualquer cirurgia facial recente. E porque, se isto  verdade, seria outra linha, eu preciso de voc para bater IRCCA, ache-me um fixador de rosto recentemente falecido. Eu estou apostando Carter Bissel teve trabalhou feitoou tocar Cain ou ser enganado em tocar Abel. Um dos irmos de Bissel  vivo. Ns s precisamos compreender que."
      ***
      A Eve disse a se no pensar sobre que estava sendo feito para ela. Caso contrrio, ela poderia gritar gosta de uma menina. Seu cabelo era emplastrado para sua cabea com um espesso rosa goop. Um novo produto de acordo com a Trina, garantia adicionar lustre, corpo, e destaque o natural destaca.
      Nenhum dos quais, para mente da Eve, importou.
      Seu rosto e garganta eram slathered com algo verde, e fechado hermeticamente com um pouco de tipo de spray. Antes disto, sua pele tinha sido polida e esfregada, examinado e critiqued. E no apenas da pele em seu rosto e garganta, Pensou Eve, ainda interiormente estremecendo, mas toda polegada que coberto seu corpo. Da garganta abaixo ela foi pintada amarelo, ento fechado hermeticamente com o mesmo spray antes de ter seu corpo mortificado embrulhado em uma folha de calor.
      Pelo menos ela era coberta. Bnes pequenas.
      Ela desligaria quietamente os culos de proteo de VR que Trina teve programado quando Trina deu ao Mavis encantado sua ateno cheia. A Eve no quis os sons de natureza descuidada ou a suave, nadando cores do programa de relaxamento.
      Ela poderia ter sido desnuda em uma mesa acolchoada e coberta de cabea at ps em goo. Mas ela estava ainda um policial, e ela quis pensar que gosta de um.
      Atrs para as vtimas. Era sempre atrs para as vtimas.
      Bissel, Kade, McCoy, com Bissel como o ponto focal. Quem ou o que permanecer ganhar de suas mortes?
      O HSO. Durante os incio de dias das Guerras Urbanas, o governo formou o brao como um caminho para proteger o pas, policiar as ruas e juntam intel covertly de radicais faces.
      Fez o trabalho. Tinha sido necessrio. E ao longo dos anos desde, alguns disseram que teve morphed em algo mais ntimo para um grupo terrorista legalizado que uma proteo e operao de intel.
      Ela aconteceu concordar.
      Ento, os assassinatos podiam ter sido um cleanup operao. Se Bissel e Kade giraram, e McCoy inconscientemente soube demais, todo trs poderia ter sido terminado para proteger algum projeto de segurana global. O Cdigo Vermelho estava o bvio linchpin. As unidades de dados tinham sido corrompidas. Que dados precisados ser eliminados? Ou o uso era da lombriga simplesmente um ploy para apontar em direo aos tecno-terroristas?
      O Grupo de Dia do juzo universal. Assassinatos, trminos, grandes- e destruio e perda ema pequena escala de vida por sabotagem tecnolgica eram suas razes por ser. Kade e Bissel podiam ter estados tocando ambos termina, ou em tarefa para infiltrar. Eles podiam ter sido almejados pelos terroristas, tirado, e McCoy tratou como dano colateral.
      Entretanto por que eles no estiveram tomando crdito? A mdia toca com muito punho sangrento-pumping e inclinou mensagens eram uma grande parte do programa para qualquer grupo de terrorista. Existe suficiente tempo para um reconhecimento ter sido vazado para a imprensa popular.
      Em um ou outro caso, por que a armao em Ewing? Por quese uma ou outra organizao por motivos de sua prpria quisesse manter a tampa nos trminosvo para tanto tempo e dificuldade para implicar Reva Ewing?
      Para diminuir a velocidade, cesto, ou elimine ela trabalhar no programa de exterminao, e utilize qualquer dados que Bissel juntou de seus dispositivos para criar um primeiro, no caso do HSO, ou reformular a lombriga para anular a exterminao, no caso de do Dia do juzo universal.
      Possvel, e ela no fecharia aquelas portas. Ela correu probabilidades e deu a eles um empurro.
      Mas com qualquer um daqueles argumentos ela ainda teve Carter Bissel flutuando ao redor gosta de um goddamn p mote. Kade o recrutou com ou sem HSO sancionar? Com ou sem conhecimento do Blair Bissel?
      E onde o inferno ele estava?
      Ela tentou trazer um retrato dele em sua mente, mas ele era blurry e continuava dissolvendo em todas o derreter cores que rodaram lazily em seu crebro.
      Ela parou de ouvir birdlike do Mavis e Trina tagarelam na extremidade de seu enfoque, ento existia s o gentil whoosh, como uma batida do corao dentro de um tero.
      At como ela percebeu o programa de relaxamento tinha sido reativado, ela afundou debaixo disto.
      ***
      Em casa computador lab do Roarke, Feeney se sentou de volta em sua estao e apertou os saltos de sapatos de suas mos duras contra seus olhos doloridos.
      "Voc devia tomar algo para aquele olho puxa enxaqueca," Roarke comentou. "Antes dele sopros em voc."
      "Sim, sim." Ar de Feeney soprado em suas bochechas, deixa isto. "No faa tanto geek trabalhar como eu costumava." Ele estudou a unidade atualmente atingido em sees e pedaos pequenos acima de seu contador. "Foi deteriorado dando este tipo de detalhe acima de uma de minhas armas de fogo jovens."
      Ele olhou de relance acima de na estao do Roarke e estava um pouco molificado para ver o progresso do civil era como lento e exato que seu prprio. "Voc conseguiu uma estimativa em quando ns poderamos ter um destes em cima e correndo novamentetrabalhando como isto, apenas dos dois de ns?"
      "Eu figuro algum dia na prxima dcada se ns formos sortudos, no quarto milnio se ns no formos. Esta cadela  brindada." Roarke empurrou de volta, scowled nos intestinos queimados de seu projeto atual. "Ns podemos substituir, conserto, configurar de novo, e o bate com um martelo. Ns recuperaremos dados. Eu sou aborrecido suficiente no momento para fazer isto trabalho da minha vida sangrenta. Mas Cristo sabe que ns podamos fazer isso tudo mais rpido e mais fcil com algumas mais mos e celas de crebro. Bom do McNab. Ele pegou as mos e o geek quociente para o manter em algo como este por horas a fio, mas ele no ser suficiente."
      Eles se sentaram em chocar silncio para um momento, ento de olhos um ao outro.
      "Voc conversa com ela," Roarke disse.
      "Oh no, eu no sou casado com ela."
      "Eu no sou um policial."
      " sua instalao aqui."
      " uma investigao de NYPSD."
      "Assim signifique uma maldio para voc. Certo, certo." Feeney acenou uma mo na frente de Roarke poder falar novamente. "Vamos povoar este gostar de homens."
      "Queira armar lute?"
      Feeney alarga um bufar, ento cavado em seu bolso. "Ns sacudiremos uma moeda. Voc chama isto."
      ***
      A Eve ouviu o que soou como flautas. Para um momento ela viu se correndo desnudo por uma flor-espalhado prado onde as criaturas pequenas, aladas tocadas longas, reedlike instrumentos. Os pssaros cantaram, o sol brilhado, e o cu era uma tigela perfeita de cerulean azul.
      Ela despertou com um comeo e disse: "Gak."
      "Uau, Dallas, voc estava realmente fora."
      Piscando, Eve enfocou na figura estende na mesa ao lado dela. Ela pensou que era Mavis. Soou como Mavis, mas era duro para fazer um positivo ID quando a forma era coberta com quentes rosas de ombros at dedes do p, o rosto coberto com eltrico azul, e o cabelo emplastar com uma mistura de verde, vermelha, e purprea.
      Ela teria dito gak novamente, mas pareceu redundante.
      "Voc no babou ou qualquer coisa," Mavis seguros ela. "No caso de voc estar preocupado."
      "Alargue um sexo gemidos." A voz da Trina veio de em algum lugar prximos seus ps, e Eve congelou.
      "O que voc est fazendo?"
      "Meu trabalho. Voc  todos enxaguado. Direito de Blissed por aquela parte. Conseguiu seu derma revitalizer enfatizado. Seu homem vai gostar de este aqui. Indo acabar por com seu cabelo e rosto depois de eu fazer seus ps."
      "Faa o que para meus ps?" Cuidadosamente, Eve se impulsionou em seus cotovelos e olhados abaixo. "Oh meu Deus! Todo-poderoso de deus! Voc pintou meus dedes do p."
      "S um delux ped. No  uma cerimnia satnica."
      "Meus dedes do p so rosas."
      "Sim, eu fui conservador com voc. Domingo-beijado Coral. Bom com seu tom de pele. Seus ps eram uma vergonha," Trina adicionou como ela pulverizou em selador. "Boa coisa voc estava debaixo de VR enquanto eu estava trabalhando neles."
      "Como vem para que ela no est debaixo de?" Eve exigida, apontando em Mavis.
      "Eu consigo mais fora dele se eu estiver ciente dos tratamentos. Eu gosto de conseguir souped e esfreguei e esfreguei abaixo e pintado.  o ult de ults para mim. Voc odeia isto."
      "Mavis. Se voc souber que eu odeie isto, por que voc faz-me fazer isto?"
      Mavis sorriu um sorriso de eltrico azul. "'Porque  divertido."
      A Eve ergueu uma mo para esfregar seu rosto, ento bocejado em choque como ela viu suas unhas. "Voc pintou meus dedos. As pessoas vero eles."
      "Trabalho francs neutro." Trina caminhou de volta em cima, deslizou um dedo mais de uma de sobrancelhas da Eve. "Precise de decorao. Voc oughta frio, Dallas."
      "Voc entende que eu seja um policial? Voc entende que devia eu ter que conter um suspeito e ele consegue uma carga de meu trabalho brilhante j neutro francs, ele vai quebrar seu pescoo rindo? Ento eu estarei debaixo da investigao de IAB para a morte de um suspeito em minhas mos."
      "Eu conheo que voc  um policial." Trina mostrou a seus dentes em um sorriso. O dente canino deixado era decorado com um cravo verde minsculo. " por isso que eu associei-me o pequeno simplrio tat gratis."
      "Simplrio? Tatuagem?" A Eve sentada em cima como se ela fosse propulsado fora de uma catapulta. "Tatuagem?"
      "S um temp. Terminou realmente bom."
      Ela era quase muito horrorizada para olhar. Para contador o medo, ela tomou um punhado de cabelo preto brilhante da Trina, cabea arrancada do seu atormentador abaixo. Se necessrio, ela bateria que cabea contra a mesa acolchoada at inconscincia resultou. Ignorando ganidos da Trina e lutar, e Mavis est dando uma risadinha pede paz, Eve tipped abaixo seu queixo e olhou para seu peito.
      L na curva da esquerda estava uma rplica pintada de seu distintivo, minuciosamente detalhado entretanto era no maior do que sua prprio unha do polegar. Seu aperto soltou um pouco como ela balanou sua prpria cabea para ler seu nome. E Trina escapou.
      "Jesus, voc  derrotado? Eu disse que era um temp."
      "Voc deu a mim alguma substncia alucingena enquanto eu estava debaixo de VR?"
      "O que?" Emitiu obviamente fumaa, Trina agitou de volta seu cabelo abusado, dobrados seus braos, e carranqueados em Mavis. "O que est errado com ela? No, eu no dei a voc qualquer coisa. Eu estou um corpo e consultor de estilo pessoal certificado. Eu no tenho ilegais em meu menu. Voc pergunta a mim algo assim, e"
      "Eu perguntei a algo assim porque eu estou olhando para o que voc pintou em uma rea pessoal de meu corpo, e eu como isto, ento eu quero ter certeza que eu no estou debaixo de um pouco de illusionary droga nvoa."
      Trina cheirou, mas existia uma luz que era ambos os prazer e humor em seus olhos. "Voc gosta disto, eu posso fazer isto permanente."
      "No." Em defesa, Eve batida uma mo em seu peito. "No, no, no. No."
      "Conseguiu isto. Apenas do temp. Mavis tem que cozinhar por algum tempo mais, ento ns terminaremos voc." Trina apertou um mecanismo na mesa e uma seo ergueu gosta da de volta de uma cadeira.
      "Como vem para que voc tem todas aquelas cores no gunk em seu cabelo?"
      "Eu estou conseguindo multied," Mavis explicou. "Eu vou ter alguns cachos vermelhos, e espigas purpreas, e"
      "No existia qualquer daquele em meu." Medo embreado em sua garganta. "Existia?"
      "Relaxe." Para voltar um pouco de sua prprio, Trina arrancou Eve  voltar pelo cabelo. "As raias rosas lavaro."
      "Ela est s brincando," Mavis disse como Eve foi plido. "Honrado."
      ***
      Pelo tempo era acima de, Eve era flcida como um talharim. O minuto ela estava s, ela dashed no mais prximo a banheiro, feche a porta, e se braceou para um olhar no espelho.
      Seus joelhos foram fracos com alvio quando ela viu no existia nenhuma raia de cor-de-rosa, ou qualquer outra coisa, em seu cabelo. Nem era suas sobrancelhas o carnaval de cores que Mavis tem tinha sido quando Trina terminou com eles. Ela no era v, Eve segura se. Ela acabou de querer parecer com ela pareceu. No existia nada errado com isto. E desde que ela fez, a bola de tenso entre suas omoplatas dissolvidas.
      Certa, talvez ela olhou um pouco melhor que habitual. Trina fez algo para suas sobrancelhas sempre que ela conseguiu suas mos neles que fez o arco mais definiu e emoldurou fora seus olhos. E sua pele teve um brilho bom para isto.
      Ela agitou sua cabea, contente quando seu cabelo caiu em lugar sem qualquer exagera.
      Ento seus olhos alargados em choque. Ela era v, ou afiando perilously perto disto. E ele teve que parar. Deliberadamente, ela foi embora o espelho. Ela precisou sair desta bata estpida e em roupas. Assim que ela fez, ela verificaria no lab.
      Trabalhe, ela se assegurou, era a nica coisa no valor de sendo v.
      
      
      14
      
      Ela apenas beliscaria no quarto quando Roarke entrou do elevador.
      "Eu s preciso mudar, ento eu estava vindo pelo lab."
      "Bem, eu preciso de um minuto para falar com voc, e viu que Mavis e Trina foram."
      "Que tal?" Ela comeou a revolver por sua cmoda para suores velhos, confortveis. Deu seu algo para fazer com suas mos como ela rezou isto no teve nada a ver com uma operao de campo em Dallas. "Voc fez sujeitos tm uma inovao?"
      "No.  diligente e exato trabalham. Lento e tedioso. Feeney est tomando um reconstituinte de hora.  inferno nos olhos."
      "Certa." Ela dificilmente podia reclamar sobre a fratura quando ela gastou um bom pedao do apartamento da noite em suas costas e cobertas com goo. "Eu no sou muita ajuda no comp-jock rea, mas eu tenho algumas probabilidades para correr, algumas teorias com que eu quero tocar. Se importe de seja claro. Eu odeio isto."
      "Voc odeia que seu se importa de  claro?"
      "No." Seus ombros relaxados novamente. Ela era afinada para todo nuance em sua voz, e tudo estava certo. No momento. "Eu odeio que o material Trina realmente trabalhano crebro. Eu sou pumped," ela disse, arrastando fora um roto e antiga pequena-sleeved camisa de moletom ela enterrou debaixo de uma pilha de seda e balizas de casimira. "E eu estou pensando . . . para o que voc est olhando?"
      "Voc. Querida Eve, voc parece"
      "No comece." Ela acenou a camisa nele e voltado em cima dois passos. At que era uma fraude, ela pensou. Era um alvio to tremendo para saber que ele podia olhar para ela aquele modo. Para saber, quando ele fez, seu sangue guerreado, seu corpo apertado. "At no comece."
      "Voc teve um pedicure."
      Instintivamente, seus dedes do p enrolados em embarao. "Ela fez isto enquanto eu estava debaixo de VR, e ela no dir a mim como pegar isto."
      "Eu gosto disto. Sensual."
      "O que  sensual sobre dedes do p rosas? O que possivelmente podia ser sensual sobre isto? Espere, eu esqueci com quem eu estava conversando. Se ela pintasse meu cor-de-rosa de dentes, voc pensaria que era sensual."
      "Um bobo apaixonado," ele murmurou e andou fecha suficiente para escovar um dedo polegar acima de sua bochecha. "Suave."
      "Pare isto." Ela batida sua mo longe.
      "E voc cheira . . . extico," ele disse depois de aliviar mais ntimo para uma prova cheira. "Um pouco tropical. Como um limo grove em fonte, com s uma sugesto de . . . jasmim, eu penso. Noite-jasmim florescente."
      "Roarke. Abaixo."
      "Muito tarde." Ele riu e agarrou seus quadris. "Um homem precisa de seu restaurativo, sabe. Por que voc no  meu?"
      Ela era sua, mas quieta ela deu a ele um empurro como seus lbios desceu em sua. "Eu j tive minha fratura."
      "Voc est para estender isto. Voc saboreia incrvel." Seus lbios lido rapidamente acima de sua mandbula, ento debaixo disto, e suas mos ocupadas tido j unbelted sua bata, deslizada em baixo disto. "Deixe seja s veja . . ."ele arrastou em seu lbio de parte inferior". . . o que mais Trina tem sido."
      Ele aliviou a bata fora de seus ombros, lidos rapidamente seus dentes acima de pele nua.
      A pequena bola de luxria que enrolou em sua barriga expandido. Ela tipped sua cabea ao lado para dar a ele acesso melhor. "Eu estou dando a voc vinte minutos, trinta topos, conseguir voc mesmo sob controle."
      "Trinta devia dar a mim s suficiente tempo para . . ." Ele diminuiu como seu olha abaixado para seu peito. "Bem agora." Sua voz terminou em um ronronar como ele esfregou seu dedo polegar ligeiramente acima da rplica de seu distintivo. "O que ns temos aqui?"
      "Um de pequenos brainstorns da Trina.  s um temporrio, e realmente eu consegui tipo de um excluir dele depois que eu recuperei-me o choque."
      Ele no disse nada, s continuado a golpe e circulou a imagem com seu dedo polegar.
      "Roarke?"
      "Eu estou pasmo para achar eu mesmo ridiculamente despertado por isto. Que estranho."
      "Voc est brincando."
      Seu olhe erguida para sua, e aquele quente azul slammed por ela. "Certa." Nervos danados debaixo de sua pele. Acima disto. "No brincando."
      "Tenente." Ele agarrou seus quadris novamente, e a engataram em cima em um puxo limpo at que suas pernas embrulhadas sua cintura. "Voc iria melhor cinta voc mesmo."
      No existia nenhum tonificante contra aquele tipo de assaltava nos sentidos, aquele tipo de invaso brutal do sistema. Desde a cama era muito longe, ele simplesmente derramou eles ambos sobre o sof e a levou acima de com lips e mos.
      Ela clamped ao redor ele. Pareceu se ela no esperasse, segure apertado, ela poderia disparar em sua prprio corpo. Sensaes lotadas dentro dela, inclinando por sangue e msculo e nervo at que ela era quivering, at que ela estava entrando pressa de um gritar.
      Cambaleante, ela lutou por ar, ento encontrou, finalmente encontrou, aqueles lips faminto com sua prprio. Em parte em luxria, em parte em alvio desesperado que eles eram juntos, pelo menos aqui, eles eram juntos, ela arrastou em sua camisa. Ele no era o nico que quis o gosto e textura de carne. Seu era quente, como se ele queimasse do ao avesso para ela.
      Seu milagre.
      "Deixe-me." Ela lutou com seu cinto. "Deixe-me."
      E eles rolaram fora do sof, bata o cho com uma pancada slida.
      Seu risada ofegante vislumbrado por ele. Deus, ele precisou ouvir seu risada.
      Ele precisou a segurar, e  seguro.
      Seu odor, ela forma, seu sabor todo queimado pelas linhas em suas j puxando controle. Ele quis colo ela gosta de nata, devorar ela gostar de um banquete depois de escassez. Ele quis enterrar ele mesmo nela at o mundo terminado.
      Se ele fosse possvel amar, querer, precisar de demais, ele j passaria pelo limite com ela. No existia no voltando. Ela estremeceu debaixo dele, movido debaixo dele. Sua mo alcanou e fechou acima dele, e tomou o comprimento duro dele no calor molhado, selvagem sua.
      O prazer o inundou, encharcou ele, uma saturao de mente e corpo que seus quadris mergulhados em cima, e ele dirigiu abaixo.
      Ele podia assistir seus olhos de mbar escuro que eram blurry com estimulao, e ele podia ver seus lbios tremer um momento antes de sua cabea curvada atrs e o gemido gutural a escapou.
      Desfeito, ele apertou seus lbios para o smbolo do que ela era, e sentiu o corao que trovejado para ele em baixo disto. Seu policial. Sua Eve. Seu milagre.
      Ele deu ele mesmo acima disto, rendeu ele mesmo para ela.
      Sua pulsao era quase atrs para normal quando ele rolou assim ela era espreguiada acima de seu trax em vez de alfinetado debaixo de seu peso. Daquele ponto de desempate, ela dobrou seus braos e escorou seu queixo neles estudar seu rosto.
      Ele certamente pareceu relaxado no momento, ela pensou, todos soltam e satisfeitos, como um sujeito sobre tomar um bom pequeno cochilo.
      "Unhas de dedo do p e simplrio rosa tats. O que  com homens?"
      Seus lbios curved, entretanto ele ainda no abriu seus olhos. "Ns somos muito facilmente tocados. Realmente, ns estamos  merc da fmea, com todo seu misterioso wiles."
      "Voc   merc de suas glndulas."
      "Que tambm." Ele suspirou felizmente. "Louve Deus."
      "Ento voc realmente vai para tudo aquele material? As poes e loes e pinturas e tudo aquilo?"
      "Eve. Querida Eve." Ele abriu seus olhos agora e stroked um dar seu cabelo. "Eu vou para voc. Isso devia ser bvio."
      "Mas voc sai de em todo o jazz."
      "Com ou sem o jazz." Ele a fugiu at que ele podia escovar seus lbios para sua. "Voc  meu prprio."
      Seus lbios twitched. "Seu prprio o que?"
      "Tudo."
      "Falador liso," ela murmurou e cedeu o aninhar. "Voc  algum falador liso. S assim voc sabe, eu no estou mantendo a tatuagem, ainda que ele torna voc em meu escravo de sexo. S alguns dias, e isto  isto."
      "Seu corpo, suas escolhas. Mas eu posso dizer que eu no quereria que voc fizesse isto permanente. Algo sobre a surpresa de certamente sacudiu um interruptor em mim. Um pouco confundindo, realmente."
      "Talvez eu surpreenderei voc todo de vez em quando."
      "Voc sempre faz."
      Ela gostou de saber isto, e deu a ele um rpido bater levemente na bochecha antes dela desaparecer. "Terminado do perodo restaurativo."
      "L no fica nenhuma surpresa nisto."
      "Tenha algumas roupas, civil, e relatrio."
      "Eu no estou completamente certo que eu consumi meus cheios trinta minutos. Algum estava em um pouco de uma pressa."
      Ela levantou suas calas, lanou eles em seu rosto. "Cubra aquele bonito asno seu, camarada. Voc disse que voc precisou falar comigo antes de voc ser superado por meus unhas de dedo do p rosas. Que tal?"
      "Antes de eu chegar a isto, eu gostaria de expressar a esperana que voc permanece descalo tanto como possveis os prximos vrios dias. E partindo," ele disse com um risada quando ela mandou a ele um olhar fixo de ao. "Feeney e eu ambos concordam que ns precisamos mais jocks no lab. Com apenas da duas de ns esta restaurao pode tomar semanas em melhores."
      "McNab voltar amanh."
      "De forma que seja trs de ns, exceto quando pelo menos um de ns ser tirado para qualquer outra coisa. Se voc quiser respostas, Eve, voc tem que dar a ns as ferramentas para conseguir eles."
      "Por que no  Feeney, como cabea de EDD, solicitando isto?"
      "Porque eu perdi o sangrento sacode, que no teria acontecido se eu conseguisse minhas mos na moeda longa suficiente para trocar isto para um de meu prprio. Mas ele disse queeu acredito em que isto  uma citao direta'you no consegue pedao pelo mesmo cachorro duas vezes.' Que  seu modo colorido de dizer que ele est ciente que eu me equipei um lance de moeda nele antes."
      "Ele no  nenhuma marca fcil."
      "Ele no , no. E nenhum de ns  verde quando vier para eletrnica, nem so ns slackers. Tantas como ele dores ns dois para admitir isto, ns precisamos de ajuda. Eu tenho alguma em mente que"
      "Se voc estiver pensando Jamie Lingstrom, esquece isto. Eu no estou arrastando uma criana em uma situao instvel como isto."
      "Eu no era. Jamie est em classes, e eu sou fixado em seu restante l. Eu quero Reva. Ela j est ciente da situao," ele continuou na frente de Eve poder falar. "Ela  um dos melhores, sua liberao  nvel superior, e ela j sabe o que est continuando."
      "Porque ela  um dos elementos.  uns negcios enganadores para trazer para dentro um dos principais elementos. Para trazer para dentro outro civil."
      "Ela no ter que ser educada para acelerar, que nos salva todo o tempo. Ela tem um investimento pessoal assim ela trabalhar mais duro que ningum. Ela no  um suspeito, Eve, mas outro tipo de vtima." Ele pausou, e seu tom era refrigerador quando ele continuou. "Uma vtima no devia ter um direito de se suportar, tanto sobre ter algum a suporta, se a oportunidade est l?"
      "Talvez." Eles estavam mudando de direo em direo a isto, em direo a aquele golfo com as extremidades dentadas. Ela quis andar de volta disto, e pior, finge que no estava l. Mas o buraco estava construindo at como ela permaneceu com seu corpo quieto morno dele.
      "Voc correu isto por Feeney?"
      "Eu fiz. E circulou o mesmo cho voc e eu estamos danando em agora. Ento eu o mostrei a suas qualificaes. Ele est trabalho ansioso com ela."
      "Voc o seduziu."
      Isso o fez sorriso, s um pouco. "Isto  um pouco de uma imagem desconfortvel para mim. Eu prefiro que eu seguro ele. Relativo a Reva, e Tokimoto."
      "Outro seu. Outro civil?"
      "Sim, e existem vrias razes para a escolha. Primeira, civis com to alta uma avaliao de segurana quanto estes dois so menos provvel para vazar algo para a mdia. No sopre," ele disse, ligeiramente, quando ela mostrou a seus dentes. "Estas escolhas seriam menos provvel para vazar que qualquer outros. Reva para razes bvias, e Tokimoto porque ele  apaixonado por ela."
      "Bem, fucking A."
      "Ela no sabe isto," Roarke continuou sem faltar uma batida. "E ele pode nunca movimento naquela direo, mas o fato  ser os fatos. Devido a sua para ela, e seu interesse naturais no trabalho, ele por mais energia e esforo nele que mais. O amor faz aquele tipo de coisa para voc."
      Quando ela no respondeu para aquele, ele girou abrir um painel, e o minifridgie atrs disto. Ele tirou uma garrafa da gua. Abriu isto, sipped.
      Molha sua garganta, mas no esfriou a raiva que estava comeando a construir. "Aparte disto, se voc trouxer para dentro Polis, voc tem que fazer a papelada, lide com o oramento, claros eles para este nvel de operao, e assim por diante. Eu tenho um maior oramento que o NYPSD."
      "Voc tem um maior oramento que o Greenland."
      "Talvez, mas o ponto  que eu tenho um interesse adquirido em resolver este problema, e protegendo meu contrato de Cdigo Vermelho. Eu tenho bastante para perder se ns no acharmos as respostas com um pouco de expediency. Por causa disto, por causa de qual era feito para um amigo meu, porque eu sei o que o inferno sangrento eu sou sobre nesta rea, eu estou recomendando que ns tragamos para dentro as melhores pessoas para o trabalho."
      "Voc no tem que conseguir pissy sobre isto."
      "Eu sinto pissy sobre isto. Sobre o inteira shagging coisa. Eu no me sento fcil quando as pessoas eu me importar com estar neste tipo de tumulto, e ele  fucking frustrar estar escolhendo minha passagem a baguna santa daquelas unidades que trabalham em direo a recuperao, e estar fazendo isto, gastando meu tempo l em vez de gastar descobrindo exatamente que era responsvel por que aconteceu em Dallas."
      Uma bola pequena, duro de gelo solto em sua barriga. E ele estava a, a grande, ardendo elefante no quarto ela esperou ignorar, e ele estava trombeteando. " disso que esteja debaixo disto, no ? Todo."
      "Aye, isto est debaixo dele e acima disto, est ao redor ele e por isto."
      "Eu quero que voc coloque no lugar isto." Ela verbaliza ficado tranqilo at como sua barriga clenched. "Eu quero que voc ponha de lado isto antes de voc cruzar uma linha que eu no posso ignorar."
      "Eu tenho minhas prprias linhas, Tenente."
      "Est certo, est certo. Tenente." Ela levantou seu distintivo que deita na cmoda, e batida ele abaixo novamente. "Dallas, Tenente Eve, NYPSD. Voc no pode estar l e conversa sobre fazer o assassinato para um policial de assassinato e esperar que eu ignorar isto e fingir que no  nada."
      "Eu estou conversando com minha esposa." Ele slammed a garrafa abaixo to gua andada na lama fora e sobre a superfcie brilhante da mesa. "Uma mulher eu jurei apreciar. No existe no apreciando, no existe no vivendo comigo mesmo se eu estiver de volta e no sangre nada. Se eu dobrar minhas mos enquanto aqueles responsveis por que aconteceram para voc continua com suas vidas como se isso no era nada."
      "Suas vidas no importam para mim. Suas mortes, em suas mos, faam."
      "Goddamn isto, Eve." Ele girado longe dela e prolongou sua camisa. "No pea a eu para ser o que eu no sou. No pergunte isto de mim. Eu nunca pergunto isto de voc."
      "No." Ela se afianou. "No, voc no faz. Voc no faz," ela repetiu, muito quietamente como que um ponto a atingiu como verdade, inarguable verdade. "Ento eu no posso conversar sobre este. Eu no posso pensar sobre ele ou lutar sobre algo ns nunca viremos perto de concordar em. Mas seria melhor voc pensar sobre isto. E quando voc estiver pensando, voc devia lembrar de eu no sou uma criana gosta de Marlena. E eu no sou sua me."
      Ele girou devagar, e seu rosto estava frio, e fixe. "Eu nunca engano quem voc , ou quem voc no ."
      "Eu no preciso de seu tipo de justia porque eu sobrevivi o que aconteceu para mim, e fiz meu prprio."
      "E voc chora em seu sono, e sacudida dos pesadelos."
      Ela foi perto de agitar agora, mas ela no choraria. As lgrimas no ajudariam qualquer um deles. "O que voc est pensando sobre no mudar isto. Traga para dentro quem Feeney concorda. Eu tenho que trabalhar."
      "Espere." Ele caminhou para sua prpria cmoda, abriu uma gaveta. Ele estava bravo, como ela era, e desejou que ele soubesse como eles muito girariam de temperamento de intimidade. Ele tirou o pequeno, emoldurou fotografia que ele colocou l, ento subjugado para dar isto para Eve.
      Ela viu uma mulher jovem bonita com cabelo vermelho e olhos verdes, curando contuses em seu rosto, e um tala no dedo de uma mo ela segurou contra o menino.
      O magnfico pequeno menino com os olhos azuis Clticos que teve sua bochecha apertada contra a da mulher. Contra da sua me.
      Roarke e sua me.
      "No existia nada que eu podia fazer para ela. Se eu soubesse que . . . eu no fiz, de forma que sou isto. Ela estava morta antes de eu ser velho suficiente para consertar seu rosto em minha memria. Eu no podia nem dou a ela tanto."
      "Eu sei que machuca voc."
      "No  sobre isto. Eles souberam sobre ele. O HSO, Interpol, todas as organizaes de intel global. Eles souberam sobre Patrick Roarke longo antes dele viajar para Dallas se encontrar com Richard Troy. Mas ela, a mulher que birthed me, a mulher ele assassinou e lanou longe at no mereceu uma nota de rodap em seus arquivos. Ela no estava nada para eles, como uma criana pequena, impotente em Dallas no estava nada para eles."
      Ela machuca para ele, para ela mesma, e para uma mulher ela nunca encontraria. "Voc no podia a salvar, e eu sinto muito. Voc no podia me salvar, e eu no sou. Eu sou bom em economia eu mesmo. Eu no vou discutir com voc sobre este porque no conserta nada. Ns dois temos muito trabalho para fazer."
      Ela fixa a fotografia em sua cmoda. "Voc devia deixar este. Ela era bonita."
      Mas quando Eve deixou o quarto, ele coloca no lugar a fotografia. Era ainda muito doloroso para olhar para aquelas imagens para longas.
      ***
      Eles deram um ao outro uma cabina larga, trabalhando em suas reas separadas tarde na noite. Dormente, por uma vez, com um mar da cama entre eles e nem tentando ponte isto. De manh, eles circularam em torno da distncia que espalhou entre eles, cuidadosamente evitando um ao outro  territrio, e cauteloso de seus movimentos quando aquele territrio sobreposto.
      Ela soube Reva Ewing e Tokimoto estavam na casa, e estava deixando eles para Feeney enquanto ela bunkered em seu escritrio, esperando por Peabody e McNab entrar.

      Ela podia enfocar no trabalho  mo para perodos longos, correndo suas probabilidades, ento peneirando por dados para criar outros argumentos. Ela podia estudar sua tbua de assassinato, e reconstrua os crimes, os motivos, os mtodos de que evidncia ela teve e comeou a ver um retrato.
      Mas ela s teve que trocar aquela evidncia para um lado e um retrato diferente formado.
      E se sua concentrao oscilou, at para um momento, existia ainda outra imagem. Um de se e Roarke nos lados adversrios de uma brecha sem fundo.
      Ela odiou que sua vida pessoal interferida com o trabalho. Odiada mais que ela no podia parar isto de rastejar em seus pensamentos quando ela precisou treinar eles no trabalho.
      E o que ela estava chateada sobre, realmente? Ela perguntou a se como ela stalked atrs na cozinha ainda novamente para caf. Que Roarke quis caar em cima e sangrento um pouco de agente de HSO ela at no conheceu? Ela estava lutando com ele, e s porque eles no estavam gritando e bater ao redor no significou que eles no estavam lutando quietos.
      Ela compreendeu tanto do jogo de casamento.
      Eles estavam lutando porque ele teve uma ira gostar de um tigre preso sobre que tinha sido feito para ela como uma criana. Colocada em camadas acima disto, afiando as garras e dentes do tigre preso eram a ira acima de que aconteceu para sua me.
      Brutalidade, violncia, negligencie. Cristo soube que eles dois viveriam com ele e sobreviveram. Por que eles no podiam viver com ele quieto?
      Ela empurrou pela porta da cozinha para insistir no pequeno alm de terrao, e s respire.
      E como ela viveu com isto? O trabalhoe, sim, s vezes ela usou o trabalho at que a arrastou at esgotamento, at misria, mas ela precisou o que deu a ela, pelo processo, pelos resultados. No estando s acima da vtima mas para a vtima, e trabalhando achar qualquer equilibrar o sistema permitido. At odiando o sistema de vez em quando quando aquele equilbrio no encontrou suas prprios padres.
      Mas voc podia respeitar algo, at quando voc odiou isto.
      Os pesadelos? Eles no eram um pouco de tipo de contender mecanismo, uma sada inconsciente para o medo, a dor, at a humilhao? Mira podia provavelmente dar seu um inteiro cargoload de imaginava condies e zumbido psiquitrico sobre o assunto. Mas nos bsicos eles eram gatilhos justo, para eventos ela podia permanecer lembrar. Talvez alguma que ela no estava certo que ela podia permanecer. Mas ela contendeu.
      Deus soube que ela contendeu melhor com Roarke l para a puxar fora do aperto pegajoso deles, segurar sobre ela, lembrar a ela que ela estava alm deles agora.
      Mas ela no lidou com que tinha sido feita para ela encontrando brutalidade com mais da mesma. Como ela podia vestir seu distintivo se ela no acreditasse, no caroo, no corao e alma da lei?
      E ele no fez.
      Ela scooped uma mo por seu cabelo como ela desviou a vista de acima dos jardins de final de vero revoltado: As rvores verdes cheias, o brilho e claro do mundo ele construiu, seu modo. Ela soube quando ela o encontrou, quando ela apaixonou-se por ele, quando ela casou-se com ele, que ele no fez, e nunca iria, tenha o mesmo nas-convices de osso  medida que ela teve.
      Eles eram, em algum avio elementar, oposto.
      Dois perdeu almas, ele uma vez diria. Ento eles eram. Mas tantos que eles tiveram em comum, eles nunca encontrariam suavemente em este aqui ponto.
      Talvez ele era aquela oposio, o puxar e puxo disto, isso fez o que estava entre eles to intenso. Isso deu aquele terrvel e apavorando amor tal poder.
      Ela podia alcanar seu coraoque era to aberto a ela, ento milagrosamente aberto. Ela podia alcanar seu pesar, d uma espcie de conforto para que ele ela no se soube capaz. Mas ela no podia, e nunca iria, completamente alcance sua ira. Aquele lao duro dentro dele ele coberto muito habilmente com elegncia e estilo.
      Talvez ela no era significada. Talvez se ela pudesse alcanar em, pegue naquele lao e solte isto, ele no seria o mesmo homem que ela amou.
      Mas Deus, meu Deus, o que ela faria se ele matasse um homem acima dela? Como ela podia sobreviver a isto?
      Como podiam eles?
      Ela podia continuar a caar assassinos sabendo que ela viveu com um? Porque ela tinha medo da resposta, ela no olhou muito profundamente. Ao invs ela andou de volta do lado de dentro, cheia sua xcara novamente.
      Ela caminhou de volta em seu escritrio, estado na frente de sua tbua, e empurrou ela se importar de volta em trabalhar. Sua resposta era uma ausente e um pouco irritada "O que?" Quando algum batida em sua porta.
      "Tenente. Eu sinto muito perturbar voc."
      "Oh. Caro." A lanou fora de ver admin do Roarke em seu terno preto afiado em sua porta de escritrio. "Nenhum problema. Eu no soube que voc estava aqui."
      "Eu entrei com Reva. Eu estou entrando no midtown escritrio, trabalhar. Eu precisei de alguns detalhes de Roarke em um projeto. Bem, isso no importa." Ela ergueu ela entrega um movimento agitado raro, ento soltou eles novamente. "Eu quis falar com voc antes de eu partir, se voc tiver um momento."
      "Certo. Certo. Voc quer caf ou algo?"
      "No. Nada, obrigado. Eu . . . eu gostaria de fechar a porta."
      "V em frente." Ela viu Caro  olhar vai para a diretoria, os silncios das cenas de assassinato, os extravagantes dos corpos. Deliberadamente, Eve movida para sua escrivaninha e gesticulou para uma cadeira que apagaria as imagens da linha do Caro de vista. "Sente-se."
      "Voc olha para este tipo de coisa o tempo todo, eu imagino." Caro fez se tomar um olhar longo antes dela ordenar suas pernas para mover, e tomaram a cadeira. "Voc se acostuma a isto?"
      "Sim. E no. Voc olha um pouco coxo ainda. Talvez voc no devia estar voltando trabalhar muito logo."
      "Eu preciso trabalhar." Caro endireitou seus ombros. "Voc entenderia."
      "Sim, eu consigo isto."
      "Como faa Reva. Eu sei voltando para o que ela lega ajuda seu estado de esprito. Ela no se . Nem seja I. que Ns no estamos dormindo bem, mas ns fingimos que ns sejamos, para um ao outro  causa. E isto no est de maneira nenhuma que eu vim aqui para dizer. Vaguear no  como eu qualquer um."
      "No ache. Voc sempre me atingiu como sendo hyperefficient. Tenha que ser para lidar com material do Roarke. Mas se algo como este no livrou-se de que voc anda a passos largos, eu teria que figurar voc para um droid."
      "Apenas da nota certa." Caro movimentou a cabea. "Voc conhece o que nota tomar com vtimas e sobreviventes, testemunhas ou suspeitos. Voc era vivo, at rude com Reva. Isto  o tipo de tom que ela responde melhor para quando ela for estressado. Voc  muito intuitivo, Tenente. Voc teria que ser . . . para lidar com Roarke."
      "Voc pensaria." A Eve tentada para no deixar as palavras que passaram entre eles a noite antes de jogam de novo em sua cabea. "O que voc precisa, Caro?"
      "Desculpe. Eu sei que eu esteja comeando a estudar seu tempo. Eu quis que obrigado por tudo que voc fez, e esto fazendo. Eu percebo que voc olha para variaes do que est naquela tbua todo dia. Que voc lida com vtimas e sobreviventes, escute declaraes e perguntas, e trabalhem em direo a achar as respostas.  o que voc faz. Mas isto  pessoal para mim, ento eu quis dizer a voc, obrigado, em um modo pessoal."
      "Ento voc  bem-vindo em um modo pessoal. Eu como voc, Caro. Eu gosto de sua filha. Mas se eu no fiz, eu estaria fazendo a mesma coisa que eu estou fazendo agora."
      "Sim, eu sei. Mas aquele fato no muda minha gratido. Quando pai da Reva nos deixou, eu era devastado. Meu corao estava quebrado, e minhas energias dispersas. Eu era s um pouco mais velho que voc," ela adicionou, "e pareceu o fim do mundo. Eu pensei, 'O que eu farei? Como eu conseguirei por este? Como eu conseguirei meu beb por isto?'"
      Ela parou, agitou sua cabea. "E isto no  de qualquer interesse possvel para voc."
      "No." A Eve gesticulou Caro de volta abaixo quando ela comeou a subir. "Termine isto. Eu estou interessado."
      Caro se sentou novamente, suspirou. "Eu irei, ento, como tudo isso continua examinando minha mente. Eu tive, naquele tempo, muito poucos recursos pessoaisalgumas habilidades de secretrias eu deixei ferrugem como eu quis ser uma me profissional. Existiam dvidas, e entretanto ele incorreu a maior parte deles, ele era mais esperto e, bem, mais mdio que eu era."
      "Deve ter sido bonito esperto, ento."
      "Obrigado. Eu no era como . . . temperei ento como eu sou agora. E seria melhor ele advogados," ela adicionou com um fantasma de um sorriso. "Ento eu estava em uma cova, financeiramente, emocionalmente, at fisicamente como eu deixo eu mesmo me tornar mal com a tenso e pesar. Eu era muito, muito assustou. Mas ele no era nadano mais do que uma pancada que deixa voc momentaneamente desequilibradocomparado a este. Reva poderia ter sido morta."
      Caro apertou uma mo para seus lbios, visivelmente lutado por controle. "Ningum  dito isto, mas est l, a possibilidade do que poderia ter sido. Quem fizeram esta coisa poderia ter a morto em vez de a usarem para cobrir os caminhos."
      "Ela no era. Poderia-ter-no devia assustar voc."
      "Voc no tem crianas," Caro disse com outro, sorriso mais forte, mas seus olhos estavam comeando a brilhar com as lgrimas que ela estava rechaando. "Poderia-ter-so o monstro no armrio para pais. Ela poderia ter sido morta, ou ela poderia estar na priso que espera por tentativa se voc no fosse to muito bom em que voc faz. Se voc e Roarke no tivessem estado dispostos a ajudar. Eu o devo um grande negcio. Agora eu o devo, e voc, um grande negcio mais."
      "Voc figura que ele quer que retorno para trabalhar com afinco para voc e Reva?"
      "No. Ele nunca faz." Ela abriu sua bolsa, tirou um tecido e tocado de leve em suas bochechas. Todo movimento era econmico. "O incomoda. E voc, eu imagino. Voc  to bem apropriado."
      A Eve sentiu sua garganta fechar, e s administrou um encolher os ombros.
      "Eu perguntei-me se voc fosse. Quando voc primeiro veio para o escritrio, to feroz e duro. E frio. Pelo menos isto  como eu vi voc. Ento eu o vi, depois que voc foi. Ele era confundido e deslumbrava e frustrado. Um rarity para Roarke."
      "Realmente? Bem, isso fez dois de ns."
      "Tem sido uma educao assistindo o dois de voc acha um ao outro." Ela substituiu o tecido, fechada sua bolsa preta limpa. "Ele  uma parte importante de minha vida.  bom para o ver feliz."
      Ela no soube o que dizer para aquele, ento fez uma pergunta que estava circulando em seu crebro. "Como voc veio para trabalhar para ele?"
      "Eu tomei uma posio de secretria, nvel de entrada, e zango trabalhe em uma agncia de publicidade aqui em Nova York. Minhas habilidades no eram to mofoso quanto eu pensei, e eu ajuntei o dinheiro para algumas classes para reacquaint eu mesmo com eles. Para a maior parte eu era um gofer em um dos legais departamentos por um tempo. Ento eu era um balconista rotativo, movendo de departamento at departamento, preenchendo onde e como eu era precisado."
      "Tendo um pouco de tudo."
      "Sim. Me agradou, e eu pensei sobre ele como treinando. Era bom trabalho, e pagou bem. Em um ponto, eu suponho tem sido sobre anos de uma dzia de atrs agora, Roarke assumiu o comando da companhia onde eu trabalhei, e a companhiajunto com vrios outrosmovido no midtown construindo."
      Sua voz era mais forte agora como ela aceitou se em devoluo. Tomou alguma distncia do presente.
      "Logo depois, eu era promovido para um assistente para um assistente em um dos braos de desenvolvimento de projeto da companhia. Um ano ou ento nisto, eu era pedido para ser espectador uma reunio s para manter notas, v buscar caf, e parea apresentvel como Roarke ele mesmo estaria freqentando. A Nova York ramifica eram bastante jovem ento. Existia tal energia, e a maior parte veio dele."
      "Ele pegou mais que sua parte," Eve adicionada.
      "Ele certamente faz. Durante a reunio, um do execs estalado em mim quando eu no movi rpido suficiente para o adaptar, e eu respondi com algo sobre seus modos sendo to sem atrativo quanto seu terno, ou algum tal coisa."
      "Ento Reva consegue seu temperamento de voc."
      Caro alarga um metade-risada. "Eu suponho que ela faz. Roarke ignorou a pequena altercaoou ento eu penseie continuei com a reunio. Em um certo ponto ele me pediu para correr o holo do edifcio que ele estava projetando, e mais tarde para educar os dados em qualquer outra coisa. Ele teve-me pulando ao redor, fazendo tarefas que no estavam em qualquer domnio particular, mas aqueles anos de rotativos saldaram. Ainda, uma vez que meu aborrecimento com o exec era passado sem tocar, eu era apavorado que eu iria ser despedido. A reunio durou mais de duas horas, e pareceu como anos. Quando estava terminado, tudo que eu quis fazer era achar um canto e desmoronar. Mas ele gesticulou para mim. ' Caro, no  isto,' ele disse naquela voz maravilhosa seu. 'Traga aqueles arquivos e venha comigo, no ?'
      "Agora eu soube que eu iria ser despedido, e eu era frentico pensando sobre como eu acharia outro trabalho, mantenha Reva em academia, faa os pagamentos no condomnio que eu comprei trs anos antes. Ele me levou em seu elevador privado, e eu estava agitando do lado de dentro, mas eu no iria deixar ele ver isto. Eu tive suficiente humilhao de meu ex-marido para me durar toda vida, ento eu no iria deixar este turco jovem ver como assustei que eu era."
      "Ele soube," Eve comentada, picturing isto.
      "Claro. Ele sempre conhece. Mas no momento eu orgulhava-me de minha compostura, e assumiu era sobre tudo que eu parti. Ele perguntou a mim o que eu pensei sobre . . ." Sua fronte dobrada. "Eu esqueci seu nome. O exec que estalou em mim na reunio. Eu respondi de volta, muito decisivamente como eu pensei que eu j estava encabeando fora a porta, fez ele querer dizer pessoalmente ou profissionalmente, e ele sorriu abertamente em mim."
      Ela pausou um momento, angulada sua cabea. "Eu espero que voc no tomar ofensa se eu adicionar algo aqui."
      "V em frente. Eu no ofendo tudo to fcil."
      "Eu era velho suficiente para ser sua me, e quando ele olhou abaixo em mim e sorriu abertamente, eu senti isto na cova de minha barriga. O poder de sua sexualidade, em uma situao que no era, de qualquer forma, sexual. Eu fico surpreendido que eu podia formar um coerente pensado ou palavra depois da exposio."
      "Eu consigo isto, tambm."
      "Indubitavelmente voc faz. Quando ele sorriu abertamente em mim e disse que ele estava interessado em ambas minha opinio pessoal e profissional deste exec, eu estava s mortificado e atordoado suficiente por minha prpria completamente reao imprpria para dizer a ele que eu pensei que o homem era competente suficiente em seu trabalho, mas em um nvel pessoal ele era um asno.
      "A prxima coisa eu sei que eu esteja em seu escritrio, e ele est oferecendo a mim caf, e me pedindo para esperar s um momento. Ele foi para sua escrivaninha e foi trabalhar enquanto eu me sentei l em confuso completa. Eu no soube ento que ele parou meu arquivo, estava verificando meu trabalho evals, minhas avaliaes de segurana."
      "E muito provvel o que voc teve para o caf da manh que manh."
      "No me surpreenderia," Caro concordou. "Ento ele disse, agradavelmente, que ele estava procurando por um assistente administrativo que podia pensar em seus ps, que tiveram bom julgamento de situaes e as pessoas, e que no o serviriam um prato de bullshit quando ele quis a verdade. Ela teria que ser eficiente, incansvel, e leal, como ela responderia s para ele e existiria tempos que ele pediria o . . . incomum. Ele continuou em, esboando a descrio de trabalho, mas eu no estou certo que eu estava ouvindo isso tudo claramente. E ele chamado um salrio que me fez muito agradecido que eu estava sentando. Ento ele perguntou a mim se eu estivesse interessado na posio."
      "Suposio voc era."
      "Eu disse, com herico tranqilo, isto, sim, senhor, eu estaria muito interessado em solicitar a posio. Que eu teria muito prazer em me sentar para uma entrevista e quaisquer testes exigidos. Ele disse que ns s teramos a entrevista e eu j passaria pelos testes, ento eu poderia tambm comear agora."
      "Ele teve seu olho em voc antes."
      "Aparentemente muito. E por causa disto, eu podia terminar levantar minha filha em conforto, em segurana. E descobrir eu mesmo. Ento eu o devo um grande negcio. Voc me povoou abaixo," Caro disse com um suspiro. "S me levando por tudo aquilo. Voc lembrou a mim que voc consegue por uma crise fazendo o que precisa ser feito prximo. Ento eu deixarei voc para fazer o que voc tem que fazer prximo." Ela rosa. "Obrigado por tomar o tempo."
      "Eu figuro pego da Reva um pouco de sua espinha. Ento ela conseguir por este e fora o outro lado."
      "Eu estou contando com isto." Caro caminhou para a porta, ento girou. "Isto  uma coisa pequena, mas eu penso que poderia por favor voc, que poderia ser s um pouco algo que eu posso devolver. Muitas pessoas ocupadas tm seus assistentes ou admins presentes seletos para seus cnjuges. Aniversrios, aniversrios, fichas compor para um argumento. Ele nunca faz. Qualquer que ele d que voc vem dele. Talvez isto no  uma coisa to pequena afinal."
      
      
      15
      
      Peabody apressou em topos de lima alta verde. Ela no mais clopped, Eve notada, mas tipo de . . . boinged. Era s qualquer outra coisa para se acostumar a. Ela tambm teve um sorriso grande, dentudo e uma linha de coloridas pequenas contas trabalhadas em seu cabelo de coroa at queixo.
      "Eh, Dallas. Eu preciso dizer, Jamaica balana."
      "Voc tem contas em seu cabelo."
      "Sim, eu consegui esta pequena trana." Ela arrastou nisto. "Eu posso fazer isto agora. Eu no estou em uniforme."
      "Mas por que iria voc? No importa. Onde esto as unidades?"
      "Detetive McNab e eu transportamos as unidades, pessoalmente, por costumes e segurana e acompanhamos eles diretamente aqui para o fora de-local lab para anlise e estudo. Eles nunca estavam fora de nosso controle. McNab  com o time de EDD neste local agora. Eu o deixei l para vir para relatrio para voc. Senhor."
      "Nenhum ponto em ficar mal-humorado porque eu roto em suas contas."
      "Talvez eu s no darei a voc seu presente."
      "Por que voc me conseguiria um presente?"
      "Comemorar meu primeiro em viagem como detetive." Ela prolongou isto de sua bolsa. "Mas voc no merece isto."
      A Eve olhada fixamente para a pequena rvore da palma de plstico com o pequeno homem de plstico desnudo vadiando debaixo disto. Ele segurou um abastecimento de vidro em forma de tigela minsculo com vislumbrar lquido verde. Alcolica em natureza, nenhuma dvida, Eve concluda, do goofy sorriso em seu rosto.
      "Voc  certo. Eu no mereo isto."
      " kitschy." Miffed, Peabody deixa isto em escrivaninha da Eve. "E divertida. Ento l."
      "Uh-huh. Eu vou trazer voc e o resto do time at momentaneamente acelerar. Ns teremos uma instruo especfica pequena que inclui os civis, ento . . . Esperem," ela disse quando seu 'vnculo buzinado. "Dallas."
      "Ns temos dificuldade."
      Do tom de voz do Morris, e o horrendo assista seu rosto, Eve soube que a dificuldade era sria. "Voc no morgue?"
      "Eu estou no morgue," ele confirmou. "Bissel no ."
      "Voc perdeu o corpo?"
      "Corpos no so perdidos," ele estalou, entretanto ele gastou os ltimos trinta e cinco minutos fazendo ambos uns computadorizados e uma procura pessoal e esquadrinhar. "E nossos convidados raramente levantam e tomam um passeio para o canto deli para um bagel e schmear. Que significa algum entrou aqui e ajudou eles mesmos a ele."
      "Certo." Ele soou mais insultado que bravo. Ela estava para mudar isto. "Feche o lugar."
      "Com licena?"
      "Feche isto, Morris. Ningum em, ningum foraviver ou mortoat que eu chegue l. E ele vai me levar perto de uma hora."
      "Uma hora para"
      "Interdite o quarto onde o corpo era armazenado. Recupere todos discos de segurana pela ltima vinte e quatro, e tenham qualquer e todos os registros de seu trabalho em Bissel copiou para mim. E eu quero conhecer todo mundo que teve trabalho ou negcios na zona morta desde a ltima vez voc, pessoalmente, viu o corpo. Kade quieto l?"
      "Sim, Kade est ainda aqui, condena isto, Dallas."
      "Eu estarei l assim que eu posso." Ela o corta fora de. "Consiga o resto do time," ela disse a Peabody, ento alargue uma maldio de sua prpria quando seu 'vnculo buzinado novamente. "Movimento." Ela estalou fora a ordem e teve fundamento de Peabody quente ele para a porta. "Dallas."
      "Tenente." O rosto do Whitney encheu a tela e olhou do no mais alegre do que Morris. "Reporte para a Torre para uma reunio com o chefe e Pardal de Diretor Assistente do HSO. Novecentas."
      "Ter que esperar."
      Ele piscou uma vez, e sua voz foi gelar. "Tenente?"
      "Senhor, eu estou para sumrio meu time. Eu manterei isto para os ossos, mas ele tem que ser feito. Minha presena  ento exigido no morgue. Eu acabei de falar com Examinador de Chefe Mdico Morris. O corpo do Bissel est faltando."
      "Extraviado ou ido?"
      "Eu assumo ido, senhor. Eu ordenei um lockdown, selo, e recuperao. O detetive Peabody e eu me encontraremos com Morris e avaliaremos dentro da hora. Eu acredito em que este toma precedncia acima da Torre encontrando. A ptria e Pardal s tero que esperar sua virada para danar comigo."
      "Eu quero os detalhes, todo ltimo deles, O MAIS RPIDO POSSVEL. A reunio ser replanejado para onze cem. Estar l, Tenente."
      Ela no aborreceu responder como ele a cortou fora de to nitidamente quanto ela cortou Morris. Ento ela justo scowled no 'vnculo e disse, "Fuck."
      Ento ela rosa, girou o rosto de tbua de assassinato para a parede.
      Ela conseguiu seu primeiro olhar para Tokimoto quando ele entrou ao lado de Reva, e teve que lembrar a se para confiar Feeney e Roarke escolher suas prprias pessoas, at quando ela no soube que o inferno eles eram. Ela decidiu Reva pareceu robusta suficiente, se um pouco magro no rosto, e que Roarke era fora no amor vibes como Tokimoto no a tocou, ou tanto que olhar nela como eles tomaram cadeiras.
      "Capito Feeney ter informado voc na rea de eletrnica," ela comeou, "ento eu no estou indo l exceto dizer que eu preciso de dados, quaisquer dados, e eu o preciso de rpido. A recuperao  primeira prioridade. O Cdigo Vermelho est agora secundrio."
      "Tenente." Tokimoto falou em sua voz modulada, com seu rosto interessante cuidadosamente suave. "Maio eu dizer aquela por sua muito natureza um Cdigo Vermelho no pode ser secundrio. A fim de recuperar os dados, ns temos que saber como era corrompido. O saber como era corrompido nos levar a preveno.  todos um pedao, voc v."
      "No, eu no fao, que  por que eu no sou EDD. Voc foi trazido para dentro para ajudar em uma investigao de homicdio. Desde as unidades eram corrompidas, existia dados nas unidades ditas que pessoa ou desconhecido de pessoas preocupadas que mataram pelo menos trs pessoas. Quando eu vir os dados, eu saberei por que isto era de preocupao, ento os dados  minha prioridade. Compreendido?"
      "Sim. Claro."
      "Boas. As unidades que Detetives McNab e Peabody transportaram de residncia do Carter Bissel so agora internos. Carter Bissel est faltando. Deve ser assumido ele  ou era parte deste. A extenso de seu envolvimento  ainda ser determinado."
      "Blair raramente o mencionou, mas se ele fez ele conversar sobre ele como um screwup. Eu no sei se aquelas ajudas mesmo," Reva disse para Eve. "Mas ele deu a mim a impresso que Carter era um embarao para ele mais que qualquer outra coisa."
      "At onde voc sabe, quando era a ltima vez que eles comunicaram um com o outro?"
      "Eu penso sobre um ano atrs que Carter poderia ter Blair contactado e pediu dinheiro. Eu entrei enquanto ele era instalar uma e-transferncia e ele disse algo sobre urinar dinheiro longe no macaco em suas costas chamados Carter. Ele estava chateado, e no quis conversar sobre isto, ento eu deixo ir. Olhando de volta, eu posso ver eu deixar muitas coisas vo."
      "Isto  o termo ele usado? Faa travessuras em suas costas?"
      "Sim. Ele estava chateado, e irritado. Eu lembro de ficar surpreendido ele emprestaria dinheiro de Carter, e disse isso. Ele fecha a mquina e gritada em mim que era seu dinheiro, seus negcios, e slammed fora. Desde que era, e eu no vi o ponto em ter uma briga sobre um pouco de puxo eu nunca encontraria, eu deixo passar."
      "Interessante. Roarke, aperte fora algum tempo e me ache qualquer contas privadas e Blair Bissel secreto pode ter tido. Eu gostaria de ver com que freqncia ele alimentou o macaco." Ela pausou, esquadrinhou o quarto. "Ser explicado para os membros de civil deste time que qualquer e todas as informaes aprendidas ou dadas durante esta investigao  no ser discutida com ningum no lado de fora. Amigos, vizinhos, amantes, mdia, ou a famlia acaricia. Eu vou reiterar aquele e adiciono aquele se quaisquer informaes forem passadas, ser considerado uma obstruo de justia. Se existe um vazamento, o vazamento ser tampado, processou, e gastar algum tempo de qualidade em uma gaiola. Eu no tenho tempo para tocar bom," ela adicionou, lendo mente do Roarke. "Estes podem ser suas pessoas, mas eles no so meus."
      "Eu no acredito em ningum neste quarto podia entender mal seu insistir nisto," ele disse. "Tenente."
      "Se algum for ofendido por isto," ela disse uniformemente, "isto  as fraturas. Eu no penso muito preocupado do Chloe McCoy sobre sensibilidades e tenras agora mesmo. Em outro nvel, Bissel, trabalhando sozinho ou junto com o HSO, dispositivos de espio insertos em sua arte. Ns sabemos que estes dispositivos estavam em lugar em vrios locais na casa ele compartilhado com Reva Ewing, e deve assumir o propsito era para juntar intel em projetos ela era envolvida em para Securecomp."
      Ela assistiu Reva  medida que ela falou, viu sua mandbula tremer, ento firma.
      "Ns precisaremos dos registros de vendas assim ns podemos localizar os locais de suas outras esculturas. Eles tero que ser esquadrinhados. Quando isso acontecer, este vai estourar da gua. Voc vai ficar molhado, Reva, por associao."
      "Eu posso lidar com isto."
      "Seguramente como algum que era vitimado, e ento intimamente, por este muito enredo, Ewing no pode ser culpado pelas aes de um homem que usou e a enganou."
      Reva ofereceu ao Tokimoto encolerizado um sorriso fraco. "Certo eu posso.  o modo do mundo."
      "Algum daquele jogo morto pode vir mais cedo que mais tarde," Eve continuou. "O corpo do Bissel est faltando."
      Ela assistiu, assistiu cuidadosamente. O rosto da Reva foi em branco como se ela s ouviria uma frase em um idioma desconhecido. Ao lado dela, Tokimoto empurrou em sua cadeira, ento alcanada sem olhar e fechou sua mo diretamente acima de da Reva. 
      Ento, Eve imaginada, Roarke era direito novamente. Ela nunca devia aposta contra a casa.
      "Eu no entendo o que voc quer dizer." Reva falou cuidadosamente. "Eu no penso que eu entendo."
      "Eu falei com o ME, que informado mim que corpo do Bissel no  mais no morgue. Ns prosseguiremos na suposio que era removido."
      "Mas . . . por que algum tomaria . . ." Mo da Reva surgiu, esfregada em sua garganta como se empurrando as palavras fora de um entupir. "Eu s no posso seguir isto."
      " meu trabalho para seguir isto. Voc pode verificar seu paradeiro ontem  noite?"
      "Voc  cruel," Tokimoto suavemente disse.
      "Eu sou completo. Reva?"
      "Sim. Sim. Um. Ns jantamos em. Minha me e I. Ns assistimos tela. Sua idia, todas as comdias. Ns comemos pipoca, bebeu vinho. Eu tive muito vinho." Ela suspirou. "Ns nos sentamos at mais ou menos um. Eu adormeci no sof. Eu acordei mais ou menos quatro. Ela tem coberto mim. Eu acabei de rolar acima de e voltei para dormir. Melhor sono eu tive em dias."
      "Certo. Eu preciso dos civis para voltar para o lab." Ela olhou diretamente em Roarke. "Eu gostaria de um relatrio de progresso completo por quatorze cem."
      "Sim, eu estou certo que voc iria." Ele caminhou para Reva, oferecida ela uma mo para a trazer para seus ps. "Voc gostaria de algum ar primeiro, ou um momento para voc mesmo?"
      "No. No, eu sou bom. Vamos chegar a trabalhar. Deixe seja s chegue a trabalhar."
      A Eve esperou at Roarke feche a porta, depois de esfrie se pela ltima vez olha para ela.
      "Uau." McNab deu um tremor falso. "Gelado abaixo aqui."
      "Abotoe isto, moron," Peabody disse debaixo de sua respirao. "Desculpe, Tenente, as quinhentas minsculas pequenas tranas cortaram a circulao para seu crebro."
      "Eh."
      "Vamos partir. Eu corri probabilidades numerosas, nenhum dos quais tem sido satisfatrio ou particularmente iluminando. Isso tudo depende de como eu introduzo os dados. Mas o que vem at  que ns ainda no sabemos o que ns estamos lidando. Operaes cobertas, um agente de velhaco, violncia de famlia. O que ns sabemos  que ns temos trs assassinatos, um corpo perdido, uma conexo na Jamaica.
      "Chloe McCoy foi morto para que ela soube ou teve em sua possesso. A autpsia confirmada que ela inseriu controle da natalidade. Ela estava esperando um amante. O nico amante que veio para luz  Blair Bissel."
      "Que est morto, e entre o perdido," Feeney pe em.
      "Existe pequena dvida que ela acreditou em que ela estava esperando que Blair Bissel. Isto era uma mulher ingnua, teatral, e crdula jovem. Toque isto direito e ela teria acreditado em que seu amante subiu do morto e estava vindo depois de tocardizer a ela toda, buscar sua ajuda, montar fora no pr-do-sol com ela. O assassino teve s para ganhar acesso a seu apartamento, mantenha seu tranqilo, induza ela para beber o vinho drogado. Eu sou amigo do Blair, associe, irmo. Ele me pediu para explicar tudo para voc. Ele estar aqui assim que  seguro."
      "Ela o admitiria," Peabody concordou. "Ela teria adorado a excitao disto."
      "Ela certamente o admitiria se fosse Blair Bissel."
      McNab abafou um bufar. "Subidos dos mortos."
      "Ele no teria que, se ele nunca morreria mesmo. Se ele instalar isto."
      "O corpo era identificado, Dallas," Peabody disse. "Impresses, DNA, o tiro inteiro."
      "Ele era HSO, ento eu no sou governante fora identificao falsificada. Mas McCoy livra-se disto para mim. Se ela algo tido, soube algo, por que no cuide disto antes de voc apresentar o ato principal? Ento existe motivo. Por que morratomada seu amante, instalando sua esposa? No existe nada em seus arquivos para indicar ele estava em qualquer dificuldade com Ptria. De todos os aparecimentos, ele teve isto bloqueado. Trabalho secreto sensual, amando esposa que unknowingly alimenta voc intel regular, uns amantes adicionar variedade, uma carreira bem sucedida, segurana financeira. A vida bonita  bem de maldio, ento por que morra?"
      Ela se sentou no lado de sua escrivaninha. "Ns podamos mover para o irmo. Cime, ressentimento. Ns sabemos que Kade foi o ver na Jamaica, e tenha razo para acreditar em que ela o levou como um amante. Este HSO era sancionado? Ou ela estava trabalhando sozinha, ou em associao com Blair Bissel? E por que? Talvez ele era uma instalao que deu errado. Talvez ele era um Cain e Abel, e Carter ergueu as estacas, tirou seu irmomuito ruim sobre a mulhere instalou Reva.  um ovo de ninho bom, a propriedade. Se Reva fosse tentada e condenada dos assassinatos, ela no herdar. Ele conseguiria um pedao disto."
      "Talvez ele estava chantageando Blair," Peabody sugeriu. "O macaco em suas costas."
      "Bom,  disso que Roarke vai ajudar que ns descubra. Carter tem algo em Blaira conexo de HSO, o extraconjugal, qualquer outra coisae regularmente o bate. Tido do Blair sobre suficiente daquele e decide escapar do macaco. Mas matana trs pessoas parece um pouco inaceitvel. Por que no s deslize at as ilhas, faa o irmo, e volte para sua vida? Algumas destas respostas tm que estar naquelas unidades. Feeney, eu preciso de algumas respostas."
      "Conseguido para voc. Superior-gaveta rosto escultor fora da Sucia foi morto em que parece estar um roubo arruinado em seu escritrio. Dois semanas atrs. Seus registros pacientes no foram recuperados como sua unidade de dados era danificada."
      "Danificou?"
      "De acordo com o relatrio. Jorgannsen, isso era seu nome, teve sua garganta cortar. Sua proviso de droga foi tomada, e sua unidade de dados danificados. Eu estou figurando infetado, mas existe nenhum modo para verificar sem ver a unidade."
      "Veja se voc pode tocar bom com sua contraparte na Sucia, talvez eles transportaro isto para ns."
      "D isto um tiro."
      "Atire rpido." Ela empurrou para seus ps. "Eu fui chamado para a Torre a pedido do fucking HSO. Eu estou tomando atitudes cobrir todos os nossos asnos porque isto no vai ser limpo e bonito. O cagar v bater o f, e se soprar o modo que eu estou pulando, os fantasmas vo ser at seus joelhos nisto. Mas l est destinado a ser um pouco de backdraft. Para a durao desta rea da investigao, ns carvoeira abaixo aqui."
      "Deus." McNab sorriu abertamente gosta de um idiota. "Como ns permaneceremos isto?"
      "E trabalhe de vinte four/sevens," Eve adicionou e assistiu a virada de sorriso para um estremecimento. "Em turnos. Vamos iniciar. Peabody."
      "Sim, senhor. Eu sou com voc."
      "Comunicao pelas linhas asseguradas somente," ela adicionou como ela saiu para a porta e quase em Roarke.
      "Tenente, um momento de seu tempo."
      "Passeio e conversa. Eu no tenho quaisquer momentos para sobressalentes."
      "Eu estou s indo para ah . . ." Estou em outro lugar, Peabody pensou, e se apressou passado eles.
      "Se voc conseguisse um carne de boi sobre o modo que eu lidei com suas pessoas, voc ter que salvar isto. Eu estou com pressa."
      "Levaria mais que um momento para discutir as reas de sua sensibilidade e habilidades das pessoas. Eu percebo que voc no est olhando para Reva e era, em seu modo, estabelecendo seu libi."
      "Ento?"
      "Eu no trabalharei na escurido, Eve. Se voc quiser que minha ajuda que voc no pode dar a mim tarefas para apresentar um momento, ento me feche fora o prximo. Eu espero que voc me confiar com os detalhes."
      "Voc sabe tudo que voc precisa conhecer. Quando voc precisar saber mais, eu direi a voc mais."
      Ele agarrou seu brao, girada ela ao redor. "Isto  seu modo de slapping em mim porque eu recuso insistir no mesmo cho de elevado moral como voc?"
      "Se eu bofeto em voc, camarada, acredite em-me, voc sentir isto. Este, e isto, so dois assuntos separados."
      "Bollocks."
      "Oh, fuck voc e o grande-asno dick voc montou em." Ela empurrou longe dele e perdeu controle longo suficiente para o empurrar de volta.
      Ela viu seu fogo de olhos, mas ele no empurrou de volta, no tocou nela. Ela se odiou para se ressentir que ele podia manter aquela violncia na linha quando ela no podia.
      "Isto  meu trabalho, goddamn isto, e eu no tenho o tempo ou o luxo para pensar sobre qualquer outra coisa agora mesmo. Voc no gosta do modo que eu estou correndo esta investigao e este time, ento sair. Saia o inferno. Voc no sabe o que eu estou lidando."
      "Voc acabou de fazer meu ponto. Eu tenho algumas preocupaes, preocupaes razoveis, sobre ter minha esposa subir contra o HSO. Isto no  s um assassino, ou at organizou crime. No  algum grupo de olhos selvagem de terroristas. Isto  uma das organizaes mais poderosas no mundo. Se eles forem envolvidos neste, como parece que eles devem estar em um pouco de aspecto, logicamente segue que eles teriam pequena compuno sobre prejudicar um policial da Cidade de Nova York que entrou seu modo. Pessoalmente ou profissionalmente prejudicando aquele policial. Meu policial."
      "Lide com isto. Isto  parte do pacote que voc empreendeu. Voc quer manter meu asno fora da funda neste, consiga-me as informaes.  disso que voc pode fazer. Isto  tudo que voc pode fazer."
      " parte do pacote que eu empreendi," ele concordou em um tom que era perigosamente suave. "Voc faria bem para lembrar do todo do que voc empreendeu. O todo disto, Eve. Voc tem que viver com isto, ou sem isto."
      Ela permaneceu, chocado para o osso, quando ele girou e foi embora dela. Sua pele foi fria com isto, e seu estmago espasmdico e tranado que ela apressou degraus abaixo fora da casa. Algo de deve ter mostrado em seu rosto como Peabody tornou para ela quando ela subiu no carro.
      "Dallas? Voc certo?"
      Ela agitou sua cabea. Ela no estava certo que ela podia sair palavras. Sua garganta estava queimando. Esmurrando o acelerador, ela enviou o passeio abaixo de velocidade de carro, que era flanqueado por rvores e arbustos adorveis comeando a despedir com as primeiras sugestes do outono.
      "Homens so nozes duras," Peabody disse. "Quanto mais eu estou ao redor eles, o mais duro eles conseguem. Parece mim aquele gosto de Roarke seria mais duro que mais."
      "Ele  urinado isto  todo. Realmente urinou." Ela teve que apertar uma mo para seu estmago problemtico. "Ento seja eu, goddamn isto, ento  I. Mas ele conseguiu debaixo de meu guarda. Ele  realmente bom em conseguir debaixo de seu guarda. O filho de uma cadela." Sua respirao quis engatar assim ela chupou isto, chupou isto em duro. "Ele sabe s onde picar."
      "O mais algum ama voc, a melhor sua pontaria."
      "Cristo, ele deve realmente me amar. Eu no posso fazer isto agora. Ele sabe que eu no possa fazer isto agora."
      "Nunca um tempo conveniente para motim de relao."
      "Quem o lado do inferno so voc em?"
      "Bem, desde que eu estou sentando ao lado de voc, e voc esmurra realmente duro, eu estou em seu. Voc aposta."
      "Precise colocar no lugar isto." Mas ela tinha medo que a nusea em sua barriga estava indo para pestilncia ela ao longo do dia. Ainda, ela se empenhou o vnculo de coliso e tomou o prximo passo.
      "Nadine Furst."
      "Eu no posso fazer o almoo. Ns teremos que replanejar. Assim que possvel."
      "Certo." No morcego de Nadine um cuidadosamente groomed pestana. "Eu passarei sem tocar algum tempo e informarei."
      "Esperando ansiosamente isto." Eve terminada.
      "Que diabo era isto?" Peabody exigiu.
      "Fantasmas no so os nicos uns que podem ser cobertos. Isso era-me dizendo Nadine quebrar a histria que Blair Bissel era HSO, com alguns selecionaram detalhes para confirmar e expandir em. Ns vamos ver cujo asno est vermelho ao final do dia."
      "Roarke no vai ser o nico que est realmente urinado."
      "Obrigado." A Eve administrou um sorriso fraco. "Isso faz-me sentir consideravelmente melhor."
      ***
      Morris fez exatamente to instrudo. Porque ele levou dez minutos cheios para passar a sem tocar e Peabody no morgue, ela decidiu que ele era mais que um pouco aborrecido. Ele admitiu eles pessoalmente, ento ido  frente pelo tnel branco fria em direo  autpsia e visualizando quartos.
      "Que hora voc chegou aqui esta manh?" A Eve perguntou a seu rgido atrs.
      "Ao redor de sete. Cedo, como eu estava fazendo um policial um favor, ou com inteno de fazer um entrando  frente de horrio e testes correntes em Bissel ver se ele tivesse quaisquer encarecimentos faciais recentes ou esculpindo. Eu consegui caf e revisei minhas notas prvias no caso, ento desceu aqui, mais ou menos sete e quinze."
      Ele usou seu passar e um comando de voz para abrir as portas asseguradas em uma do storage/viewing reas.
      "Esta porta era bloqueada?"
      "Era."
      "Eu terei Cena de Crime verifica isto para mexer," Peabody disse.
      "Fenda do Bissel estava vazia," Morris continuou, e abordou a parede de gavetas de geladeira de ao inoxidvel. Ele abriu um e alargar um whoosh de ar e vapor branco frio. "Inicialmente eu era aborrecido, assumindo que ele foi movido ou misfiled, ento eu verifiquei o ltimo tronco-, que verificou que ele corretamente foi armazenado. Eu chamei o AME, Marlie Desenhou, que estava no sero. Ela estava ainda aqui como ela no concluiria turno at oito. Ela no teve nenhum registro de algum entrando nesta rea, adicionando ou removendo qualquer coisa."
      "Eu precisarei falar com ela."
      "Ela est em seu escritrio, esperando. Ns corremos uma procura completa. Seus dados est ainda aqui, seu corpo no ."
      "Quantos corpos voc tem em neste momento?"
      "Vinte e seis. Quatro entrou ontem  noite. Existia um acidente veicular anotado em s dois e vinte."
      "Voc verificou todas reas de armazenamento?"
      Insulto relampejado acima de seu rosto. "Dallas, isto no  meu primeiro dia no trabalho. Quando eu disser a voc um corpo no est aqui, no est aqui."
      "Certo. Ento voc s vinte e dois antes do novo verificar em s dois e vinte?"
      "No, ns tivemos vinte e trs. Dois estava marcado para despesa da cidade de disposio. Dois dormentes de calada, no reclamado."
      "Disposio."
      Irritao agora, fresco colocado em camadas acima do insulto e fez sua voz um golpe glacial. "Voc sabe a broca de maldio. No reclamada, indigente, a cidade crema depois de quarenta e oito horas. Ns lidamos com eles durante o sero, mande a eles fora para um crematorium."
      "Quem vai com eles?"
      "Motorista e ordenadamente." Porque ele viu onde ela estava encabeando, ele deixa seus dentes. "Eles no teriam tomado Bissel por engano, se  disso que voc est pensando. Ns no corremos uma hora de comdia de maldio ao redor aqui.  trabalho srio e sensvel para gostar dos mortos."
      "Eu estou perfeitamente ciente disto, Morris." Sua prprio temperamento estava comeando a rixa como ela aumentou para e em seu rosto. "Mas Bissel no est aqui, ento vamos ir pelos passos."
      "Multa. Existe rea de um executar. Os corpos slated para transferncia e disposio seriam anotados fora de armazenamentoe os registros verificadospelo AME a trabalho, e aqueles registros seriam cruzados para evitar quaisquer enganos. O time de transferncia levaria eles para o executar rea, tronco eles fora por outra srie de cheques. Isto no  um assunto de algum erradamente slating Bissel para disposio e partindo um dos trabalhos da cidade para trs. Eu tenho um corpo de maldio faltando. A errada da conta."
      "Eu no estou pensando que era um engano. Contacte o crematorium primeiro. Veja quantos eles fizeram para voc ontem  noite. E eu quero que os nomes das pessoas que transportaram os corpos. Eles esto ainda em diante local?"
      "Turnos diferentes." Olhando mais se preocupou que bravo agora, Morris foi  frente fora, resecured a porta. "Eles teriam sido fora por seis." Ele caminhou depressa em direo a seu escritrio. Ele telefonou o horrio da noite prvia at como ele se empenhou seu 'vnculo.
      "Powell e Sibresky. Eu sei ambos estes homens. Eles so grandes em piadas mas eles so eficiente. Eles so cuidadosos. Isto  Examinador de Chefe Mdico Morris," ele disse no 'vnculo. "Eu preciso verificar uma entrega para disposio, contrato da cidade, feita cedo esta manh."
      "Um momento por favor, Dr. Morris, eu conectarei voc com Receber."
      "Qualquer um mas mim pensa que isto  um tanto quanto doente?" Peabody perguntou-se. "Eu quero dizer, Recebendo. Yuck."
      "Feche, Peabody. Faa uma corrida rpida neste Powell e Sibresky, consiga-me retratos."
      "Eu dei a voc retratos," Morris objected. "As pessoas ao redor aqui s no fritam em cima qualquer corpo solto. Existe um muito severo sistema em lugar para . . . Sim, isto  Morris," ele disse quando Recebendo embarcou na linha. "Ns entregamos um John e uma Cora de Jane cedo esta manh para disposio. Ordene nmeros NYC-JD500251 e 252. Voc verificar?"
      "Claro, Dr. Morris. S deixe-me parar aqueles. Eu tenho aquelas entregas, e disposio eram completadas. Voc precisa dos nmeros de verificao?"
      "No, obrigado. Isto  suficiente."
      "Voc precisa verificar a terceira entrega?"
      A Eve no precisou ver seu estmago para saber que afundou. Mostrou pelo modo que ele lentamente abaixou seu corpo em sua cadeira de escrivaninha. "Um terceiro?"
      "NYC-JD500253. Todo trs era entregue e assinado para pelo supervisor Receptor, Clemment,  um-oh-seis DA MANH"
      "Disposio  completada?"
      "Oh sim, Doutor. A disposio era completados s . . . trs e trinta-oito DA MANH Est l qualquer outra coisa que eu posso ajudar voc com?"
      "No. No. Obrigado." Ele quebrou transmisso. "Eu no sei como isto podia acontecer. No faz nenhuma sensao. A ordem est aqui, aqui mesmo." Ele bateu sua tela. "Para duas, no trs. No existe nenhuma terceira ordem de disposio, nenhum terceiro corpo passado sem tocar de Executar."
      "Eu preciso conversar com Powell e Sibresky."
      "Eu estou indo com voc. Eu preciso seguir este, Dallas," ele disse antes dela poder objeto. "Isto  minha casa. Os convidados podem estar mortos, mas eles esto quietos meus."
      "Certo. Consiga Cena de Crime aqui, Peabody. E vamos conseguir Feeney nos escolher uma pessoa importante de EDD olhar para a unidade do Morris. Eu quero saber se quaisquer dos dados tem sido alterados nos ltimos vinte e quatro."
      ***
      Eles conseguiram um Sibresky muito irritado fora da cama. Entretanto ele suavizou um pouco quando ele viu Morris, ele ainda arranhou seu alvo e bitched.
      "Que diabo? Mim e a senhora velha trabalha noites. Voc precisa dormir algum tempo. Voc pessoas de dia pensam tudo corridas em seu relgio."
      "Real arrependido para perturbar seu sono, Sibresky," Eve comeou, "e eu sou real arrependido que voc no usou um lquido para limpeza bucal antes desta pequena conversao."
      "Eh."
      "Mas o fato  que eu estou conduzindo uma daquelas investigaes de dia aborrecido. Voc tomou uma entrega para o crematorium cedo esta manh."
      "Sim, ento o que? Isto  meu fricking trabalho, senhora. Eh, Morris, o que o fuck?"
      "Sib, isto  importante. Fez voc"
      "Morris," Eve interrompida, mais suavemente que ela poderia ter com qualquer outro. "Quantos voc assistiu?"
      "Apenas da uma corrida da cidade morgue. Ns fazemos eles em grupos se estiver abaixo de cinco. Cinco ou mais, voc precisa tomar isto em duas viagens. Mais daquele no inverno quando os dormentes lanarem de exposio e cagar. Bom tempo como isto,  bonito lento."
      "Quanta na corrida?"
      "Cague." Ele cutucou fora seu lbio de parte inferior em uma Eve de expresso mediu como concentrao. "Trs. Sim, trs. Dois Johns, um Jane. Jesus, ns fomos pela rotina, os troncos, a papelada, o terminar, registre, e cague. No minha culpa se algum decidisse reivindicar um dos corpos depois dos quarenta e oito."
      "Quem autorizou o transporte para voc e Powell?"
      "Sal, eu acho. Sabe, Morris, Espelho de Sally. Ela troncos eles fora normalmente de Executar. J era feito quando eu com bagueta em, mas ele no era Powell."
      "Qual no era Powell?"
      "Powell chamou em doente, ento o novo sujeito estava trabalhando. Real hotdogger," Sibresky disse com um gesto. "Tido toda a papelada feita quando eu com bagueta em. No importe um cagar para mim. Eu s dirijo eles."
      "Qual era o nome do novo sujeito?" Eve exigida.
      "Cague, eu preciso lembrar tudo s dez no fricking manh? Angelo, eu penso que seu nome era. Que diabo fao que eu me importo, ele estava s preenchendo para Powell. Quis fazer toda a papelada ele mesmo, e isto  bom comigo. Como eu disse, ele era um real hotdogger."
      "Eu aposto que ele era. Peabody."
      Entendendo, Peabody puxou fotografias de Blair e Carter Bissel fora de sua bolsa de arquivo. "Sr. Sibresky, qualquer um destes so o homem que voc conhece como Angelo?"
      "Nah. Hotdogger teve um bigode grande, estpido, muita sobrancelhas, cabelo todos alisaram de volta e enforcamento para seu alvo gosta de um pouco de kinda fag-asno vid estrela. Cicatriz em seu rosto, tambm." Ele bateu um dedo em sua bochecha deixada. "Srdida, foi do canto de seu olho quase para sua boca. Dentes resistidos fora, tambm. O sujeito era bonito maldio feia."
      "Sibresky, eu vou arruinar seu dia," Eve disse a ele. "Voc precisar ser vestido, e venha at Central. Eu preciso de voc para olhar para retratos e trabalhar com um artista de polcia."
      "Ah, vamos, senhora."
      "Isto  Senhora de Tenente. V conseguir suas calas."
      
      
      16
      
      Ela no ficava surpreendida por se achar de p acima de corpo do Joseph Powell, mas ela estava furiosa. Ela teve que controlar a fria, cobre ele densamente antes de nublar julgamento.
      Ele viveu s, e isso tinha sido uma das muitas fraturas para seu assassino. Ele tem sido esqueltico, com pouca carne em seus ossos de pssaro e uma colheita de cabelo encurtam em torno das orelhas e treinadas, de alguma maneira ou outro, levantar-se diretamente de sua cabea em uma coroa de seis polegadas tingiu raio azul.
      Dos olhares de seu lugar, ele gostou de msica e chips de soja com sabor de queijo. Ele estava ainda vestindo seus fones, e uma bolsa aberta dos chips estava na cama com ele.
      No existia nenhuma telas de isolamento na janela do quarto nico, mas uma sombra, azul como seu cabelo, tinha sido desenhado. Bloqueou fora o sol bem suficiente, girou o quarto para obscurecer, e deixe todo o ar de sons de trfico e estrondo de rua contra o vidro gosta de uma tempestade chegar.
      Ele tem toked um pouco Zoner junto com seus chips. Ela podia ver as sobras de jornal e cinza no prato formou gosta de um stupendously dotou mulher desnuda na mesa ao lado da cama.
      Outra fratura para o assassino. Ele tem sido zoned, msica que bate em sua cabea, e no podia ter pesado mais de um e trinta. Era improvvel que ele at sentiria o sacudir do laser apertado at sua artria cartida.
      Bnes pequenas.
      Em frente  cama, tacked em cima para a viso ela estava certa, era um cartaz de vida de tamanha de Mavis Freestone, explodindo em um midair pulo, estendido de braos, sorriso largo e cheio de graa. Ela vestiu pequeno mais que o sorriso e estrategicamente colocou resplendor.
      
      MAVIS!
      TOTALMENTE JUICED!
      
      A viso disto, agarrar-se a parede bege suja, zombando na morta feita Eve incrivelmente triste e doente.
      Porque Morris estava l, e ela soube que ele precisou tomar algum controle, ela ficou de volta e deixa ele lidar com o exame inicial.
      "Se sacuda," ele disse. "Contato cheio. As marcas de queimadura da arma so claramente evidentes. Nenhum outro trauma visvel. Nenhum sinal de luta ou ferimentos defensivos. Seu sistema neurolgico teria estado imediatamente comprometido. Morte instantnea."
      "Eu preciso de positivo ID, Morris. Se voc quiser que eu possa"
      Ele chicoteou ao redor. "Eu sei a broca. Eu sei o que o fuck tem que ser feito aqui, e no precise de voc . . ." Ele ergueu ambas as mos. Sua respirao estremecida em, ento fora. "E isso era to uncalled. Eu sinto muito."
      "Est tudo bem. Eu sei que isto  spero em voc."
      "Perto de casa. Este bate muito, muito perto de casa. Algum entrou neste quarto e matou este . . . menino to negligentemente quanto voc poderia esmagar uma mosca. Ele fez aquele sem o conhecer, sem ter qualquer sobre ele. Fez isto s para remover uma barreira pequena assim ele podia caminhar em minha casa. Isto realmente no significou nada mais para ele que colocando seus sapatos assim ele no iria toco seu dedo do p.
      "Vtima est positivamente identificada como Powell, Joseph. Eu vou tomar s um minuto, Dallas, puxar eu mesmo junto assim eu posso o fazer, e voc, algum bom."
      Ela esperou at que ele deixou o quarto. "Peabody, eu preciso de voc para trabalhar isto. Faa a na cena, chame os varredores, comece o golpe-em-portas. Eu tenho que chegar  Torre."
      "Eu preciso estar l."
      "Eles me ordenaram, no voc."
      Mandbula apertada do Peabody. "Eu sou seu companheiro, e se seu asno est sendo ajustado para uma funda, meu , tambm."
      "Eu aprecio o sentimento, porm estranho o visual, mas eu preciso de meu companheiro para puxar o peso aqui. Ele precisa de voc," ela disse, olhando abaixo em Powell. "Voc tem que comear o processo para ele, e voc precisa ajudar Morris. E se eles estiverem ajustando meu asno para uma funda, Peabody, eu preciso de voc para continuar empurrando esta investigao, manter o slido de time. Eu no estou protegendo voc. Eu estou contando com voc."
      "Certo. Eu lidarei com isto." Ela aumentou, permanecida com Eve acima de Joseph Powell. "Eu cuidarei o de."
      Ela movimentou a cabea. "Voc v o que aconteceu aqui? Diga a mim."
      "Ele deixa ele mesmo na porta. Ele sabe como ultrapassar segurana, e no existe muito aqui para ultrapassar. Nenhum excntrico, nenhum porteiro. Ele escolheu Powell em vez de Sibresky porque Powell viveu s, e como ordenadamente, provavelmente lidada mais da papelada. Era negcios aqui, e ele foi diretamente para isto. Powell est na cama, zoned ou adormecido, provavelmente ambos. Ele se acabou de debruar abaixo, apertou a arma para sua garganta, atirou ele. Um . . ."
      Ela tomou um rpido esquadrinhar do quarto. "No existe no passa ou ID sentando ao redor. Ele poderia ter tomado isto, alterado ele para seu prprio uso. Ns verificaremos nisto. Ento ele acabou de sair novamente. Ns conseguiremos tempo da morte, mas era provavelmente mediano do dia ontem."
      "Comece com isto. Eu voltar para a casa assim que eu posso. Morris pode querer notificar prximo de famlia ele mesmo. Se no"
      "Eu cuidarei disto. No se preocupe sobre este fim, Dallas."
      "Ento eu no irei."
      Ela comeou, pausado na frente do cartaz de Mavis. "J no diga a ela," ela disse, e deixou a cena.
      ***
      Dentro do lab, Reva trabalhou lado a lado com Tokimoto. Eles raramente falaram, e quando eles fizeram estar em um abreviados computerese s os dados verdadeiros jock podia traduzir. Mas para a maior parte, no existia nenhuma palavra entre eles. Um pensados, o outro antecipado.
      Mas Reva no podia antecipar como mal ele quis falar, como a parte de sua no se importa enfocado no trabalho formou e r-formadas as palavras e frases.
      Ela estava em apuros, ele lembrou ele mesmo. Ela estava s viva, e viva por um homem que ela aprendeu esteve a usando. Ela era vulnervel, e emocionalmente frgil. Ele ghoulishera . . . no era isto?At para considerar a abordar em qualquer nvel pessoal em tal tempo.
      Mas quando ela se debruou de volta em um som quieto de esgotamento, as palavras simplesmente estaladas fora.
      "Voc est empurrando muito duro. Voc precisa tomar uma fratura. Vinte minutos. Um entrar o ar fresco."
      "Ns somos fechar. Eu sei isto."
      "Ento vinte minutos faro pequenos diferena. Seus olhos so sanguinolentos."
      Ela trabalhou um sorriso tranado. "Obrigado por assinalar isto."
      "Voc tem olhos adorveis. Voc est abusando eles."
      "Sim, sim, sim." Ela fecha eles em um suspiro. "Voc at no sabe o que colore que eles so diferente de vermelho."
      "Eles so cinzas. Como fumar. Ou nvoa em uma noite sem luara."
      Ela abriu um olho, perscrutado nele. "De onde isso viria?"
      "Eu no tenho nenhuma idia." Entretanto ele era agitado, ele decidiu ir em frente. "Talvez meu crebro  to sanguinolento quanto seus olhos. Eu penso que ns devamos tomar um passeio."
      "Por que no?" Ela o estudou como ela chegou a seus ps. "Certo. Por que no?"
      Atravs do quarto, Roarke tomou cuidado eles passo. "Sobre condene tempo," ele murmurou.
      "Voc conseguiu algo?" Feeney perguntou, e quase lanado sobre nele.
      "No. Desculpe. Eu estava pensando sobre qualquer outra coisa."
      "Voc est um pouco fora de hoje, no , menino?"
      "Eu estou em direito suficiente." Ele agarrou seu caf assaltar, achou isto vazio, e teve que lutar contra o desejo s para levantar isto contra a parede de vidro.
      "Por que eu no encho aquele para voc." Feeney beliscou isto convenientemente fora da mo do Roarke. "Eu estava para fazer meu prprio."
      "Aprecie isto."
      Quando ele fez isso, Feeney voltou, rodada sua cadeira ao lado de do Roarke. "Ela pode se lidar. Voc sabe isto."
      "Quem saberia isto melhor?" Roarke tomou uma ferramenta to magra quanto tenta e desprezada do dentista delicadamente em corroso. Ento porque Feeney meramente se sentou e sipped, ele economizar a ferramenta mais uma vez.
      "Eu dei seu um tempo difcil antes dela partir. Ela mereceu isto, por Deus, ela no merece isto. Mas eu lamento a contagem de tempo disto."
      "Eu no estou conseguindo entre um homem e sua esposa. Aqueles que normalmente terminam para parecendo com que eles foram fixados em por cachorros selvagens. Eu direi quando a esposa estiver em um humor para cozinhar meus crebros para o caf da manh, eu posso normalmente salvar eu mesmo com flores. Levante eles de um vendedor ambulante, leve para casa eles para elacom um grande sappy assiste meu rosto." Ele se sentou, ele sipped. "As flores no trabalhariam em Dallas."
      "No em um milho de anos," Roarke confirmado. "Um saco de diamantes das Azuis Minas em Touro eu no trabalharia nela, a menos que voc a bata naquele quarteiro de madeira que ela chama uma cabea com eles. Cristo Jesus, aquela mulher  uma frustrao para mim. Comeando, fim, e todo o meio."
      Feeney no disse nada para cinco zumbindo segundos. "Veja, voc quer que eu concorde com voc. Para dizer algo como, 'Oh sim, que Dallas certamente est um cabea-dura.' Se eu fiz, voc acabar chutando meu asno. Ento eu s vou beber meu caf."
      "Isto  uma grande ajuda para mim."
      "Voc  um menino esperto. Voc sabe o que voc tem que fazer."
      "E o que isso seria?"
      Ele bateu levemente Roarke no ombro. "Rasteje," ele disse, e fugiu sua cadeira fora de modo do dano.
      ***
      No estava terminado. No, por Deus, no estava terminado, e ele estava na cadeira do piloto agora.
      Ele compassou e rondou seus quartos de quartos que ele estava to orgulhoso de, quartos ele celebrou tendo completamente para ele mesmo. Ningum soube sobre eles.
      Bem, ningum vivendo.
      Eles eram um lugar perfeito para strategize seus movimentos. E felicitar ele mesmo em ainda outro trabalho bem feito.
      A monstruosidade cabeluda azul tinha sido jogo da criana. Jogo da criana absoluta. Ele tomou um golpe minucioso de Zeus manter suas energias, mantenha seu se importarem de alertam como ele teve negcios, negcios muito pessoais, conduzir brevemente.
      Ele estava protegendo ele mesmo, ande por fase por camada. E isto, preservao prpria, era suprema. A excitao rpida da matana, de burlar aqueles que teriam o apagado, era um benefcio bom, mas ele no era o ponto.
      O ponto era para cobrir seu asno, que ele feze graciosamente, se ele dissesse assim ele mesmo. O Polis estava em cima o riacho agora, sem um corpo para trabalhar.
      O prximo era consolidao de dvida flutuante. E ele no podia compreender bastante, ainda, como conseguir suas mos no dinheiro devido ele.
      Ele pausou estudar sua reflexo em um espelho. Ele iria ter que mudar aquele rosto, e ele aflitos ele. Ele gostou do rosto que olhado atrs nele. Ainda, sacrifcios teriam que ser favorecidos o bem do todo.
      Uma vez que ele terminou seu trabalho, preso um pouco mais solta pontas, ele acharia um cirurgio que no perguntaria a muitas perguntas. Ele teve suficiente para pagar por isto, certo ele fez. E ele acharia um caminho para conseguir o resto, todo o resto, quando ele podia s pensar sem todas estas complicaes que surgem nele.
      De forma que era nvel um e dois. Mas o terceiro nvel era retorno, e ele soube exatamente como colecionar aquela dvida.
      Ele no iria ser usado e trado, e tocou para um bobo.
      O que ele iria fazer foi cuidar de negcios.
      ***
      A Eve branqueou tudo doida mas o momento. Ela manteve suas vises na meta, andando a passos largos vivamente em direo  rea de espera fora do escritrio saltado de Tibble Principal. E teve que verificar que anda a passos largos quando Don Webster atravessar seu caminho.
      "Mova isto. Eu tenho negcios."
      "Ento faa I. Mesmo lugar, mesmos negcios."
      Seu corao tropeado. Webster era Negcios Internos. "Eu no era IAB informado era parte deste. Isto  uma brecha sria, Webster. Eu sou intitulado para um departamental rep."
      "Voc no precisa de um."
      "No diga a mim o que eu preciso," ela silvou. "Algum sics a esquadra de rato em mim, eu consigo um rep."
      "A esquadra de rato est a seu lado." Ele tomou seu brao, ento lanou isto depressa quando seus olhos foram para rachas quentes. "Eu no estou batendo em voc, pelo amor de Deus, Dallas. D-me um minuto. Um minuto." Ele a gesticulou em torno do canto.
      "Faa isto rpido."
      "Primeiro, deixe-me dizer que isto no  pessoal. Ou deixe-me dizer que isto no  ntimo. Eu no quero Roarke difcil para bater meus crebros em veggie guisado novamente."
      "Eu no preciso dele para fazer isto."
      "Reconheceu. Eu estou aqui ajudar voc."
      "Ajude-me o que?"
      "Chute um pouco asno de Homeboy."
      Eles tiveram uma histria, Eve lembrou a se como ela estudou seu rosto. Aquela histria incluiu uma noite nica entre as folhas, anos antes. Por um pouco de razo ela nunca bastante compreendida, aquela noite conseguiu debaixo de pele do Webster. Ele teve uma . . . coisa para ela, que ela estava Roarke bastante certo teve tramped fora dele antes dela poder fazer muito se.
      Ela sups que eles eram, em algum modo estranho, amigos por este ponto. Ele era um bom policialperdido, em sua opinio, em IAB, mas um bom policial. E um honrado.
      "Por que?"
      "Porque, Tenente, IAB no gosta de do lado de fora organizaes que tentam baguna com que  nossa."
      "No, voc gosta de baguna conosco vocs mesmos."
      "Alivie de volta, no ? Ns somos informados o HSO est olhando para um de nosso Polis, ns somos obrigados para tomar um olhar para aquele policial. Aquele Polis surge para apito limpare voc faz quens desaprovamos o desperdcio de nosso tempo e recursos. Algum fora de tenta objetivo um bom policial, IAB oferece uma proteo. Considere-me seu cavaleiro em brilhar fucking armadura."
      "Saia." Ela se virou.
      "No faa fosso uma proteo, Dallas. Exigido do IAB estar em este encontra. Eu s quero que voc saiba entrando onde eu estou permanecendo."
      "Certo, certo." No era fcil, mas ela enterrou seu temperamento e seu ressentimento. Ela provavelmente iria precisar de toda a ajuda que ela podia conseguir. " apreciado."
      Ela manteve sua cabea em cima como ela abordou escritrio do Tibble. "Dallas, Tenente Eve," ela disse para o uniformed admin stationed fora de. "Reportando to solicitado."
      "Tenente Webster, IAB, to dirigido."
      "Um momento."
      No levou muito tempo. Eve andada em escritrio do Tibble s  frente de Webster.
      Tibble estava na janela, mos livremente seguro atrs de sua cintura, assistindo a cidade abaixo. Ele era um bom policial, em opinio da Eve. Esperto, forte, e fixa. Ajudou o pr na Torre, mas era sua destreza poltica, ela soube, isso o manteve l.
      Ele falou sem girar, e sua voz levou autoridade. "Voc est atrasado, Tenente Dallas."
      "Sim, senhor. Eu me desculpo. Era inevitvel."
      "Voc conhece Pardal de Agente."
      Ela olhou de relance em Pardal, que j estava acomodado. "Ns nos encontramos."
      "Sente-se. E voc, Tenente Webster. Webster est aqui representando Negcios Internos. O chefe Whitney est presente por meu pedido." Ele girou, abatido seu falco  olhar acima do quarto, ento movida para sua escrivaninha.
      "Tenente Dallas, parece o HSO tem algumas preocupaes sobre a natureza de sua investigao atual, a direo thereof, e suas tcnicas. Eles solicitaram, por mim, que voc detm a investigao e vira todas as notas, dados, e evidncia para DC Pardal, assim passando por este caso em gide de HSO."
      "Eu sou incapaz de concordar com este pedido, Tibble Principal."
      "Isto  um assunto de segurana global," Pardal comeou.
      " um assunto de assassinato," Eve interrompida. "Quatro civis foram mortos, na Cidade de Nova York."
      "Quatro? "Tibble perguntou.
      "Sim, senhor. Eu era detido devido  descoberta de uma quarta vtima. Joseph Powell, um empregado da cidade atribuiu para transporte e disposio no morgue. Meu companheiro e MIM Morris esto na cena."
      "Como isto  conectado?"
      "Dr. Morris contactou-me esta manh para me informar que o corpo identificou como Blair Bissel tinha sido removido de armazenamento."
      Pardal lunged fora de sua cadeira. "Voc perdeu o corpo? Voc perdeu um fator chave na investigao e voc se senta l e recusa dar isto acima de ns?"
      "O corpo no era perdido," Eve disse uniformemente, "mas removido. Covertly. Aquele tipo de coisa cai debaixo de sua gide, no faa isto, Diretor Assistente?"
      "Se voc estiver acusando o HSO de roubar um cadver"
      "Eu fiz nenhuma tal acusao, mas meramente comentada sobre a natureza coberta de seu trabalho." Ela alcanou em seu bolso e tirou um microtracker. "Este o tipo  de coisa que com que voc toca, certo?" Ela segurou isto, girando isto entre seu dedo polegar e dedo indicador. "Engraado. Eu achei esta em meu veculominha unidade de polcia oficialque era estacionada fora do morgue. O HSO considera isto um assunto de segurana global para localizar e espiar um oficial de NYPSD enquanto ela est executando seu trabalho jurado?"
      "Isto  um assunto sensvel, alm de seu"
      "Vigilncia eletrnica de um oficial de polcia, que no foi carregada ou no  suspeitada de um crime ou uma infrao de lei," Webster pe em, "viola federal e cdigos de isolamento do estado como tambm departamental regs. Se Tenente Dallas  suspeitado de um crime ou uma infrao pelo HSO que exige disse vigilncia, Negcios Internos gostariam de ver a papelada, a ordem, a carga, a evidncia que levada a vigilncia."
      "Eu sou desavisado de qualquer vigilncia por minha agncia."
      " disso que voc chama plausvel deniability, Pardal?" Eve perguntada. "Ou s uma grande, mentira gorda?"
      "Tenente," Tibble disse, quietamente, authoritatively.
      "Sim, senhor. Eu me desculpo."
      "Chefe, Chefe, Tenentes." O pardal pausou, deixe seu olhar esquadrinha os rostos. "O HSO deseja cooperar com execuo de lei local sempre que esta cooperao  possvel, mas assuntos globais tomam prioridade. Ns queremos que Tenente Dallas removeu da investigao e todos os dados pertencendo thereto dado acima de mim, como representante."
      "Eu sou incapaz de concordar com o pedido," Eve repetida.
      "Tibble Principal," Pardal continuou. "Eu dei a voc a carta de pedido e autorizao do diretor."
      "Sim, eu li isto. Como eu li os relatrios e o arquivo de caso fornecido por Tenente Dallas. Do dois, eu acho sua mais constrangedor."
      "Eu posso, se este pedido  negado, obtenha uma autorizao federal para aqueles relatrios e arquivos de caso, e autorizao para ter a investigao terminada."
      "Deixe seja cortado o bullshit Diretor aqui, Assistente." Tibble dobrou suas mos e se debruou adiante. "Se voc pudesse ter, voc teria em lugar de desperdiar este tempo. Sua agncia  quadril-fundo na lama neste. Dois seus esto mortos, e eles eram, supostamente, explorando um civil inocente sem seu conhecimento ou consentimento para juntar informaes de uma preocupao de soldado."
      "Securecomp est na lista de relgio de agncia, Tibble Principal."
      "Eu posso s imaginar o que est passando lista de relgio de sua agncia. No importando isto, ou as razes muito legtimas voc pode ter para aquela lista, Reva Ewing era unforgivablye ilegalmenteusado, sua reputao impugnadas, sua vida girada ao avesso. Ela no  um de voc. Chloe McCoy est morto. Ela no era um de voc. Joseph Powell est morto. Ele no era um de voc."
      "Senhor"
      Tibble meramente levantou um dedo. "Minha conta faz isto trs vtimas para duas, pesado neste lado da cerca. Eu no compelirei meu tenente para sair de uma investigao ativa."
      "Durante o curso de sua investigao, seu tenente ilegalmente recebeu ou acessou dados do HSO. Ns podemos procurar cargas naquele assunto."
      Tibble espalha suas mos. "Voc est livre para fazer isso. Pode ser necessrio para voc procurar cargas contra Chefe Whitney e eu mesmo tambm, como ns dois receberam aqueles dados do tenente."
      O pardal manteve sua cadeira, mas Eve assistiu sua bola das mos em punhos. O modo como coisas estavam indo de seu lado, ela no podia o culpar por querer esmurrar algo.
      "Ns queremos sua fonte."
      "Eu no sou exigido para divulgar minha fonte."
      "Voc no  exigido," Pardal estalado fora as palavras, "mas voc pode ser carregado, voc pode ser seguro, e voc pode muito possivelmente perde seu distintivo."
      Quanto mais raiva e frustrao ela l dele, a menos ela se sentiu. "Eu no penso que voc vai me carregar, porque se voc fizer, vai parecer realmente ruim para seu time. A mdia consegue seus dentes em alguns dos sujos pequenos jogos o HSO autorizou Bissel tocare eles comeam a especularem que ele foi tirar, ele e seu companheiro brutalmente assassinado por sua organizao, que ento insensivelmente executou uma armao para inocente e explorou esposa do Bissel por que eles s rasgaro voc para sangrar pedaos."
      "Bissel e Kade no eram HSO-sancionados trminos."
      "Ento voc realmente melhor esperar que eu acho as respostas que provo sua agncia no  responsvel."
      "Voc cortou em arquivos do governo," ele lanou nela.
      "Prove isto," ela lanou direito de volta.
      Ele comeou a falar, ou, mais provvel de sua expresso, vomite, mas seu 'vnculo buzinado. "Eu sinto muito para a interrupo, mas isto  um sinal de prioridade. Eu tenho que tomar isto. Reservadamente."
      "Por aquela porta," Tibble disse a ele com um gesto. "Existe um escritrio pequeno que voc pode usar." Quando Pardal fechou a porta em suas costas, Tibble bateu seus dedos na extremidade de sua escrivaninha. "Eles podem carregar voc, Dallas."
      "Sim, senhor, eles podem. Mas eu no penso que eles iro."
      Ele movimentou a cabea, pareceu mover fora em pensado. "Eu no gosto de seu uso de cidados privados nesta manobra. Eu no gosto deles dispositivos de canteiro para espiar meus oficiais, e evitando os padres de isolamento e decncia e lei para fazer isso. Estas organizaes tm seu propsito, e exija uma certa quantia de latitude, mas existem linhas. Aquelas linhas eram cruzadas com Reva Ewing, e ela  um cidado de Nova York, do goddamn os Estados Unidos, e como tal tem um direito de esperar seu governo para a tratar bastante. Como tal, ela merece os esforos cheios desta polcia fora. Eu sou apoio voc neste, mas eu estou advertindo voc, pega isto embrulhou depressa. Eles esto destinados a enviar grandes armas de fogo que Pardal para bater voc."
      "Compreendido. Obrigado, senhor, para seu suporte."
      Pardal stormed atrs em, e seu rosto era um estudo em fria apenas suprimida. "Voc foi para a mdia."
      Nadine trabalhou rpido, Pensou Eve, e manteve seu rosto em branco. Ela s retiraria-se em um pouco plausvel deniability sobre o qual se. "Eu no sei o que voc est conversando."
      "Voc vazou associao do Bissel com a agncia para a imprensa. E do Kade. Voc envolveu o HSO em um goddamn mdia circo para proteger sua maldio esconder."
      Lentamente, muito lentamente, Eve chegou a seus ps. "Eu no vazei nada para a mdia para proteger meu couro. Eu posso proteger meu prprio esconder. Voc faz acusaes assim, Pardal, seria melhor voc ser capaz de cobrir eles."
      "Eles no arrancaram isto fora de ar magro." Ele girado em direo a Tibble. "Com este desenvolvimento,  mais vital que sempre que este oficial ser removido da investigao e seus arquivos de caso ser virado para o HSO."
      "Ateno de mdia dirigida no HSO no faz, de qualquer forma, altere as circunstncias de posio do meu tenente."
      "Tenente Dallas tem um pessoal vendetta contra a agncia e est usando esta investigao para se vingar para que aconteceu durante vinte anos atrs em"
      "Segure isto." Seu estmago estremeceu. "Segure isto a mesmo. Senhor," ela disse para Tibble. "O pardal de diretor assistente est para educar um assunto pessoal. Um que no tem nenhum porte qualquer nesta investigao, ou em minha conduta como um oficial. Eu gostaria de discutir que importo com ele, solucionar isto. Eu solicito, respeitosamente, senhor, que eu recebo aquela oportunidade. Em particular. Chefe . . ."
      No perca isto, ela se ordenou. Deus, no perca isto.
      "Chefe Whitney est ciente do assunto. Eu no tenho nenhuma objeo para que ele estando presente."
      Tibble no disse nada para um momento, ento rosa. "Tenente Webster, vamos sair."
      "Obrigado, senhor."
      Ela usou o tempo que levou para passar sem tocar o quarto para se juntar. E ainda, ela no podia administrar bastante isto. "Voc filho de uma cadela," ela suavemente disse. "Voc filho de uma cadela, voc lanaria aquele em meu rosto. Voc usaria o que era feito para mimpor ele, por sua agncia preciosa paraconseguir sua entrada este."
      "Eu me desculpo." Ele pareceu quase to agitado quanto ela. "Eu me desculpo, sinceramente, Tenente, para permitir a meu temperamento para nublar meu julgamento. O incidente no tem nenhum lugar aqui."
      "Oh sim, faz. Voc aposta seu asno que faz. Voc l o arquivo?"
      "Eu leio isto."
      "E voc stomached isto."
      "Realmente, Tenente Dallas, eu no podia bastante estmago isto. Eu acredito no trabalho que ns fazemos, e eu sei que s vezes sacrifcios tm que ser feitos, aquelas escolhas so feitas que pareoque estofrio. Porm, eu podia no achar nenhuma razo, nenhum propsito, nenhuma desculpa para a falta de interveno em seu caso. Conscientemente deixando um secundrio naquela situao era . . . inhumane. Voc devia ter sido removido, e a deciso para deixar status quo estava doente-aconselhado."
      "O HSO estava ciente de sua situao no Texas?" Whitney perguntou.
      "Eles eram surveilling ele, devido a sua conexo com Max Ricker. Eles souberam o que ele fez para mim, eles escutaram isto. Eles escutaram enquanto ele me estuprou, e enquanto eu implorei. Enquanto eu implorei."
      "Sente-se, Dallas."
      Ela podia s agitar sua cabea. "No pode. Senhor."
      "Voc sabe o que eu farei com esta informaes, DC Pardal?"
      "Chefe," Eve comeou.
      "Permanea abaixo, Tenente." Whitney empurrou para seus ps, towered acima de Pardal. "No , ou seus superiores, entendam o que eu posso e fao com esta informaes se voc continuar hostilizar meu oficial, ou de qualquer forma tenta infringir em seus trabalhos ou sujeira sua reputao? No ser vazado para a mdia. Ser inundado para eles. Voc ser lavado longe na onda relativa a mar do clamor pblico. Sua agncia precisar de geraes para recuperar do enredo legal e o pesadelo de relaes pblicas. Voc aceita em devoluo aquele para quem segura seu atar, e voc tem certeza que eles saibam quem que veio de. Ento, se voc quiser competir com eu, voc vem adiante."
      "Chefe Whitney"
      "Voc vai querer ir embora agora, Pardal," Whitney advertiu. "V embora antes de voc acabar tomada o soco para algo que aconteceu quando voc estava ainda babando em seu babador."
      O pardal subjugado para recuperar sua pasta. "Eu lego revezamento esta informaes," ele disse e saiu.
      "Voc precisa puxar voc mesmo junto, Dallas."
      "Senhor. Sim, senhor." Mas a presso em seu trax era ultrajante. Em defesa, ela soltou em uma cadeira, abaixada sua cabea entre seus joelhos. "Desculpe. No pode respirar."
      Ela esperou at o pior do peso aliviou e ar apertado abaixo sua garganta, em seus pulmes.
      "Afiance isto, Tenente, ou eu vou ter que chamar o MTs." Ela se sentou em cima, teve ele movimentando a cabea. "Pensado que faria isto. Precise de gua?"
      Ela podia ter tragado um oceano pequeno disto. "No, senhor. Obrigado. Eu entendo aquele Tibble Principal pode precisar ser notificado "
      "Se Tibble precisa ser notificado de incidentes que aconteceram em outro estado mais de duas dcadas atrs, ele estar to notificado. Mas em meu julgamento isto  um assunto pessoal. Eu penso que voc pode ter a certeza isto ficar um. Voc despediu a primeira salva com o vazamento de mdia. Eles tero seu total das mos tentando girar e nadar por isto. Eles no querero arriscar um segundo vendaval. Voc j calcularia tudo aquilo."
      "Sim, senhor."
      "Ento seria melhor voc voltar trabalhar e fechar este. E se voc tiver que fritar alguns fantasmas no caminho, isto  s uma gratificao boa." Ele mostrou a seus dentes em um sorriso. "Uma gratificao boa real."
      
      
      17
      
      Eve sada no nvel de garagem em Central, e deitou sua mo em sua arma como Pardal de Quinn saiu por detrs uma coluna.
      "Voc toma chances, Pardal."
      "Voc no sabe o metade disto. Eu no devia estar falando com voc fora de autorizou parmetros, Tenente. Mas entre ns, ns temos um inferno de uma baguna em nossas mos. Voc no lega de volta fora de assim ns temos que achar um pouco de cho de nvel, um pouco de rea de compromisso."
      "Eu tenho quatro corpos. Bem, tido quatro." Ela aliviou sua mo longe de sua arma e movida em direo a seu veculo. "Eu no comprometo."
      "Dois daqueles corpos so nossos. Voc no pode pensar muita de nossa organizao, de mim, de nosso directives, mas importa quando ns perdermos pessoas."
      "Vamos conseguir isto diretamente. O que eu penso ou no fao sobre sua organizao no  relevante, mas o fato  que eu no sou ingnuo suficiente para pensar que no serve um propsito. Operaes coberto fim ajudadas as Guerras Urbanas, ataques terroristas numerosos prevenidos em terra dos Estados Unidos, e globalmente. Eu poderia achar um pouco de seus mtodos questionveis, na melhor das hipteses, mas isto  fora de propsito."
      "Ento o que  o ponto?"
      "Voc telegrafou, Pardal?"
      "Voc paranico, Dallas?"
      "Oh sim."
      "Eu no sou telegrafado," ele estalou. "Eu no devia nem estou conversando com voc."
      "Sua escolha. Aqui  o ponto. Quatro pessoas esto mortas, e sua organizao  parte disto."
      "O HSO no assassina suas prprias operaes, ento emoldurem um civil."
      "No?" Ela ergueu suas sobrancelhas como ela deslizou um scanner fora de seu bolso. "Eles s se sentam de volta e assistem enquanto uma criana  brutalizada, estuprou, e torturado, ento arrumar atrs dela quando ela tomar uma vida desesperadamente defendendo sua prprio. Quando ela  traumatized e quebrado. E eles a deixam s, vagar as ruas."
      "Eu no sei o que aconteceu." Ele olhou dela. "Eu no sei por que. Voc leu o arquivo, ento voc sabe que dados era apagado. Coberto em cima. Eu no estou negando isto, ou o julgamento pobre de"
      "Julgamento pobre?"
      "No existe nada que eu posso dizer para voc. Nada que pode equilibrar a balana depois que qual era feita. Nenhuma desculpa eu posso fazer, ento eu no farei eles. Mas eu direi, como voc tem que mim, isto no  o ponto."
      "Pontuao uma para voc." Ela mudou-se dele correr um programa no scanner, verificando seu carro para os dispositivos. "Eu sou urinado, Pardal, e eu estou cansado, e  muito, muito difcil para mim aceitar aqueles estranhos saberem meus negcios privados. Por causa disto, eu no tenho nenhuma razo para confiar voc, ou as pessoas voc trabalha."
      "Eu gostaria de tentar dar a voc um, e achar um pouco de rea de compromisso que nos satisfar ambos. Mas eu preciso perguntar a voc, onde o inferno voc conseguiu aquela coisa?"
      Ela se achou divertido, e ela no esperou ser, pelo olhar de fascinao e avareza em seu rosto. "Eu tenho minhas conexes."
      "Eu nunca vi um bastante como isto. Muito compacto. Lega multitask? Desculpe." Ele riu um pouco. "Eu sou grande em mecanismos. Uma das razes eu entrei nesta linha do trabalho. Olhe, se voc for satisfeito claro do seu carro, talvez ns podamos tomar um passeio. Eu darei a voc alguns dados que podem convencer voc para achar que comprometem."
      "Abra a pasta."
      "Nenhum problema." Ele deixa isto no tronco de seu veculo, manualmente entrou em um cdigo na fechadura. Quando ele abriu isto, Eve piscou.
      "Jesus, Pardal, conseguido suficiente hardware?"
      Ela viu um stunner, um miniblaster, um complexo pequeno vnculo da palma, um recharger, e o sistema de dados mais pequenos ela j toparia com. Existia tambm vrios o mesmo tipo dos dispositivos de acompanhamento que ela tirou seu veculo mais cedo no dia.
      Ela levou um, segurou isto, e o olhou morto no olho.
      Ele deu seu um sorriso premiado. "Eu no disse que o perseguidor que voc removeu de seu veculo no era HSO, eu acabei de dizer que eu era desavisado de qualquer diretivo para colocar disse perseguidor em seu veculo."
      "Lisa." Ela lanou o perseguidor de volta na pasta, e assistiu como Pardal meticulosamente ajusta isto atrs em sua fenda.
      Aconteceu para suas aquelas debaixo de outras circunstncias ele e Roarke teriam hipotecado gostam de irmos.
      "Eu gosto de mecanismos," ele repetiu. "Eu no fiz percevejo seu veculo. Isto  para no dizer euou outra pessoa da organizaono faremos muito se ordenado, mas eu no deitei o perseguidor hoje. Nada aqui  ativado. Seu scanner verificar."
      Quando ele fez, ela o olhou de cima abaixo. "Que tal voc?"
      "Eu tenho muito em mim." Ele segurou seus braos fora ao lado para o scanner. "Todo desativado. Voc v, ns no estamos tendo esta conversao. Ns teremos tido isto se o satisfatrio do resultado. Caso contrrio, ns deixamos coisas em cima em escritrio do Tibble."
      A Eve agitou sua cabea. "Entre. Eu estou indo para o bairro residencial. Eu no gosto do que voc tem que dizer, eu esvaziarei voc no lugar mais inconveniente que eu posso administrar. E eu sei todos os lugares inconvenientes nesta cidade."
      Ele entrou o passageiro acomodar. "Voc realmente mucked em cima os trabalhos com aquele vazamento de mdia."
      Ela mandou a ele sua verso de um sorriso premiado. "Eu no acredito em que eu confirmei tocando qualquer parte em qualquer vazamento de mdia." Ela fixa o scanner na cadeira ao lado dela, ativou. "Por via das dvidas voc decide sacudir algo," ela disse quando carranca de Pardal nisto.
      "Com aquele nvel de cinismo e parania, voc devia ser um de ns."
      "Eu manterei aquela em mente. Comece a conversar."
      "Bissel e Kade no eram trminos internos. Ns acreditamos, entretanto ns no temos nenhuma intel confirmada, aquela cobertura do Dia do juzo universal sem dinheiro Bissel, e tirou eles."
      "Por que?" Ela voltou fora dela encaixa. "Se eles soubessem sobre ele, e sua conexo para Ewing e sua para o Cdigo Vermelho, faria mais sensao para assistir ele, ou o arraste fora de e puxe dados fora de seus unhas de dedo do p."
      "Ele estava trabalhando um dobro. Ns trabalhamos ao longo de um ano para o instalar com uma operao de Dia do juzo universal. Olhe para seu perfil, e o que voc v? Um oportunista, um homem que engana em sua esposae sua amante, que gosta da boa vida, gasta lavishly. Isto  como ns quisemos que ele olhasse, e aquela parte era fcil como o que voc v com Bissel era o que voc chegou.  como e por que ns o usamos para passar cuidadosamente organizamos dados para Dia do juzo universal. Ele tomou seu dinheiro. Existia nenhum modo que eles acreditariam em que ele era atrs de suas filosofias. S nele para o brilho."
      "Voc instalar ele para conseguir perto de Ewing para espiar Securecomp, e voc instalar ele para conseguir perto de Dia do juzo universal para atarraxar com eles. Voc sujeitos so algo."
      "Estava trabalhando. A lombriga eles esto desenvolvendo, desenvolveu," ele corrigiu, "podia enfraquecer governos, d aos terroristas uma porta aberta. Se nossos bancos de dados e aparato de vigilncia esto severamente comprometidos, ns no podemos localizar, ns no podemos saber como e quando eles poderiam bater. Isso no toca em crises internas: Bancos, exrcito, transporte. Ns precisamos diminuir a velocidade eles, e juntar intel, ter nossas defesas completamente em lugar."
      "E roubar a tecnologia deles criar sua prpria verso da lombriga."
      "Eu no posso confirmar aquela suposio."
      "Voc no tem que. Onde Carter Bissel entra?"
      "Canho solto. Ele tem assuntos srios com seu irmo, e tomou o tempo e dificuldade para aprender sobre o extramaritals. Chantageou ele. Que realmente trabalhados para ns. Cobertura do Bissel solidificado, deu a ele outra razo para precisar de dinheiro rpido. Ns no sabemos onde ele est, ou se ele for vivo ou morto. Talvez eles o tiraram, talvez eles acabaram o de levar. Talvez ele correu ou est em um fucking bender." Frustrao adicionada por. "Mas ns o acharemos."
      "Isto s no concorda para mim, Pardal. No a distncia toda." Ela pausou na sada da garagem. "Terminando Bissel e Kade naquela maneira era malfeita. E Dia do juzo universal no tomou crdito. Eles gostam de crdito."
      "Sim, mas eles no gostam de ser conned. Ele conned eles por meses. Ns juntamos intel significante na lombriga por Bissel. Suficiente pedaos pequenos que ns devamos ser capazes de desenvolver a proteo antes . . ."
      "Antes de Securecomp? Deus, voc  um pedao do trabalho."
      "Olhe." Ele trocou em sua cadeira. "Pessoalmente, eu no dou um voador fuck onde a proteo vem de, desde que ns temos isto em lugar. Mas existem algum que no gosta da idia de um homem com conexes questionveis do Roarke tendo seus dedos em uma torta este sensvel."
      "Ento voc enfraquece Securecomp, fique ocupado como abelhas para bater Roarke para o soco, ento voc pode bater seus traxes vermelhos, brancos, e azuis e adicionam a grande taxa para seu oramento."
      "Tudo sobre o NYPSD  raio de sol e rosas, Dallas? Voc conseguiu um sistema perfeito aqui?"
      "No, mas eu no atarraxo algum s assim eu posso tomar o colarinho." Ela aliviou fora em trfico. "Eu seriamente estou pensando sobre ditching voc na frente deste agradvel pequeno caf onde os viciados de Zeus penduram."
      "Vamos, Dallas, d um pouco, consiga um pouco. Ns precisamos de um olhar para as unidades que voc confiscou, e tenha bloqueado. Aqueles que voc tirou das vrias cenas de crime. Ou pelo menos o esquadrinhar e relatrios de anlise. O dia do juzo universal tem a lombriga. At Roarke no pode pr junta a confiana de crebro que ns podemos completar a proteo e completar isto agora. Sem isto, ns podamos estar enfrentando uma crise de goddamn propores bblicas."
      Naquelas palavras, a ira de golpe de Deus. Ela sentiu a exploso intensa de calor, e viu o flash ofuscante de luz. Vidro implodido, e o p de vomitou em seu rosto.
      Instintivamente, ela torceu a roda lateralmente, slammed os freios, mas seus pneus no eram mais em contato com a estrada. Vagamente ela percebeu que eles eram aerotransportados.
      Ela sufocou fora uma advertncia para Pardal agarrar-se, e pela nvoa de fumaa viu o mundo revolver. Eles batem, e o choque estalou seu equipamento de segurana. Ela caiu, estmago lanando, cabea tocando, e thudded duro nas bolsas de segurana que desdobrado com um explosivo estala. A ltima coisa ela lembrou de era o gosto de sua prprio sangue em sua boca.
      ***
      Ela no estava fora longa, o feder da fumaa, a qualidade dos gritos disse a ela que ela no perdeu conscincia mais que um minuto ou dois. Isto, e o fato que a dor no teve tempo para completamente processo em seu crebro. Seu veculoqual era remanescente de estava em seu topo, como uma tartaruga que deita em sua concha.
      Ela cuspiu fora sangue e trocou suficiente para alcanar Pardal, verificar para uma pulsao em sua garganta. Ela achou um fraco, entretanto sua mo saiu para lisa com sangue que estava ainda parando seu rosto.
      Ela ouviu as sirenas agora, e a pressa de ps, as ordens gritadas que disseram Polis. Vagamente ela pensou, Se voc vai tomar uma viagem sbita, inesperada area enquanto quieto em modo de estrada,  bom para fazer muito dentro de um quarteiro de Central de Polcia.
      "Eu estou no trabalho," ela gritou e comeou a tentar ziguezaguear seu modo atrs, fora da porta de motorista e janela embriagada. "Dallas, Tenente. Existe um civil alfinetado aquisangrando ruim."
      "Calma, Tenente. MTs esto a caminho. Voc provavelmente no quer mover at"
      "Consiga-me o inferno fora daqui." Ela tentou cavar no leito de estrada com os dedes do p de suas botas, procurando por trao. Ela fez isto duas polegadas na frente das mos agarradas suas pernas, seus quadris, e a aliviaram fora dos destroos.
      "O quo ruim voc machuca?"
      Ela conseguiu enfocar no rosto, Reconhecido detetive Baxter. "Eu posso ainda ver voc, ento eu estou em dor considervel. Mas eu penso que eu estou s batido em cima. Ruim do passageiro."
      "Eles esto chegando o a."
      Ela estremeceu como Baxter correu seu a d, verificando para fraturas. "Voc melhor no estar usando este para um sentir de policial."
      "S uma daquelas pequenas mos de gratificaes vitalcias voc. Conseguidos alguns dilaceraes, provavelmente indo ter contuses por toda parte aquele bonito bod seu."
      "Ombro queima."
      "Voc vai me esmurrar se eu der uma olhada?"
      "No este tempo."
      Ela rolou ela voltar, fechados seus olhos como ele desabotoou sua camisa arruinada. "A frico queima do equipamento, parece com," ele disse a ela.
      "Eu quero levantar-se."
      "S calma at o medicals olhe para voc."
      "D-me uma maldio passar para cima, Baxter. Eu quero ver o dano."
      Ele a ajudou em cima, e quando sua vista no oscilou, ela figurou que ela saiu de de sortudo.
      O mesmo no podia ser dito de Pardal. O lado de passageiro tomou o mpeto quando ele rammed um maxibus em uma de suas revolues. Trueheart estava trabalhando com outro uniforme para desviar longe o Pardal de interceptao de metal do lado de dentro.
      "Ele  alfinetado entre a porta e a coliso," Trueheart gritou. "Parea com quebrado da sua perna, talvez seu brao, tambm. Mas ele est respirando."
      Ela andou de volta como o MTs apressou em cima. Um ziguezagueado no lado do motorista onde ela escapou. Os telefonemas girados para jargo e ordens mdicos. Ela ouviu conversa sobre espinhal e danos de pescoo, e amaldioado.
      Ento ela olhou para o carro.
      "Jesus Cristo Santo."
      A frente termina era tudo menos desintegrado. O metal era enegrecido, derreteu, fundido para metal. O vidro de janela foi polvilhar e continuou a fumar.
      "Parece que . . ."
      "Como era batido com um projtil de alcance limitado," Baxter terminou. "Voc seria brinde se tiver broadsided voc em vez de ler rapidamente a frente terminar. Eu estava encabeando em para Central, e viu este flash, esta raia. Grande estrondo, e um veculo, seu, voou direito acima de meu. Voou em cima, desceu, sacudidas trs vezes ento giradas ao redor gostam de um topo. Embriagados um civil veculos, assolado para um carro de deslizamento, saltou o meio-fio, saltou de volta, ento plowed em um maxi gosta de um torpedo."
      "Vtimas de civil?"
      "Eu no sei."
      Ela podia ver algum do ferido, e oua choro, alguns gritando. Cachorros de soja, tubos de refrigerante, varas de doce eram dispersas acima da rua e calada gosta de algum buf srdido.
      "Arreie seguro, at o ltimo minuto." Ela enxugou distraidamente em uma gota de sangue em seu templo. "Segurou, ou Deus sabe que . . . Reforos no telhado nos afastou de ser esmagado como um par de caixas de papelo de leite reciclado. Dano importante no lado de passageiro do impacto. Ele conseguiu o pior disto."
      Baxter assistiu o MTs consertar o homem inconsciente para uma parte de trs-e-tbua de pescoo. "Amigo seu?"
      "No."
      "Voc urinar algum fora de suficiente para despedir projteis em voc ou fez ele?"
      "Boa pergunta."
      "Voc precisa ter o MTs examinar voc."
      "Provavelmente." A dor estava vazando por agora, fazendo mincemeat da adrenalina e choque. "Eu odeio isto. Realmente faa. E voc sabe o que mais? Os sujeitos em requisies esto indo para bofeto mim ao redor para este. Eles esto indo para bofeto mim ao redor, ento d a mim um pouco de pedao de cague transpo para me castigar."
      Ela mancou acima do meio-fio, sentada entre a confuso e barulho. Ento zombada em advertncia na MT que encabeou, com seu kit, em sua direo. "Voc at pensa sobre usar uma seringa de presso em mim," Eve disse a ela, "e eu estou tirando voc."
      "Voc quer a dor, voc mantm a dor." A MT encolheu os ombros e abriu seu kit. "Mas vamos dar uma olhada."
      ***
      Levou suas outras duas horas para chegar em casa, e ento ela teve que pegar um passeio com Baxter como ela foi no ordenada dirigir. Desde que ela no teve nada para dirigir, no era duro de seguir ordens.
      "Eu acho que eu deveria perguntar voc para um bebida agora ou algum feliz caga."
      "Est certo, mas eu tomarei um raincheck. Eu consegui uma data. Data abrasadora, e eu estou correndo para trs."
      "Aprecie o passeio."
      "Que seu seja melhor retorno? Voc est em forma ruim. Tome uma plula, Dallas," ele sugeriu como ela aliviou seu corpo dolorido. "Cubra de flocos fora por algum tempo."
      "Eu sou certo. V bater o bimbo da semana."
      "Agora isto  mais como isto." Ele deu uma risada alegre e foi embora.
      Ela mancou na casa, mas no podia mancar Summerset bastante passado.
      Ele olhou abaixo seu nariz, cheirou. "Eu vejo que voc conseguiu destruir vrios mais artigos de roupa."
      "Sim, eu pensei que eu rasgaria e queimaria eles enquanto vestindo eles, s para ver o que aconteceu."
      "Eu assumo seu veculo sofreu semelhantemente como no est em evidncia."
      " lixo. Entretanto, sempre era." Ela dirigiu-se aos degraus, mas ele bloqueou seu caminho, ento scooped em cima o gato que estava tentando subir suas pernas.
      "Pelo amor de Deus, Tenente, tome o elevador. E voc pode tambm tomar algo voluntariamente para a dor antes de voc ter que ser humilhado nisto."
      "Eu estou caminhando para fora de assim eu no endureo em cima e comeo a parecer com voc." Ela soube que era teimoso, ela soube que era estpido, mas ela tomou os degraus. Os piores era, se ele no tivesse estado l na porta, espreitando, ela teria tomado o elevador de maldio no primeiro lugar.
      Ela estava gotejando com suor quando ela fez isto para o quarto, ento ela simplesmente desnudou-se fora de suas roupas arruinadas, lanada sua arma e seu Comunicador na cama, e choramingou seu modo no chuveiro.
      "Jatos em metade poder," ela ordenou. "Cem graus."
      O spray suave da gua quente , ento acalmou. Ela braceou suas mos contra a parede de azulejo, imersa sua cabea, e deixa isto fluxo acima dela.
      Quem eles tinham sido depois? Ela perguntou-se. Ela ou Pardal? Ela estava apostando nela mesma. Pardal, e os civis na linha de fogo, eram s o que eles chamariam dano colateral. Ento por que tente a levar fora, e por que eles no fizeram um trabalho melhor disto?
      Malfeita, malfeita, ela pensou.  todos sido malfeito.
      "Jatos fora de," ela grunhiu, e parecendo um pouco mais fixa, sado do chuveiro.
      Ela soube que seu corao no devia ter sacudido quando ela viu Roarke. Summerseto grande, linguarudo gordoteria dito a ele.
      "O MTs passou me sem tocar," ela disse depressa. "Eu estou s batido em cima, isto  todo."
      "Eu posso ver isto. Voc no quer o tubo secante. O ar quente no far voc qualquer bom. Aqui." Ele levantou um bathsheet, caminhada para ela, e embrulhou isto suavemente ao redor ela. "Eu tenho que forar um bloqueador em voc?"
      "No."
      "Bem, isto  algo." Ele emplumado seus dedos acima das abrases em seu rosto. "Ns podemos estar bravos um com o outro, Eve, mas voc devia ter contactado me. Eu no devia ter ouvido voc ter estado em um acidente de um boletim de mdia de maldio."
      "Eles no lanaram nomes," ela comeou, ento diminuiu.
      "Eles no tiveram que."
      "Eu no pensei. Eu sinto muito, eu realmente no pensei sobre isto. No  porque eu sou qualquer que eu sou com voc agora mesmo. Eu no pensei sobre a mdia, ou que voc ouviria qualquer coisa sobre ele at que eu voltei e pude dizer a voc eu mesmo."
      "Certo. Voc precisa deitar-se."
      "Eu tomarei o bloqueador, mas eu no estou afundando. DC ruim do Pardal. Ele era comigo. Messed da sua espinha em cima, e existe trauma de cabea severo. O lado de passageiro eracagar. Cague. Eu no sei como ele viveu por isto. Era um projtil de alcance limitado."
      Ela scooped seu cabelo atrs e entrou no quarto para se sentar.
      "Voc disse projtil."
      "Sim. Provavelmente um daqueles trabalhos bonitos. Arrojador de Handheld. Ele deve ter despedido do telhado em frente a Central. Teve-me demarcado. Talvez Pardal, mas eu estou pensando-me. Para estragar a investigao? Para estragar voc? Ambos?" Ela agitou sua cabea. "Talvez para pr o HSO na cadeira quente, tirando um policial quando eles no podiam conseguir ela para ignorar a investigao para eles. Talvez para lanar a suspeita sobre os terroristas."
      Ele a deu uma plula azul pequena e um copo de gua. "Sua palavra voc tragar isto ou eu verificarei debaixo de sua lngua."
      "Eu no estou sentindo bastante at jogos de sexo. Deixe minha lngua s. Eu sou deglutio isto."
      Algum do calor voltou em seus olhos como ele se sentou ao lado dela. "Por que ele no  o HSO ou Dia do juzo universal?"
      "No muito coberto para lanar um projtil em um carro de policial em Nova York trafica no meio do dia. Se eles me quisessem fora, eles achariam um modo mais sutil e sem perder um dos assistentes diretores no processo."
      "Concordou."
      "Ento, isto  como um problema?"
      "O MTs pode ter passado sem tocar voc, mas voc olha como se voc atropelasse por um caminho. Eu gostaria de ver se voc estiver pensando claramente pelo menos. Por que no Dia do juzo universal, ento? Sutil no  seu estilo."
      "Primeiro, technos no envia um homem fora para atirar projteis.  por isso que eles so technos. E se eles quebrassem padro, eles no teriam sentido falta. E ele era um sentir falta. Par de ps abaixo, bata o carro ao lado, e ns fomos. Eles enviam que algum tirem um policial e/ou uma operao, eles no vo ser muito metade-assed sobre isto. Mais, eu penso que eles teriam ido grandes. Se eles pudessem conseguir um homem em posio, por que no use um maior brinquedo, e tire um pedao de Central? Bata Central de Polcia e voc tm o tipo de correria de mdia que eles amam. Tire um carro, e ele est um pouco boletim. No grande. Este tem o assinalar de desespero ou temperamento, no organizao. Como eu estou fazendo?"
      "Seu crebro no parece ter estado indevidamente subido." Ele rosa, vagada para a janela. "Por que voc no disse a mim que voc foi chamado para a Torre?"
      "Ns estamos escarranchando uma linha aqui," ela disse depois de um momento. "Eu no gosto disto, eu no gosto de sentimento . . . separadamente de voc. Mas isto  a realidade disto."
      "Ento parece."
      "Algum tentada matana mim hoje. Voc caar eles abaixo?"
      Ele no girou. " completamente diferente, Eve. Eu tive que ajustar eu mesmo quando vier para seu trabalho, o que voc faz, o que pode ser feito para voc. Eu amo voc, e amorosos voc eu tenho que aceitar que voc  o que voc , e faa o que voc faz. Me custa."
      Ele girou agora, olhada para ela com aqueles olhos azuis selvagens. "Consideravelmente."
      "Era sua escolha. Era sempre sua escolha."
      "Como se eu tivesse um, do minuto eu vi voc. O que voc enfrenta agora, eu posso aceitar, e admiro voc para enfrentar isto. O que voc enfrentou ento, qual era forado em voc quando voc no teve nenhuma defesa, eu no posso aceitar."
      "No mudar nada."
      "Isto  um assunto de perspectiva. Muda qualquer coisa para pr um assassino em uma gaiola depois de sua vtima estar no cho? Voc acredita em que isto fazer, e ento faa I. E debatendo isto agora s vai nos empurrar ambos adicionais acima de sozinho lados daquela linha. Ns dois temos trabalhamos."
      "Sim, ns dois temos trabalhamos." Ela chegou a seus ps. Ela permaneceria, ela pensou. Teve que. Ainda que ela no podia permanecer com ele.
      "Antes de ns ser to rudely interrompidos, Pardal disse a mim que Bissel era um agente duplo. O HSO esteve o usando para conseguir intel de Dia do juzo universal. Dando a eles intel estruturada em retorno para pagamento. Era um trapaceiro longo. Eles embrulharam Ewing nele devido a sua posio em Securecomp. Eles quiseram uma manivela em sua tecnologia e projetos, e mais particularmente em meses recentes, qualquer que eles podiam embarcar em seu Cdigo Vermelho. Eles querem, e aparentemente seriamente queiram, para concha voc na proteo."
      "Eu suponho a idia do setor privado tendo aquele tipo de tecnologia irrita eles. Usando Bissel era sensato. Ele toca todos terminausando Reva para ganhar dados em Securecomp, posando como o renegado avaro para ganhar conhecimento de Dia do juzo universal."
      "Seu irmo estava o chantageando acima do extramaritals. Mas aqueles vestidos de seus propsitos. As reivindicaes de pardal eles no sabem onde o Carter Bissel est. Ele poderia estar dizendo a verdade, mas eu no estou comprando pequeno irmo como seu chantagista normal. Nenhuma razo para corromper suas unidades pessoais, nenhuma razo para ele desaparecer ou ser desaparecida. No concorda."
      "Ele que pode tocar renegado realmente pode ser um."
      Ela sorriu. "L voc vai."
      ***
      Ela odiou admitir isto exceto o bloqueador ajudado. Mesmo assim as calas de algodo magro e Camiseta soltas pareceram pesadas em seu corpo abusado. Quando Peabody levou olha se para ela e estremeceu, Eve decidiu que ela provavelmente pareceu pior que ela sentiu.
      "Voc no parece com que voc pode me bater no momento," Peabody comeou, "ento eu vou perguntar. Voc no pensa que voc devia estar no hospital?"
      "No deixe aparecimentos enganarem voc. No, eu no devia estar no hospital, e sim, eu posso ainda bater voc. Eduque-me em Powell."
      "nico cheio-contato, cheio-poder tiro com laser da mo, como evaled na cena. Tempo da morte, dez e quinze ontem de manh. Nenhuma entrada forada. CSU acredita que um mestre foi usado, Powell  ID, seu cdigo de veculo, seu empregado passa era todo perdido das premissas. Ele no fez nenhuma transmisso de seu vnculo de casa desde a tarde prvia quando ele ordenou pizza de um lugar local. Mas ele recebeu uma em logo aps oito DA MANH na manh de sua morte. O visitante corta transmisso depois que Powell respondeu, groggily. Ns localizamos isto para um vnculo pblico em uma estao de metr trs quarteires longe da cena. Concluso: O assassino verificou Powell estava em casa, e na cama. Deu a ele suficiente tempo para retirar-se dormir, ento entrou nas premissas e o matou."
      "Varredores?"
      "S os preliminares, mas eles no identificaram quaisquer impresses diferente da da vtima, nenhum DNA, nenhum rastro. Mas eu tenho um vizinho, Sra. Lanceia, que estava voltando para casa do deli. Ela viu um homem que termina do edifcio em aproximadamente dez e trinta. A descrio combina o um Sibresky deu a ns deste Angelo."
      "Que tal a retribuio do artista? Ns conseguimos isto?"
      "Trabalhando nisto. Quando eu verifiquei que eu era Sibresky informado no est sendo particularmente cooperativo ou aberto-importado. Eu prometi que o artista um nos bastidores passa para o prximo concerto de Mavis Freestone na cidade se ele nos conseguisse algo esta tarde."
      "Bom suborno. Eu estou to orgulhoso."
      "Eu tive um treinador excelente."
      "Absorva mais tarde. Voc tem estado em ver McNab?"
      Peabody cutucou em cima. "Eu s parei pelo lab para verificar no progresso de seu trabalho."
      "Sim, e dar seu um bater levemente de asno sseo."
      "Infelizmente, ele estava sentando em dito asno sseo na hora de minha visita, ento eu era incapaz de completar aquela parte de minha misso."
      "Porque, apesar de todos os meus esforos, a imagem daquele asno sseo est comeando a formar em meu fevered mente, diga a mim sobre o resto da misso. Como ele est entrando l?"
      Peabody quis perguntar por que Eve no tinha estado em ver para ela mesma, mas dos ns de tenso ao redor ela e Roarke, ela pensou que ela soube.
      "Bem, existe muita tecno-conversa, algum bonito criativo amaldioando. Eu gosto como Roarke diz 'bugger.' Tokimoto fica gelado, e da Reva como uma mulher em uma indagao religiosa. McNab est em cu, cortando longe. Mas que tipped mim era Feeney. Existe este cintilar em seus olhos. Eu penso que eles esto conseguindo fechar."
      "Enquanto eles esto fazendo o mundo seguro para democracia, vamos ver se ns podemos resolver alguns assassinatos."
      "Com licena, Tenente," ela disse quando seu Comunicador sinalizou. "Eu embarcarei naquela pequena tarefa assim que eu tomo isto. Detetive Peabody," ela anunciou. "Eh, Lamar, voc conseguiu algo para ns?"
      "Voc conseguiu meu nos bastidores passa?"
      "Minha palavra  meu lao."
      "Ento eu consegui seu rosto. Como voc quer que eu envie isto?"
      "Fac-smile de laser," Eve ordenada de sua escrivaninha. "E um arquivo para minha unidade aqui. Eu quero uma cpia dura, e eu quero um em meu computador."
      Peabody relayed, ento subjugado para recuperar o fac-smile se. "Bom do Lamar. Podia provavelmente fazer um melhor vivo fazendo retratos que detalhando sujeitos ruins. No a mais bonita ptala na flor," ela adicionou, passando a impresso para Eve. "Mas no to feio quanto Sibresky disse. A cicatriz s estragares o rosto."
      "Sim, desenha o olho, tambm, no faa isto? Voc vai pensar cicatriz quando voc vir este rosto. Cicatriz grande, srdida, ento talvez voc no olha muito fecha, porque, nossa, isto  rude."
      "Sibresky no parece ter tido aquele problema."
      "Eu consigo o muito grande do sentimento Sibresky em sensibilidade e etiqueta. Vamos tocar um jogo, Peabody."
      "Realmente? Certo."
      "Ns comearemos por voc entrando a cozinha, conseguindo uma panela de caf e . . . algo. Existe precise ser algo para comer."
      "Voc quer comida?"
      "No, ainda trmulo do meu estmago. Voc consegue comida."
      "Eh, at agora eu gosto deste jogo."
      "No volte em at que eu diga a voc."
      "Nenhum problema."
      Eve girada para seu computador, esfregadas suas mos juntas. "Certas, vamos tocar."
      No levou muito tempo porque o processo e a possibilidade tiveram preparado em seu crebro por algum tempo. Ela usou o programa de processamento de imagens, atirando o visuals nas telas de parede como ela trabalhou os detalhes.
      "Certo, Peabody, voc est em cima, e me traga caf."
      "Voc devia ter algum deste ma-oxicoco sapateiro." Ela entrou com uma tigela disto, e um assaltar para Eve. " realmente mag."
      "O que voc v?"
      Peabody aliviou um quadril sobre a extremidade da escrivaninha, spooned em cima sapateiro. "A retribuio do artista do suspeito conhecida s como Angelo."
      "Certo. O computador divide tela, mantenha imagem e imagem de exibio atual CB-1."
      
      Imagens de trabalho exibidas.
      
      "Agora o que voc v?"
      "Carter Bissel, tela de diviso com Angelo." Ela carranca, e entretanto ela entendeu imediatamente que Eve de direo esteve tomando, ela agitou sua cabea. "Eu irei com o Angelo que pessoa sendo um disfarce. Eu no vejo Carter Bissel l. No existe nenhum dados em que ele sendo um perito em disfarce. Compre uma peruca, bofeto em um bigode, certo. At talvez administra a cicatriz. Mas a linha da mandbula  fora deum implante para os dentes resistidos mudariam a forma da boca, mas no a mandbula. Ele tem precisa mais isto, e ainda que Kade estava o trabalhando, ou com ele por alguns meses, como iria ele conseguir to qualificado em disfarce?"
      Ela scooped em cima mais sapateiro e continuou a estudar e comparar as duas imagens. "As orelhas do e Carter Bissel so grandes. Isto  a ponta. As orelhas so um bom giveaway. Ele podia fazer eles maior para Angelo, mas no menor."
      "Voc tem um bom olho, Peabody. Mas assista e aprenda."
      
      
      18
      
      Peabody comeu sapateiro e assistiu como Eve e o computador adicionaram o cabelo de imagem uma sobre a cabea de imagem duas.
      "Sabe, voc pode fazer isso tudo com um comando se voc"
      "Eu sei que eu possa fazer isso tudo com um comando," Eve disse irritably. "No faz o mesmo ponto de maldio que modo. Quem est correndo este jogo?"
      "Sabe, sendo disparado contra com um projtil de alcance limitado faz voc realmente irritvel."
      "Mantenha isto, e o projtil de alcance limitado prximo est indo diretamente para cima seu asno."
      "Dallas, voc sabe como eu amo aquela conversa doce." Inconstante para uma posio mais confortvel, Peabody lambeu sua colher, ento acenou isto na tela. "Certa, voc adiciona o cabelo ruim, mas ele no muda estrutura de mandbula ou tamanho de orelha e forma. Tambm, a testemunha faz Angelo mais esbelto, consideravelmente mais esbelto que Carter Bissel. Quinze libras, fceis. Bissel levou algum peso extra de acordo com seu ID stats. A testemunha disse que Angelo era aparar, em forma fsica boa. Novamente, voc pode adicionar peso em um disfarce, mas voc no pode cortar quinze libras durante a noite. Se voc pudesse, eu seria assinado em cima para o programa."
      "Se voc no quiser tocar, tome seu sapateiro e suma. Computador, reproduza cicatriz facial de imagem uma sobre imagem duas."
      "A entrada em apartamento do Powell, como no Bissel casa, era lisa." Peabody desprezou na tigela, procurando por qualquer escapando sapateiro como o computador concordado com o comando. "Tem que ser algum com experincia ou treinando. E todos os assassinatos neste caso tem estado particularmente frio, at os primeiros, que eram executados para parecer de sangue quente.  o muito executando que faz eles frio."
      "Ningum est discutindo isto. D-me motivo. Computador, assuma dentes superiores dianteiros de imagem se  um implante. Calcule e reproduza mesmo em imagem duas."
      "Organizao coberto screwupqualquer um dos dois. Ou, eu tenho pensado sobre estauma espcie de guerra de quadrilha. A lombriga  completa to Dia do juzo universal deve querer utilizar. Eles sabem uma proteo est sendo criada. HSO e seus associados criam assolamento para diminuir a velocidade technos ou evitar, ou destrua a lombriga. O dia do juzo universal cria assolamento para difundir recursos, crie assolamento, que  o que terroristas fazem de qualquer maneira, e evitem a criao da proteo at que eles tenham um pouco de uso fora do tempo todo, dificuldade, e despesa eles foram. Um assassinatos laterais umas operaes, os outros cortes fora de uma linha de potencial soltoMcCoy. Um lado agarra irmo da operao. O outro rouba corpo da operao morta, e faa o overkill ataque no investigador primrio. Espionagem escalada," Peabody disse com um encolher os ombros. "No como gelou como Lao, mas bastante enrolado. Parece mim espies convolute tudo."
      "Olhe para as imagens, Peabody."
      Peabody concordou, e bateu a colher suavemente em seus dentes. "Eu vejo uma semelhana, largamente superficial, entre as duas imagens. Dallas, voc pe minha imagem l em cima e faz composies de computador, voc podia fazer-me parecer com Angelo. Mas no faa, certo, 'porque eu acabei de comer."
      "Ainda suspensa na variao de jawline e as orelhas?"
      "Se voc tentasse tomar este em tribunal, eles expulsariam voc."
      "Suposio voc  certo. Computador, remova imagem duas e substitua com imagem trs."
      As sobrancelhas do Peabody tricotam quando a tela de diviso mostrou a duas imagens de Angelo. "Eu no pego isto."
      "No consiga o que?"
      "Por que voc  projecting duas imagens do mesmo sujeito?"
      "No eu? Voc certo eles so o mesmo sujeito? Talvez sendo lanados ao redor anteriormente  messed em cima minha vista."
      "Voc levou Angelo l em cima lado a lado." Preocupado, Peabody trocou estudar rosto da Eve. "Olhe, se voc no quiser ir para o hospital, talvez voc podia chamar Louise. Ela faria uma casa pedir voc."
      "Eu no quero aborrecer o ocupado Dr. Dimatto. Deixe seja s veja o que eu . . . oh sim, est certo. Aqui  o que eu quis dizer fazer. Computador, remova todo replications de imagem trs e original de exibio."
      A Eve sentado atrs com um sorriso muito satisfeito como Peabody soltou a colher. "Isto  Bissel. Isto  Blair Bissel."
      "Certamente est no ? Sabe, eu estou pensando que relatrios de sua morte tem estado largamente exagerada."
      "Eu sei que voc correu aquela teoria, mas eu nunca pensei que voc pe peso real isto. O DNA, as impresses, eram do Blair Bissel. Sua prpria esposa ID o iria."
      "HSO treinando, vrios anos no trabalho, at em um nvel de operao mais baixa, devia dar a um sujeito as habilidades para medicar registros, mude seu para do seu irmo. Adicione overkill, o sangue, o escornar, o fato que Ewing estava chocado, e o fato que em toda probabilidade Carter Bissel sofreu alguma cirurgia recente para realar sua semelhana bastante forte de famlia para seu irmo. O peso de corpo era alto para registros do Blair, mas no mais que muitas pessoas esto sobre em documentos oficiais de qualquer maneira. Ningum paga a qualquer ateno para uma extra dez ou quinze libras."
      "Eu leio rapidamente dez fora de meu. Eu no sei por que.  uma compulso."
      "Ns esperamos ver Blair Bissel, ento ns o vemos. Por que ns devamos questionar a identidade da vtima?"
      "Mas por que ele aceitaria isto? Carter? No existia qualquer sinal de fora, nenhum ligatures. Como voc induz algum para sofrer cirurgia, mude aparecimento?"
      "Podia ter pago ele. Dinheiro, sexoprovavelmente ambos. Deixe seja parafuso com grande irmo e parafuso sua namorada enquanto ns estamos nisto. Nenhum amor perdido entre os irmos."
      "Existe um golfo largo entre nenhum amor perdeu e deliberadamente, coldly assassinando seu irmo e seu amante. Se Kade estivesse ajudando a instalar Carter"
      "Ento Blair planejou a fazer desde o princpio. Sim,  disso que eu penso. Voc quer falsificar sua prpria morte, faz isto em um grande modo. Um modo maligno que lana o sangue em rosto da sua esposa, pelo menos inicialmente, e livra-se do macaco em suas costas e uma das pessoas quem souberam voc intimamente suficiente para sujeira o negcio. Eles diro que voc era uma fraude, um mentiroso, um bastardo. O que faz que voc se importa, voc est morto."
      "Eu tenho que pensar sobre este." Peabody afastou a escrivaninha para compassar. "Com esta teoria, Blair e Kade fizeram um nmero em Carter fora do HSO diretivo."
      "Talvez eles comearam do lado de dentro, provavelmente fez, mas eu figuro que eles comearam a colorirem do lado de fora das linhas em um certo ponto."
      "Como uma soluo para a chantagem."
      "Parcialmente.  dinheiro,  aventura,  risco. Todos aqueles ajuste seus perfis. Mas eles tiveram grandes metas. Mantenha ida."
      "Defeque. Blair era uma ligao, dobrando debaixo de HSO diretivo, como uma ligao para Dia do juzo universal. Alimentando eles selecionaram dados para pagamento, e estabelecendo ele mesmo como uma fonte, um traidor, um agente livre. A parte deste capote era seu casamento com Reva Ewing, blueprinted pelo HSO."
      "Espionagem corporativa em uma moum jogo lucrativo, e com tanta privatizao de intel- e fontes de ajuntamento de dados ao longo do ltimo par de dcadas, o HSO tem que competir com as companhias de civil para renda."
      "Como Securecomp."
      "Assim, e as dzias de outros de tempo em tempo planeta eles organizaram para Blair plantar sua compreenso posta. E pense sobre este, Peabody. Voc sempre tem que ter um plano substituto. Voc exige plausvel deniability. Que contingncia planeja que voc supe os arquitetos desta fotocpia azul parou no evento que uma das esculturas era descoberta?"
      Peabody parou na frente das telas, estudou os rostos. "Blair Bissel, caia sujeito."
      "Voc aposta, e por associao, Reva cairia com ele e Securecomp  comprometido. Podiae eu penso teria sido dito que eles trabalharam junto. Afinal, eles eram marido e esposa."
      "Ento eles estavam construindo uma armao afinal."
      "Contingncias. Blair tem estado na organizao longa suficiente para este acontecer para ele. E se no ele, aconteceu para Kade."
      "Ento ele tomou atitudes proteger ele mesmo?" Peabody agitou sua cabea. "Realmente grandes passos."
      "No s proteo. Fatorar na satisfao de voltar em seu chantageando irmo, Ptriaas pessoas, o governo que usaria e o descartaria se coisas deram erradas. Ento adicione um grande cagar-pilha de dinheiro."
      "Do technos? Ele faz um lidar com eles. Informaes sem autorizaes. Algo grande."
      "Ele  a ponte entre aponta Um e B, e ele sabe mais sobre ambos os pontos, neste aspecto, que um ou outro ponto sabe de um ao outro. Porque ele  o um transcurso os dados. Ele est em controle disto. Material arrojado para um sujeito com seu perfil de personalidade. Por que no tome mais? Mais controle, mais poder, mais dinheiro, e saia? S uma maneira fora. V velhaco, e eles caaro voc. Ambos os lados."
      "Mas eles no caaro se eles pensarem que voc est morto."
      "L voc vai. Adicione a aquele o HSO ocupado tentando cobrir a baguna que voc deixou para trs, o Polis ocupado investigando um principal suspeito deu eles em uma lmina, e a morte da nica pessoa que teve conhecimento de seus planos, e voc est na parte confortvel da cidade gorda."
      "O que deu errado? Por que ele no est sentando na rebentao em um pouco de paraso de ilha, sorvendo rum esmurra e contando seu dinheiro?"
      "Talvez o pagamento no era feito. Voc no quer ir pondo todos os seus ovos em cesta do terrorista. Eles freqentemente acabar subiram. Mas ele foi treinado bem suficiente para ter um plano de contingncia de sua prpria. Ele deu a McCoy algo. Ele teve que voltar para isto. Ela teve que morrer para isto."
      "E enquanto isso, o primrio no est comprando seu servida-em-lmina A principal suspeito. Com o Polis tomando um olhar mais ntimo, ento  todo mundo outro."
      "Sim, coisas foram atarraxados para ele, quase desde o comeo. Roarke  neste sujeito de Yeats que  um escritor velho, morto irlands. Ele disse algo sobre coisas se quebrando. O centro no segura. O centro no tem seguro para Blair Bissel."
      "E ele tem estado se quebrando desde que voc caminhou na primeira cena de crime."
      "Ele  desesperado, e ele  urinado, e ele overthinks. Ele est to preocupado sobre cobrir seu asno, ele continua expondo isto. Ele precisa ficar morto, precisa colecionar sua taxa. Dura de fazer ambos. Matando Powell e destruindo o corpo identificou como seu prprio era estpido. Previne positivo ID, mas ele tambm gira a trilha ao redor e encabea isto direito atrs nele. Ele  o nico que quereria aquela evidncia destruda."
      "Ento ele tenta tirar voc."
      "Como eu disse, ele  urinado. E ele  desesperado. E voc sabe o que ele  debaixo de tudo isso espionagem, artsy, mulher-cheirando bullshit, Peabody? Ele  um screwup. O tipo que continua fazendo maior, splashier enganos para cobrir o ltimo. Ele pensa que ele  uma pedra-frio assassino, mas ele  um egosta, deteriorado pequeno menino tocandoo que  aquele nome do sujeitoque James Hipotecaento tendo um acesso de raiva quando ele no tirar quase isto."
      "Ele no pode ser pedra-frio, mas ele  morto quatro pessoas, bateu voc ao redor satisfatrio, e ponha um diretor assistente do HSO no hospital."
      "Eu no disse que ele no era perigoso. As crianas tendo acessos de raiva de temperamento so bonitos maldio perigosa. Assuste o inferno fora de mim."
      "Ento, de acordo com sua teoria, ns temos um torcido, imaturo, HSO-treinado assassino."
      "Quase."
      Peabody estourou uma respirao que tremulou seu regente-diretos estrondos. "Isto  bonito assustador. Como ns o pegamos?"
      "Trabalhando nisto." A Eve comeou a escorar seus ps na escrivaninha, teve a puno de msculos indignantes atiram direto seu corpo. "Cague."
      "Seria melhor Voc trabalho naquelas contuses."
      "Eu no tenho contuses em meu crebro. Eu posso ainda pensar. Vamos conseguir o resto do time aqui, civis includos, e chutem esta bola ao redor."
      "Voc quer Ewing em este?"
      "Ela era casada com ele por dois anos. Poderia ter sido uma convenincia para ele, mas ela ainda teria aprendido algo sobre ele. Hbitos, fantasias, hangouts. Se Pardal vive, recupera conscincia, e opta compartilhar informaes sobre Bissel, isso pode ajudar, mas agora mesmo, Reva Ewing  nossa melhor fonte."
      "Voc vai dizer a ela que o marido ela era acusada de assassinar no  s viva, em sua opinio, mas  a pessoa que a deixa em cima?"
      "Se ela no pode lidar com isto, ela no  nenhuma ajuda e ns no sou nenhum piores. Vamos ver se ela herdasse alguma da espinha da sua me."
      ***
      Feeney entrou muttering figuras e cdigos de comando em um PPC. Seu queixo era stubbled com gengibre e cinza e as bolsas debaixo de seus olhos podiam ter seguro marketing de semana para uma famlia de trsmas existia um cintilar neles.
      "Tempo ruim para interromper, criana," ele disse para Eve. "Ns estamos  beira."
      "Existe outro forcado para esta investigao, e isso pode estar  beira, tambm. Onde esto os outros?"
      "Roarke e Tokimoto esto acabando por correr uma srie. No queira ir embora no meio disto, no depois de que ser tomado para chegar l. Ns conseguimos uma das unidades do Kade como limpam como vai conseguir. McNab e Ewing so quase feitos reinstalando algum . . ."
      Ele parou, pursed seus lbios como ele finalmente ergueu sua cabea e tomou um bem olhar para ela. "Disse que voc conseguiu slammed ao redor. Eles quiseram dizer isto. Devia pr algum gelo que olho."
      "Est indo preto? Condene isto." Ela apertou seus dedos cuidadosamente ao longo da extremidade superior de sua ma do rosto, e sentiu o parafuso de dor completamente para seus dedes do p. "Eu tomei um bloqueador. No  isto suficiente?"
      Peabody terminou da cozinha com uma bandagem de gelo. "Se voc deixar-me pr este isto, lega picadura um minuto, e parea estpido. Mas ele diminuir o contundir e inchando. Voc no pode acabar com um cheio mais tmido."
      "S faa isto, no converse sobre isto."
      A Eve deixa seus dentes enquanto Peabody fixo a bandagem. A picadura suprimiu o pulsar, que no era tanto de uma melhoria.
      "Ai," McNab comentou com um estremecimento simpatizante como ele passeou em. "Ouviu que voc perdeu seu passeio, tambm."
      "No era muita de uma perda. Onde est Ewing?"
      "Logo atrs me. S tido que fazer um pit stop. Certo se eu bomba algum combustvel? Eu estou vazio."
      "Existe sapateiro," Peabody gritou como ele j estava encabeando para a cozinha. "Apple-oxicoco."
      "Sapateiro?" Feeney repetiu.
      "Jeez. V em frente." A Eve vomitou suas mos. "Coma, bebida, seja alegre. Toda investigao de homicdio mltipla devia ter sapateiro."
      "Eu vou conseguir para voc algo para bebida frio," Peabody decidiu. "Voc devia provavelmente estar empurrando fluidos."
      Com aquela Eve se achou s em seu escritrio, perguntando-se como ela iria muito facilmente perder as rdeas de seu time.
      Discrdia matrimonial, ela decidiu, era como um pouco de tipo de baixa-grau febre que expulsou o sistema inteiro s ligeiramente de golpe assim voc no podia conseguir funcionar em capacidade cheia.
      Ela no estava no topo de seu jogo, isso era com certeza, e no teve nenhuma idia como voltar l novamente.
      "Voc quer comida," ela estalou fora a Reva minuciosa entrou, "consiga comida. Voc quer bebida, consiga bebida. Mas faa isto rpido. Isto no  uma maldio de vinte four/sevens."
      Reva meramente angulada sua cabea. "Eu sou bom, obrigado. Mas eu estou apostando que voc sente to ruim quanto voc parece. Roarke e Tokimoto vo ser alguns mais minutos. Eles esto em um ponto de flash."
      "Eles no so os nicos uns. Ns no vamos esperar por eles. Ou para qualquer outra pessoa!" Ela gritou. "Voc vai querer se sentar para este."
      "Porque isto vai ser uma conferncia realmente longa ou porque voc est indo, metaforicamente, d-me um soco?"
      "Eu estou pulando que voc pode tomar um soco."
      Reva movimentou a cabea e tomou a cadeira mais ntima. "No puxe isto. Qualquer , eu prefiro que voc v para o knockout em vez de muita prova pica. Eu estou cansado. E com toda hora que passa, eu sinto mais de um idiota para no ver o que era na frente de meu rosto, dia aps dia, por mais de dois anos."
      "Qual era na frente de seu rosto era um sujeito que comportado e retratou ele mesmo como algum que amou voc, e foi trazido em sua vida por outra pessoa que voc confiou."
      "V um caminho longo a medir o quo bem eu julgo pessoas."
      "Eles eram pros em que eles fizeram, e eles trabalharam duro de instalar voc, sem parar. Era que voc sups olhar para este sujeito e pensar: Eh, agente secreto?"
      "No." Lips curved da Reva. "Mas voc pensaria que eu conseguiria um pouco de vibes sobre mentiroso e fraude."
      "Eles screened voc e eles estudaram voc. Eles souberam tudo existia saber sobre voc antes de voc encontrar qualquer um deles. Eles souberam o que eram pblicos e privados. Voc era ficado de cama por meses para proteger um presidente, para fazer seu trabalho. Talvez eles esperaram que voc teria algum ressentimento sobre isto, ou que seu trabalho para o governo faria voc aberto a trabalhar com eles."
      "FAT fucking chance."
      "E quando eles conseguiram isto, eles partiram voc pessoalmente. Ele soube o que voc gostou de comer, quais floresce que voc preferiu, seus passatempos, suas finanas, que voc dormiu com ou importado com. Voc no estava nada para eles exceto uma ferramenta, e eles souberam como usar voc."
      "A primeira noite, na exibio de arte, ele perguntou a mim se eu teria um bebida com ele. Grande-olhando sujeito, engraado, doce, eh, por que no. Ns nos sentamos por horas, conversando. Eu senti como eu o soube toda minha vida. Como eu tenho esperado por ele toda minha vida."
      Ela olhou abaixo em suas mos. "Eu fui envolto envolvimento antes, bonito srio antes de eu ser ferido, ento to se quebrado. Mas nada veio perto de que eu senti pena de Blair. E ele era toda fabricao. No era perfeito. Ele ficaria mal-humorado ou irritado na menos leve ou crtica, mas eu figurei que era parte do negcio, sabe? A parte de ser casada e figurando um ao outro, fazendo um ao outro feliz. Eu quis o fazer feliz. Eu quis fazer isto trabalho."
      "Nunca  perfeito," Eve disse metade para ela mesma. "Sempre que voc pensa que , algo se move furtivamente em cima e morde voc no asno."
      "Eu direi. De qualquer maneira, eu estou cansado. Cansado de parecer estpido, de lamentar por eu mesmo. Ento diga a mim por que eu estou sentando. Um soco."
      "Certo.  minha convico que Blair Bissel orquestrou e cometeu os homicdios em apartamento do Felicidade Kade, matando ela e seu irmo a fim de falsificar sua prpria morte e implicar voc."
      "Isto  s louco." As palavras ofegadas fora como se o soco aterrissou duro em sua garganta. "Ele est morto. Morto do Blair. Eu o vi."
      "Voc viu o que voc era querido para ver, da mesma maneira que voc viu o que voc era querido para ver quando ele abordou voc dois e uns semestres atrs. E este tempo, voc estava em choque e quase imediatamente incapacitado."
      "Mas . . . era verificado."
      "Eu penso que ele trocou seus registros de identificao com do seu irmo, em preparao. Eu acredito em que ele fixe fase de um elaborar de forma que voc, a polcia, e as organizaes clandestinas ele tem jogado contra um ao outro acreditaria o em morto. Ningum procura pelos mortos, Reva."
      " louco. Eu estou dizendo a voc que  louco, Dallas." Reva chegou a seus ps como os outros entraram da cozinha. "Blair era um mentiroso e uma fraude. Ele me usou. Eu estou fazendo tudo que eu posso aceitar tudo aquilo. Eu viverei com isto. Mas ele no era um assassino, ele no era algum que podia . . . poder cortar duas pessoas para a morte."
      "Quem permanecer ganhar de sua morte?"
      "Euvoc financeiramente quer dizer?"
      "De qualquer forma."
      "Eu fiz, eu acho. Existe dinheiro, dinheiro decente. Voc sabe tudo aquilo."
      "Dinheiro decente," Eve repetida. "Voc tem dinheiro decente de seu prprio. Ele ter escondido contas, e uma vez que ns achamos eles"
      "Localizou, listou, e arquivado em seu computador," Roarke disse como ele entrou. "To solicitado, Tenente."
      "Quanto?"
      "Mais de quatro milhes de expanso mais de cinco contas."
      "No suficiente."
      Roarke propenso sua cabea. "Talvez no, mas ele  todo existe. Ele era nem particularmente econmico nem qualificadas em reas de investimento. Todas as contas tm vazamentos lentos, fixos durante os seis anos eles foram abertos. Ele gasta, e ele especula, e mais normalmente perde seu capital."
      "Aqueles jogos." Ela comeou a re-avaliar. "Certo, aqueles jogos. Ele vai por dinheiro, ele precisa mais dinheiro. Uma grande pontuao."
      "Ento ele mata Felicidade e seu irmo para pegar isto, implica-me? Voc est pintando um monstro. Eu no era casado com um monstro."
      "Voc era casado com uma iluso."
      A cabea da Reva empurrou de volta como se o sopro aterrissou. "Voc est agarrando-se a ar porque voc no tem qualquer outra coisa. E porque voc no quer me deixar com nada. Eu o amei, se ou no ele era uma iluso. Voc entende o conceito?"
      "Eu estou familiarizado com isto."
      "Voc quer que eu acredite em eu amei algum capaz de assassinato. Coldblooded, frio-importado assassinato."
      Levou todo ela legar manter ela olhar de sacudir, at para um momento, em direo a Roarke. E manter seu corao e mente de perguntar a se aquela mesma pergunta.
      "O que voc acredita  seus prprios negcios. Como voc lida com isto  at voc. Se voc no pode lidar com a direo de minha investigao, voc no adianta mim."
      "Voc est o de sangue frio. O frio-importado um. E eu fui usado quase suficiente."
      Quando ela andou a passos largos fora, Tokimoto aliviou longe da porta e seguida ela.
      "Nossa, ela tomou to bem." Agora Eve se permitiu um lento esquadrinhar de rostos. "Algum gostaria de completar esta instruo especfica, ou ns devamos quebrar para comentrios sobre minha necessidade para sensibilidade treinando?"
      " um golpe duro, Dallas," Feeney disse. "Nenhum modo para voc para bonito ele em cima para ela. Ela voltar quando ela escapar disto."
      "Ns trabalharemos sem ela. Bissel tem considerar em vrios locais, chances so ele pegou um parafuso-furarum prdigo, talvez mais de um. Ele est ainda na cidade, limpando depois dele mesmo, ento ele deve ter um aqui. Ns achamos isto."
      "Eu achei duas propriedades," Roarke pe em. "Uma nas Ilhas de Canrio, a outra na Cingapura. Nem estava muito bem encapotado, significando se eu achasse eles muito facilmente, outros iria."
      "Ento eles so provavelmente cortinas. Ele no  completamente estpido. Vamos olhar em nome do seu irmo, ou do Kade, do Ewing. Ele poderia ter instalado ele mesmo, usando eles como cobertura, ento se . . . No, no. Cague! McCoy. Chloe McCoy. Ele teve que ter mais usar para ela que o estrondo ocasional. Verifique isto. Veja se ele guardasse capitais e/ou propriedade em seu nome de alguma maneira. Ele a matou por uma razo, e meu toma  este sujeito mata para dinheiro e preservao prpria."
      "Eu tomarei isto," McNab volunteered. "Trabalhando em um sapateiro apressa."
      "Inicie. Eu vou verificar em Pardal, veja se ele for coerente e eu posso cavar qualquer coisa fora dele. Feeney, eu estou deixando voc e Roarke nas mquinas. Se Reva fosse voltada fora ocupada do e Tokimoto batendo levemente sua cabea, voc vai ser pequeno-dado."
      "Outro navio-tanque de caf devia nos manter no jogo."
      "Voc pode querer uma atualizao antes de voc apressar fora de, Tenente. Ns estamos recuperando dados da unidade do Kade.  codificado, mas ns conseguiremos por isto."
      "Grande, bom. Deixe-me saber quando"
      "Eu no estou acabado. Cada das unidades do Kade era corrompida, mas no por uma lombriga em rede. Eles eram individualmente queimados."
      "Ento o que? Olhe, isto  territrio de EDD. Tudo que eu preciso ser a linha de parte inferior. Eu preciso dos dados."
      "Voc no d eletrnica suficiente respeito," Feeney declarou.
      "E nenhum, eu aventuraria, faa Bissel." Como Eve no tocou o vidro de gelou suco Peabody a trouxe, Roarke levantou isto e ajudou ele mesmo. "A importao da lombriga potencial  seu theoretic habilidade de corromper um sistema em rede inteiro, porm pequeno ou grande, porm simples ou complexo, com um golpe, corromper e fechar, irreparavelmente. No  disso que com que ns estamos lidando.  uma sombra disto, uma primeira verso talvez, mas longe de to poderosa quanto ns fomos levados a acreditar. Tem sido relativamente fcil limpar e recuperar das unidades ns temos."
      "Relativamente." Feeney rolou seus olhos doloridos. " negcios srdidos, mas no  segurana global caga. O que ,  fumar."
      "Que significa que ele no tem o que ele pensou que ele teveo que ele estava indo para parlay em um capital aposentadoria bom. Mas talvez outra pessoa faz, ou talvez . . . Filho de uma cadela. Ele no estava tentando me tirar." Ela bateu seus dedos distraidamente acima de seu olho contundido. "Ele bate seu objetivo. A pontaria estava um pouco fora de, mas ele bate."
      Roarke propenso sua cabea como seus pensamentos marchados com suas. "Pardal."
      "Ajudaria a ter algum no lado de dentro, algum com algum suco que podia ajustar ou criar dados internos. E fornea proteo. Pardal. Ele est o pensador organizado. O planejador. Olhe para Bissel. Ele no  valente, ele no  muito esperto, ele no pode trabalhar ele mesmo na organizao. S um menino de entrega. E aqui seja uma grande oportunidade, deu para ele de um do metal. A grande pontuao. Pequenas pontuaes desde o princpio. A espionagem corporativa. Podia ser, acabava de poder ser, algum de que estava do lado de fora Ptria, sociedade um pouco pessoal. Bissel entretanto, ele no pode capitalizar. S um screwup com dinheiro. Eu aposto feito melhor do seu companheiro. Um inferno de muito melhor."
      "Por que no s mate Bissel ento?" Peabody perguntou.
      "Porque voc precisa de uma contingncia. Voc precisa de um sujeito de queda. Ele instalar o putz. Ainda o menino de entrega. Bissel vai entregar o disco de lombriga para o licitante alto, e ele no  o negcio. Ele consegue a seta. Agora ele est um homem morto, um desesperado. Ele est correndo, ele  , e a todo custo ele tem que ficar morto. Nosso amigo do HSO quer que ele fique morto, tambm, e ele est pronto com a linha da companhia sobre segurana global quando a investigao no girar o modo que ele antecipou."
      "Eu imagino que ele planejou fazer um homem honrado fora de Bissel o tornando em um homem morto," Roarke disse. "Quietamente, em um certo ponto."
      "Devia ter partido que mais cedo em lugar de mais tarde, e ele no estaria no hospital. Eu penso que ele esqueceu de fatorar um elemento vital na equao. Quando algum gostar de Bissel comea matana, fica mais fcil toda vez."
      Ela retirou-se seu Comunicador. "Eu quero um quarteiro em Pardal. Eu no quero qualquer um, nem mesmo o medicals, conversando com ele at que eu consiga meu atirado. Comece a bobinar naqueles dados."
      "Enganche em cima aquele navio-tanque de caf," Feeney lembrou a ela, ento encabeado fora.
      "Eu preciso de um momento, Tenente." Roarke olhou de relance em Peabody. "Um privado."
      "Eu esperarei do lado de fora." Peabody escapou, feche a porta.
      "Eu no tenho tempo para entrar em negcios pessoais," Eve comeou.
      "Pardal tem acessar para seus dados, para o que aconteceram em Dallas. Se voc for direito sobre todos este, ele poderia muito bem o usa contra voc. Faa isto pblico, at alterando isto em um pouco de modo que torce a verdade."
      "Eu no posso me preocupar sobre isto."
      "Eu posso fazer desaparecer. Se voc quiser aquele . . . elemento removido, eu posso remover isto. Voc  intitulado para seu isolamento, Eve. Voc  intitulado para ser seguro que seu prprio victimization no ser costumar desenhar especulao, fofocae a piedade voc odiaria mais que qualquer um."
      "Voc quer que eu d a voc o aceno com a cabea para mexer com arquivos do governo?"
      "No, eu quero que voc diga a eu se voc preferiria que aqueles arquivos no existiram. Hipoteticamente."
      "Que me deixaria livre. Legalmente. Eu no seria um acessrio se eu s fizesse um pouco desejo, e poof. Isto  um inferno de um dia. Isto  um inferno de um dia engraado."
      Porque emoo estava inundando sua garganta novamente, ela se virou. "Voc e eu, ns no temos sido isto longes separadamente de um ao outro desde o incio. Eu no posso alcanar voc, e eu no posso deixar voc me alcanar."
      "Voc no me v, Eve. Quando voc olhar para mim, voc no v o todo de mim. Talvez eu preferi isto."
      Ela pensou sobre Reva, de iluses, e um escrnio de um casamento. Nada podia ser adicional de que eles estavam lidando. Roarke nunca mentiu, nem fingido ser algo diferente do que ele era. E ela o viu, direito do primeiro momento.
      "Voc est errado, e voc  estpido." Existia mais cansao que temperamento nas palavras, e como tal o atingiu mais vigorosamente. "Eu no sei como conseguir por este. Eu no posso conversar com voc sobre isto, porque ele crculos justo. Eu no posso conversar com qualquer outro, porque se eu disser a eles o que estou rasgando em ns, fao eles um acessrio. Voc pensa que eu no vejo voc?"
      Ela voltou, olhados diretamente em seus olhos. "Eu estou olhando para voc, e eu vejo voc. Eu sei que voc seja capaz de matana, e parecendo justificada, sentindo certa. Eu sei isto, e eu estou ainda aqui. Eu no sei que diabo para fazer, mas eu estou ainda aqui."
      "Se eu no fosse capaz, eu no seria quem eu sou, o que eu sou, onde eu estou. Nenhum de ns estaramos aqui, lutando com este."
      "Talvez no, mas eu estou muito cansado para lutar. Eu tenho que ir. Eu preciso ir." Ela caminhou depressa para a porta, torceu isto aberto. Ento ela fecha seus olhos. "Faa isto desaparecer. Fuck hipottico. Eu tomo responsabilidade para que eu digo, o que eu fao. Faa isto ido."
      "Considere isto feito."
      Quando ela o deixou, ele se sentou em sua escrivaninha na quieta, e desejada, com tudo dentro dele, que ele podia fazer o resto de que desaparece como facilmente.
      ***
      Reva waylaid seu a caminho fora de. "Eu no tenho tempo," Eve disse curtly e manteve mudana.
      "S tomar um minuto. Eu quero me desculpar. Eu perguntei a voc para dar isto para mim diretamente, e quando voc fez, eu no lidei com isto. Eu sinto muito, e eu sou urinado fora em eu mesmo para reagir o modo que eu fiz."
      "Esquea isto. Voc vai lidar com isto agora?"
      "Sim, eu vou lidar com isto agora. O que voc precisa?"
      "Eu preciso de voc para pensar. Onde ele poderia ir, o que seus prximos passos estariam em uma crise. O que ele est fazendo agora alm de tentar achar uma sada? Ache isto, atinge isto. Tenha isto pronto para mim quando eu voltar."
      "Voc ter isto. Ele teria que trabalhar," ela gritou como Eve fluda fora a porta. "Sua arte no era s uma cobertura, no podia ter sido.  sua paixo, sua fuga, seu ego. Ele teria que ter um lugar para trabalhar."
      "Bom. Mantenha isto. Eu voltarei."
      "Isso era bem passado." Tokimoto saiu da sala de estar, no foyer.
      "Eu espero. Eu no estou fazendo to bem caso contrrio."
      "Voc precisa de tempo para ajustar, lamentar, estar bravo. Eu espero que voc se sentir capaz de conversar comigo quando voc precisar de algum."
      "Eu tenho conversado voc preto-e-azul at agora." Ela suspirou. "Tokimoto, eu posso perguntar a voc algo?"
      "Claro."
      "Voc est batendo em mim?"
      Ele endureceu gosta de uma barra. "Isso seria imprprio dadas as circunstncias."
      "Porque eu ainda poderia ser casado ou porque voc no est interessado?"
      "Seu casamento dificilmente seria um fator, considerando. Mas voc no est em um estado de esprito onde . . . Um avano de uma natureza pessoal  claramente imprprio enquanto suas emoes e sua situao esto em fluxo."
      Ela se achou sorridente, s um pouco. E achou algo abertura dentro dela novamente, s um pouco. "Voc no disse que voc no estava interessado, ento eu s direi que eu no penso que eu me importaria. Se voc trabalhasse a bater em mim."
      Para testar isto, ela rosa em seus dedes do p e tocou em seus lbios ligeiramente para seu. "No," ela disse depois de um momento, "eu no penso que eu me importaria. Por que voc no pensa sobre isto?"
      Ela estava ainda sorridente, s um pouco, como ela comeou de volta de cima.
      
      
      19
      
      O pardal de Quinn viveria. Ele poderia, com vrios meses de terapia e tratamentos intensivos, caminhe novamentese ele tivesse o mesmo nvel de legou e intestinos Reva Ewing chamou em recuperar de seus danos.
      Era, para mente da Eve, um tipo slido de justia.
      Ele quebrou ossos, uma espinha fraturada, e um choque entre outros insultos. Ele exigiria reconstructive cirurgia em seu rosto.
      Mas ele viveria.
      A Eve estava contente por ouvir isto.
      Ele era e permanecia em Intensivo Gosta de pelo menos quarenta e oito horas. Ele era sedado, mas distintivo da Eve e alguns tiranizando a conseguiram por.
      Ela deixou Peabody postou na porta.
      Ele era ou dormente ou zoned quando ela entrou. Ela era acesso ao banco no zoned e cortava sua IV goteira de bloqueadores sem uma puno de remorso.
      S tomou alguns momentos para ele para superfcie, gemendo.
      Ele pareceu consideravelmente pior para vestiu, brutalmente contundidas ao redor suas bandagens, com um elenco de pele em seu brao certo, outra junto com uma gaiola de estabilidadeque olhou um pouco como uma de esculturas do Bisselao redor sua perna certas.
      A cunha de colarinho preveniu qualquer movimento de sua cabea ou pescoo.
      "Voc l, Pardal?"
      "Dallas." Branco no lips, ele trocou seus olhos, tentados enfocar nela. "O que o fuck?"
      Ela moveu mais ntimo, fazendo isto mais fcil para ele a manter em sua linha de vista, e deitou um entregar o que ela considerou um "sobreviventes da batalha" gesticulem em seu ombro. "Voc est no hospital. Voc  amarrado com correia em restringir movimento."
      "Eu no lembro. Como . . . que ruim?"
      Era, ela pensou, um toque bom para olhar para um momento como se ela estivesse lutando falar. " . . .  bonito ruim. Ele nos bate, duro. Voc tomou o pior. O veculo subiu gostou de um foguete, colidido como uma bomba. Slammed em um maxi a seu lado. Voc  messed em cima ruim, Pardal."
      Ela sentiu seu ombro tremer como ele tentou mover. "Cristo, Cristo, a dor."
      "Eu sei.  precisa ser spero. Mas ns o conseguimos." Ela fechou um dar seu agora, apertou. "Ns conseguimos o bastardo."
      "O que? Quem?"
      "Ns conseguimos Bissel, embrulhado e bloqueado. Ainda teve o ombro que arrojador que ele usou em ns. Blair Bissel, Pardal, vivo e bem, e cantando como um canrio."
      "Isto  louco." Ele gemeu. "Eu preciso do doutor. Eu preciso de algo para a dor."
      "Eu quero que voc escute, cavar abaixo e prestar ateno. Eu no sei quanto tempo voc tem."
      "Tempo?" Seus dedos empurrados debaixo de suas. "Tempo?"
      "Eu quero dar a voc uma chance de passar sem tocar sua conscincia, Pardal. Para conjunto o registro diretamente. Voc merece tanto. Ele est esvaziando a bola inteira em voc. Escute mim. Escute." Ela apertou seus dedos em seu. "Eu preciso dar isto para voc, e voc precisa preparar voc mesmo. Voc no vai fazer isto."
      Sua pele foi doentia cinza. "Sobre o que voc est conversando?"
      Ela se debruou em fechou assim ele podia ver s seu rosto. "Eles fizeram tudo que eles podiam. Trabalhado em voc por horas. Existe dano demais."
      "Eu estou morrendo?" Sua voz, j uma fraca trema, rachou. "No. No. Eu quero um doutor."
      "Eles voltaro em um minuto. Eles daro a voc . . . que eles daro a voc uma dose humanitria. Voc sair fcil."
      "Eu no vou morrer." Lgrimas nadadas, e derramadas acima de. "Eu no quero morrer."
      Ela apertou seus lbios junto, como se supere. "Eu pensei que voc quereria ouvir isto de mim, de . . . um colega. Sua pontaria tinha sido melhor, ns dois estaramos a caminho fora. Mas ele acabou de desviar a frente terminar, e ns sacudimos. Eles salvou sua perna," ela continuou, e pausou passar sem tocar sua garganta. "Eles esperaram que . . . Cristo. O choque messed em cima seus interiores, messed eles em cima ruins. O filho de uma cadela matou voc, Pardal, e tentados para mim."
      "Eu no posso ver. Eu no posso mover."
      "Voc tem precisa ficar quieto, ainda. Comprar voc tempo. Voc tem estado fora disto, Pardal, e ele est usando isto. Ele tentou nos enxugar ambos, e por causa de que eu estou tentando dar a voc uma chance de sair com alguma dignidade. Eu vou ler voc seu direitos." Ela pausou novamente, agitou sua cabea. "Jesus, isto chupa."
      Ele comeou a tremer como ela recitou o Miranda revisado. "Voc entende seu direitos e obrigaes, Pardal de Diretor Assistente?"
      "Sobre Que diabo isto ?"
      " sobre fixar o registro diretamente, e tendo um pouco de seu tira a desforra aqui. Um bom advogado vai conseguir Bissel fora com alguns bofetes se voc no disser a mim como afundou. Ele est contando com voc s morrendo. Morrendo e tomando a batida dura. Ele diz que voc matou Carter Bissel e Felicidade Kade."
      "Isto  bullshit."
      "Eu sei isto, mas ele poderia convencer o PA. Jesus, Pardal, voc est morrendo! Diga a mim a verdade, deixe-me fechar isto, coloque no lugar ele. Ele matou voc." Ela se debruou em fechou, abaixada ela verbaliza. "Faa ele pagar."
      "Estpido fuckup. Quem soube que ele que teve nele? Como isso tudo acabar como isto?"
      "Diga a mim, e eu verei para ele que ele afunda. Voc tem minha palavra nisto."
      "Ele matou Carter Bissel e Felicidade Kade."
      "Quem?"
      "Blair! Blair Bissel matou Carter Bissel e Felicidade Kade. Ele cheirou um pouco Zeus dar ele mesmo um pouco de coluna vertebral e fatiou eles."
      "Por qu? D-me algum suco assim eu posso o afogar nisto."
      "Ele iria desaparecer, com um grande pedao de mudana. Instale a esposa muito o Polis fechou o livro. Aberto, fechado. Shoulda estado aberta, fechada."
      "Voc enviou Reva as fotografias de Blair e Kade?"
      "Sim. Eu levei eles, soltou eles nela quando o resto estava em lugar. Eu no posso sentir minhas pernas. Eu no posso sentir minhas pernas."
      "Espere. S espere. Eu estou registrando isto, Pardal. Voc est indo em registro. Voc vai o colocar no lugar para fazer este para voc. Por que ele mataria Kade?"
      "Precisada ela para amarrar o arco no pacote. E ela soube demais sobre ns dois. No podia arriscar isto."
      "Voc era os crebros neste. Voc no pode dizer a mim aquele jerkoff inventou isto sozinho."
      "Eu tive isso tudo descoberto. Devia ter sido um passeio. Acoplar mais semanas, eu estaria em uma praia sorvendo fucking mai tais, mas ele acabou de continuar atarraxando coisas."
      "Kade estava em isto? Ela prendeu o irmo."
      "Saiba um inferno de muito, no ?" Ele olhou fixamente para Eve com olhos mortos.
      "Eu estou pondo isto junto. Eu preciso ser diretamente com voc. Voc merece isto. Uma confisso de leito de morte . . ." Ela diminuiu, assistindo seu rosto branqueia e desintegrar. "Bem, voc sabe o peso disto. Voc ser o para fechar a gaiola nele. Eu quero dar a voc aquele ltimo ato. Cortesia profissional. A felicidade Kade desenhou Carter Bissel na mistura."
      "Prendeu ele." Respirao ofegada do pardal em, ofegado fora, e Eve teve o sbito pensado que o bastardo poderia morrer em seu s pelo poder de sugesto. "Teve o filho estpido de uma cadela segura que ele estava trabalhando para o HSO. Indo assumir o comando de posio do seu irmo. Ele comprou isto. Mude seu rosto, faa algumas entregas. Chegue a dormir com seu treinador. Ele era um molhar."
      "Eu aposto. Quem tirou o sujeito que fez o rosto e corpo trabalham? Kade?"
      "No. No, ela no conseguiria suas mos sujas. Ela teve Bissel fazer istoCarter. Ela era bom em conseguir homens para fazer o que ela procurada."
      "Mas voc era o arquiteto, certo? No Kade, certamente no Blair Bissel. Voc no  estpido suficiente para ir ao redor direito das pessoas de matana e partiu, mas voc soube como puxar as cordas. Ele pensou que ele teve o comp lombriga. Ele pensou que ele podia vender isto. Viva fora da resultado monetrio o resto de sua vida. Mas ele nunca teve isto."
      "No pode ter o que no existo. Eu compus isto." Seu sorriso girado para um gesto. "Eu no posso tomar esta dor, Dallas. Eu no posso suportar isso."
      Seu lamento deixa seus dentes no limite, mas ela deu sua mo que outro amparando aperta. "No ser muito mais longo. No existe nenhuma lombriga?"
      "Sim, existe uma lombriga. S no  to anunciado. Eu inventei isto, exagerou isto, documentou os dados e intel inclinada. O dia do juzo universal tem estado tentando criar um, um fricking dcada. Trabalhos em teoria, mas em praticam isto s auto-canibaliza ou deforma quando bater as protees. Voc insere em porto, lega estragar uma unidade, frite seu asno, mas ele no lega rede, e no infetar por distante. Mas se fez . . ."seu plido, rosto danificado brilhado para um momento com prazer". . . valeria a pena bilhes."
      "Ento ele era todos s um trapaceiroem HSO e as agncias globais, em Dia do juzo universal. Voc criado a intel que sustentou o mito que a lombriga era real, que ele era uma ameaa. Ento voc plantou seu homem com a cabea de projeto da companhia que prende o Cdigo Vermelho. Alimente os dados de HSO, venda mesmo para festas interessadas. Voc est ajuntando isto em ambos terminar, e por toda parte algo que ainda no existe, e pode nunca existir. Mas Securecomp est trabalhando nisto, e eles poderiam s criar a lombriga para voc. Sim, voc  esperto."
      "Eles estiveram conseguindo fechar. Pega do Roarke um pouco de confiana de crebro em Securecomp. Eu consigo o que eles tm junto com que eu tenho, o que eu estou puxando de Dia do juzo universal, talvez eu posso pr isto junto e consigo eu mesmo uma gratificao boa. Voc sabe o que voc faz anualmente como um DC? Voc faz caga. S goste de um policial."
      "E sendo como ns somos to males pago, voc no figurou o Polis cavaria muito no fundo do Bissel/Kade assassina."
      "Serviu isto em cima to limpo e bonito. Mas coisas deram erradas."
      "Voc podia protelar, entretanto, presso ter os locais virarem a investigao. E voc teve sua cabra com Bissel. Ele tenta vender o disco, e  desprezvel."
      "Figurou o comprador o executaria, enterre o corpo, uma vez que eles compreenderam a lombriga no eram o que ele reivindicou. Isso tomaria algum tempo, ponha alguma distncia entre ele e me. Ele meneou fora disto, entretanto. Ele conversa um jogo satisfatrio."
      "Mas ele no pode acessar seu dinheiro sem enviar em cima uma bandeira, para voc. E ainda que ele ficasse desesperados suficiente para tentar, ns comeamos a acharmos e geladas suas contas. Ento ele executa suicdio do McCoy. O que ela teve que ele procurado?"
      "Eu no sei. Eu no sei onde ela ajusta. Ele devia ter ido embora, contadas suas perdas, mas o filho estpido de uns pnicos de cadela, mata ela, mata aquele estpido ordenadamente, rouba o corpo. O que ele est pensar que o Polis vai fazer? Poderia tambm tirar um fricking anncio em um airblimp."
      "Quanto tempo voc dois tem feito a espionagem corporativa no lado?"
      "Que diabo ele importa?"
      Ele estava fazendo beicinho agora, ela pensou. Wimp estava fazendo beicinho porque seus grandes planos explodiram em seu rosto e o mataram.
      "Quanto mais voc d a mim, o mais fundo eu posso o enterrar."
      "Seis, sete anos. Eu tenho um capital aposentadoria bom, conseguiu um lugar em Maui, e outro que eu tenho meu olho em Tuscany. Eu teria sido fixado, vivendo grande, antes de eu tinha quarenta anos. Tido que comear a cobrir meus caminhos."
      "Elimine seus companheiros," Eve concordou. "Melhor, mais esperto, tenha eles eliminarem um ao outro. E movimento para uma organizao de um homem, mais lucrativa. Toda aquela compreenso posta plantado em esculturas do Bissel no mundo inteiroe fora detodo seu s agora. Voc pode juntar sua intel, invista, antecipe. Sim, voc teria sido sorvendo mai tais, e ainda ajuntando isto. Eu preciso dizer, Pardal,  brilhante."
      Seus olhos midos brilhados para um momento em prazer. " o que eu fao. Mastigue dados, invente argumentos, truques de fotocpia azul sujos para comprometer ou dar fim a objetivos. Voc tem que conhecer como e quando usar pessoas."
      "E voc soube como usar Bissel. Eles dois. E Kade. E Ewing."
      "No deveria ser to complicado. Bissel bate Kade, desce. Deveria descer por algumas semanas, ento faam a venda. Mas ele foi logo depois disto. No deu isto tempo para povoar, para mim ver se trabalhasse e acalmou-se."
      "Acalmado-se assim voc podia certificar-se voc no o precisou, ento ele podia ser eliminado."
      "Voc no joga fora ferramentas at que voc esteja certo que eles sobreviveram sua utilidade. Os trminos so parte do jogo. Voc sabe isto. Necessria da morte. Eu nunca matei qualquer um, e eu no teria tido que o fazer. Vaze um pouco de intel, aponte a pessoa certa na direo certa. Ele seria tirar. Eu no sou um assassino, Dallas. Eu s comprometido uma ferramenta. Blair Bissel fez a matana. Todos deles. Eu estava no Flatiron, corrompendo suas unidades de dados, quando ele fez o golpe em seu irmo e Kade."
      "Por que v l?"
      "Eu precisei upload quaisquer dados que ele poderia ter continuado a operao l, e impacto suas unidades assim ele no podia usar eles. Caminhos de coberta justa. Eu no estava lugar do em qualquer lugar prximo de Kade quando afundou, e eu tenho libis para o bater em McCoy e Powell. Blair Bissel fez os trminos. Eu vou morrer, mas eu serei maldito se ele vai me pendurar com assassinato."
      "Eu penso que ns podemos fazer aquela conspirao para assassinar, acessrio assassinar, antes de e depois do fato. Contas mltiplas. Ns podemos provavelmente associar-se todos os tipos de bom pluses como obstruo de justia, mexendo com arquivos do governo, espionagem, e aquela grandes mame, traio. Eu penso que voc pode dizer adeus para Maui, Pardal, e aquelas bonitos colinas em Tuscany."
      "Eu sou fucking morrendo. D-me uma fratura."
      "Certa." Ela puxou sua mo livre de sua e sorriu. "Eu tenho algumas boas notcias e algumas notcias ruins. Boas notcias, de seu ponto de vista,  que voc no est morrendo. Eu exagerei sua condio mdica um pouco."
      "O que?" Ele lutou se sentar em cima e s foi folha-branco com a dor. "Eu vou estar certo?"
      "Voc viver. Voc no poderia caminhar novamente, e voc vai ter alguma dor sria com a terapia e tratamentos fsicos durante os prximos meses. Mas voc viver. Notcias ruins? Os doutores dizem que voc  bonito forte e saudvel caso contrrio, ento voc devia ltimas dcadas em uma gaiola."
      "Voc disse que eu estava morto. Voc disse"
      "Sim." Ela enganchada seus dedos polegares em seus bolsos dianteiros. "Polis so tais mentirosos. Eu no sei por que voc assholes acredita nos em."
      "Cadela. Cadela de Goddamn." Ele lutou levantar ele mesmo, indo branco, ento vermelho que ele puxou contra os estabilizadores. "Eu quero um advogado. Eu quero um doutor."
      "Voc pode ter ambos. Com licena, Pardal, eu preciso ir organizar para uma reunio entre seus superiores e meu. Eu aposto que eles vo ter um tempo velho alto com esta gravao."
      "Voc sai daqui com isto . . ." Ele ofegou contra a dor, e o medo. A Eve l eles ambos em seus olhos. "Voc sai daqui com aquela gravao, e eu terei seus registros por toda parte da mdia dentro da hora. Tudo que aconteceu em Dallas. Tudo naquele arquivo, inclusive a especulao que voc cometeu patricide. Voc est acabado como um policial quando eu for tecedura terminada aqueles registros fora para a mdia."
      A Eve balanou sua cabea, e sorriu. "Que registros?"
      Ela deixa seu sorriso alargar como ela empurrou abre a porta. "Pregou, para a parede," ela disse para Peabody.
      E ela podia ouvir Pardal que grita para um doutor como ela andou a passos largos longe.
      "Eu preciso de voc para tomar a gravao, copia isto, escreva o relatrio. Eu quero que ele carregou rpido. V por Whitney, empurre a graxa."
      "O que so as cargas?"
      " todo no registro. Ele no est indo em qualquer lugar," Eve adicionou como eles comearam abaixo no elevador abarrotado. "E eu no penso que Bissel tentar para ele novamente, mas eu quero um homem na porta."
      "Certo. Voc est indo em algum lugar?"
      "Eu quero tocar alguma desta fora de Mira, veja se quaisquer deste novos dados d sua uma idia como e onde o Bissel poderia mover prximo. Ele est seriamente atarraxado com Pardal vivo e embrulhado, e isso poderia o fazer mais perigoso. Ningum  deixado para ele ir."
      "Existe voc."
      "Sim. Isso seria um bom."
      "Voc certamente tem uma sensao tranada de otimismo."
      "Sim, eu sou Polly-freaking-Anna. Tome o passeio. Eu perseguir Mira e agarrar pblico transpo."
      "Eu chego a dirigir o mag civil veculo. Novamente?" Peabody fez uma torneira e evasiva rpida. "Homem, eu amo ser um detetive."
      "Consiga Pardal assegurado, escreva o relatrio, consiga Whitney forar a priso autorizar, ento volte aqui e serve isto. Ento veja quanto voc ama isto."
      Ela retirou-se seu vnculo de bolso. "Oh, e nos requisite um novo passeio."
      "Voc  o oficial superior," Peabody lembrou a ela. "O pedido devia vir de voc."
      "E meu nome  pontap-seu-asno em Requisies. Eu ponho em, eles descobriro um pouco de pedao de cagaro monto com uma atitude. Eles salvam eles para mim."
      "Isto  um fator. Sabe, ns podamos atravancar o pedido, e continue usando um de do Roarke. Eu quero dizer, ele pegou bastante veculos."
      "Ns somos Polis. Ns usamos um carro de policial."
      "Desmancha-prazeres," Peabody murmurou quando Eve caminhou longe.
      ***
      Ela tomou um txi para residncia da Mira porque seu corpo era uma dor volumosa, e a idia do metr com suas multides e cheiros pareceram como mais castigo que ela mereceu.
      Mira respondeu a porta se, e j mudou fora de seu equipamento de trabalho em calas de ferrugem colorida e uma camisa branca espaosa.
      "Obrigado por fazer o tempo."
      " absolutamente nenhum problema. Olhe para voc," Mira disse com preocupao como ela ergueu uma mo para rosto da Eve. "O incidente est por toda parte das notcias. Com especulao estava um ataque terrorista arruinado em Central."
      "Volta para Bissel, e  muito mais pessoal. Eu explicarei."
      "Voc devia se sentar, e ns iremos . . ." Ela girou, irradiado como seu marido veio em direo a ela com uma bandeja carregada. "Dennis, voc lembrou."
      "Eve gosta de caf." Ele piscou em Eve com seus olhos sonhadores. Ele estava vestindo uma jaqueta folgada com um buraco na manga e vestida cala comprida marrom. Ele cheirou, Pensou Eve, um pouco como cerejas.
      Sua expresso sobered como ele esquadrinhou as contuses. "Existia um acidente?"
      "Era quase deliberado.  bom para ver voc, Sr. Mira."
      "Charlie, voc devia cuidar desta menina."
      "Sim, eu irei. Por que ns no vamos de cima, e eu tomarei um olhar para voc?"
      "Obrigado, mas eu realmente no tenho tempo"

      Dennis j estava recomeando atividades com a bandeja. "Ns podemos discutir o caso enquanto eu trato voc," Mira disse, e tomou uma ala firme de brao da Eve. "Caso contrrio, eu serei distrado."
      "Parece pior que ," Eve comeou.
      "Sim, ento eles sempre dizem."
      Existia muita cor. Era uma da Eve de coisas sempre notado sobre casa da Mira. Toda a cor e bonitas pequenas estantes sentando ao redor. Flores e fotografias.
      Mira a levou em um confortvel sentando quarto feito em quieto azul e nublado greens. Acima de uma lareira pequena era um retrato de famlia do Miras, suas crianas e cnjuges, seus netos. No era um formal posa, mas um tipo casual de agrupamento, como se uma conversao esteve acontecendo.
      "Boa," Eve disse.
      "Sim, no ? Minha filha teve isto feita de uma fotografia e deu isto para mim ltimo Natal. As crianas j cresceram tanto. Bem. Eu s preciso ter algumas coisas. Dennis, entretenha Eve para um momento."
      "Hmm?" Ele anotar a bandeja e procurou distraidamente.
      "Mantenha companhia de Eve."
      "Seu marido no est vindo?" Dennis despejou o caf. "Menino agradvel."
      "No, ele  . . . isto  realmente uma visita profissional. Eu sinto muito interromper sua noite."
      "Bonita menina nunca uma interrupo." Ele bateu levemente seus bolsos, procurou inexpressivamente. "Eu pareo ter extraviado o acar."
      Existia algo sobre eleo esfrego de cabelo, o suter folgado, o bemused expressoque mexeu um pouco brilho de afeto dentro dela. "Eu no uso algum."
      "Boa coisa. No saiba onde o inferno eu deixei isto. Lembrou dos biscoitos, entretanto." Ele escolheu um, deu isto para ela. "Parea com que voc podia usar um, doura."
      "Sim." Ela olhou fixamente para ele e perguntou-se por que isto, o gesto, o quarto, o odor das flores no mantel combinado para fazer sua picadura de olhos. "Obrigado."
      " raramente to ruim quanto ns pensamos que ." Ele bateu levemente seu ombro e teve sua garganta indo quente. "A menos que ele seja pior. Charlie consertar voc. Eu vou tirar meu caf no ptio," ele disse quando Mira voltou. "Deixe voc que meninas palram."
      Pedao de Eve no biscoito, tragado duro. "Eu tenho um esmagamento nele," ela disse quando ela e Mira estavam s.
      "Ento faa I. que Voc precisar tirar suas roupas."
      "Por que?"
      "Eu posso dizer a propsito voc move que voc tem danos, e dor. Vamos lidar com isto."
      "Eu no quero"
      "E voc pode tomar sua mente fora de que eu estou fazendo dizendo a mim sobre Bissel."
      Aceitando que um argumento s prolongaria coisas, Eve desnudada-se fora da camisa, ento a cala comprida. O estremecimento rpido da Mira de condolncia teve Eve que curva em defesa.
      "Principalmente das seguranas. Sabe, o equipamento, pressione bolsas."
      "E teria sido consideravelmente pior sem eles, sim. Voc era tratado na cena?"
      "Sim." A Eve sentiu seus interiores pararem como Mira abriu uma bolsa mdica. "Olhe, eles fizeram todo o material. E eu tomei um bloqueador, ento"
      "Quando?"
      "Quando o que?"
      "Quando voc tomou algo para dor?"
      "Antes de . . . por algum tempo atrs. algumas horas," ela murmurou quando nivelada por paciente da Mira olhar. "Eu no gosto de meds."
      "Certo, vamos ver o que ns podemos passar sem eles. Eu vou pr a cadeira de volta. Relaxe. Fim seus olhos. Confie-me."
      " disso que eles todos dizem."
      "Diga a mim o que voc aprendeu sobre Bissel."
      No era to ruim, Pensou Eve. Qualquer Mira estava fazendo no adicionou a dor, ou camada em quaisquer picaduras ou punes. Melhores, no fez ela sentir luz-encabeada e estpida.
      Ela examinou o progresso do caso, e no pausou quando Mira comeou a trabalhar em seu rosto.
      "Ento ele est s agora," Mira disse. "Bravo, deslocou, e provavelmente sentindo muito, muito arrependido por ele mesmo. Uma mistura perigosa com um homem de seu contedo sentimental. Seu ego tem estado severamente atacado. Ele devia estar batendo levemente ele mesmo atrs agora, lavishly. Ao invs coisas continuam a ir erradopor nenhuma culpa, em sua mente, de sua prpria. Ele tem uma opinio muito saltada dele mesmo, ento outra pessoa deve ser para culpar. Ele sacrificou sua esposa, seu irmo, ambos seus amantes sem um qualm. Ele no tem nenhuma capacidade para emoo real, anexos reais."
      "Sociopathic?"
      "De um tipo, sim. Mas no  simplesmente que ele no tem nenhuma conscincia.  que ele v ele mesmo como acima dos comportamentos, necessidades, anexos, regras de sociedade geral. Um artista em uma mo, um espiar o outro. Ele  espojado na excitao destas partes dele mesmo, enfeitado no prazer de sua prpria inteligncia. Ele  deteriorado, e quer mais. Mais dinheiro, mais mulheres, mais adulao. Ele teria apreciado o risco de matana. As fases de planejamento, a idia de tocar ambos terminar para seu prprio quer dizer."
      "Pardal fez o planejamento."
      "Sim, nosso pensador organizado, mas Bissel no veria isto aquele modo. Ele era a operao de campo, pensando em seus ps e conseguindo o trabalho feito. Adicionando seus floreados. Em sua capacidade para o HSO, ele era, basicamente, um menino de entrega. Este deu a ele a oportunidade para mostrar a eles, mostre a todo mundo, quanto mais ele ."
      "Mas se trabalhasse, ningum saberia."
      "Ele saberia. Ele teria enganado todo mundo, e ele saberia. Eventualmente, ele teria sido compelido para compartilhar este com algum, alardear. Ele teve Kade, seus associados dentro do HSO, ele teve Pardal. Ele podia mostrar o seu rosto verdadeiro para estas pessoas. Com eles idos, ele teria que buscar outras sadas. A presuno no o seguraria longo."
      Suavemente, ela escovou cabelo da Eve atrs e tratou o dilacerao em seu templo. "O engano do pardal estava em no fatorar em quanto Bissel apreciaria a notoriedade, a excitao de matana e sendo uma parte crtica do plano."
      "Agora que isso tudo foi para inferno?"
      "Bissel s ter mais para provar. Ele pode ir moer, mas ele no ficar l. No passado, sua arte alimentou aquela parte de seu ego que precisou de reconhecimento pblico, elogio, admirao. Aquele refletor tem sido tomado, tambm. Ele precisa de um show. Uma plataforma."
      "Se eu fizer isto pblico que ele est ainda vivo, que ele  . . . a estrela, isso daria a ele o show. Ele tem precisa terminar, no ? Tome um arco."
      "Eu acredito em que ele iria. Mas com suas propenses violentas, com sua descida rpida neles, ele ser perigoso. Seu padro mortal escalou. O primeiro, entretanto o mais brutal, era especfico, e pessoal, e parte de uma fotocpia azul j desenhada para ele. McCoy era mais cruel, mais frio, e orquestrou completamente sozinho. Powell tomou isto alm. Isto era um estranho. E o ltimoenquanto seu objetivo era certamente o homem que ele sentiu arruinou tudomachucados vrios espectadores. Eles no quiseram dizer nada para ele. Ningum faz mas ele mesmo."
      Ela fechou sua bolsa. "Eu vou devolver a cadeira em cima agora. Voc pode ser vestido. E tenha outro biscoito."
      A Eve abriu seus olhos, olhada abaixo nela mesma. Os cortes e contuses eram cobertos com algo ouro de plido que no fez, em sua opinio, olhe qualquer melhor que os danos eles mesmos. Mas as dores largamente baixaram.
      "Sinta melhor."
      "Eu imagino. Eu usei topicals. Um bloqueador interno ajudaria, mas ns no empurraremos isto."
      "Aprecie isto." Ela rosa, comeou a vestir. "Eu tenho o technos em meu time que trabalho em achar quaisquer buracos de parafuso, e eu posso continuar a prender seus capitais, fazendo isto duro para ele acessar qualquer coisa. As nicas pessoas eu posso figurar ele poderia ir, fora de despeito, so sua esposa e sua sogra, e eles so ambos dobrados. Eu vou deixar a mdia ter seu nome como suspeito, e suficiente das circunstncias para iluminar um fogo debaixo dele. Eu vou o desmascarar."
      "Ser sua culpa ento. Ele lega pnico primeiro, entretanto ele tentar achar um caminho para castigar voc para upending o resto de seus planos."
      "Ele  estpido." A Eve abotoou sua camisa. "Ele  conseguido esta longe largamente em sorte muda. Sua sorte est para mudar. Eu preciso voltar, trabalhe um lanar pela ligao de mdia. Eu quero este aqui oficial real."
      "Voc podia se sentar outro momento?" Para assegurar ela fez, Mira se se sentou. "Voc dir a mim o que mais est machucando voc?"
      "Eu penso que voc bate todos os lugares quentes."
      "Eu no estou conversando sobre danos fsicos. Eu sei seu rosto to bem agora. Eu sei quando voc esvaziou voc mesmo com o trabalho, e quando existir algo mais, algo outro isto est empurrando voc para a extremidade. Voc vestiu voc mesmo. Voc  machucado e voc  infeliz."
      "Eu no posso conversar sobre isto. No pode," ela disse na frente de Mira poder falar. "Existe um problema, e no h razo para mim dizendo que voc no existe. Eu no sei se pode ser fixo."
      "Tudo pode, de uma forma ou de outra. Eve, qualquer que voc diz a mim aqui fico aqui. Em confiana. Se eu posso ajudar"
      "Voc no pode." O desespero trabalhou seu caminho para a superfcie e fez seu tom afiado. "Voc no pode ajudar, voc no pode consertar isto, e no h razo para voc dizendo que coisas que voc pensa que eu quero ouvir me tirar, ou pr uma maldio tpica nisto. Eu tenho trabalhar."
      "Espere." Mira chegou a seus ps como Eve fez. "O que isso significaque eu diria o que eu penso que voc quer ouvir?"
      "Nada." A Eve arrastou suas mos por seu cabelo. "Nada. Eu estou em um pisser de um humor, isto  todo."
      "Eu no penso que isto  todo. Ns tivemos o que eu sinto  um bem, uma concordncia importante, pessoal. Se existe algo que est interferindo com isto, eu gostaria de conhecer."
      "Olhe, Dr. Mira,  seu trabalho para cavar debaixo de, e usar qualquer ferramentas que leva. Eu aprecio a ajuda que voc deu a mim, a ajuda pessoal como tambm no trabalho. Deixe seja deixado que ir nisto."
      "Eu certamente no quero. Voc pensa que eu tenho sido desonesto com voc?"
      Ela no teve o tempo, e menos de uma inclinao para entrar em assuntos pessoais. Mas notando a expresso de conjunto em rosto da Mira, Eve calculou era melhor para abordar isto como ela teve o tratamento para seus danos: Desnude-se abaixo e recupere-se isto.
      "Eu acho voc . . . Certo, sou um mtodo, certo, para o terapeuta achar ou criar um cho mtuo com um paciente? Uma espcie de conexo."
      "Pode ser, sim. E eu fiz este com voc por . . ."
      "Voc disse a mim, um longo enquanto atrs, voc disse a mim que voc foi estuprado por seu padrasto."
      "Sim. Eu dei a voc aquelas informaes pessoais porque voc no acreditou em que eu podia entender o que voc tem sido por como uma criana. Como voc sentiu lembrar de ser estuprado por seu pai."
      "Me abriu, e isso era seu trabalho. Misso realizada."
      Obviamente confundiu, Mira ergueu suas mos. "Eve?"
      "Mais cedo este vero, voc se sentou no ptio da casa, bebendo vinho, relaxando. S um bom pequeno momento. Era depois que eu disse a voc que Mavis era grvida. E voc disse a mim sobre seus pais. Sua me, seu pai, como eles tiveram isto casamento bom, a longo prazo, como voc teve todas estas bonitas memrias."
      "Ah." Mira alarga um pouco risada, e se sentou novamente. "E este tem aborrecido voc desde ento? Ainda voc no disse nada."
      "Eu compreender bastante no podia como chamar voc um mentiroso . . . e o que seria o ponto? Voc estava s fazendo seu trabalho."
      "No era exatamente o que eu queria, e eu no menti. Um ou outro tempo. Mas eu certamente vejo por que voc acreditaria em que eu fiz e como faria que voc sente. Eu gostaria de voc para escutar mim. Por favor."
      A Eve lutou o desejo para verificar o tempo em diante sua unidade de pulso. "Certo."
      "Quando eu era uma menina, casamento desintegrado dos meus pais. Eu no sei por que, a no ser que existia algum problema elementar, algo que eles no podiam, ou no solucionariam. Eles puxaram longe de um ao outro, rasgou o tecido de sua relao. Eles divorciados."
      "Voc disse"
      "Sim, eu sei. Era um tempo difcil para mim. Eu estava bravo e machucava, confuso. E goste de mais crianas, auto-absorvidas. Ento, claro, eu acreditei em que eu estava em culpa. Acreditando nisto, eu era s mais bravo, com eles dois. Minha me era, , um muito vital, mulher atraente. Ela estava financeiramente muito bem, teve uma carreira importante. E ela era miseravelmente infeliz. Seu modo de contender era para se cercar com as pessoas, manter ocupado. As mes e filhas s vezes caem em um padro de briga, especialmente quando eles forem um grande negcio semelhante. Ns ramos, e ns fizemos.
      "Durante este tempo difcil e hostil, ela encontrou um homem." A voz da Mira mudou, sutilmente, foi s um pouco apertada nas extremidades. "Encantadoras, atraentes, atentas, bonitas. Ele a varreu fora de seus ps. Flores, presentes, tempo. Ela casou-se com ele impulsively, menos que quatro meses depois dela e meu pai divorciados."
      Ela rosa, foi para a cafeteira. "Eu no devia ter uma segunda xcara deste. Eu estarei zumbindo Dennis ao redor de direo para distrao metade da noite. Mas . . ."
      "Voc no tem que dizer a mim este. Eu consigo o retrato. Eu sinto muito."
      "No, eu terminarei isto. Entretanto eu encurtarei uma histria longa para ambas nossas causas." Ela anotar a cafeteira novamente, e gastou um traado de momento justo seus dedos acima do purpreo pansies que decorou isto.
      "A primeira vez que ele me tocou, eu estava chocado. Outraged. Ele me advertiu que ela nunca acreditaria em-me, que ela mandaria embora-me. Eu tenho estado em um pouco de dificuldade. Agindo fora, voc poderia dizer." Ela sorriu, se sentou novamente. "No entrar nisto. Mas minha me e eu estvamos em conflito, muito em conflito. Ele estava convencendo, e me assustou. Eu era jovem, e pareceu impotente. Voc entende."
      "Sim."
      "Ela viajou bastante. Eu pensobem, terminou para mais tarde, que ela percebeu que ela cometeu um engano, casando com ele. Mas ela j teria um casamento falhar, e ela no iria desistir muito depressa. Ela enfocou em sua carreira por um tempo, e ele teve muitas oportunidades para me molestar. Ele usou drogas para me manter . . . quieto. Continuou por um tempo muito grande. Eu disse ningum. Em minha mente, meu pai teve deserted me, minha me amou este homem mais que ela me amou. E nenhum deles se importaram se eu vivesse ou morri. Eu tentei suicdio."
      " duro," Eve administrada, "realmente dura de sentir como voc est s em tudo aquilo."
      "Voc estava s. Mas sim,  igualmente duro de sentir s, e impotente, e culpado. Felizmente, eu estraguei o suicdio. Meus pais, eles dois, estavam em meu quarto do hospital, em fim da sua genialidade. Veio para vomitando fora de mim, todo. A ira, o medo, o dio. Isso tudo terminou, dois e uns semestres de estupro e abuso."
      "Como eles lidariam com isto?" A Eve perguntou quando Mira caiu em silncio.
      "Em um a maioria de modo inesperado. Eles acreditaram me em. Ele foi preso. Imagine minha surpresa," ela murmurou. "Que ele podia ser parado, s falando disto. Aquela declarao ele fora alta podia fazer isto parada."
      " por isso que voc se tornou um doutor. Ento voc podia fazer isto parada para outras pessoas."
      "Sim. Eu no pensei sobre ele ento. Eu estava ainda bravo, ainda machuca, mas sim. Eu tive terapiaindividual, grupo, famlia. E algum dia durante aquele perodo curativo, meus pais achados um ao outro novamente. Eles remendaram o que eram rasgados. Ns no freqentemente conversamos daquele tempo. Eu no freqentemente penso sobre isto. Quando eu pensar sobre meus pais, eu penso deles como eles eram na frente de coisas comearem a desvendar, e como eles tm sido desde que eles consertaram o dano. Eu no penso sobre os anos amargos."
      "Voc perdoou eles."
      "Sim, e eu mesmo. Eles perdoaram um ao outro, e me. Ns ramos mais fortes para isto," Mira adicionou. "E eu penso que eu era desenhado para Dennis por causa de sua sem fundo bem de generosidade, e decncia. Eu aprendi o valor daquelas coisas porque eu vi seu oposto."
      "Como voc acha o modo de volta? Como voc acha o modo quando um casamento desintegra debaixo de voc, e voc vai embora um ao outro? Quando  ruim, to ruim voc no pode conversar sobre isto, ou pense sobre isto?"
      Mira alcanou, deitada ela d da Eve. "Voc no pode dizer a mim o que estou machucando voc, e Roarke?"
      "Eu no posso."
      "Ento eu direi a voc o simples e a maioria de resposta complexa  amor.  onde voc comea, e onde, se voc trabalhar duro suficiente, queira duro suficiente, voc fim."
      
      
      20
      
      Ela no quis ir para casa. Era, Eve soube, evaso em sua pior, mas ela no quis ir para casa para um houseful das pessoas. Ela no quis ir para casa para Roarke.
      A resposta no podia ser amarsimples ou complexaela no viu como isso podia ser isto. Ela no podia achar sua passagem esta coisa que estava estrangulando seu casamento. E se ela amasse o homem mais que ela fez, ela queimaria totalmente disto.
      Ela no viu como a resposta podia ser evaso qualquer um, entretanto ele ajudou no momento. Entrando a cidade em uma noite balsmica, o cho familiar, os sons familiares de trfico irritvel, o cheiro de cachorros de soja excedida, o ocasional whoosh pelas aberturas de uma ampliao de trem de metr.
      Embreagens das pessoas, ignorando um ao outroa ignorandocomo eles foram sobre seus prprios negcios e pensaram seus prprios pensamentos.
      Ento ela caminhou, e ele aconteceu para seu ela nunca fez isto mais. Nunca simplesmente caminhada em torno da cidade quando ela no teve um destino especfico, um propsito especfico. Ela nunca seria o meandering tipo. E ela certa como inferno no estava interessado em folhear de janela at janela para estudar qualquer estava sendo vendido.
      Ela podia ter rousted um par da calada grifters falcoaria knockoff pulso unidades, PPCs, falsifique python bolsastoda a ira esta estaomas ela no sentiu significa bastante suficiente para aborrecer.
      Ela tomou cuidado duas concha de mulheres setenta dlares que cada para bolsas de serpente completam com colmilhos para prendedores e perguntaram-se que diabo estava errado com as pessoas.
      Mais porque estava l que por causa de fome, ela soltou alguns crditos em um carro de deslizamento para um cachorro de soja. O feder da fumaa seguida do carro ela, e a primeiras mordida lembrou a seu que asqueroso, e esquisitamente vcio, a carne de fraude em um po parcimonioso podia ser.
      Ela assistiu uns adolescentes tecer por trfico pedestre em um airboard. A menina montando pino teve seus braos em torno da cintura do menino em que pareceu com um aperto da morte, e ela estava guinchando em sua orelha. Da expresso em seu rosto, ele no pareceu se importar. Provavelmente fez ele sentir como um homem, Eve decidida, ter um pouco de menina que segura sobre ele e fingindo que ela tinha medo.
      No aborrecendo fingir qualquer coisa era por que ela tem sido to piolhenta no acasalar cerimnias, ela suposta. Ento, com Roarke, ela no teve que fingir.
      Um mensageiro droid zumbido por em sua bicicleta de fecho, arriscando circuitos embriagados e loucura veicular como ele threaded pela respirao de espaciais entre dois txis Rpidos, ento zumbiu o pra-choque em outro. O motorista de txi respondido com uma exploso maligna de chifre, que partir vrios outros chifres como cachorros uivando junto na lua.
      "Eu estou dirigindo aqui!" O motorista gritado com sua cabea e corpo superiores estalando fora sua janela lateral. "Eu estou dirigindo aqui, voc asshole!"
      Mas o bon e botas vermelhos do mensageiro droid eram s um obscurecer como ele corta pela luz no amarelo, e manteve jetting.
      Ela ouviu agarramentos de conversaes como ela caminhou parapedaos pequenos de sexuais, compras, ou travessuras de negciostodos entregua com a mesma paixo.
      Um mendigo licenciado agachado em um trapo de cobertor e tocou uma melodia triste em uma flauta mofosa. Uma mulher com um python bolsa e botas de comparao deslizaram fora de uma loja arrastada por um uniformed droid carting vrias bolsas brilhantes. Ela deslizou em uma limusine preta brilhante.
      A Eve duvidou que ela ouviu a flautaque ela apostou o mendigo no era nem em seu avio de existncia. As pessoas no pagaram suficiente ateno, ela decidiu, e lanou uns crditos na caixa do mendigo  medida que ela passou por.
      A cidade era flutuante com cor e som e energia, com insignificante meanness e generosidades descuidadas. Ela no pagou suficiente ateno. Ela amou isto, mas ela raramente olhou para isto.
      E se isso era um pouco de tipo de metfora subconsciente para seu casamento, estava na hora de fosso o resto do cachorro de soja e volta trabalhar.
      Ela viu a pancada e agarramento. O homem no terno, levando uma pasta que cruzou em direo ao meio-fio para aclamar um txi. O menino de cerca de doze que bateu contra ele, a troca rpida de palavras.
      Assista isto, criana.
      Desculpe, senhor.
      E as mos rpidas, muito rpidas, muito luz, aquele beliscado no bolso do terno e palmou a carteira.
      Ainda mastigando seu cachorro de soja, ela andou a passos largos em direo a eles da mesma maneira que o menino tornado para derreter na multido. Ela o pegou pelo colarinho.
      "Espere," ela disse para o terno.
      Ele mandou a ela um olhar de irritao como o menino lutado contra sua ala. "Eu estou com pressa."
      "Voc vai ter um tempo duro pagando por aquele passeio sem sua carteira," Eve disse a ele.
      Instintivamente ele bateu levemente seu bolso, ento girou. "Que diabo  isto? D-me de volta minha carteira, voc pequeno bastardo. Eu estou chamando o Polis."
      "Eu sou um policial, regulador de presso to justo atrs. Tire as mos," ela estalou quando ele comeou a agarrar o menino. "D isto, s."
      "No saiba o que voc est conversando sobre. Lemme vai. Meu MA est esperando."
      "Quem est esperando faltaram o passar, ento d a mim esta carteira do homem e deixe isto um dia. Voc  bom," ela disse estudando seu rosto suave, ligeiramente sardento. "No s parea inocente, mas voc tem boas mos. Lisas e lisas. Se eu no tivesse estado aqui mesmo, voc cairia fora limpo."
      "Oficial, eu quero este delinqente preso."
      "D isto um resto." Eve alcanada no goodie bolsa dentro da jaqueta do menino, retirou-se uma carteira. Sacudiu isto abrir e ler o ID. "Marcus." Ela o lanou a carteira. "Voc tem sua propriedade atrs. Nenhum dano, nenhuma infrao."
      "Ele pertence em priso."
      Ela teve um forte esperar o menino agora, e sentiu ele tremer. Ela pensou sobre Roarke correndo as ruas de Dublin, escolhendo bolsos e indo para casa com seu levam para um pai que provvel o bateria no importa o que o trabalho de dia trouxe para dentro.
      "Multa. Deixe seja todos vo o centro da cidade e gastam o prximo par de horas preenchendo formas.
      "Eu no tenho tempo"
      "Ento seria melhor voc pegar aquele txi."
      " dificilmente uma maravilha a cidade  infestada com crime quando a polcia tratar cidados obedientes  lei com tal desdm."
      "Sim, isso deve ser a razo," ela respondeu como ele subiu no txi, slammed a porta. "E voc  bem-vindo, raio de sol."
      Ela arrastou a criana ao redor, estudado seu rosto jovem, bravo. "Nome, e no aborrea mentir, s d a mim o primeiro nome."
      "Billy."
      Ela viu era uma mentira, mas deixa passar. "Certo, Billy, como eu disse, voc  bom. Mas no to bom. Da prxima vez voc vai ser pego por algum sem minha natureza compassiva sentimental e personalidade premiada."
      "Cague." Mas ele sorriu abertamente um pouco.
      "Sempre estado em juvie?"
      "Talvez."
      "Se voc tiver, voc sabe que chupa. Piolhenta da comida e eles conferncia voc todo condena dia, que  pior. Voc conseguiu um problema em casa, ou onde quer que, necessidade alguma ajuda, voc chama este nmero."
      Ela prolongou um carto de seu bolso.
      "Dufus? Que diabo  isto?"
      "Duchas.  um abrigo. Inferno de muito melhor que juvie," ela disse quando ele zombou. "Voc pode dizer a eles que Dallas mandou a voc."
      "Sim, certo."
      "Ponha isto em seu bolso. No jogue fora isto at que voc esteja longe da vista pelo menos. Nenhum ponto em insultante eu depois que eu mantive seu asno fora de lockup."
      "Voc no me pegou, eu teria a carteira."
      Smartass, ela pensou. Deus, ela teve uma debilidade para um smartass. "Bem, voc me levou l. Suma."
      Ele arremessou, ento girado ao redor, sorriu abertamente nela novamente. "Eh! Voc no  um total asshole, para um policial."
      E isto, ela figurou, era uma melhor obrigado que o terno administrou. Sentindo marginalmente melhor, ela aclamou um txi de sua prprio.
      Ela deu ao motorista que casa endereo do Reva Ewing. Ele girou ao redor, deu seu um olhar fixo aflito.
      "Voc quer que eu devia dirigir voc para fricking Queens?"
      "Sim. Eu quero que voc devia me dirigir para fricking Queens."
      "Senhora, eu preciso fazer um vivo aqui. Por que no voc toma um nibus ou o metr ou um airtram?"
      "Porque eu estou tomando um txi." Ela arrancou fora seu distintivo, apertou isto para a proteo de segurana que enjaulado no motorista. "E eu preciso fazer um vivo aqui, tambm."
      "Oh jeez, senhora, agora voc  ir querer que o policial taxar. Agora eu vou estar dirigindo voc para fricking Queens em dez por cento fora de. Voc sabe quanto tempo que vai me prender?"
      "Eu darei a voc a tarifa normal, mas consiga esta balde de cague mudana." Ela empurrou seu distintivo longe. "E no me chame senhora."
      Ela arruinou o motorista a noite quando ela disse que ele esperasse, ento registrado seu nome e nmero de licena para assegurar ele fez. Ele inclinou atrs da roda como ela saiu para unseal e destrancou o Gates.
      "Quanto tempo eu deveria esperar?"
      "Vamos ver. Oh sim. At que eu volte."
      EDD removeu a estaturia, e ele era uma melhoria. Ainda, ela imaginou Reva venderia o lugar. Ela no quereria viver onde ela viveu com o homem que usou e a traiu.
      Ela no lacrada e destrancada a porta da frente e andada do lado de dentro.
      Teve o sentir de uma casa vazia, uma abandonada. Uma casa que estava acabada, ela suposta, estando uma casa.
      Ela no soube o que ela estava procurando por, mas ela vagou a casa muito como ela vagou as ruas. S para ver o que estalou fora nela.
      Os varredores e EDD ambos pentearam o lugar. O lnguido, cheiro metlico de substncias qumicas demoradas.
      Para satisfazer se que ela folheou por armrio do Bissel. Guarda-roupa grande, roupas caras. Ela soube como reconhecer material caro e corta agora.
      Ele favoreceu ele mesmo no espao de dois nveis com suas prateleiras rotativas, gavetas automticas, menu computadorizado de contedo, e seu local.
      Jesus, at Roarke no computadorizou seu guarda-roupa. Claro, seu crebro era um computador de maldio assim ele provavelmente soube s onde a camisa preta especfica ele quis seria, quando ele duraria vestido isto, para que ocasio, e com que calas e jaqueta. Sapatos. Roupa ntima de Fricking.
      Ela estourou uma respirao e scowled na pequena tela de parede.
      Bissel no fritou sua unidade de armrio. Porque l nada em no valor de existia aborrecendo, ou porque existia algo em l ele quis recuperar?
      Curiosa, ela se empenhou isto. "Liste ltima seleo de guarda-roupa, e data."
      
      Trabalhando . . . ltima seleo em 16 de setembro, s vinte e um dezesseis, por Bissel, Blair. O contedo removeu como segue . . .
      
      Ela escutou a lista, mentalmente comparao ele com o contedo tirado de bolsas do armrio do Bissel e Kade depois dos assassinatos. Eles pareceram concordar.
      "Certo, vamos tentar isto. ltimo uso desta unidade por Bissel, Blair, para qualquer propsito."
      
      ltimo uso 23 de setembro, em oh seiscentas doze horas.
      
      "Esta manh, o filho de uma cadela estava aqui esta manh? Qual era o propsito de uso?"
      
      Tencione bloqueado. Isolamento comprometido.
      
      "Sim, atarraxe isto." Ela keyed em sua polcia codifica, seu nmero de distintivo, e gastou vrios minutos aborrecedores tentando anular o sistema. A quarta vez o ISOLAMENTO de briga de computador COMPROMETIDO nela, ela chutou a parede.
      O som era oco no espao prdigo. "Bem, o que  isto?" Ela abaixou e comeou a baque e avanou a parede.
      Ela considerou, brevemente, caando em cima uma realmente grande faca e s cortando no wallboard. Mas cabeas de refrigerador prevalecido. Ao invs ela retirou-se seu Comunicador e contactou Feeney.
      "Eu estou em Queens, em armrio do Bissel."
      "Que diabo que faz voc em um armrio em Queens?"
      "S escute, ele estava aqui. Esta manh. Existe um comp menu coisa no armrio. Ele usou isto esta manh, mas a pequena bastarda no dir a mim por que. Quarteiro de isolamento. E existe algo atrs da parede aqui, um hidey-buraco ou algo. Como eu consigo o computador para me admitir?"
      "Voc bate nisto j?"
      "No." Ela animou-se um pouco. "No ?"
      "No far qualquer bom. Voc pode a abrir em cima?"
      "Eu no tenho quaisquer ferramentas."
      "Voc pode dar a mim um olhar para isto, e eu posso tentar caminhar para voc, ou um de ns podemos vir ali e trabalhar nisto. Provavelmente  mais rpido para desdobrar um do time."
      "Isto  um insulto, e no pense que eu no sei isto.  um menu de armrio de maldio, Feeney, consiga-me."
      Ele inchado suas bochechas, feitos pequenos barulhos enquanto ela esquadrinhou a unidade assim ele podia ver isto em sua tela. "Certa, chave neste cdigo."
      Ele l isto como ela introduz os nmeros manualmente. "O que  isto? Um isolamento anula?"
      "S mantenha ida. Estale seus dedos e diga, 'Sesame Aberto.'"
      Ela comeou a obedecer, ento deixe seus dentes. "Feeney."
      "Certa, certa, s um pouco piada. O cdigo  dos dados que ns retiramos-nos aqui. Vamos ver se ele usasse isto naquela unidade, tambm."
      "Computador, qual era removido por Blair Bissel afinal uso?"
      
      O contedo de trabalho listou como pacote de emergncia.
      
      "Pacote de emergncia. O que em era o pacote de emergncia?"
      
      Aqueles dados no est disponvel.
      
      "Computador, abra o compartimento de que disse que pacote de emergncia era removida."
      
      Reconheceu.
      
      O painel deslizou aberto, revelando um pequeno seguro. "Bingo. Computador, eu disse abrir o compartimento."
      
      Reconheceu. O compartimento est aberto.
      
      "Voc tem que ser especfico, Dallas," Feeney disse a ela. "Voc quer o seguro aberto, voc diz isto que voc quer o seguro aberto. No pode ler sua mente."
      "Abra a maldio segura."
      
      Reconheceu. Comeando interface.
      
      Existia um baixo zumbir e algumas luzes vermelhas malditas em ambos os seguros e a unidade de parede  medida que eles comunicaram. Quando ele parou, Eve torceu abre a porta segura.
      "Vazia," ela disse. "Qualquer era, ele conseguiu isso tudo."
      ***
      Ela perguntou a se que Blair Bissel teria secretado longe para uma emergncia. Capitais, forjados ID, cdigos ou passkeys em buracos de parafuso. Mas seguramente ele teria tomado tudo aquele com ele antes dele matar Kade e seu irmo.
      O que mais, ela pensou, um homem iria quem se preparar para correr exige suficiente para arriscar quebrar em sua prpria casa ?
      As armas pareceram o mais lgicas.
      Ele no armazenou um jateador de foguete naquele pequeno seguro, mas ele poderia ter armazenado armas pequenas e passkeys.
      Estpido ter deixado eles atrs de no primeiro lugar, ela pensou como o txi dirigiu pelo Gates de casa. Mais cedo ou mais tarde a segura teria sido descoberto, e qualquer que ele deixou atrs de achado.
      Ento novamente, isso tudo teria sido uma espcie de mistrio, no iria isto? Seu corpo teria sido longo desde cremado, assegurando que ele ficaria morto. Mas as pessoas perguntariam-se sobre o seguro, seu contedo.
      Ele poderia ter deixado atrs de algo que teria insinuado no HSO, em sua associao. O faria importante, conversado sobre.
      Outro tipo de imortalidade para o homem morto que no morreu.
      Sim. Sim. Isso seria direito em cima sua ruela.
      "Voc quer que eu devia esperar? Novamente?"
      A Eve apareceu inesperadamente de seus pensamentos, olhada fixamente para a grande casa com luzes que cintilam em algumas das janelas. "No, ltima parada. Voc  pulado."
      Ela retirou-se um carto de dbito, bateu isto acima do scanner.
      "Voc dizendo a mim que voc vive aqui?"
      Ela verificou o metro carregar e decidiu o cortar uma fratura e dar a ele uma ponta decente. "Ento?"
      "Ento ento voc no no  nenhum policial."
      "Surpresas mim o tempo todo, tambm."
      Ela foi diretamente em e diretamente at seu escritrio. Ela procurada, muito, ir diretamente para a cama. Ainda tocando o jogo de evaso, ela ultrapassou o lab.
      Ela achou seu time tinha estado ocupado em sua ausncia. O relatrio cheio em Pardal de Quinn era arquivado, e copiado. Ele foi carregado. Preso memorando pessoal do Peabody disse Eve que existia j poltico disputando acontecendo entre o HSO e o NYPSD em que o possuram.
      Ela no podia trabalhar o cuspe para se importar que ganhou aquela batalha. O pardal era feito, e isso era isto.
      Reva a deixou uma lista de hbitos do Bissel, rotinas, favorito assombra e getaways. A maior parte daqueles assombra e getaways debruado em direo ao da moda ou extico.
      Ela iria, de manh, contacte citaes locais em todo o em viagem e locais estrangeiros Reva listou e pediu sua ajuda.
      Mas ele no estava em viagem, ele no estava em algum local estrangeiro.
      Ele era, no momento, em Nova York. Talvez no para muito mais longa, mas no momento.
      Ela l relatrio do McNab. Ele no achou nada debaixo de Chloe McCoy e estava agora procurando variaes e cdigos baseados naquele nome.
      O que ela morreu? O que usa que ela tinha sido para ele que fez sua uma vtima quando aquele uso estava terminado?
      Um medalho, uma escultura, e corrompeu dados em uma unidade de escrivaninha barata.
      Ela fez uma nota para pedir a Feeney para ter o enfoque de time na unidade do McCoy.
      Ela trabalhou tarde, e ela trabalhou s, acalmando se com o quieto, a rotina, com o quebra-cabea at que seu crebro comeou a penugem.
      Depois de fechar pela noite, ela usou o elevador. O quarto estava vazio. Pareceu Roarke soube como tocar o jogo de evaso, tambm.
      O gato acolchoado em enquanto ela despiu. Agradecida para sua companhia, ela o levantou, aninhando como ele ronronou. Ele enrolou-se ao lado dela na escurido, piscando seu bicolored olhos nela.
      Ela no esperou dormir. Preparou que se gastasse a maior parte da noite que olha fixamente para a escurido.
      E estava fora em minutos.
      ***
      Ele conheceu que o momento que ela passou pelo Gates no txi. Ele soube que ela trabalhou depois da maior parte do time foi para a cama. O fato que ela no o buscou fora estava uma dor pequena. Pareceu que ele teve tantas dores pequenas que estes ltimos dias que ele esqueceu o que era como sem eles.
      Ele permaneceu acima de seu agora como ela espreguiou facedown na cama em esgotamento. Ela no despertou. O gato fez, suficiente para olhar fixamente muito aqueles olhos estranhos cintilados nele na escurido. Roarke no podia ter dito por que ele estava certo o olhar fixo era acusatrio.
      "Eu pensaria que voc entenderia bem suficiente o primitivo, o instintivo, e  um pouco mais em meu lado neste."
      Mas Galahad s continuou a olhar fixamente at Roarke amaldioou suavemente e virado.
      Ele era muito inquieto para dormir, muito instabilizada para estar ao lado dela sabendo que existia um grande negcio mais que uma gordura amontoa de felino entre eles.
      O conhecimento to enfurecido, ento apavorou, que ele andou a passos largos longe dela, deixada sua dormente. Ele moveu pela casa onde outros dormiram, e acessaram entrada para o quarto firmemente assegurado onde ele manteve seu no registrado.
      Ele deu Eve e Reva todo o seu tempo. Seu trabalho estava sofrendo por causa dele e ele comearia a remendar isto de manh. Mas hoje  noite era por ele mesmo. Hoje  noite, ele era ele mesmo, e ele juntaria os dados que ele quis nas pessoas, todos eles, que tiveram uma parte em Dallas.
      Em Eve.
      "Roarke," ele disse, seu tom estava frio como gelo. "Operaes abertas."
      ***
      Ela mexeu na escurido, no morto quieto logo antes de amanhecer. A choradeira soada em sua garganta como ela tentou girar se fora do sonho. E suor pooled na bsica de sua espinha como ela caiu nisto.
      O quarto, sempre o mesmo. Gelado, sujo, e lavada com a luz vermelha irregular do sexo bate do outro lado da rua. Ela era pequena, e muito magra. E muito faminta. Faminta suficiente para arriscar castigo para uma mordida de queijo. Um pouco rato, movendo furtivamente em direo  armadilha quando o gato brutal estava fora.
      Seu estmago clenched e medo de parte nodosa, separem antecipao, como ela corta o molde fora do queijo com a faca. Talvez ele no notaria este tempo. Talvez. Ela estava to fria. Ela estava to faminta. Talvez ele no notaria.
      Ela segurou sobre que at quando ele entrou. Richie Troy. Em algum lugar em seu crebro inconsciente seu nome ecoou, repetidas vezes. Ela o soube agora, ela soube seu nome. Nada, nenhum monstro era sempre como apavorando se voc pudesse o nomear.
      Ela teve um momento de esperana. Ele seria bebido, bebido suficiente para a deixar s. Bebido suficiente no se importar que ela desobedeceu e comida conseguida.
      Mas ele veio em direo a ela, e ela viu em seus olhos no existiu suficiente bebida que noite. No suficiente para a salvar.
      O que voc est fazendo, pequena menina?
      E sua voz girou seus intestinos para gelar.
      O primeiro sopro atordoado ela, mas ela caiu limply. Um cachorro que foi chutado freqentemente suficiente soube ficar abaixo e submeter.
      Mas ele teve que a castigar. Ele teve que a ensinar uma lio. Apesar de seu medo, apesar dela conhecendo, ela no podia se parar de pleitear.
      Por favor por favor no faa por favor no faa.
      Claro que ele iria. Ele fez. Lanando-se sobre ela, atingindo ela. Machucando ela, machucando ela enquanto ela implorou, enquanto ela lamentou, enquanto ela lutou.
      Seu brao cortou relaes com um soar to magro quanto seu grito chocado.
      A faca ela soltou estava em sua mo novamente. Ela teve que fazer ele parar. Faa ele parar. A dor, a dor horrvel em seu brao, entre suas pernas. Ele teve que parar.
      O sangue esguichou morno acima de sua mo. Morna e molhada, e ela perfumou gostar de um animal no selvagem. Quando seu corpo empurrado em sua, ela mergulhou a faca nele novamente, novamente. Novamente como ele tentou rastejar longe. Novamente e novamente que o sangue espirrou seus braos, seu rosto, suas roupas, e os sons ela fez no era nada humano.
      Quando ela rastejou longe, shivering, arquejando, se amontoar no canto, ele era espreguiado no cho, afogado em seu prprio sangue.
      Como sempre.
      Mas este tempo ela no estava s com o homem que ela matou. Ela no estava s com o morto no quarto horroroso. Existiam outros, incontveis outros, homens e mulheres em ternos escuros, sentando na fila depois de fila de cadeiras. Como as pessoas em um jogo. Observadores com rostos vazios.
      Eles assistiram como ela lamentou. Assistido como ela bled e seu brao quebrados penduraram limply em seu lado.
      Eles assistiram, e no disseram nada. No fez nada. At quando Richie Troy subiu, como ele s vezes fez. Quando ele rosa, despejando sangue de todos os ferimentos ela ps nele e comeou a embaralhar em direo a ela, eles no fizeram nada.
      Ela despertou tomado banho em suor com o grito que rasga em sua garganta. Instintivamente ela rolou e alcanou para Roarke, mas ele no estava l. Ele no estava l a juntar em, acalmar longe aquelas extremidades dentadas horrveis.
      Ento ela enrolou em uma bola, batalhando as lgrimas enquanto o gato bateu sua cabea contra sua.
      "Eu sou certo, eu sou certo, eu sou certo." Ela apertou seu rosto mido contra sua pele, balanou se. "Deus. Oh Deus. Luzes em, vinte e cinco por cento."
      A luz baixa ajudada, ento ela prov isto at que seu trax parado de queimar. Ento, ainda shivering, ela rosa para se arrastar para o chuveiro, e o calor da gua.
      A rosa se arrastar no dia.
      
      
      21
      
      Era muito cedo para o time estar em cima, e ela estava contente disto. Ela no estava bastante no humor para trabalho de equipe. Ela se fecharia em cima em seu escritrio e reviso tudo novamente. Ela caminharia por isso tudo com Bissel mais um tempo.
      Ela resistiu verificao o sistema de monitorao da casa para ver onde o Roarke estava. Era mais importante onde ele no estava, e isso estava na cama com ela. Se ele dormissee existiam tempos que ela pensou que ele precisou menos sono que um vampiro de maldioele dormiu em outro lugar.
      Ela no educaria isto, no mencionaria isto, no daria a ele a satisfao disto. Eles terminariam a investigao, eles fechariam este caso, e quando Bissel era embrulhado, eles iria . . .
      Ela desejou para Deus que ela soubesse.
      Ela caf programado na cozinha fora de seu escritrio. O caf justo como at o pensamento de comida fez seu estmago lanar. Mas ela tomou piedade na mendicncia pattica do gato, e o despejou um duplo atirado de kibble.
      Ela girou, e ele estava a, debruando contra o doorjamb assistindo ela. Seu rosto bonito era unshavenum raritye to inexpressivo e distante quanto aqueles em seu sonho tinha sido.
      A comparao girou seu frio de sangue.
      "Voc precisa mais dorme," ele disse extensivamente. "Voc no parece bem."
      "Eu consegui tudo que eu estou conseguindo."
      "Voc trabalhou tarde, e ningum vai estar em cima e ao redor para pelo menos outra hora. Tome um soother, por piedade, Eve, e deitar-se."
      "Por que voc no toma seu prprio conselho? Voc no parece to quente voc mesmo, s."
      Ele abriu sua boca. Ela podia quase ver o veneno. Mas qualquer coisa venenosa ele est para dizer, ele tragou. Ela teve que dar a ele pontos para isto.
      "Ns fizemos um pouco de progresso no lab. Eu assumo que voc querer informar o time, e  informado." Ele moveu em para caf de programa por ele mesmo.
      "Sim."
      "Contuses parecem melhores," ele disse como ele ergueu sua xcara. "No rosto, de qualquer maneira. Como  o resto?"
      "Melhor."
      "Voc  muito plido. Se voc no deitar-se, pelo menos se sente e coma algo."
      "Eu no estou com fome." Ela pegou o tom petulante, odiou isto e se. "Eu no sou," ela disse em uma voz mais tranqila. "O caf  suficiente."
      Ela braceou o assaltar em ambas as mos quando o primeiro tremido, s um pouco. Ele avanou, tomou seu queixo em sua mo. "Voc teve um pesadelo."
      Ela comeou a empurrar sua cabea longe, mas seus dedos apertados. "Eu sou acordado agora." Ela pe uma mo para seu pulso, cutucou isto longe. "Eu sou bom."
      Ele no disse nada como ela caminhou de volta em seu escritrio, mas permanecido olhando fixamente abaixo no charco preto de caf em sua xcara. Ela o afastou, e isso era mais que uma dor pequena. Era uma lgrima maligna pelo corao.
      Ele viu que ela era esvaziada e machucava, e soube quanta mais suscetvel ela estava naqueles estados para os pesadelos. Mas ele a deixou s, e isso era outra lgrima.
      Ele no pensou sua. Ele no pensou, ento ela despertaria no escuro s.
      Ele caminhou para a pia, upended o contedo nisto, anote a xcara muito cuidadosamente.
      Ela j estava em sua escrivaninha quando ele entrou. "Eu quero revisar, evasiva algum deste ao redor.  mais fcil para mim fazer isto s, no quieto. Eu tomei um bloqueador ontem, e eu deixo Mira me trata quando eu fui por seu lugar. Eu no estou abusando ou negligenciando eu mesmo. Mas eu tenho trabalho. Eu preciso fazer meu trabalho."
      "Voc faz, sim. Voc faz." Existia um espao, s debaixo de seu corao esfarrapado, isso sondou hollowed. "Eu estou em cima cedo para pegar em cima em um pouco de meu prprio."
      Ela olhou de relance nele, ento longe com um aceno com a cabea pequeno.
      Ento ela no perguntaria, ele percebeu, onde ele dormiu ou o que ele tem feito. Ela no diria o que era muito claramente em seus olhos. Que ele estava a machucando.
      "Voc deu a muito tempo para este," ela disse. "Eu sei ambas as Reva e Caro apreciarem tudo que voc est fazendo. Ento faa I."
      "Eles so importantes mim. Ento so voc." E pensado: Ns no somos corteses? Ns no somos justo fucking diplomatas? "Eu sei que voc precise trabalhar, como faz eu, mas eu preciso de voc para entrar meu escritrio para um momento."
      "Se ele pudesse esperar at"
      "Eu acho que isto melhor que no faz, para todo envolvido. Por favor."
      Ela rosa e mudada-se da escrivaninha sem seu caf. Um sinal certo, ele pensou, que ela era agitada. Ele foi  frente pelo conectar porta, ento fechou isto, e pediu um lockdown.
      "O que  isto?"
      "Dadas as circunstncias, eu prefiro isolamento absoluto. Eu fiz breve visita a voc ontem  noite. Deve ter sido perto de dois. Seu cavaleiro felino estava guardando voc."
      "Voc no veio para a cama."
      "Eu no fiz. Eu no podia . . . povoar. E eu estava bravo." Ele procurou seu rosto. "Ns dois estamos to bravos, no , Eve?"
      "Eu acho que ns sejamos." Entretanto raiva pareceu o termo errado de alguma maneira, e ela pensou que ele soube isto como tambm ela fez. "Eu no sei o que fazer sobre isto."
      "Voc no deixou-me saber quando voc chegou em casa."
      "Eu no quis conversar com voc."
      "Bem." Ele desenhou uma respirao como um homem fez depois de um rpido, surpreendendo sopro. "Bem. Como ele acontece, eu no quis conversar com voc qualquer um. Ento depois que eu vi que voc estava dormindo, eu tomei eu mesmo fora para o no registrado para fazer os negcios que eu precisei fazer."
      Qualquer colore ainda tinha estado em suas bochechas drenadas agora. "Entendo."
      "Aye." Seus olhos nunca deixaram sua. "Voc v. Voc pode desejar que voc no fizesse, mas voc faz." Ele destrancou um compartimento com um jogo rpido de dedos acima de um painel, e tirou dele um disco nico.
      "Eu tenho aqui, os nomes, o paradeiro, o financials, o medicals, as avaliaes profissionais, e todo outro assunto de dados na operao de campo, seu supervisor, o diretor do HSO, e qualquer que era preso a fora de tarefa envolvendo Richard Troy em Dallas. No existe nada sobre eles isto  relevantee bastante que provvel no isto no est neste disco."
      O peso solto em seu trax, apertando contra seu corao assim ela podia ouvir a batida apavorou de que rugindo em suas orelhas. "Nenhum de que muda o que aconteceu. Nada que voc pode mudar o que aconteceu."
      "Claro que ele no faz." Ele girou o disco em suas mos, e sua superfcie pegou luz e disparou isto novamente. Como uma arma. "Eles todos tiveram carreiras muito decentes, um pouco mais que decentes. Eles continuam a trabalhar, ou consultem, jogue golfe ou, em um caso, esprema, de todas as coisas. Eles comem e eles dormem. Um pouco de fraude em um cnjuge, alguns vo para igreja todo domingo sangrento."
      Seu olhe preparada rapidamente para sua, um parafuso de azul. Outra arma. "E voc pensa, Eve, voc supe algum inflamado deles d aquela criana que eles sacrificaram todos aqueles anos atrs um pensamento nico? Eles perguntam-se, sempre, se ela sofrer? Se ela despertar choro na escurido?"
      Sua cabea sentiu luz agora, e seus joelhos fracos. "O que eu me importo se eles pensarem de mim? No muda nada."
      "Eu podia lembrar a eles." E sua voz era totalmente apartamento, mais assustando que o silvar de uma serpente. "Isso mudaria algo, no iria isto? Eu podia lembrar a eles, pessoalmente, o que eles fizeram sentando de volta e deixando uma criana para se defender contra um monstro. Eu podia lembrar a eles como eles escutaram e registraram e se sentaram em seus asnos do governo gordo enquanto ele bate e a estuprou, e ela chorou para ajuda. Eles merecem pagar por isto, e voc sabe isto. Voc sangra bem faz."
      "Sim, eles merecem pagar!" As palavras desatam a, quentes como as lgrimas que queimados atrs de seus olhos. "Eles merecem isto.  disso que voc precisa ouvir? Eles deviam fritar em inferno para que eles fizeram. Mas depende de voc, e no  at mim mandar a eles l. Se voc fizer esta coisa,  o assassinato.  o assassinato, Roarke, e seu sangue em suas mos no muda nada que aconteceu para mim."
      Ele pausou um momento longo, longo. "Eu posso viver com isto." Ele viu seus olhos irem escuro, e morto. "Mas voc no pode. Ento . . ."
      Ele estalou o disco em dois, ento empurrou os pedaos no reciclar fenda.
      Ela s olhou fixamente, e no silncio existia s o som de suas prprias respiraes trmulas. "Voc . . . voc est deixando ir."
      Ele olhou abaixo na fenda e soube que sua ira nunca seria muito facilmente destruda. Ele viveria com isto, e a impotncia que caminhada com isto, o todo de sua vida. "Se eu fiz qualquer outra coisa que seria por eu mesmo, no para voc. Dificilmente um ponto nisto. Ento sim, eu estou deixando ir."
      Seu estmago tremulado, mas ela conseguiu movimentar a cabea. "Bom. Isto  bom. Melhor."
      "Ento parece. Fim lockdown." Seu esfrie ordem teve as protees subindo, e a luz que despeja nas janelas. "Eu darei a voc algum tempo mais tarde esta manh, mas eu preciso ver para alguns assuntos. Se voc liquidar a porta a caminho."
      "Certo. Certa." Ela comeou, ento apertou uma mo na cinta de porta se. "Voc pensa que eu no sei, que eu no entendo o que aquele custo voc. Mas voc est errado." Ela no podia manter sua voz fixa, desistiu de tentar. "Voc est errado, Roarke. Eu sei. Existe ningum mais no mundo que quereria, que precisaria de matana para mim. Ningum mais no mundo que andaria de volta dele porque eu perguntei isto. Porque eu precisei disto."
      Ela girou, e a primeiros lgrima derramada acima de. "Ningum mas voc."
      "No faa. Voc me far em se voc chorar."
      "Eu nunca em minha vida esperei que algum me adoraria, tudo de mim. Como eu mereceria isto? O que eu faria com isto? Mas voc faz. Tudo que ns conseguimos ter junto, estar para um ao outro, isto  mais. Eu nunca poderei achar as palavras para dizer a voc o que voc acabou de dar a mim."
      "Voc me desfaz, Eve. Que outro faria-me sentir como um heri para no fazendo nada."
      "Voc fez tudo. Tudo. So tudo." Mira era certa, novamente. Amor, aquele estranhos e apavorando entidade, era a resposta afinal. "Qualquer existe, qualquer aconteceu para mim, ou como volto em mim, voc tem que conhecer, voc precisa saber aquele o que voc aqui deu a mim mais paz que eu j pensei que eu acharia. Voc tem que saber que eu posso enfrentar qualquer coisa sabendo que voc me ame."
      "Eve." Ele andou longe da fenda, longe de qual era ido. E em direo a ela, em direo a que importou. "Eu no posso fazer qualquer coisa mas ama voc."
      Sua vista borrada  medida que ela correu, embrulhou se ao redor ele. "Eu faltei voc. Eu faltei voc tanto."
      Ele apertou seu rosto para seu ombro, respirada ela. Sentiu o mundo afianar novamente. "Eu sinto muito."
      "No, no, no." Ela agarrou, ento aliviado atrs s para tomar seu rosto em suas mos. "Eu vejo voc. Eu sei voc. Eu amo voc."
      Ela assistiu a tempestade de emoo em seus olhos antes dela apertar seus lbios para seu.
      "Era como o mundo era fora de um passo," ele murmurou. "Nada bastante a tempo quando eu no podia realmente tocar em voc."
      "Toque em-me agora."
      Ele sorriu, stroked seu cabelo. "No  disso que eu quis dizer."
      "Eu sei, mas me toque. Eu preciso sentir perto de voc novamente." Ela voltou seus lbios para seu. "Eu preciso de voc, e eu preciso to ruim, to ruim para mostrar a voc."
      "Na cama ento." Ele a circulou em direo ao elevador. "Em nossa cama."
      Quando o fim de portas de elevador, ela apertou contra ele, cansada.
      "Suavemente agora." Ele correu seu passar para baixo seus lados, ento a impulsionado em seus braos. "Voc  contundido."
      "Eu no me sinto contundido mais."
      "Todo o mesmo. Voc parece to delicado." Quando sua sobrancelha dobrada, ele riu e soltou um beijo nisto. "Isso no era um insulto."
      "Soe como um, mas eu vou deixar passar."
      "Voc olha plido," ele continuou como ele foi embora para o elevador no quarto. "E um pouco frgil. Existem lgrimas em suas pestanas ainda, e sombras debaixo de seus olhos. Faa que voc sabe como eu amo seus olhos, seus olhos dourados longos, Eve. Minha Querida Eve."
      "Eles so marrons."
      "Eu gosto do modo que eles assistem-me." Ele a deitou na cama. "Existem lgrimas quietas neles." Ele beijou eles fechados. "Me mata quando voc chorar. As lgrimas da mulher forte podem cortar um homem para tiras mais rpidas que uma faca."
      Ele estava a acalmando, seduzindo ela, com palavras e aquelas mos pacientes. Espantou sua que um homem de sua energia, suas necessidades, podiam ser to pacientes. Violentas e frias, tenras e mornas. As contradies dele, o todo dele aquele meshed, de alguma maneira, com o inteiro sua.
      "Roarke." Ela curvou em cima, embrulhando seus braos ao redor ele.
      "O que?"
      Ela abriu seus olhos, deitado seus lbios em sua bochecha, e procurado por sua prpria ternura. "Meu Roarke."
      Ela podia acalmar, ela podia seduzir. Ela podia o mostrar a aquele qualquer que seja o mundo lanou neles, qualquer empinado-se do passado ou espreitado no futuro, eles eram juntos.
      Ela desabotoou sua camisa, apertou um beijo para seu ombro. "Voc  o amor de minha vida. Eu no me importo o quo granulosos aqueles sons. Voc  o comeo disto, e o fim disto. E voc  o melhor disto."
      Ele tomou suas mos, cupping eles em seus prprios e trazendo eles para seus lbios como ama lavado por ele. Limpou, ele pensou, esta inundao de sentir entre eles. E apesar de todas as chances, o que ele deixou atrs de era puro.
      Ele separou sua camisa, ento localizados seus dedos ligeiramente acima das contuses. "Machuca-me para ver voc marcou como isto, e saber que voc ser marcado novamente. Ao mesmo tempo ele me faz orgulhoso." Ele escovou seus lbios ligeiramente acima de danos, apertou eles suavemente para a imagem de seu distintivo. "Eu casei-me com um guerreiro."
      "Ento fez I."
      Seu olhe voltou para sua, e seguras, como suas bocas achadas um ao outro . Mos stroked, em conforto, em paixo. Eles moveram junto na quieta da manh e palavras deslizadas em suspiros.
      Quando ela rosa acima dele, levou ele, seus dedos ligados. Bloqueados. Com o prazer, com a excitao, era a batida fixa de amor.
      ***
      Ela enrolou-se ao lado dele, percebendo eles dois precisado este espao de intimidade tanto como eles precisaram da certeza e lanaram.
      Seu mundo tinha sido balanado. Ela s entendeu o quo violenta a sacudida tinha sido agora que era fixo novamente. S compreendido, ela pensou, que ele tinha sido o mesmo para ele agora que eles eram reconciliados.
      Reconciliou, ela percebeu, porque ele deu a ela o que ela precisou. Ele submergiu ou negou seu prprio ego para ela. E no existia nada simples ou fcil sobre isto. Seu ego era que . . . ela s chamaria isto saudvel desde que ela estava se parecendo to agradecida.
      Ele cedeu, desistido de suas prprias necessidades, no porque ele insistiu no mesmo cho moral como ela no fim do dia, mas porque ele a estimou e seu casamento mais que aquele ego.
      "Voc podia ter mentido para mim."
      "No." Ele assistiu a luz fortalecer no cu pela janela acima da cama. "Eu no podia mentir para voc."
      "Eu no quero dizer voc, eu quero dizer em uma sensao geral." Ela trocou, lendo rapidamente seu cabelo longe de seu rosto com seus dedos, ento correndo aqueles dedos acima do restolho ele negligenciou remover aquela manh. "Se voc fosse menos de um homem que voc podia ter mentido para mim, feito o que voc quis fazer, remexido seu ego, satisfeito voc mesmo e partido."
      " dificilmente um assunto de ego"
      "No, no." Ela rolou seus olhos, mas tiveram certeza que ela fez muito fora de seu alcance de vista. "O ego sempre toca uma parte, e eu no quero dizer aquele em um modo insultante. Eu certamente tenho um ego."
      "Diga a mim," ele murmurou.
      "Olhe, olhe, siga junto aqui." Ela trocou, fugindo em cima assim ela podia se sentar e o enfrentar.
      "Ns no podemos mentira justa aqui quietamente por alguns momentos, ento eu posso admirar minha esposa desnuda?"
      "Voc devia gostar da maior parte deste porque envolve todos os tipos de elogios e admirando comentrios sobre voc."
      "Bem ento, no deixe-me interromper seu trem de pensamento."
      "Eu realmente amo voc."
      "Sim." Seus lbios curved. "Eu sei."
      "s vezes eu penso que  por causa de que ego de tamanho de Plutonian, s vezes apesar disto. De qualquer modo, eu sou preso em voc, camarada. Mas isto no  sobre isto."
      Ele stroked a parte de trs de seu ringers junto sua coxa. "Mas eu estou gostando deste muito."
      "Eu poderia estar sentindo um pouco malfeito ainda, mas" Ela batida sua mo longe. "Eu volto no relgio."
      "Sim, eu estou admirando seu distintivo agora mesmo."
      O risada bufado fora antes dela poder parar isto, mas ela agarrou sua camisa. "O que eu estou dizer  que voc  um homem importante, um homem bem sucedido. s vezes voc faz um salpico sobre isto, s vezes voc no faz. Dependa do propsito. Voc no precisa fazer um grande negcio sobre material porque voc  um grande negcio. Isto  uma parte."
      "Do que, exatamente?"
      "Da coisa de ego inteiro. Os sujeitos tm um tipo diferente de ego que mulheres. Eu penso. De qualquer maneira, Mavis reivindica  conectado ao dick. Ela  normalmente certa sobre coisas do gnero."
      "Eu no sei como eu sinto sobre voc discutindo meu dick com Mavis."
      "Eu sempre digo que voc  pendurado como um touro e pode ir na noite toda."
      "Isso est certo, ento." Mas desde a direo da discusso fez ele sentir s um pouco exposto, ele agarrou suas calas.
      "O que eu estou dizer  que voc tem um . . . ego poderoso. Voc precisou dele para chegar onde voc est, e, eu devo estar parecendo malfeito porque eu vou dizer que voc ganhou isto. Voc  confiante, confiante suficiente em voc mesmo, em quem voc , para atrs longe de uma briga porque era importante mim. Voc no concorda comigo. O que voc disse antes, que voc poderia viver com as conseqncias,  verdade. Voc se teria sentido justificado. Voc se teria sentido certo."
      "Existia cumplicidade em sua negligenciar. Eles so culpados porque eles ignoraram voc. Mais culpados porque eles estavam em uma posio de autoridade."
      "Eu no estou discutindo isto." Ela tentou pr seus pensamentos em palavras aderentes  medida que ela vestiu. "Voc me entendeu suficiente para saber se voc tomasse ao naquela direo que me danificaria. EUA. Voc pe que primeiro, dominando seu prprio ego. Leva bolas para fazer isto."
      "Eu aprecio o sentimento, mas eu pergunto-me se voc pudesse formular metforas que no incluram meu genitalia. Est comeando a misterioso mim fora."
      "Voc  corajoso suficiente para fazer algo que em um pouco de parte de seu corao que voc v como covardemente." Ela andou em direo a ele quando ele parou de abotoar sua camisa, quando ele examinou nela. "Voc pensa que eu no sei aquele sobre voc? Que eu no entendo a srdida pequena guerra este sacudido?"
      Ela bateu um dedo para seu corao. "E o que custa para voc render? Faz voc o homem mais valente que eu sei."
      "No existia nada corajoso sobre machucar voc. E eu estava machucando voc."
      "Voc me pe primeiro. Isso era valente e isso era forte. Voc no evitou o assunto fingindo ir junto, ento indo atrs de minhas costas para fazer o que seu procurado. Voc no quis que um estar entre ns."
      "Eu no quero nada entre ns."
      "No, porque voc sabe como amar. Voc sabe como conseguir o trabalho feito. Como ser um homem. Como cuidar das pessoas que importam, at aqueles que no fazem. Voc  realmente esperto, e voc  capaz de comportamento muito assustador, e incrivelmente comportamento amvel. Voc v o grande retrato, mas voc nunca falta os detalhes. Voc tem poder, mais que a maioria das pessoas podiam sonhar com, mas voc no pisoteia o pequeno sujeito com isto. Voc sabe o que isso faz voc?"
      "Palavras me falham."
      "Faz voc o exato oposto de Blair Bissel."
      "Ah. Ento este inteiro praisefest era s seu modo de voltar ao redor para sua investigao. Que certamente esmagamentos meu ego."
      "Voc no podia esmagar seu ego com um hydrovice. Isto  parte de meu ponto. Seu  frgil, porque  baseado em fumaa. Ele no  realmente esperto ou inteligente, ele no  nem talentoso. Sua arte  s defeca, da moda e cara defeque. Ele no tem relaes. Ele tem conquistas. Ele foi chupado neste, inicialmente, por uma mulher que indubitavelmente conseguiu ganchos em seu galo, e ento seu ego. 'Eu no somos gelados? Eu sou um fricking espio.'"
      "E?"
      "Ele nunca devia ser recrutado. Olhe para seu perfil. Ele  instvel, imaturo, despreocupado. Mas aquela so parte das razes Kade e Pardal o quiseram. Ele no tem nenhuma gravata genuna para ningum. Ele  atraente, pode estar encantando, tem algumas conexes que imita arte, sabe como viajar."
      "Ele tambm no tem nenhuma conscincia. Parece mim que seria til em algumas reas de trabalho coberto."
      "Est certo, desde que eles o controlassem. Mas Pardal ficou avaro, e pediu mais que Bissel podia entregar. Ele usou Bissel para matar, e nunca figurou que Bissel faria mais que pularia longe com seu rabo entre suas pernas quando ele percebeu ele instalar da mesma maneira que Reva era. E se ele causasse qualquer dificuldade, bem, eles manteriam isto no HSO, e ele iria etiqueta Bissel como velhaco, programe ele para trmino, ou alimente suficiente intel para Dia do juzo universal ou algum outro grupo para ter eles fazerem isto."
      "Eu estou certo que voc  certo, mas eu tambm penso nenhum deles esperou voc. Eles, ou Pardal pelo menos, teria tido um pouco de idia que voc seria envolvido em um pouco de modo. Usando Reva quis dizer me usando, que significou voc. Mas, pareceria, nenhum deles entendeu a que distncia voc iria, no s para mim ou Reva, mas para o emblema voc atualmente est vestindo acima de seu corao."
      "Ento ele ficou pegajoso. O pardal faz o que voc esperaria. Ele usa sua posio em sua organizao, tenta msculo primeiro, ento razo, ento cooperao, mas sempre atrs da proteo do HSO."
      "Se Bissel no o ps no hospital, ele teria tentado matar voc, ou, de que voc diz, tem que voc matou como ele no teve o estmago para fazer o trabalho ele mesmo. Isso teria sido seu prximo passo."
      "Eu estou certo que estava em seu pacote de contingncias. Mas um ltimo recurso. Ele devia ter sido esperto suficiente para fatorar em que faria para ego tranado do Bissel quando mos ficadas sangrentas do Bissel. Ele matou. Ele no estava nvel de um feder-dois agora. Ele teve sucesso em dois trminos, e eu garanto que ele gostou da pressa."
      "Mas a pressa no dura."
      "No, ento voc est fora no frio. Aquilo no  que espies chamam isto? Fora no frio."
      Ela enfocou, com um pouco de surpresa, nos pratos Roarke fixa na mesa no sentar rea. "Ns estamos comendo?"
      "Sim."
      Pensativamente, ela apertou uma mo em seu estmago. "Eu podia comer." Ela se sentou para ovos, fatias encaracoladas de toucinho. "Ento de qualquer maneira, ele est fora no frio. Seus supervisores diretos so ou morta por sua prpria mo ou o caando. Ele tem sido trado, usou, fucked. Polis esto examinando os assassinatos de um modo que ele foi assegurado que eles no iria, e mais cedo ou mais tarde ele vai ser apertado daquele lado, tambm. No existe ningum para dizer a ele o que fazer, o que pensar. Ele mata duas vezes mais para proteger ele mesmo, cobrir seus caminhos. Ambos so desnecessrios, e enganos, porque os assassinatos s servem para levar a investigao de polcia para o fato que ele est ainda vivo. O que voc teria feito?"
      "Em seu lugar?" Ele espalha aperto em brinde  medida que ele considerou. "Eu desceria, fundo. Acessados alguns dos capitais eu tenho squirreled longe, e enterrou eu mesmo at que eu podia planejar um modo ou matar Pardal ou o expe como um traidor. Espera e relgio. Um ano, dois, talvez mais longo, ento o bata. De uma forma ou de outra."
      "Mas ele no ir. Ele no pode. Ele no pode suprimir seu ego to longo, ou pense que isto claramente. Aquele coldly. Ele precisa para bofeto atrs em tudo e todo mundo que teve uma parte em atarraxar este em cima para ele. Ao mesmo tempo ele  assustado, como um pouco menino cuja mame e papai o deixaram casa s. E ele precisa parecer seguro. Ele est ainda em Nova York, em algum lugar ele se sente seguro. E ele vai fazer um movimento."
      Ela podia quase o ver, quase o veja. "Maior, mais violento, mais despreocupadas. Cada de suas matanas era um grau longe do olho do touro. E cada era menos cuidadosamente pensado por, e com mais risco de dano colateral que o ltimo. Ele no se importa que  machucado agora, desde que ele prova ele mesmo."
      "Voc pensa que ele seguir Reva."
      "Mais cedo ou mais tarde. Ela no cooperou. Ela no  enrolada-se em uma gaiola que chora acima de seu marido morto e proclamando sua inocncia. Mas ns no vamos dar a ele uma chance de a seguir."
      Ela tomou o brinde que Roarke a deu, mordeu em. "Ns vamos o fechar abaixo antes disto, antes dele comear a contactar os objetivos novamente. Ele tentar para Pardal novamente mais cedo. Eu no sou oposto a usar aquele schmuck como isca, mas eu no gosto da idia de tomar Bissel no hospital e arriscando civis. Ns precisamos o perseguir, leve ele em seu buraco, com risco mnimo para civis. Onde voc esconderia? Se voc estivesse ficando em Nova York?"
      Acalmou sua alma para se sentar com ela como isto, compartilhando uma refeio e o trabalho que a dirigiu. Povoou, e ele confortou, ele achou, tanto como o lovemaking. E quando ele sorriu nela, ela sorriu de volta.
      "Eu estou pensando como eu mesmo, ou goste de Bissel?"
      "Como voc."
      "Um apartamento pequeno em um bairro de classe-mdia mais baixo onde ningum presta ateno a qualquer outro. Melhor, algo s fora da cidade, conveniente para transporte pblico assim eu podia conseguir de um lado para outro facilmente."
      "Por que no uma casa?"
      "Despesa demais, demais de uma trilha de jornal. Eu no quereria desperdiar meu capital no telhado acima de minha cabea, ou lide com advogados e assim por diante. S um arrendamento simples, a curto prazo em um par modesto de quartos onde eu estaria invisvel."
      "Sim, isso seria esperto, e paciente."
      "Que significa que voc pensa que ele est provvel no corao da cidade, em algo mais vestido de seu gosto."
      "Sim, eu fao. Algo grande suficiente onde ele pode trabalhar. Em algum lugar com bastante segurana onde ele pode fechar ele mesmo, guisado, delrio, enredo."
      "Voc provavelmente no precisa ser informado que existem lugares incontveis na cidade que ajusta aqueles requisitos."
      "Voc devia conhecer, voc possui a maior parte deles. E eu . . ." Ela diminuiu com um forkful de ovos a meio caminho para sua boca. "Jesus, ele seria to mudo? Ou to esperto?"
      Ela empurrou nos ovos, impedido seu caf como ela rosa. "Deixe seja roust o time. Eu quero verificar algo."
      "Voc pode querer pr alguns sapatos primeiros," Roarke sugeriu. "Voc parece com que voc est para chutar um pouco de asno, e no h razo para contundir seus bonitos dedes do p rosas."
      "Atraente." Mas ela estremeceu quando ela olhou abaixo em seus ps. Ela esqueceu sobre os unhas de dedo do p rosas. Arrastando abra uma gaveta, ela arrancou fora algumas meias e apressadamente coberta toda evidncia de pedicure.
      "Tenente?"
      Ela grunhiu como ela puxou em suas botas.
      "Parece bom para conhecer voc e eu somos um time novamente."
      Ela alcanou, tomou sua mo. "Vamos ir pontap um pouco de asno junto."
      
      
      22
      
      Como o techs teve maior nmero o nontechs em seu time, Eve tomou a instruo especfica para o lab.
      Ela no entendeu a natureza do trabalho, ou os propsitos das ferramentas meticulosamente organizado em contadores do trabalho e estaes de trabalho. Ela no podia decifrar os padres da cor-codificadas tbuas, o palavrrio que rola por em telas ou a constante zumbem e clack que era a comunicao estranha na rede de mquinas.
      Mas ela conheceu o que ela estava olhando para era um grande nmero de horas de homem e uma dose grande do poder de crebro.
      "Voc matar a lombriga."
      "Ns iremos, sim. J est falhando." Roarke olhou de relance nas linhas de cdigo e comandos em uma das telas. " um percevejo inteligente que pode parecer mais perigoso que ."
      "Voc pode dizer que faz isto bastante perigoso."
      "Voc podia," ele concordou. "Suas limitaes no negam o fato que pode e toca inferno com a maioria das unidades de casas. Ns somos acompanhamento ele de volta para Pardal, e sua origem."
      "Largamente responsvel do Tokimoto por isto," Reva pe em.
      "Eu dificilmente estou trabalhando s. E," Tokimoto adicionou, "no teria researched ou explorou aquela possibilidade de origem sem os dados fornecidos para mim."
      "Que  o que Pardal contado com. Ele cria a lombriga, ento atribui Bissel tocar agente duplo. Nosso lado acredita que Dia do juzo universal tem a lombriga, eles acreditam em que nosso lado tem isto. Ambos os lados, devido a sua intel plantada, acreditem que a lombriga  mais poderosa que realmente , e pagar muito dinheiro. Bissel dirige o dinheiro, ou a maior parte, atrs para Pardal por Kade."
      "Um bom trapaceiro," Roarke comentou. "E poderia ter sido um limpo no pequeno arrasta. Ele teria sido mais sbio para manter isto em uma escala pequena, induza umas corporaes para pechincha acima dele em lugar de envolver o HSO e semelhantes."
      "Sujeito ambicioso. E avaro," Eve adicionada. "Ele material os dados no progresso Securecomp est fazendo na lombriga, e naquele modo pode cobrir ele mesmo a qualquer hora a direo a R e D est tomando consegue muito fecha. Boa instalao para ele."
      "Mas seu pensar estava estreito." Roarke assistiu os cdigos zumbirem por, notou o progresso. "Ele acreditou em que ele podia controlar isso tudo, sem conseguir suas prprias mos sangrentas, e mantenham Bissel em um atar at que ele no era de no mais usava."
      "Covarde." A Eve lembrou como ele lamentou e lamentou no hospital. "Bissel est sendo chantageado e querer mais. Kade quer mais. E Securecomp est conseguindo perto de concluir seu empreendimento bom, lucrativo."
      "Ele d a Bissel uma nova tarefa que resolve todos aqueles problemas." Peabody agitou sua cabea. " modo inaceitvel, e Bissel muito escurece ver a armao subindo. Desculpe," ela disse para Reva.
      "Nenhum problema."
      "No s muito escurea," Eve adicionada. "Muito egocntrico. Ele est vivendo sua fantasia. Ele pegou sua licena para matar."
      "Senhor!" Peabody irradiou. "Voc tem sido boning em cima em Lao."
      "Eu fao minha lio. Mas agora ele est em quadril-fundo. Ele no pode ir para o HSO. Ele no pode ir para o outro lado. Ele esperou muito tempo para correr, ento suas contas foram localizadas e congelados. Ele matou ficar morto, mas aquela cobertura tem sido soprada. Ele tomou um golpe em Pardal, mas ele sentiu falta. Em vez de estar morto, Pardal est em custdia, e ele usar qualquer suco que ele pode cortar um negcio e enterrar Bissel. Ele  perdido seu trabalho de fantasia, e toda a glria e pole que ele armazenou de sua arte."
      "Se voc pode chamar que defeca arte." Reva sorriu abertamente quando todo mundo olhou para ela. "Eh, Blair no  o nico que pode falsificar isto. Eu nunca gostei de seu material." Ela rolou seus ombros como se derramando peso. "Sinta bom para poder dizer isto. Est comeando a parecer bom ao redor."
      "No consiga muito feliz ainda," Eve advertida. "Ele precisa fazer uma declarao, mas primeiro ele precisa lamber seus ferimentos, reafirmar ele mesmo e achar alguma satisfao. Reva, voc disse que sua arte era sua paixo genuna."
      "Sim. Eu no vejo como isso podia ter sido falsificado. Ele  trabalhado por anos, estudou, procurou. Ele suou dias acima de um pedao, dificilmente durma ou coma quando ele era por completo modo. Eu poderia no ter gostado do cagar ele girou fora, mas ele pe corao e alma neleseu preto, murcho e apodrecendo corao e alma. Eu vou ser amargo durante algum tempo," ela continuou, "e tome tantos tiros baratos nele como humanly possvel." Ela sorriu abertamente novamente. "S PARA SUA INFORMAO."
      "Eu penso que  saudvel," Tokimoto disse. "E humano."
      "Ento sua arte, como ,  o negcio real para ele. Eles podem levar seu trabalho de fantasia, mas ele est ainda um artista." Eve movimentada a cabea. "Ele pode ainda criar. Ele tem que criar. McNab, faa um inquilino procurar, procure por qualquer conexo para Bissel. Objetivo o Flatiron."
      "Claro," Roarke murmurou. "Eu posso ajudar voc com isto, Ian," ele disse para McNab, mas ele continuou a olhar para Eve. "Ele quereria ser perto de seu trabalho, para onde ele se sentiu poderoso, e em carga. Se ele tivesse outro lugar no edifcio,  Chloe McCoy Possvel soube disto."
      "Sujeito assim, ele quereria a levar l, para bola ela, certo, mas tambm para a mostrar o quo importante ele era. Olhe, eu tenho este lugar secreto. Ningum sabe sobre ele mas voc."
      "E ento coisas deram erradas que ele precisou do lugar," Peabody terminou. "Ela teve que morrer, s porque ela soube que estava l."
      "Tenente." Roarke bateu a tela onde ele trabalhou com McNab. "Consultores de LeBiss. LeBiss  um anagrama para Bissel."
      "Sim, ele quereria seu prprio nome. Outra coisa de ego." Ela se debruou acima de ombro do Roarke. "Onde est isto?"
      Ele deu um comando e um diagrama do Flatiron apareceu tela, revolveu, ento aumentou um setor destacado. "Uma cho abaixo de sua galeria. Ele teria suficiente habilidade para poder ir entre chos com risco mnimo devia ele querer acessar seu estdio."
      "Completamente soundproofed, certo?"
      "Claro."
      "E sombras de isolamento nas janelas. Monitores. Adicione outro nvel de segurana e ele poderia saber se algum tentasse embarcar no elevador ou pela porta. Ele podia sujeira que em cima, o modo como Pardal fez na noite dos primeiros assassinatos. Ento limpe antes de qualquer um entrado.
      "Provavelmente trabalhe de noite," ela disse metade para ela mesma. "Provavelmente trabalhe principalmente de noite quando o edifcio for fechado, fim de escritrios, ningum vai o aborrecer. Polis j tem estado farto, e no existe nada l que se aplica a investigao. O arrendamento  saldado. Ento at a povoada da propriedade, ele pode usar isto sem muito risco de descoberta."
      "Ele amou aquele estdio." Reva avanou, estudando o diagrama se. "Eu educaria a possibilidade de que ele construindo uma em casa, e ele no consideraria isto. Eu sei que podia ter sido porque ele quis que a liberdade de estar fora, tendo acessibilidade para as mulheres com que ele estava dormindo, mas eu sei, no caroo, ele acabou de amar aquele lugar. Condene isto, eu estou deslizando. Eu no pensei pr isto na lista que voc quis de seus hbitos e hangouts."
      "Por que iria voc? J estava em minha lista."
      "Sim, mas isto era seu lugar, e se eu tivesse minha cabea em diretamente, eu teria posto isto junto. Ele sempre disse que ele precisou da excitao, a energia da cidade, de que localiza, da mesma maneira que ele precisou do sossego e isolamento de nossa casa. Para se carregar ele, o outro para o relaxar."
      "Ns precisamos entrar," Eve disse.
      "Dallas," Reva adicionou. "Ele s no trabalharia de noite, no se um pouco de pedao o tivesse. Ele no poderia andar longe disto. Eu penso, a menos que eu julgue mal tudo sobre ele, que o risco no fatoraria nisto. Ou talvez iria, em um pouco de modo, abastea o passeio criativo."
      "Bom. Bom ponto. Ns precisamos assumir ele est l, da mesma maneira que ns precisamos assumir ele  armado e perigoso. O cheio do edifcio de civis. Ns precisamos mover eles."
      Feeney, que continuou a trabalhar na unidade de dados do McCoy ao longo da instruo especfica, finalmente olhou de relance em cima. "Voc quer limpar um vinte e dois-pavimento construindo?"
      "Sim. Sem Bissel saber isto. Que significa primeiro que ns devamos verificar ele est l. No queira limpar isto enquanto ele  em torno do canto levantando um sanduche no deli. Ento vamos compreender como verificar, ento como limpar os civis." 
      Feeney inchado uma respirao. "Ela no pede muito. Nota lateral: Eu tenho alguns dados fora deste. Leia goste de um dirio. Suficiente material de sexo com que ela chama BB fazer um rubor de LC temperado." Ele coloriu um pouco ele mesmo quando ele olhou de relance em direo a Reva. "Desculpe."
      "No  um problema. No um problema," ela repetiu em trs violentamente mordida fora de palavras. "Ele mentiu para mim, atarraxado ao redor em mim, ele tentou emoldurar mim para assassinato. Por que devia saber alguma pobre pequena crtica foliou ao redor desnudo"
      Ela pausou, respirado funda quando o quarto permaneceu mudo mas para a mquina. "Certa, eu estou fazendo isto um problema tentando provar no . Deixe-me pr isto deste modo." Ela olhou para Tokimoto agora. Diretamente. "O amor pode morrer. Pode ser morto, no importa o quo vivo era, no  invulnervel. Meu est morto. Est morto e  enterrado. Eu s quero uma coisa mais, e isto  a chance de o olhar no rosto e dizer a ele que ele no  nada. Se eu posso fazer isto uma coisa, ser suficiente."
      "Eu terei certeza que voc tenha a chance," Eve prometida. "Agora, como ns o conseguimos?"
      "Um susto de bomba passaria sem tocar isto, mas existiria danos," Peabody decidiu. "Pnico das pessoas, especialmente quando voc disser a eles no . E at soundproofed, ele viria a saber disto."
      "No se voc for cho por cho." A Eve compassou como ela achou isto. "No um susto de bomba. Um problema eltrico? Algo que irrita mas no faz pnico."
      "Um vazamento potencialdesperdcio arriscado, substncias qumicas. E mantenha isto vago," Roarke sugeriu. "O cho-por-cho evac tomar tempo considervel, e um grande muitos Polis."
      "Eu no quero puxar mais neste que necessrio. Uma unidade pequena, apertado do Time de Crise para auxlio. Mova rpido, mantm isto liso, e ns podemos evac em debaixo de uma hora. Ns o encaixotamos em,  disso que ns fazemos. Ns o encaixotamos em." Ela parou, estudou o diagrama novamente. "Trs sadas no estdio?"
      "Isto  correto. Corredor principal, elevador para salo de entrada, e o elevador de carga para o telhado."
      "Nenhum deslizamento no Flatiron, isto  um."
      "E mais esteticamente agradvel," Roarke adicionou.
      "Ns bloquear os elevadores. Ns podemos trazer para dentro uma unidade de CT no telhado. E ns entramos do corredor depois de que ele ser encaixotado. Se ns podemos o conseguir neste fim, o fim estreito, ele no ter muito quarto para manobrar. Ns descobrimos o tacticals neste espao, e ns descobrimos tacticals no estdio. E no espao abaixo. Ele poderia estar l. Mas ns precisamos saber onde ele est quando ns entrarmos, e ns precisamos o vendar para o fato que ns estamos vindo."
      "Ns podemos fazer isto."
      Ela angulada sua cabea, olhado abaixo em Roarke. "No ?"
      "Mmm." Ele tomou sua mo e, assistindo sua expresso horrorizada, trouxe isto suavemente para seus lbios antes dela poder empurrar isto livrar. "O tenente no gosta eu de mordiscar nela quando ela estiver coordenando um op. Ento eu nunca posso resistir."
      "Existe sexo s demais ao redor aqui," Feeney murmurou de sua estao.
      "Como ns podemos verificar sua posio dentro do edifcio e o vendamos?" A Eve exigida com que ela considerou pacincia admirvel.
      "Por que voc no descobre seu tacticals e deixa aqueles detalhes aborrecidos para mim. Reva, quanto tempo voc precisa fechar a segurana e enfraquecer os monitores neste setor do edifcio?"
      Sobrancelha dobrada, Reva fisted suas mos em seus quadris. "Eu informarei depois de eu estudar os culos."
      "Voc ter eles em um minuto. Eu precisarei de algumas coisas de Securecomp," Roarke disse para Tokimoto. "Voc se importaria de conseguir eles?"
      "No por isso." Seus lbios curved. "Eu penso que eu sei o que voc tem em mente."
      "Vamos deixar o geeks para isto, ento." Eve comeada, voltou. "Eu quis dizer o civil geeks," ela disse quando Feeney e McNab ficaram em lugar.
      ***
      Levou sua uma hora para descobrir uma abordagem que minimizou risco para civis e seu time, e mais longo para forar a fita vermelha para liberao evacuar um edifcio inteiro.
      "Ns conhecemos ele pegou um arrojador de alcance limitado. Ns no sabemos o que outros brinquedos ele tem l. Boomers, armas qumicas, relampeje granadas. Ele no hesitar em usar eles para proteger ele mesmo ou para expedito uma fuga. Ele  mais perigoso porque ele no  treinado em armamento. O sujeito quem no sabe que diabo ele esteja fazendo com algumas granadas de flash faro mais dano que um que faz."
      "Ns passamos sem tocar o edifcio, ns podamos bomba algum gs nas aberturas, ponha ele para dormir," McNab sugeriu.
      "Ns no podemos estar certo ele no tem filtros ou uma mscara. Ele gosta dos brinquedos de agente secreto. Uma vez que ns verificamos onde ele est, ns encaixotamos naquele setor. Ns fechamos fora de sadas alternadas, tire a porta. Ns entramos rpido, e ns o conseguimos sob controle. No existe nada em seu dossi que indica qualquer treinamento ou habilidade na mo para-dar alm do fundamento. Isso no significa que ele no  perigoso."
      "Ele est indo para pnico." Feeney puxou em seu lbio de parte inferior. "Primeiras matanas eram incapacitadas quando ele tirou eles. Ele droga a menina de McCoy, faa Powell enquanto ele  zoned. Tentado bater Pardal de longe. Isto  cara a cara, ento se ele no for tomado rpido, ele est indo para pnico. Mais perigoso aquele modo."
      "Concordou. Ele  um amador que pensa que ele  um profissional. Atarraxada da sua vida. Ele  irritado e assustados, sem lugar para ir e nada muito para perder. Os civis so nossa primeira prioridade porque ele no pensar duas vezes sobre tomar qualquer, e ns no sabemos o que tipo de potncia de fogo ele  entrado l. Ns removemos os civis, encaixote ele. Tire ele. E ns queremos que ele respirando. Ele  uma chave para o caso contra Pardal. Eu no quero o perder."
      "Voc vai acabar lutando os fantasmas para ele," McNab disse. "Eles vo o querer."
      "Exatamente. Eu preciso de Bissel fechar caso abaixo em conspirao para assassinar. Eu quero ganhar este aqui. Feeney, eu preciso de voc trabalhando com o geekscom Ewing e Tokimoto," ela corrigiu. "Porm muito Roarke confia eles, eu quero que voc no capacete em qualquer eletrnica entra neste op. Duro do Ewing, e ela est puxando seu peso, mas ela poderia perder isto no rudo."
      "Ela  levantada melhor que mais, mas eu sou com voc nisto." Feeney cavou fora sua bolsa de amndoas. "Este vai agitar seu algum. Eu ficarei em cima disto."
      "O Time de Crise  substituto, auxlio somente. Eu no quero eles cowboying este. Quatro de ns entramos, dois times de dois. McNab e Peabody, eu no quero que voc que sujeitos que pensam sobre um ao outro como qualquer coisa exceto Polis. Nenhum pessoal vai pela porta. Se voc no pode negociar, diga a mim agora."
      "Est um pouco duro para mim pensar sobre McNab como um policial quando ele estiver vestindo uma camisa a cor de um persimmon." Peabody mandou a ele um olhar curvado. "Mas caso contrrio, nenhum problema."
      "Ns faremos o trabalho," McNab seguro ela. "E esta partidas de camisa minha roupa ntima."
      "Isto  algo que todos ns precisamos conhecer. Se todos ns concordarmos manter nossas mentes fora de roupa ntima do McNab, vamos iniciar."
      "Voc disse quatro de ns," Peabody assinalou.
      "Roarke entra. McNab pode lidar com qualquer eletrnica que Bissel pode estar usando local, mas ele no  treinado em armamento. No o tipo ns podemos ter que lidar. Roarke sabe seus brinquedos de guerra. E ele sabe como ir por uma porta. Algumas objees para aquele?"
      "No de mim." McNab encolheu os ombros. "Eu vi sua coleo de arma.  alm."
      "Ento deixe seja postos ambos termine deste time atrs junto e feche isto. Feeney, eu necessidade justa uma palavra com voc."
      Ela esperou at que eles estavam s, e agitaram sua cabea quando ele segurou a bolsa de amndoas em sua direo. "Os . . . dados ns discutimos antes, os dados pessoais que entraram em minhas mos. Eu quis informar no vai ser um problema. Nenhuma ao ser tomada."
      "Certo."
      "Eu ponho voc em um lugar ruim dizendo a voc sobre os dados, e minhas preocupaes. Eu no devia ter feito isto."
      Ele dobrou o topo da bolsa, pe isto atrs em seu bolso. "Ns voltamos muito longe para voc dizer aquele para mim. Porque ns fazemos, e eu sei onde est vindo de, eu no vou ser urinado em voc para dizer isto."
      "Obrigado. Minha cabea tem sido bonita atarraxada."
      "Em diretamente agora?"
      "Sim."
      "Ento vamos carregar em cima os foguetes e consiga a ventosa lanada."
      "Eu tenho mais uma coisa para fazer, ento eu estarei logo atrs voc." Ela foi para sua escrivaninha quando ele saiu, ligado seu 'vnculo.
      "Nadine Furst."
      "Dallas. Parece que eu vou poder passar sem tocar meu horrio em umas horas do par. Trs de qualquer maneira. Desde que ns faltamos aquele almoo, por que ns no reunimos-nos hoje. S voc e eu."
      "Soe como diverso. Onde eu devia encontrar voc?"
      "Eu tenho alguns negcios para cuidar de. Por que voc no me encontra em Quinta Avenida, entre De vinte segundos e Vinte-tero. Ao redor de duas. Meu trate."
      "Perfeito. Esperando ansiosamente ver voc."
      Eve desconectada, Nadine Satisfeito entendeu a oferta de uma uma-em-uma. E que ela estaria dando o co de caa de mdia superior na cidade uma histria que enviaria o HSO que sobe para cobertura.
      ***
      Ela juntou-se o outros no lab como Roarke demonstrou equipamento para Feeney.
      Ela carranca na tela, e as cores partir isto. "Eu assumo isto no  um novo vid jogo."
      "Sensor. Configurado para calor de corpo. Voc est olhando para Summerset puttering ao redor na cozinha no andar de baixo. Voc introduz o coordenar do local que voc quer esquadrinhar, e a natureza do objeto voc quer localizar. Ler por objetos slidos como paredes, portas, vidro, e assim por diante. Ao. Flatiron  um esqueleto de ao. O distanciar ele trabalhar depende de interferncia bsica. Outros objetos com vontade de maquilagem semelhante, claro, interfiram. Mas uma vez que voc tem homed em seu objetivo, voc pode fechar e seguir."
      "O que  isto?" Ela bateu a tela onde uma gota vermelha-e-laranja circulada. " isto"
      "O gato." Roarke sorriu abertamente nela. "Pulando para um folheto, eu diria. Orelhas conseguidas, Tokimoto?"
      "Quase. Outro momento."
      "Ns somos bloqueados," Roarke explicou. "Interface o sensor auditivo, e ache a combinao certa de filtros, e ns devamos ser capazes de levantar som."
      "Dois chos abaixo? Sem elo ou salto de satlite direto?"
      "Ns estamos utilizando satlite. Com equipamento ns entramos o lab, ns poderamos ver e contar costeleta do Galahad. Mas com este vnculo porttil, ns faremos faro com imagem de calor de corpo." Roarke olhou de relance em cima. "Devia ser suficiente para seus propsitos."
      "Sim. Trabalhar multa justa." Ela pursed seus lbios quando ela ouviu o que poderia ter sido violinos que vm do equipamento, ento o som inconfundvel da maioria de miados persuasivos do Galahad.
      "Este," McNab disse com um suspiro avarento, "asno de pontaps slido."
      "Que tal sua segurana e monitores?" Eve perguntada.
      "Eu posso fechar eles por distantes. Ns podemos ultrapassar seu udio de edifcio assim ele no ouvir as ordens de evacuao. Ns podemos ter este equipamento instalar, em local, em vinte minutos, tenha ele esquadrinhado e bloqueado dentro trinta."
      "Ns comeamos a encaixotarmos e o fechar primeiro, ento evacue. Ns precisaremos limpar um espao no cho abaixo de seu para bsico. Mantenha aquele rpido e quieto, ento instalar este equipamento l. Feeney?"
      "Nisto."
      "Peabody, aparea inesperadamente a armadura de corpo para o takedown time. Carregue em cima. Roarke, comigo."
      "Sempre," ele disse e seguida ela fora.
      Ela no disse nada at que eles voltavam em seu escritrio. Ela verificou sua arma, seu pedao de embreagem, ento abriu uma gaveta em sua estao de trabalho e tirou um stunner. "Voc precisar deste. Eu quero que voc entre comigo."
      Ele virou a arma em sua mo. Ele teve mais poderoso e certamente mais armas de eficiente de seu prprio. Mas era, ele decidiu, o pensado que to contado. "Voc no vai fazer-me perguntar."
      "No. Voc ganhou isto. Eu quero que voc indo pela porta comigo. Mais que isto, eu no sei o que ele  entrado l. Quando ns entrarmos, eu preciso de voc para enfocar no armamento. Deixe ele para mim. Deixe ele para mim, Roarke."
      "Compreendido, Tenente."
      "Existe qualquer outra coisa. Eu dei a Nadine uma cabea est-em cima. Quando isto est terminado, se voc quisesse dizer algo para a mdia sobre como Bissel e Pardal atarraxados acima de um empregado e tentaram roubar dados de Securecomp, sabotar um Cdigo Vermelho e assim por diante, no machucaria meu ."
      "Voc est alimentando eles para os cachorros." Seus lbios twitched como ele leu rapidamente um entalhe abaixo de dedo em seu queixo. "Por que, Tenente. Voc me excita."
      "Eu figuro que eles estaro limpando o sangue e ossos por algum tempo. E muito o sangue e ossos vo ser dispersos ao longo de HSO. Existe todos os tipos de retorno, Roarke."
      "Sim." Ele deslizou a arma em seu bolso assim ele podia tomar seu rosto em suas mos, cano seus lbios em sua sobrancelha. "Existe. Se isto satisfaz voc, me far tambm."
      "Ento vamos ir pontap algum asno ntegro."
      ***
      Fez isto mais pegajoso, e s um pouco nervo-racking, ter Chefe Whitney e Tibble Principal andarem na operao como observadores. Ela fez seu melhor para ignorar eles como ela coordenou seu pessoal.
      "Ambos os protocolo e cortesia exigem que o HSO ser informado se e quando ns verificarmos o local de Blair Bissel," Tibble comentou.
      "Eu no estou imediatamente preocupado com protocolo ou cortesia, senhor, mas com o localizar, contendo, e captura de um suspeito de assassinato mltiplo.  completamente possvel que outros membros do HSO eram envolvidos em ou particulares para os planos e aes que envolvidas trs operaes. Informando a organizao neste momento desta operao pode, de fato, comprometa mesmo se Bissel tem um pouco de contato interno."
      "Voc no acredita em que ele faa, no por um minuto. Mas  bom," Tibble disse com um aceno com a cabea. "Lgico, e voc pode estar certo eu usarei aquele ngulo quando o cagar cair. Voc falta Bissel aqui, ou falhe em o embrulhar em cima apertado, algum de que caga atacar voc."
      "Ele ser embrulhado." Ela voltou para os monitores, marcando o tempo. Esperando.
      Eles estavam em um apartamento de escritrios um cho abaixo de Consultores de LeBiss. Os ocupantes tinham sido varridos, e ela s precisou de confirmao do Roarke que a segurana em LeBiss e o nvel de cobertura tinha sido fechado para comear a prxima fase.
      "Eles querero o levar, Tenente," Tibble adicionou. "Mova ambos ele e Pardal em territrio federal."
      "Apostem que eles iro," ela comeou. "Desde que eles dois enfrentam o assassinato e conspirao para assassinar cargas, eu no me importo que fecho a gaiola."
      "Eles querero isto quieto. Este tipo de screwup dentro de seus prprios graus no tocar bem com o pblico."
      Sim, ela pensou, definitivamente mais pegajosa. "Voc est ordenando-me para varrer este debaixo do tapete, Tibble Principal?"
      "Eu estou no dando no tal ordem, Tenente. Mas eu assinalar aquelas declaraes pblico relativo a certos detalhes deste caso seria politicamente ininteligente."
      "Eu agentarei aquela em mente." Ela examinou como Roarke entrou.
      "Feito," ele disse. "Cego e surdo do seu homem. O elevador para o estdio  invlido."
      "Reconheceu." Ela levantou seu Comunicador. "Dallas. Eu quero aquelas escadas bloqueadas e tripuladas. No faa, eu repito, no v morar com um ou outro local de objetivo. Comece evac."
      Ela gesticulou para o monitor. "Ache ele."
      "Eu gostaria de esquadrinhar e localizar," Reva disse. "Eu gostaria de homem os controles nisto."
      "Isto  Telefonema do Feeney."
      Feeney deu a Reva um pouco bate levemente no ombro e teve que rechaar a coceira para correr o programa ele mesmo. "V."
      Ela introduz o designado coordena para LeBiss, configurado para processamento de imagens de calor de corpo, ento fez um lento esquadrinha. "Nada l." Sua voz agitou um pouco, mas ela passou sem tocar sua garganta e mudou o coordenar para a cobertura.
      Quando ela viu a massa de luz vermelha-e-laranja, ela simplesmente olhou fixamente. "Objetivo confirmado," ela disse como Eve avanada. "Ele est s. Coordene o ponha no setor de estdio."
      "O que  isto?" Eve exigida, circulando uma linha de azul.
      "Fogo. Chama. Calor intenso. Ele est trabalhando."
      "Ele  armado," Roarke pe em. "Veja aqui, este espao, o ngulo e posio no corpo. "Sidearms, seria minha suposio."
      "Certo. Adapte em cima." Ela agarrou sua prpria armadura de corpo.
      "Educando udio. Ele pegou msica. Pedra de lixo," Reva disse depois de um momento. "Ele est excitado, zumbido em cima," ela adicionou. "Ele escuta aquele quando ele estiver acelerando. Ele pegou muito metal l. Equipamento, trabalhos-em desenvolvimento. Vai ser enganador para dizer se qualquer do que eu estiver conseguir  armamento."
      "Ns assumimos que ele tem isto. Mantenha ele bloqueado." Ajuste de Eve em seu headset. "Eu quero saber onde ele est e o que ele est fazendo a toda hora. Eu quero saber o momento o claro do edifcio. Deixe seja movimento em posio."
      "V." Feeney falou em seu Comunicador. "Unidade Seis, isto  bsico. Friendlies que move em seu setor. Eu repito, friendlies mudana por."
      "Eles daro a ns o retrato," Eve comeou como eles comearam em direo  escadaria. "As armas em aturdem. Dallas na porta," ela disse em seu headset, ento abriu a porta para a escadaria.
      A unidade de crise de dois homens esteve pronto. "Todo quieto," ela era informada.
      "Ns o aturdimos. Eu no quero que ele desenhando uma arma. Ningum  machucado neste op. Ns o derrubamos, contenha, e o mova fora limpo."
      "Eu posso chegar atrs disto," McNab murmurou.
      Uma cheia frontal, ela pensou, toda quatro pela mesma porta, era muito arriscada se ele fosse armado.
      "Voc e Peabody na porta de galeria. Roarke abrir a porta entre as sees por distante em meu comando. Ns entraremos a porta de estdio. Leve ele em um pincer. Parta meu sinal."
      Ela moveu pela porta de escadaria, posio de McNab e Peabody Sinalizado no outro lado do corredor.
      Ela podia ouvir o progresso da evacuao por seu headset. Era lento, mas ele estava movendo. Ela rolou seus ombros.
      "Jesus, eu odeio estes coletes. Eles podem fazer eles mais desconfortveis?"
      "Em outra idade, Tenente, voc teria sido meu cavaleiro em brilhar armadura. E aquela proteo voc teria odiado um grande negcio mais."
      "Podia ter o levado, provavelmente podia ter o levado sem o evac. Podia esperar, demarque ele. Ele pegou para dormir s vezes. Mas . . ."
      "Seus instintos disseram que voc movesse pessoas fora de modo do dano e o leva agora."
      Ela removeu seu headset, gesticulado em sua. "Se ele ajudar voc a ser o o tirar, eu conterei-me."
      Ele leu rapidamente uma ponta do dedo junto seu jawline. "Suave em mim, no ?"
      "Quase."
      "Mesmo v. E no, no contenha-se. No importa que."
      "Certa, ento." Ela pe seu headset atrs em lugar. Ento vindos logo seus dedes do p alguns minutos mais tarde quando o sinal de fim de alarma foi bem sucedido.
      "Peabody, na porta. Roarke, consiga eles na galeria."
      Ele keyed em seu distante. "Feito."
      "Se mude. Fique pronto." Ela tomou sua posio pela porta de estdio, movimentado a cabea para Roarke. "V!"
      Ela atravessou a porta, entrou baixo com Roarke alto ao lado dela. Um momento mais tarde, a porta entre sees abertas e Peabody e McNab carregaram por.
      Bissel aguardou uma de suas esculturas, vestindo um capacete de segurana e culos de proteo, armadura de corpo leve. E dois jateadores da mo em um transversal-corpo equipamento. Ele segurou uma tocha que esporeou uma linha magra de chama.
      "Polcia! Ponha seu entrega o ar. Faa isto agora!"
      "No vai importar. No indo importar." Ele varreu a tocha em direo a Peabody e McNab, e empurrou de volta como ele era atordoado.
      "No indo importar." Ele lanou tocha abaixo e chama saltada ao longo da superfcie refletiva do cho. "Eu me equipei isto. So voc me ouvindo!" Ele gritou. "Eu tenho uma bomba. Se voc vier em mim, eu soprarei isto. Eu explodir metade este edifcio e todo mundo nisto. Voc derruba aquelas armas e escuta mim."
      "Eu sou todo ouvidos, Blair." Ela ouviu a ordem sair para Bombas e Explosivos por seu receptor do telefone. "Onde est a bomba?"
      "Derrube suas armas."
      "Eu no vou fazer isto." Ela tomou cuidado do canto de seu olho como Roarke trocou, ento abaixado para recuperar a tocha e desliga isto. "Voc quer que eu escute, eu escutarei. Onde est a bomba? Voc podia ser bullshitting me. Voc quer que eu escute, voc precisa dizer a mim onde est."
      "Este. O todo condena coisa." Ele batida sua mo no torcer coluna de metal. Seu rosto era sheened com suor. Do trabalho, ela imaginou, e de excitao. E pnico.
      "Existe suficiente aqui para soprar este lugar, centenas das pessoas, para inferno e atrs novamente."
      "Voc iria com eles."
      "Voc escuta." Ele empurrou de volta seu capacete e ela viu seus olhos. Zeus, ela pensou. Ele estava montando nisto. Entre aquela e a armadura de corpo, ele tomaria alguns aturde antes dele afundar.
      "Eu disse que eu estava escutando. O que voc tem que dizer?"
      "Eu no estou indo para priso. Eu no estou entrando uma gaiola. Pardal, A pessoa que do Pardal de Quinn instalar isto, que me instalar. Eu no estou entrando uma gaiola. Eu sou uma operao de HSO, em tarefa. Eu no respondo para o NYPSD."
      "Ns podemos conversar sobre isto." Ela manteve ela verbalizar at, o tom interessado. "Voc pode dizer a mim sobre sua tarefa, a menos que voc exploda voc mesmo primeiro."
      "Ns no vamos conversar. Voc vai escutar. Eu quero transporte. Eu quero um jato copter, e piloto, no telhado. Eu quero dez milhes em nontraceable moeda corrente. Quando eu sou claro que eu mandarei a voc o deactivation cdigo. Caso contrrio . . ."
      Ele levantou sua mo esquerda e exibiu o gatilho distante amarrado com correia para sua palma. "Eu uso isto. Eu sou HSO!" Ele gritou. "Voc pensa que eu no usarei isto?"
      "Eu no duvido que voc usar isto, Agente Bissel. Mas eu tenho que verificar o explosivo existe. A menos que eu possa confirmar a ameaa e dizer meus superiores, eles no vo escutar. Eu preciso verificar, ento voc pode ficar em controle."
      "Est l. E um estremeo"
      "Voc sabe procedimento e protocolo. Ns somos profissionais. Eu preciso responder para meus superiores. Vamos confirmar, ento ns podemos partir para suas demandas e negociar."
      "Est do lado de dentro, voc cadela estpida. Eu ponho isto do lado de dentro. Voc ficou fora deste, eu teria tido isto gota-chutada para fucking Base HSO para atarraxar comigo."
      "Ns esquadrinharemos isto. Nenhum ponto em algum sendo machucado. Ns temos Pardal. Ele  suficiente para mim. Ele  a pessoa que conseguiu voc nesta baguna. Eu acabei de precisar confirmar, ento ns podemos comear o processo."
      "Esquadrinhe isto, ento. Voc ver. Eu quero aquele jato copter. Eu quero que voc puxe de volta, puxe o inferno de volta. Eu quero transporte para um local de minha escolha."
      Roarke levantou ambas as mos. "Deixe-me s saio meu scanner, configura isto para leitura um dispositivo explosivo. Voc sabe que eu possua parte deste edifcio. Eu no quero que danificou."
      Bissel trocou seu olhar de rosto da Eve para do Roarke. Molhado seus lbios. "Faa um movimento, s um eu no gosto de, vai."
      Roarke alcanou em seu bolso, resistiu o scanner para aprovao do Bissel.
      "Voc tem imerso em Zeus, Agente Bissel," Eve disse devolver sua ateno para ela. "No serve para voc. Pode nublar seu pensando."
      "Voc pensa que eu no sei o que eu estou fazendo?" O suor estava parando seu rosto, pooling na bsica de sua garganta. "Voc pensa que eu no tenho as bolas?"
      "No. Voc no podia fazer o que voc faz,  o que voc  se voc no tivesse bolas. O pardal no atarraxou voc, voc seria cidade gorda."
      "O filho de uma cadela."
      "Ele pensou que voc era seu cachorro, que ele podia manter voc em um atar." Ela no olhou para Roarke, mas o sentiu em seu lado. "Mas voc o mostrou o que voc era feito. Eu penso tudo que voc quis fazer era cair fora depois que sua tarefa era completa. Para conseguir o que era devia para voc e caia fora, e coisas mantida injustia de ida. Sabe, eu aposto Chloe teria ido com voc. Voc no teve que a matar."
      "Ela era um idiota! Um pozinho decente, mas ela irritaria o inferno fora de voc fora da cama. Eu usei sua unidade de dados para armazenar informaes, formular planos. Eu sei como fazer meus prprios planos. Contingncias. E o que voc pensa que eu vi quando eu espiei em pelo dispositivo de compreenso que eu plantei no quarto? Ela estava tentando entrar nisto, tentando quebrar meu passcode. Provavelmente pensou que eu estava atarraxando ao redor nela. Estpido, ciumenta pequena cadela."
      "Que tal o medalho voc deu a ela?"
      Ele pareceu em branco, ento seus olhos nervosos sorridos. "Passkey, solte caixa. Pense que eu no sei como cobrir eu mesmo? Eu tive gota encaixota por toda parte o lugar de maldio. Capitais de emergncia, armas, qualquer que eu precisei. No pode pr tudo em um lugar. Precise estender."
      "E ela soube sobre este lugar. Ela soube, e ela teve que incriminando dados enterrados em sua unidade, e um de seu passkeys. Eu acho que eu estava errado. Voc teve que a matar."
      "Condene diretamente. Devia ter trabalhado. Devia ter. Eu at consegui ela para escrever a nota. S anota isto para mim, beb. Uma linha, s para se dizer como voc sentiu quando voc pensou que eu estava morto. E ela era estpida suficiente para fazer isto."
      "Era um plano de bem. Ento era Powell. Era m sorte justa."
      "Dispositivo explosivo confirmado," Roarke disse friamente. "Meu, meu, Bissel, voc certamente pe todos os seus ovos em uma cesta muito voltil. Se voc descarregar isto, eles no poderiam varrer em cima os pedaos."
      "Eu disse a voc. Eu no disse a voc? Agora me consiga aquele copter. Pegue isto agora!"
      "Se voc descarregasse isto," Roarke continuou. "Mas voc no ir, como eu acabei de desativar o temporizador. Voc  claro, Tenente."
      "Obrigado." Ela apontou para pernas desprotegidas do Bissel. Ele cambaleou, rugiu, e seus olhos foram selvagens como ele fechou sua mo em um punho para tentar partir o explosivo.
      Ela o bate uma segunda vez quando ele agarrou o sidearms, e Peabody entrou do lado, fazendo rolar em meio-corpo para mandar a eles ambos voar atravs do cho agora cicatrizado.
      Pumping em Zeus, ele backhanded ela, mas ela esperou.
      McNab saltou, mergulhando em pegar Bissel em um headlock, e, usando seu punho em vez de sua arma, rammed trs socos pequenos, duro para o rosto.
      Seu nariz estava fluindo sangue, mas Peabody agarrou suas restries. Entre os dois deles, eles o seguraram abaixo e cuffed seus pulsos.
      "Consiga seus tornozelos, tambm," Eve sugerida, e virou suas prprias restries. "Ele est ainda bonito pulado. Isto  Dallas," ela disse em seu headset. "O suspeito  assegurado. Envie em Bombas e Explosivos para remover dispositivo."
      Quando Peabody arquejou e se sentou duro em Bissel est ainda resistindo de volta, McNab ofereceu a ela um leno com bolas. "Aqui est, beb. Seu nariz est sangrando. Eu quero dizer, Detetive Beb," ele adicionou com um olhar em Eve.
      "Fazendo certo, Peabody?" A Eve perguntou a ela.
      "Sim. No est quebrado." Ela segurou o pano colorido para seu nariz. "Ns o conseguimos, Tenente."
      "Sim, ns o conseguimos. Organize ter o prisioneiro transportado para Central. Bom trabalho, Detetive Beb. Voc, tambm, McNab."
      "Voc conteve-se," Roarke disse quando Eve saiu do caminho para deixar a esquadra de bomba lida com a escultura. "Ento McNab podia o esmurrar alguns tempos para Peabody."
      "Eu penso que Peabody poderia ter lidado isto sozinha, mas ele mereceu um tiro. Conseguiu um bem, direito slido para um sujeito to fraco."
      Ela verificou sua unidade de pulso. Pareceu que ela iria ser direito na hora certa para Nadine.
      Atarraxe sabedoria poltica.
      "Eu vou ter que entrar, faa a papelada, aquecer Bissel em Entrevista. Indo tomar algum tempo. Talvez voc podia preencher Reva e Tokimoto, tenha certeza que eles saibam sua ajuda e cooperao foram notadas e apreciaram. Deixe Reva sabe que eu vou passar sem tocar isto assim ela consegue cinco minutos privados com Bissel. E talvez voc podia dizer a Caro que ela fez um bom trabalho levantando sua criana."
      "Voc podia dizer a ela que voc mesmo."
      "Ache que eu podia. Enquanto isso"ela empurrou um dedo polegar assim ele andaria com ela na relativa quieta da galeria"voc tem posto em muito tempo e energia que consideram esta investigao. Interesse pessoal ou no, isto tambm est notado e apreciado."
      "Obrigado."
      "Eu acho que isto vai levar voc algum tempo para conseguir seu prprio material atrs em ordem. Tudo aquele magnata universal e material de deus corporativo."
      "Alguns dias. Uma semana ou ento, ns estaremos em equilbrio novamente. Eu vou ter que estar em viagem para um pouco. Algum de precisa ser prtico."
      "Certo. Mas voc figura que voc voltar em ordem em aproximadamente uma semana?"
      "Mais ou menos, por que?"
      "Porque quando voc for todo conjunto, eu vou levar voc para um fim de semana longo. Ento voc pode relaxar."
      Suas sobrancelhas crescidas rapidamente. "No voc?"
      "Sim. Voc tem acelerado em todos os motores. Voc precisa de uma fratura. Ento ns diremos . . . uma semana da sexta-feira. Onde voc quer ir?"
      "Onde eu quero ir? E voc est fazendo isto porque eu preciso de uma fratura?"
      Ela olhou de relance pela entrada, s para no ter certeza ningum estava pagando a qualquer ateno. Ento em forma de xcara seu rosto em suas mos. "Voc faz. Ento existe o fato que eu pretendo fazer voc meu escravo de sexo para uns dias do par. Ento onde voc quer ir?"
      "Ns no estivemos na ilha em por algum tempo." Ele no aborreceu verificar se algum estivesse assistindo, mas debruado abaixo e a beijou. "Eu farei os acordos."
      "No. Eu farei os acordos. Eu posso fazer isto," ela disse quando ele no escondeu quase o estremecimento. "Eu posso. Jesus, eu posso coordenar um importante op, eu devia ser capaz de coordenar um pouco de maldio viajar. Tenha um pouco f."
      "Em voc eu tenho mais que um pouco."
      "Ento eu at mais. Eu preciso ir deixo os cachorros."
      Ela encabeou fora, ento caminhado atrs e deu a ele um beijo duro, pequeno. "Mais tarde, Beb de Civil."
      Ela o ouviu risada  medida que ela saiu, rodeado ao redor outro Polis. E quando ela estava s, atropelando s, ela bateu seu dedoo que vestiu seu anel de casamentocontra a imagem do distintivo em seu corao.
      
      
      [Sinopse dianteira]
      
      De Nora Roberts, escrevendo como J.D. Robb, vem para um novo romance, o primeiro livro de capa dura no nmero-um Tempos de Nova York bestselling srie.
      
      Como uma criana, Eve Dallas era achado nas ruas. Para escapar seu passado, ela construiu uma nova identidade e uma nova futura como um policial na Cidade de Nova York. Agora a dura-afiada e Eve cuca fresca luta por verdade e justia, mas ela ainda tem uma debilidade muito humana . . . o bilionrio de enigmtico irlands Roarke.
      
      O ano  2059.  um futuro em que tecnologia e humanidade colide, e um novos vrus de computador se tornou a forma mais recente de terrorismo.
      Reva Ewing, um antigo membro do Servio Secreto, um especialista de segurana para Empreendimentos de Roarke,  um principal suspeito em um homicdio duplo. Ela teve toda razo para querer matar seu marido, o artista renomado Blair Bissell. No s era ele tendo uns afazeres, ele estava tendo isto com seu melhor amigo. Mas Tenente Eve Dallas, que est no caso, acredita que Reva  inocente. Os instintos da Eve dizem a ela que a cena de assassinato olha muito perfeitamente executada, as respostas aparentes muito bvias. E quando ela cavar para mais, ela descobre aquele em quase o tempo exato uma faca da cozinha era emperrada nas costelas da vtima, o passcode para seu estdio de arte foi mudadae todos os dados em seu computador deliberadamente corrompido.
      Para Roarke,  o ataque de computador que posa a ameaa real. Os sinais mostram que isto  o pesadelo sua companhia secretamente se tem preparado. Ele e Reva tm estado debaixo de um cdigo-governo contrato vermelho para desenvolver um programa que protegeria contra uma nova raa de hackeres, o Grupo de Dia do juzo universal. Estes tecno-terroristas com brilhantes mentes e apoio bastante financeiros cortam em sistemas, roube dados, e unidades de computador corruptas em uma escala grande e matam qualquer um que consegue muito fecha.
      A Eve e Roarke deve infiltrar uma extraordinariamente agncia do governo reservado para expor a corrupo em seu caroo, antes do vrus estender de um escritrio at uma corporao para o pas inteiro.
      
      
      [Info da histria de verso e scanner]
      
      Verso 1.0esquadrinhada, OCR iria e feitio-verificado de cobertura dura primeira edio (ISBN 0-399-15106-0). Isto  a vinte-primeira em minha srie completa de J.D. Robb esquadrinha (bem, dois deles eram novellas, veja "Nota em Srie Numerando" abaixo).
      Os 2.0 de 1 de fevereiro de 2004 de versorevisem e corrigido por The_Ghiti do primeiro imprimindo (deadtree lana data: 27 de janeiro de 2004). Vrios erros bvios no original eram corrigidos, como eu considero bookz como novas edies, no meras "reprodues." Se voc achar erros, por favor conserte, nmero de verso de incremento por 0.1 e re-poste, mas por favor refro de mudar a srie numerando.
      
      
      Note em Srie Numerando
      
      Eu originalmente lancei esta srie com o dois novellas, Meia-noite na Morte (originalmente etiquetada #08, parte da antologia da Noite Muda) e Interldio na Morte (originalmente etiquetada #14, parte da Fora desta antologia Mundial), numerados em com os romances, desde que eles so parte do arco, seus eventos so referidos a em romances subseqentes, e eles encaixam seqenciam em ambas as linha secular de sries ordena como tambm ordem de data de publicao. Em outras palavras, se voc quisesse ler a srie de Eve Dallas, eu pensei que voc apreciaria o novellas.
      Outro proofreaders, cuja ajuda e trabalho so apreciados, escolheu renumerar a srie quando eles emitiram (thankfully secundrio) atualizaes, desde tradicionalmente estes tipos de antologizaram trabalhos pequenos no ajustarem em seqenciarem entre outros livros em uma srie (eu presumo que isto era seu razoamento). Este tem criada alguma confuso. A correta, e completa, numerando devia ser como siga:
      1.	Desnuda na Morte
      2.	Gloriar-se a Morte
      3.	Imortal na Morte
      4.	Rapto na Morte
      5.	Formalidade na Morte
      6.	Vingana na Morte
      7.	Feriado na Morte
      8.	Meia-noite na Morte (um novella da Noite Muda)
      9.	Conspirao na Morte
      10.	Lealdade na Morte
      11.	Testemunhe na Morte
      12.	Julgamento na Morte
      13.	Traio na Morte
      14.	Interldio na Morte (um novella de Fora deste Mundo)
      15.	Seduo na Morte
      16.	Reencontro na Morte
      17.	Pureza na Morte
      18.	Retrate na Morte
      19.	Imitao na Morte
20.	Lembre Quando (co-escrito com Nora Roberts, J.D. O nome real do Robbo primeiro metade  um romance/suspense histria; A segunda metade  um mistrio de assassinato relacionado sendo investigado por Eve Dallas, envolvendo a neta do cl do primeiro metade).
      21.	Dividida na Morte
      
